Lista – 5 Animes que Eu Não Gosto, Mas que Valem a Pena Assistir

Sem título

Eu tento manter uma regra quando escolho os animes que farei uma resenha: nada de “rageview”. Se eu não gosto de um anime, se não tive uma boa experiência com um dado anime, eu prefiro simplesmente não falar sobre ele, ao invés de fazer um texto enorme só para xingá-lo. Mas vez ou outra eu me pego numa espécie de zona “cinza”, onde eu não gostei da obra, mas ao mesmo tempo percebo nela algo de muito positivo. Normalmente, são casos que eu vejo como um enorme potencial desperdiçado, mas não completamente jogado pela janela, criando uma obra que, embora não me agrade ainda tem algo nela que me faria recomendá-la para terceiros. Porém, eu sei que se eu fosse fazer uma resenha de uma obra assim seriam vinte parágrafos de xingamentos com um ou dois expondo o que achei de bom na obra, e eu realmente não quero fazer algo assim. Eu não acho se quer agradável ler algo assim, aliás. Então, decidi fazer essa pequena listagem, onde eu consigo balancear um pouco melhor as coisas. É, ainda vai ter um punhado de críticas, mas pelo menos aqui tentarei dar maior enfoque no porque de, apesar de toda sorte de problemas, essas obras ainda merecerem ser vistas.

Agora, eu vou tentar ao máximo possível manter esse texto livre de spoilers, mas tem um caso em particular em que isso não será possível, considerando que o que me fez não gostar da obra foi justamente o seu final. Eu vou deixar claro quando for o caso, mas de qualquer forma já deixo aqui o aviso de que haverá uma entrada assim. No mais, a ordem escolhida aqui para colocar estas obras é completamente arbitrária e não reflete de form alguma algum tipo de top qualitativo, onde eu queira insinuar que este ou aquele anime é melhor do que os demais. Quando muito, tentei ordenar as obras baseado no quanto eu gostei ou não destes animes (ou do quanto eu menos desgostei… se é que isso faz algum sentido), ou do quanto eu acho que suas qualidades compensam pelos seus defeitos. Mas feitos os avisos, chega de enrolação, vamos aos animes!

5 – Gekkan Shoujo Nokazi-kun

Gekkan Shoujo Nozaki-kun
Gekkan Shoujo Nozaki-kun

Anime de 12 episódios produzido pelo estúdio Doga Kobo, com direção de Mitsue Yamazaki, Gekkan Shoujo Nozaki-kun foi lançado em 2014, sendo uma adaptação do web-mangá 4koma de mesmo nome, escrito e ilustrado por Izumi Tsubaki. A história começa quando Sakura Chiyo tenta se declarar para o menino de quem gosta, Nozaki Umetaro, mas em um verdadeiro ataque de súbito nervosismo acaba dizendo que era sua “fã”. Sendo um mangaká responsável por um mangá shoujo bastante popular, Nozaki pensa que Chiyo é fã de sua obra e decide então dar um autógrafo para a menina, que reage com confusão, considerando que ela mesma não sabia que Nozaki era um autor. Tentando arrumar a bagunça que causou, Chiyo cria coragem para dizer que, na verdade, o que ela gostaria é de poder passar tempo com Nozaki. E é ai que ele decide levar a menina para o seu apartamento… e torná-la sua assistente. O que se segue a partir daí é um anime de comédia romântica com ótimas piadas, ótima animação e personagens carismáticos. Quem gosta de obras de comédia episódica em formato de esquetes, como Luck Star ou Nichijou, certamente não irá se arrepender de dar uma olhada nessa obra.

