Café com Anime – Kokkoku, episódio 6: Chamando o Administrador

Começa então mais um Café com Anime, nossa conversa semanal sobre os animes da temporada. Como de costume, juntando-se a mim no debate temos o Fábio “Mexicano”, do Anime 21, o Vinicius Marino, do Finisgeekis, e o Gato de Ulthar, do Dissidência Pop, todos aqui para falarmos agora do quinto episódio de Kokkoku.

Mas antes de passarmos à conversa, quero lembrar a todos que cada blog participante do Café com Anime serve de host ao debate de um título diferente. No Anime 21 vocês conferem as conversas sobre Violet Evergarden; no Finisgeekis, as de Cardcaptor Sakura: Clear Card-hen; e no Dissidência Pop temos as de Junji Ito Colection e de Mahoutsukai no Yome. Não deixem de conferir os outros debates e boa leitura o/

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Review – Chobits (Mangá)

Chobits. Capas dos volumes 1, 2 e 3.

No futuro próximo, eis que surgem os persocom: computadores pessoais de formato antropomórfico. Verdadeiros androides com acesso à internet, estes persocom estão dispostos a obedecer a cada comando de seu dono ou dona, e não são nada baratos. Motosuwa Hideki acaba de se mudar para Tóquio, vindo do campo e sem muito dinheiro para gastar. Para ele, ter um persocom é quando muito um sonho distante, mas eis então que um dia, conforme voltava para casa, ele vê uma persocom jogada em meio aos sacos de lixo da rua, aparentemente descartada por seu antigo dono. Hideki decide então aproveitar a oportunidade e levá-la para sua casa, onde ele consegue ligá-la após algumas tentativas. Para sua surpresa, a única coisa que a persocom parece capaz de falar é “chi”, nome pelo qual Hideki decide então batizá-la. Logo, porém, Hideki descobrirá que Chi é diferente das demais persocom, e talvez seja até mesmo uma lendária Chobits: uma persocom dotada de personalidade e vontade própria.

Chobits foi seriado entre 2000 e 2002, sendo um mangá do grupo feminino CLAMP – que, vamos e venhamos, dispensa apresentações. A obra foi publicada pela editora Kodansha na sua revista semanal Young Magazine, uma revista seinen que até hoje publica outra obra do grupo CLAMP: xxxHolic Rei. No Japão, os 88 capítulos de Chobits foram compilados em 8 volumes, que foram lançados entre favereiro de 2001 e novembro de 2002. No Brasil, o mangá primeiro chegou até nós pela editora JBC, em uma edição meio-tanko que totalizou 16 volumes, lançados a partir de 2003. Em 2015, a JBC relançou a coleção agora em seu formato tanko, com 8 volumes. E: sim, vale muito a pena dar uma conferida nesse mangá, não só por ser uma boa história de maneira geral, mas também por conta dos temas que o mangá aborda, talvez até mais relevantes hoje do que o eram quase vinte anos atrás. Ah sim, e como de costume: spoilers a frente, então ai mais um motivo para ler o mangá primeiro.

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Anime Clips – Videoclipes da Abertura e do Encerramento de Violet Evergarden.

Quem estiver acompanhando os animes da temporada atual (inverno de 2018) muito provavelmente está vendo, ou no mínimo sabe da existência de, Violet Evergarden. Esse anime já vinha sendo bastante antecipado já faz um tempo, e por uma série de motivos. Trata-se de uma obra do estúdio Kyoto Animation, afinal, conhecido pela sua excelente qualidade de animação, e pelos trailers Violet Evergarden parecia que teria um visual digno de um filme. E não apenas isso, mas também a light novel na qual o anime seria baseado foi a primeira ganhadora do primeiro lugar num concurso de light novels realizado pela própria Kyoto Animation, então a expectativa era a de uma história emocionante com uma belíssima animação.

