Uma Rápida Review – Piano no Mori

A história de Piano no Mori começa quando Amamiya Shuuhei se muda junto de sua mãe para o interior, a fim de morarem por algum tempo com sua avó materna. Vindo de uma família de pianistas, o garoto sonha em se tornar um ele próprio, e uma vez na sua nova escola ele fica sabendo sobre um misterioso piano quebrado abandonado no âmago da floresta próxima à cidade. Ichinose Kai, porém, lhe assegura: o piano ainda toca.

O que se segue a partir daqui é a história da amizade que se desenvolve entre Shuuhei e Kai, bem como a história de duas diferentes perspectivas quanto ao tocar: para Amamiya, o piano é seu “inimigo”, e praticar é tão somente o seu dever como filho de seu pai; já para Ichinose, o tocar do piano é nada mais que um hobby, um divertimento que o afasta de seus problemas como filho de uma mãe solteira pobre.

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[Vídeo] Uma Breve Análise – K-ON!

E depois de um mês sem uma nova análise, o quadro do canal retorna com uma sobre o melhor anime sobre nada já feito /o/ Mas em toda seriedade agora, K-ON! é um ótimo anime, e um do meus prediletos. Divertido, engraçado, mas também com seus momentos tocantes. Espero que gostem da análise, e se você já assistiu o anime não deixe de dar uma conferida também na review do mesmo, aqui no blog o/

Review – AKB0048 (Anime)

AKB0048 // Review 18/12/2014 // 1
AKB0048

Alguns animes surgem apenas como divulgador de um produto. Esta frase possivelmente já é senso comum entre os fã desta mídia. De bonequinhos a jogos ou, mesmo, o material original em que o anime é baseado (mangá, light novel, vídeo game, etc.), alguma obras surgem  especificamente para fazer o mercado girar. Isso implica que estas obras são puro capitalismo em forma de anime, que está bem pouco preocupado com a qualidade do que irá entregar e mais preocupado com o retorno financeiro que pode obter disso? Bom, “AKB0048“, anime inspirado no, e certamente propaganda para o, grupo idol japonês AKB48, nos dá uma resposta: the hell no! Produzido pela Satelight e com Shouji Kawamori como diretor encarregado (yep, o cara responsável por uma porrada de animes de mecha foi o encarregado de dirigir um anime de idols. Eu não tenho ideia de quem foi essa ideia, mas certamente deu muito mais certo do que esse cara esperava), a primeira temporada do anime foi ao ar em 2012, com a segunda, “AKB0048 – Next Stage”, tendo ido ao ar em 2013.

E sobre o que é este anime? Bom, a história se passa no distante futuro de… Eu sei lá, no distante futuro, quando a humanidade deixou a Terra para colonizar o universo, estabelecendo novas sociedades em outros planetas. Mas alguns destes planetas tem uma política bastante… díspar. Sobretudo em planetas que são, acima de tudo, enorme fábricas de produção em massa, o entretenimento como um todo, incluindo ai a música, foi sumariamente proibido, proibição esta que é reforçada pela Deep Galactic Trade Organization (DGTO) e sua força militar, o Destoy Entreteinment Soldiers (DES). Não aceitando tal opressão, surge o grupo idol AKB0048. Com base em um dos poucos planetas que ainda permitem o entretenimento, Akibastar, o AKB0048 é um grupo de guerrilhas que viaja de planeta em planeta organizando shows ilegais, a fim de trazer alegria para os corações das pessoas oprimidas. Assim, numa mistura louca de “Star Wars meet magical gils, feat Idols”, surge um anime que, a princípio, eu não dava absolutamente nada. Mas, surpreendentemente, este acabou se mostrando um anime que eu considero muito bom. Bom, vamos lá, a partir daqui spoilers correrão soltos, então siga por sua conta e risco. Se você ainda não assistiu esse anime, definitivamente vale a pena. Ambas as temporadas tem apenas 13 episódios cada, em um total de 26 episódios.

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Review – K-On! (Anime)

K-On // Review 30/10/2014 // 1
K-On!

Para aqueles que não conhecem, K-On! é um mangá yonkoma (ou seja, um mangá em tirinhas de quatro quadrinhos) escrito e ilustrado por Kakifly e originalmente publicado na revista seinen Manga Time Kirara entre os anos de 2007 e 2010. No Brasil, a editora New Pop foi a responsável pela publicação dos seis volumes do manga, sendo quatro deles a série “principal” e dois deles “spin-offs” contando histórias que ocorrem após o final da série original. Os mangás são todos de ótima qualidade e bastante recomendados para quem gosta de comédia e moe. Mas o que eu quero falar aqui não é sobre o mangá, mas sim sobre sua adaptação para anime. Com uma primeira temporada de 13 episódios em 2009, mais uma segunda temporada de 26 episódios em 2010, além de alguns OVAs curtos e um filme, K-On! é possivelmente aquele tipo de anime todos que gostam de anime e mangá ao menos já ouviram falar, tenham assistido ou não e gostem ou não.

Sem dar qualquer spoiler maior, a trama de K-On! se resolve em torno do clube de musica leve do colégio para meninas Sakuragoaka. Com o clube às moscas e prestes a ser declarado fechado por falta de membros, Ritsu e Mio decidem se inscrever para o clube e dar a ele um novo começo. Entretanto, elas precisam conseguir pelo menos mais dois membros para o clube ser oficializado, e é ai que entram as duas outras meninas, Tsumugi e Yui. Juntas, as garotas montam a sua própria banda e tocam em diversos eventos escolares. E… é isso. Não há qualquer trama ou projeto maior por trás, é simplesmente o dia a dia dessas quatro garotas na escola, conversando e tocando algumas músicas. Então… o que há por trás desse anime para que ele entre no rol daquelas obras tão famosas que todos pelo menos já ouviram falar? Bom, na minha opinião, a resposta está ligada aos dois principais elementos da história: o seu caráter de slice of life e o seu elemento de comédia.

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