Infelizmente… a obra não passa disso. O meu problema com Gekkan Shoujo é o mesmo problema que eu tenho com outros animes do tipo: é só piada. E não entendam mal, o anime se compromete a ser apenas isso e ele é excelente nisso, mas para mim essa é uma fórmula que não consegue me agradar. Sobretudo porque se torna imensamente previsível, seguindo a exata estrutura do próprio mangá 4koma: personagens estão em um dado cenário, algo de incomum acontece, punchline, repita umas oito vezes por episódio durante 12 episódios. O anime não dá ao espectador nenhum momento para “respirar”, sendo sempre uma piada atrás da outra. Essa é uma fórmula que torna tudo em ferramenta para a piada, o que torna o anime nada mais que um compilado de cenas cômicas que só se ligam pelo fato de acontecerem com os mesmos personagens. Personagens estes, aliás, que justamente por serem apenas ferramentas para piada não recebem absolutamente nenhum desenvolvimento na história, e quando muito têm a personalidade definida por um ou dois traços que só servem para criar as piadas nas quais os personagens se encaixarão. Quem gosta deste formato certamente irá amar Gekkan Shoujo, mas simplesmente não é para mim, embora eu certamente tenha rido bastante nos primeiros dois ou três episódios (antes da fórmula se tornar estafante) e em algumas piadas ocasionais posteriores.

4 – Campione: Matsurowanu Kamigami to Kamigoroshi no Maou

Campione!
Campione!

Campione, para encurtar, é um anime de 13 episódios produzido pelo estúdio Diomedéa, com direção de Keizo Kusakawa, que foi ao ar em julho de 2012. Baseado na light novel de mesmo nome, escrita por Jo Taketsuki e ilustrada por Sikorski, a história começa quando Kusanagi Godou se intromete na luta entre dois deuses mitológicos, ao final da qual ele recebe do deus persa da guerra, Verethragna, uma espada capaz de cortar a divindade. Com esse novo poder, Godou se torna um Campione: um dos poucos humanos com o poder de matar um deus. A história a partir daqui relata o encontro de Godou com diversas outras divindades dos mais variados panteões mitológicos, bem como seus encontros com outros Campiones. Infelizmente, porém, a história se mostra o perfeito exemplo de como o ecchi pode completamente arruinar uma obra. Yep, a história é um harém, e do estilo mais genérico possível, seja por parte das garotas, seja por parte do protagonista. Acho que a única coisa de diferente que esse anime faz dentro do gênero é o fato de todas as garotas (4 principais, diga-se de passagem) deixarem bem claro que querem o corpo do protagonista nu e que aparentemente não veem problema nenhum nele ter mais de uma mulher, ou um harém inteiro se ele quiser. O resultado é uma obra com personagens mal desenvolvidos, cenas que beiram o erótico e uma história que é basicamente um enorme checklist de garotas que o protagonista deve “pegar”.

Por que ver essa coisa, então? Bom, para explicar isso eu preciso comentar como se dá as lutas. Acontece que o poder do Godou, a espada capaz de cortar a divindade, precisa ser “ativada”, ou ela não terá nenhum efeito contra o deus em questão. E a forma de ativá-la é recitando a história do deus. Mas eu não me refiro aqui à “história” como em “a história mitológica” do deus, ah não. Eu me refiro aqui como realmente a história do próprio mito. Onde o mito teve início, por quais sincretismos com outras figuras aquele mito passou, quais os atributos que eram originalmente associados com aquele deus em questão… Sinceramente falando, esse anime traz conceitos e explicações que eu muito mais esperaria encontrar em algum livro acadêmico sobre mitologia do que em um harém genérico com personagens estereotipados. Qualquer que tenha sido o trabalho de pesquisa que esse autor fez, fica bastante óbvio que ele foi bem extenso e cuidadoso, e eu garanto que mesmo que você for um conhecido de mitologia você provavelmente vai se surpreender com algumas informações (e interpretações) que o autor traz para alguns mitos. Sem duvida nenhuma foi uma das formas mais inventivas de uso da mitologia que eu já vi em qualquer obra de ficção que seja, e por mais que todo o resto do anime seja horrível esse pequeno elemento é o suficiente para me fazer dizer: vá assistir essa coisa. E bom, claro, se você gosta de animes ecchi, ai está um que pelo menos tem algo a mais do que apenas peitos para todo lado.

