Então… o que vocês têm a dizer? #2


Um pedido de feedback.


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Então… o que vocês têm a dizer? (ou, Algumas palavras sobre feedback)

Sabem… Em pouco mais de  três anos e meio escrevendo para este blog, uma das coisas que pude constatar é o quão difícil pode ser para um criador de conteúdo conseguir um bom feedback daquilo que produz.

Claro métrica é algo relativamente fácil de se conseguir. Aqui no blog, o WordPress, mesmo em sua versão gratuita, me oferece alguns dados úteis, como o número de visualizações em um artigo qualquer. O YouTube é até um pouco mais generoso: posso mesmo ver se as pessoas estão assistindo os vídeos até o final ou parando no meio. Mas números podem dizer surpreendentemente pouco. Saber que um artigo X teve cinco, cinquenta ou cem acessos não vai me dizer quantas dessas pessoas o leram até o final. E saber que as pessoas estão assistindo a um vídeo Y apenas até a metade não me diz porque elas estão perdendo o interesse nele após esse ponto.

Comentários são, assim, a melhor fonte de feedback que um autor pode ter, mas mesmo eles não são livres de problemas. Em primeiro lugar, existe um bias inerente à qualquer seção de comentários, que atraem geralmente dois tipos de pessoas: aqueles que leram o texto (ou assistiram o vídeo) até o final, e aqueles que comentam só tendo lido a chamada (felizmente esse segundo tipo nunca me apareceu, nem aqui no blog nem no canal). Sendo assim, aqueles que abandonam o texto na metade ou que nem clicam nele em primeiro lugar seguem não contemplados.

Fora o fato de que comentários são sempre algo bastante pontual. Apontamentos quase sempre sobre aquele texto (ou vídeo) em específico. Elogiando. Contribuindo. Criticando. Raramente você irá encontrar um comentário mais “generalista”, um que fale sobre o blog ou o canal como um todo (e isso não só aqui: em praticamente qualquer plataforma).

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Informe – Mudanças na Periodicidade do Blog

Não, a periodicidade não irá diminuir. Dada a imagem que o título pode passar, é bom eu deixar isso bem claro já de início. Em fato, é o exato oposto: pelo menos durante alguns meses, nós teremos aqui no blog praticamente uma nova postagem ao dia. Mas calma, porque é um pouquinho mais complicado do que isso.

Atualmente, o blog possui entre três e quatro postagens na semana. Segundas-feiras tínhamos o Café com Anime, quartas um artigo um pouco menor, e sexta um artigo regular. A cada duas semanas sai também um vídeo no canal, que é então publicado aqui na quinta, e isso fecha a semana no blog.

Pois bem, primeira mudança: Kokkoku acabou, e o Café com Anime se move então para a próxima temporada. Aqui no É Só Um Desenho, teremos as discussões de dois animes desta vez – e quais são vocês saberão já amanhã. Justamente por isso, eu tive de reajustar o seu posicionamento na semana.

A partir de agora, o Café com Anime passará a ser publicado às segundas e sextas, enquanto que os artigos de sexta são movidos para o dia seguinte, passando a sair no sábado. Quartas e quintas, porém, seguem inalteradas – um artigo em uma e, quinzenalmente, um vídeo na outra. Nada de mais aqui.

A segunda mudança vem na verdade de um pequeno problema que eu identifiquei, e que se relaciona com o quadro Rápida Review. Os textos desse quadro são publicados na página no facebook do blog, e depois linkados aqui. Só que recentemente eu fui descobrir que os links simplesmente não estão funcionando direito.

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200 Posts no “É Só Um Desenho”: Um Pouco Sobre Meus 3 Anos Como Blogueiro

Conforme me sento para escrever este texto, não posso deixar de pensar se não há algo de pretensioso em escrever sobre este blog e – por extensão – de certa forma também sobre mim. Será que há quem se interessaria por um texto assim?

Verdade é que se público fosse uma preocupação de fato eu não escreveria metade das coisas que escrevo para o blog. Boa parte das minhas reviews são de animes e mangás com os quais poucas pessoas se importam, e boa parte dos meus ensaios são de temas que não costumam estar na moda. Eu escrevo sobre o que quero escrever, assim surgiu este blog e assim ele segue até hoje.

Ao mesmo tempo, eu acho que há algo de pretensioso em qualquer autor. Acreditamos que nossas ideias e opiniões possuem valor, e que merecem ser compartilhadas e divulgadas: e deixamos para o público decidir se estamos certos ou errados.

Foi em agosto de 2014 que eu comecei este blog, e três anos depois com este texto eu atinjo a marca dos 200 posts publicados. Claro, entre eles estão textos como informes, divulgação de links e outros que não exatamente se configuram como artigos. Mas o número ainda me parece ideal para aproveitar o momento e refletir um pouco sobre a trajetória do blog.

Interessará a alguém? Bom, isso já é com vocês.

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