[Vídeo] Uma Breve Análise – Shoujo Shuumatsu Ryokou

Mais novo vídeo do canal /o/ Shoujo Shuumatsu Ryokou (ou Girl’s Last Tour, como ficou a tradução ocidental do anime) foi certamente uma das maiores pérolas de 2017, então acho que já era hora de dar um pouquinho mais de atenção a esse anime. E claro: se gostou do vídeo, não deixe de compartilhá-lo e se inscreva no canal para não perder futuros conteúdos.

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[Vídeo] Uma Breve Indicação – Katanagatari

Mais recente vídeo do canal /o/ E se por acaso você já conhece o anime, não deixe de conferir também a review dele aqui no blog. Em adição, repito aqui o aviso no final do vídeo: na próxima semana, não haverá nem artigo na sexta (21/10), nem vídeo no sábado (22/10), pois estarei em viagem. Na semana seguinte já volta tudo ao normal, então até lá o/

Review – Katanagatari (Anime)

Katanagatari // Review 08/04/2016 // 1
Katanagatari

Existe uma pequena “armadilha”, por assim dizer, na qual eventualmente caímos quando falamos de um anime, ou mangá, ou qualquer obra de tipo mais seriado. É uma armadilha que ocorre sobretudo quando duas características se combinam. Primeiro, a obra precisa ser bastante acima da média, quanto mais perto de ser uma “obra-prima” melhor. E segundo, ela precisa ser uma obra que começa relativamente “normal”, mas após algum evento ao longo desta a sua qualidade escalona até atingir esse ponto de “masterpiece“. A armadilha aqui é que ao falar dessa obra para outra pessoa, você, como alguém que a viu por completo, sabe a enorme qualidade que ela atinge ao longo dela. Mas a pessoa para a qual você está falando dela, não. Como tal, se você exagera demais a excelência da obra sem levar em consideração que os primeiros episódios são um bild up para o que vem depois, é possível que a pessoa para a qual você recomendou essa obra acabe se decepcionando com o começo dela. E eu faço toda essa pequena reflexão porque Katanagatari, adaptação de uma série de  light novels de mesmo nome, escritas por Nisio Isin, poderia facilmente cair nessa armadilha. Uma produção do estúdio White Fox, com direção de Keitaro Motonaga, o anime tem um começo bastante “comum”, mas é o seu final que o coloca como excepcional.

A série possui 12 episódios, cada qual com cerca de 50 minutos, que foram lançados entre janeiro e dezembro de 2010, um episódio por mês. A história começa quando Togame, uma estrategista a serviço do xogunato, chega à ilha onde vive Yasuri Shichika, que fora banido para lá junto de seu pai e sua irmã há 20 anos. Originalmente, Togame busca pelo pai de Shichika, mas quando este lhe informa que ele já havia falecido, Togame decide então pedir ajuda ao próprio Shichika. Acontece que ela está em busca de 12 espadas lendárias, forjadas por Shikizaki Kiki, cada qual portando habilidades especiais que poderiam repelir a todo um exército. Contudo, nessa busca ela já fora traída duas vezes, uma pelo mais forte espadachim do Japão, Sabi Hakuei, e outra pelo grupo ninja Maniwa. Como a traição de ambos foi que ao acharem uma espada decidiram ficar com ela, Togame decidiu buscar a ajuda de alguém que lutasse sem espadas, e como aquele que herdou o estilo de combate a mãos Kyoutoryuu, Shichika é a escolha ideal. Assim, o anime acompanha a jornada destes dois pelo Japão do período Edo, conforme buscam pelas espadas e enfrentam toda sorte de adversidades. É um ótimo anime, que vai ficando progressivamente mais profundo em seus temas a cada episódio, e definitivamente vale a pena assistir. Isso dito, para falar mais a respeito eu vou precisar entrar em spoilers, então fica aqui o aviso do que vem pela frente. Se não quiser revelações do roteiro (incluindo o final do anime), é melhor parar a leitura por aqui.

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