3 – Kamisama no Inai Nichiyoubi

Kamisama no Inai Nichiyoubi
Kamisama no Inai Nichiyoubi

A premissa dessa história é, no mínimo do mínimo, altamente criativa: um apocalipse no qual Deus abandonou a Terra. Mas não sem antes realizar o maior desejo dos seres humanos: a imortalidade… ainda que um pouco às avessas. Lançado em 2013, o anime de 12 episódios, produzido pelo estúdio Madhouse e com direção de Yuji Kumazawa, Kamisama no Inai Nichiyoubi adapta a light novel de mesmo nome, escrita por Kimihito Irie e ilustrada por Shino. Na história, Deus não exatamente tornou as pessoas imortais, ele mais impediu que as almas das pessoas deixassem seus corpos. Isso implica que uma vez que a pessoa morre ela se torna uma espécie de zumbi, embora retendo toda a consciência e sanidade. Para balancear um mundo onde as pessoas não mais morreriam, Deus também fez com que as crianças parassem de nascer, e o resultado é um mundo que já não tem quase nenhuma. Contudo, após algum tempo algumas pessoas começaram a desejar a morte, a libertação de seus corpos. Para tanto, Deus enviou á Terra os Coveiros, pessoas detentoras do poder de separar a alma do corpo quando performam os devidos rituais de enterramento. E nesse mundo, nós acompanhamos as viagens da garotinha Ai Astin, conforme, por uma série de motivos, ela entra em contato com diversas pessoas e cidades diferentes, cada uma encarando aquela realidade como pode. Uma arte excelente, animação ótima, personagens carismáticos e um mundo que eu só pode definir como altamente imaginativo, além de tocar muito bem na questão do desejo humano e de como o maior dos desejos pode se converter em uma maldição. O que me fez não gostar desse anime, então? Bom… o final. E com isso eu já digo: spoilers afrente, se não quiser saber o final da história pule para a próxima entrada agora.

O que acontece é que, nos minutos finais, todos os personagens importantes estão dentro de uma sala de aula que é a porta de entrada para uma espécie de “sub-espaço” fora do tempo e espaço normais. Esse sub-espaço teria sido criado, como praticamente todos os fenômenos sobrenaturais desse mundo, a partir do forte desejo de um grupo de pessoas: as crianças que habitavam aquela sala. O arco final do anime se resolve todo em libertar as almas que ali estavam, presas em uma espécie de loop temporal, e quando os personagens conseguem aquele mundo começa a colapsar. Nesse momento, todos os personagens começam a deixar aquele mundo pela sala de aula, quando Ai nota que Alice, o menino que havia pedido ajuda de todos para salvar as pessoas naquele mundo, está relutante. Ele diz que, como ele está na verdade morto, ele já não pode mais deixar aquela sala, e por isso deve ficar. Sério: mas que diabos foi isso? Ele já passou por aquela entrada, foi assim que ele foi buscar ajuda para começo de conversa! Aliás, foi assim que ele voltou para aquele mundo juntos dos outros personagens! Como ele sabe que não pode sair? E por que não pode agora e antes podia? E por que diabos a Ai, antes de chorar, não agarra a mão do moleque e atira ele pra fora de uma vez?! Quando o episódio acaba, vemos que o forte desejo da Ai de salvar o Alice fez com que ele voltasse a vida, mas a desculpa para ele não sair da sala desde o começo foi tão claramente preguiçosa que eu terminei o anime só pensando: “deus, isso foi estupido”. É um bom exemplo de como os minutos finais de uma obra podem arruinar tudo o que veio antes, mas se você não for do tipo que dê grande importância para o final de um anime talvez isso não seja realmente um problema. Para mim, foi péssimo, e fez esse anime cair drasticamente no meu conceito.

