[Vídeo] Uma Breve Indicação – Mahoujin Guru Guru

Mais novo vídeo do canal, agora falando um pouco de um dos meus animes favoritos do ano passado, mas que infelizmente foi também um dos mais ignorados pela maioria: Mahoujin Guru Guru. E se você já assistiu o anime, confira também a review completa dele aqui no blog.

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Review – Mahoujin Guru Guru (Anime)

Mahoujin Guru Guru // Review 29/12/2017 1
Mahoujin Guru Guru

Em 1992, a revista Gekkan Shounen Gangan começava a seriar o mangá de Hiroyuki Eto Mahoujin Guru Guru. Em publicação até 2003, o mangá resultou em um total de 16 volumes encadernados, e teve sua primeira adaptação para anime já em 1994, pelo estúdio Nippon Animation. Essa adaptação correria por 45 episódios, sendo finalizada em 1995, e excetuando-se um filme de 30 minutos em 1996 a franquia só teria um novo anime em 2000, quando é lançado Doki Doki Densetsu Mahoujin Guru Guru, agora com 38 episódios e finalizando ainda em 2000. Com o fim do mangá, nove anos se passam antes que, em 2012, começa a ser seriada a continuação do mesmo: Mahoujin Guru Guru 2, em publicação até hoje. Assim, após todo este histórico nós finalmente chegamos na obra foco dessa review: o reboot de 2017 do anime, agora uma produção em 24 episódios do estúdio Production I.G.

Na trama, o Rei Demônio Giri acaba de se libertar após 300 anos selado. Partindo para derrotá-lo temos o relutante herói Nike e a ingênua, ainda que adorável, maga Kukuri, a última remanescente do clã Migu Migu, cuja magia, o Guru Guru, foi o que selou Giri no passado. Percorrendo dungeons, enfrentando monstros e fazendo novas amizades, ambos terão muito de evoluir antes de confrontarem o vilão final. E se isso pareceu um tanto quanto clichê e infantil, bom… esse é meio que o ponto. Mahoujin Guru Guru é uma paródia dos jogos de RPG do final do século passado, e uma muito bem feita, diga-se de passagem. É um anime hilário, que funciona mesmo para aqueles nada familiarizados com o gênero que está sendo parodiado (tipo eu). Uma recomendação fácil para literalmente qualquer um, tenham em mente que a partir daqui a review contará com spoilers da série toda.

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Sword Art Online – A Relatividade da Realidade e o Valor da Experiência

Sword Art Online // Análise 15/08/2014 // 1
Sword Art Online: um mundo virtual de completa imersão

Exibido nas televisões japonesas entre julho e dezembro de 2012, Sword Art Online foi a adaptação de uma série de Light Novels lançadas alguns anos antes, em 2009. A história se passa no “distante futuro” de 2022, onde uma nova tecnologia permite a completa imersão de uma pessoa em um mundo virtual. Esperado desde o lançamento dessa tecnologia de realidade virtual, Sword Art Online seria o primeiro VRMMORPG (Virtual Reality Massive Multiplayer Online Role Playing Game). Ao entrarem no jogo, porém, aqueles que compraram as dez mil primeiras cópias do jogo têm uma surpresa desagradável: é impossível sair do jogo. Mas isso não é o único problema: logo são todos informados de que a morte no jogo acarretará em morte na realidade. A história a partir daí segue o protagonista Kirito, um jogador solo cujo único objetivo é se manter vivo, mostrando como ele encontra com novas pessoas ao longo do jogo, interage com o mundo virtual e avança cada vez mais perto de voltar ao mundo real.

Apesar de eu tentar não dar muitos spoilers sobre o conteúdo de Sword Art Online (ou apenas SAO), dado que meu objetivo é observar quais questões o anime levanta, algumas observações sobre o que se passa na série (tanto na série animada, que atualmente se encontra no andar de sua segunda temporada, quanto nas Light Novels) serão inevitáveis. É recomendado que se tenha ao menos assistido toda a primeira temporada, não apenas para evitar spoilers, como também para entender boa parte das considerações que farei aqui (e também porque é um anime legal, poxa). Isto dito, é apenas recomendação. Sua vida é sua e se quiser continuar lendo sem saber de nada sobre Sword Art Online… você não vai conseguir porque nesse ponto do texto já leu a sinopse que eu coloquei ali em cima. Mas se quiser continuar lendo sem nenhuma informação para além do que já está aqui, sinta-se a vontade.

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