Se o anime entrega tudo o que se esperava eu prefiro não comentar aqui. A série, afinal, ainda está apenas em seu quinto episódio. Fora que, não quero me estender na discussão sobre o anime porque o ponto deste artigo está é nas suas músicas. Em particular, nos videoclipes de sua abertura e encerramento, com ambos se complementando no contar de uma mesma história, sobre um garoto e uma garota que se apaixonam na infância, mas acabam separados pelas circunstâncias. É algo que eu não lembro de ter visto antes, e que achei interessante demais para não compartilhar [rs]. Sendo assim, coloque os fones de ouvido, sente-se confortavelmente, e venha conferir as músicas. Ah, e não se preocupe se você (como eu) não sabe japonês: é bem fácil entender a história toda só com o visual.

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Café com Anime – Kokkoku, episódio 5: O Plano da Majima

Começa então mais um Café com Anime, nossa conversa semanal sobre os animes da temporada. Como de costume, juntando-se a mim no debate temos o Fábio “Mexicano”, do Anime 21, o Vinicius Marino, do Finisgeekis, e o Gato de Ulthar, do Dissidência Pop, todos aqui para falarmos agora do quinto episódio de Kokkoku.

Mas antes de passarmos à conversa, quero lembrar a todos que cada blog participante do Café com Anime serve de host ao debate de um título diferente. No Anime 21 vocês conferem as conversas sobre Violet Evergarden; no Finisgeekis, as de Cardcaptor Sakura: Clear Card-hen; e no Dissidência Pop temos as de Junji Ito Colection e de Mahoutsukai no Yome. Não deixem de conferir os outros debates e boa leitura o/

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Antiguidades – Urashima Taro: Autor Desconhecido, Ano Desconhecido, Título Atribuído.

Urashima Taro (título atribuído)

Kitayama Seitaro é um nome que provavelmente não irá ressoar com lá muitos leitores – isso se com algum. Mas nascido na Tóquio de 1888, em 1917 Kitayama se revelaria um dos três pioneiros da animação japonesa, ao lado de Shimokawa Oten e Kouchi Jun’ichi. Cada um lançaria sua primeira animação para os cinemas naquele ano, e seguiriam produzindo diversos outros curtas que deram o pontapé inicial na industria da animação no Japão – antes dela aparentemente entrar em um hiato de cinco anos para só vir a ressurgir em 1924.

Infelizmente, praticamente tudo desse período inicial se perdeu. A Wikipedia mantém uma página sobre animes anteriores a 1939, e dedica uma seção apenas às obras de 1917 e 1918, com praticamente todas as obras aqui listadas sendo dadas como perdidas, de localização desconhecida, ou até mesmo de existência incerta. A única exceção para o ano de 1917 é o curta de Kouchi Jun’ichi Namakura Gatana. 1918, porém, aparenta ter três exceções, na forma de três curtas do próprio Kitayama.

A coisa, porém, é um pouco nebulosa. Segundo a página, Momotaro, presumivelmente baseado no mito de Momotaro, sobrevive intacto, mas eu não realmente consegui encontrar nenhuma confirmação disso (muito menos, claro, o curta em si). Idem valendo para o curta Taro no Banpei Senkotei no Maki, do qual teoricamente sobrevive um fragmento, mas novamente me falta ainda localizar qualquer fonte confiável que corrobore isso, que dirá então o fragmento em si.

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Café com Anime – Kokkoku, episódio 4: Contra-Ataque

Começa então mais um Café com Anime, nossa conversa semanal sobre os animes da temporada. Como de costume, juntando-se a mim no debate temos o Fábio “Mexicano”, do Anime 21, o Vinicius Marino, do Finisgeekis, e o Gato de Ulthar, do Dissidência Pop, todos aqui para falarmos agora do quarto episódio de Kokkoku.

Mas antes de passarmos à conversa, quero lembrar a todos que cada blog participante do Café com Anime serve de host ao debate de um título diferente. No Anime 21 vocês conferem as conversas sobre Violet Evergarden; no Finisgeekis, as de Cardcaptor Sakura: Clear Card-hen; e no Dissidência Pop temos as de Junji Ito Colection e de Mahoutsukai no Yome. Não deixem de conferir os outros debates e boa leitura o/

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