2 – Mousou Dairinin

Mousou Dairinin
Mousou Dairinin

Conhecido no ocidente como “Paranoia Agent”, Mousou Dairinin é um anime de 13 episódios escrito e dirigido por Satoshi Kon, tendo sido produzido pelo estúdio Madhouse e ido ao ar em fevereiro de 2004. Na história, que se passa na Tokyo moderna, um garoto, apelidado pela mídia como “shounen batto” (algo como “menino bastão”), vem aterrorizando a cidade. Com patins dourados e um bastão de basebol entortado, ele surge do nada e acerta a cabeça de alguém. O mais curioso é que suas vítimas, aparentemente aleatórias, pareciam todas estar sofrendo de intenso stress, e inexplicavelmente relatam se sentir melhor após serem atacadas pela misteriosa figura. De onde ele vem? Como ele sabe quem atacar? Ele realmente sabe, ou é apenas uma coincidência? Descobrir isso é a missão de dois detetives do departamento de polícia, mas a tarefa pode acabar se tornando um verdadeiro risco à sanidade mental de ambos. Uma obra excelente que tece mordazes críticas à sociedade e à mídia moderna. Infelizmente, eu não posso dar mais detalhes daqui sem incorrer em spoilers, então eu vou apenas dizer isso: se você ainda não viu esta série, veja. Isso dito, fica então a questão: o que este anime está fazendo nessa lista? Bom…

O caso com este anime é mais ou menos o mesmo que aconteceu com Gekkan Shoujo, no sentido de que embora a obra tenha uma dada proposta e a execute magistralmente, a fórmula usada simplesmente não me agradou. O anime brinca bastante com as noções de realidade, ilusão e delírio (uma característica do diretor, onde as obras sempre fazem o espectador questionarem o que é realidade e o que é fantasia, muitas vezes não havendo uma resposta clara para o questionamento), o que, a princípio, funciona muito bem com a proposta de mostrar o avançar do que é, afinal, uma paranoia coletiva, conforme a ideia de um possível próximo ataque iminente do shounen batto vai se espalhando. Porém, nessa de confundir cada vez mais ilusão e realidade acaba que se torna impossível de tirar alguma explicação lógica para muita coisa na série. Tipo, muita coisa mesmo. Ao ponto de que eu diria que os episódios finais não fazem nem se quer o mais vago sentido se você considera que toda a história se passa no que deveria ser o Japão moderno. E por mais que possamos explicar algumas coisas como ilusões ou metáforas, não da pra dizer qual seria o correspondente “real” (dentro do universo da obra, digo) para o que a pessoa está vendo. Isso cria uma obra que, por melhores que sejam suas mensagens, é absurdamente confusa e não faz o menor sentido. E hey, em certo sentido eu sei que essa era a ideia, justamente por isso digo que a obra em si não fez nada de “errado”. Eu apenas acho que sou “pé no chão” demais para esse tipo de estrutura narrativa. Não me agrada, mas considerando as temáticas apresentadas é certamente uma obra que eu recomendaria para quem não se incomoda com algo um pouco mais “artístico”.

1 – Ima Soko ni Iru Boku

Ima Soko ni Iru Boku
Ima Soko ni Iru Boku

Lançado em outubro de 1999, o anime original de 13 episódios Ima Soko Ni Iru Boku (que veio para o ocidente como “Now and Then, Here and There”) foi produzido pelo estúdio AIC e dirigido por Akitaro Daichi. E é talvez o perfeito exemplo da expressão “não julgue um livro pela capa”. A uma primeira olhada, a obra parece apenas mais um shounen genérico da década de 1990, que talvez possa despertar alguma nostalgia pelo estilo de arte da época e só. Mas uma vez assistindo é espantoso o quão imensamente errada estaria essa impressão. A história começa quando Matsutani Shuzo vê uma garota observando o por do sol do alto do que parece ser a chaminé de uma fábrica abandonada. Curioso, ele sobe na chaminé ao lado e começa uma conversa com a menina, tentando ganhar sua atenção. Finalmente, a menina responde dando seu nome, Lala Ru, e é ai que o tempo parece parar na cidade em torno. Imediatamente duas enormes serpentes mecânicas, pilotadas pelo que parecem ser soldados de algum exército, aparecem do absoluto nada e tentam sequestrar Lala Ru. Shuzo tenta ajudá-la, e no processo acaba sendo transportado para o mundo de Lala Ru e os soldados. O que se segue a partir daqui é um comentário brutal sobre militarismo, violação de direitos humanos, guerras, uso de crianças para fins militares, e todas sorte de temas que me fazem dizer que esse anime definitivamente seria indicado apenas para maiores. O anime nunca chega realmente a ser gráfico, mas deixa implícito desde os mais diferentes sádicos castigos corporais até coisa bem pior, sendo uma obra facilmente capaz de causar uma série de reações nada positivas (como é de fato o intento, afinal o mundo do anime é cruel e hediondo na mesma medida em que as guerras o são).

Meu problema com o anime? Bastante simples: o protagonista e o antagonista. Começando pelo último, o antagonista é malvado… e é isso. O anime deixa implícito que ele está lentamente perdendo a sanidade, mas faz bem pouco para mostrar um lado mais “humano” dele, tornando-o quase que exclusivamente aquela figura do ditador desumano que controla tudo com punhos de aço. Esse tipo de “personalização” da ditadura realmente não me agrada e eu preferiria muito mais um antagonista mais “cinza” do que puramente mau. Mas de longe o pior desse anime é o protagonista. Ele é a própria encarnação de todos os clichês shounen possíveis, o que seria interessante se o anime tentasse uma desconstrução da ideia de que “a força da amizade vai fazer tudo dar certo no final”, mas no final o anime nunca entra nesse território. O garoto começa otimista, segue altamente otimista depois de ser surrado até não poder mais, segue otimista depois de ser forçado a participar de uma incursão que acaba com a morte de dezenas de pessoas, segue otimista depois de saber os horrores que a única amiga que ele faz naquele mundo passou nas mãos dos soldados que os capturaram… Esse maldito moleque é a encarnação viva do otimismo! E isso irrita! Muito! Ele passa por coisas que faria o mais cristão dos homens perder toda a fé em Deus e ainda assim termina esse anime sem nunca duvidar de que as coisas vão dar certo ou coisa assim! E nem é como se ele tivesse um plano e falasse essas coisas porque sabe o que faz: a estratégia dele é literalmente se jogar contra gente com armas de fogo usando apenas um bastão de madeira! E funciona! E detalhe: ele faz tudo o que faz sempre com a intenção de resgatar a Lala Ru. Nem por um misero segundo ele considera voltar para o seu mundo ou coisa assim, não, é tudo em prol de uma menina que ele conversou por talvez uma meia hora, nem isso! E pra piorar, esse moleque é praticamente imortal! Ele apanha tanto que faria Seiya se questionar como ele ainda poderia estar vivo, e mesmo assim ele parece ser capaz de se curar com uma velocidade assustadora. Eu sinceramente perdi a conta de quantas vezes era pra ele ter morrido, e em um dado ponto você realmente deixa de crer que ele corra qualquer tipo de risco real. Como um todo, esse anime ainda é uma mordaz, precisa e mesmo perturbadora crítica à guerra e deve ser entendido como tal. Infelizmente, seus personagens mais importantes são justamente onde a obra mais falha, dai sua presença nesta lista.

Imagens (na ordem em que aparecem):

1 – Ima Soko ni Iru Boku, episódio 1

2 – Gekkan Shoujo Nozaki-kun, episódio 1

3 – Campione: Matsurowanu Kamigami to Kamigoroshi no Maou, episódio 2

4 – Kamisama no Inai Nichiyoubi, episódio 1

5 – Mousou Dairinin, episódio 1

6 – Ima Soko ni Iru Boku, episódio 1

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6 comentários sobre “Lista – 5 Animes que Eu Não Gosto, Mas que Valem a Pena Assistir

  1. Desa lista eu apenas vi Nozaki-kun e dei 7 no MAL. Não achei um anime ruim, apenas achei “assistível”. Dou 7 pra aqueles anime que eu penso “se tivesse uma nova temporada, não é impossível de a assistir, mas não é provável.” São aqueles que não gostei nem desgostei, então acho que é quase a mesma coisa desses na sua lista :)
    Fiquei interessado por Kamissama. Eu tinha até esquecido da existência desse anime, mas eu realmente o achei interessante quando estava lançando.

    Enfim, eu tenho que te agradecer por esse blog :) graças a ele eu descobri Hourou Musuko. Sempre me perguntei se havia algum anime nesse estilo, mas nunca encontrei nada. Valeu!
    Tbm gostaria de ler sobre estúdios. Não sei se você já escreveu aqui no blog e eu não vi… Enfim. Se a ideia lhe for boa, pense a respeito.

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    • 7 acho uma boa nota pra Nozaki-kun XD Inclusive, foi olhar meu MAL e é a mesma nota que eu dei kkkkkk

      E não me surpreende que vc tenha esquecido que Kamisama existe: pelo visto NINGUÉM gostou dessa coisa, embora sempre por motivos diferentes kkkkkk Ainda assim, tem ideias legais e uma arte e coloração bonitas (embora rolem uns “bugs” nos rostos dos personagens… nunca pause esse anime em um close de rosto ou vc vai começar a ver como o rosto da protagonista é SEMPRE “herp derp” kkkk)

      E de nada pela recomendação indireta de Hourou XD kkkk Vale muito a pena, excelente anime e excelente mangá =) .

      Finalmente, sobre estúdios: nunca escrevi nada sobre eles porque eu não sei absolutamente nada sobre eles XD Talvez um dia faça algo a respeito, mas primeiro precisaria aprender muito sobre os estúdios antes rs.

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      • Eu sou um pouco paranoico com estúdios, só vejo um anime se conhecer trabalhos anteriores DX
        Claro, costumo dar uma primeira chance, mas se me for traumático, passo a evitar sempre. Sim, eu fico olhando diretores e equipe de produção sempre huahuhua xD
        O interessante é que o Madhouse, um dos mais respeitados, tem dois animes nessa lista aí, o que prova que onde nasce o bem, nas nasce o mal. :S

        Enfim. Ainda tenho umas coisas que quero ler aqui, mas seus textos são gigantes. Tenho que ir por partes ahuahuhauhau (não é crítica, gosto de ‘textões, mas leio bem lentamente.)

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        • Eu acho complicado usar estúdios como julgamento. Ima Soko Ni, por exemplo, é do mesmo estúdio que fez Hourou Musuko (AIC) e ambas as obras não poderiam ser mais diferentes XD. Estúdio no máximo interfere na qualidade da animação e às vezes no traço, mas no máximo isso. Toei, Kyo Animation e A-1 Pictures parecem ser os estúdios que possuem mais um “estilo próprio”, ao menos em tempos recentes, mas fora esses 3 acho que todos são bastante variados rs. E em todo caso, como a maioria das obras é adaptação de algo (mangá, jogo, etc) o estúdio muitas vezes não pode fazer nada quanto à história. Em caso de obras originais, pode até ser bom ver as obras de um mesmo diretor, roteirista e tals, mas é aquilo, até os melhores podem errar e até os piores podem acertar XD Prefiro não ter bases sólidas: vejo se a sinopse me chamar a atenção, basicamente kkkkk

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