[Vídeo] Análise Comparativa – Kino no Tabi & Kino no Tabi (2017)

Mais novo vídeo do canal! Estreando, agora, um novo quadro: análises comparativas, onde a ideia é observar como dois ou mais animes lidam com um dado tema ou executam um dado princípio. E para começar, uma análise sobre como as duas adaptações da light novel Kino no Tabi lidaram com a sua estética – e porque a primeira soube usar desse recurso muito melhor do que a segunda. Venham conferir!

Uma Rápida Review – Mary to Majo no Hana

Um filme absolutamente mediano, bom para entreter crianças mais novas, mas não realmente servindo pra muito além disso. Em pouquíssimas palavras é assim que eu resumiria Mary to Majo no Hana, um filme que ainda bem poderia ser descrito como Tenkuu no Shiro Laputa encontra Majo no Takkyubin. E, francamente falando, um que não realmente sobrevive a um maior escrutínio.

Nossa história começa com a garotinha Mary, que se mudou para a casa da sua tia-avó, numa região campestre não identificada. Aparentemente, seus pais também irão se mudar para lá, mas a menina foi mandada primeiro para que não perdesse o início das aulas – e faltando ainda uma semana para elas começarem, a garota está basicamente morrendo de tédio.

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[Vídeo] Uma Breve Análise – Shoujo Shuumatsu Ryokou

Mais novo vídeo do canal /o/ Shoujo Shuumatsu Ryokou (ou Girl’s Last Tour, como ficou a tradução ocidental do anime) foi certamente uma das maiores pérolas de 2017, então acho que já era hora de dar um pouquinho mais de atenção a esse anime. E claro: se gostou do vídeo, não deixe de compartilhá-lo e se inscreva no canal para não perder futuros conteúdos.

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[Vídeo] Uma Breve Indicação – Mahoujin Guru Guru

Mais novo vídeo do canal, agora falando um pouco de um dos meus animes favoritos do ano passado, mas que infelizmente foi também um dos mais ignorados pela maioria: Mahoujin Guru Guru. E se você já assistiu o anime, confira também a review completa dele aqui no blog.

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Uma Breve Análise – Centaur no Nayami: Ditadura do Politicamente Correto?

Centaur no Nayami

Centaur no Nayami tem um dos melhores exemplos de um bom worldbilding que eu vi em tempos recentes. O anime de 2017 é uma adaptação do mangá homônimo de Kei Mirayama, que se passa numa realidade alternativa onde a evolução deu origem a vertebrados de seis membros, resultando num presente no qual convivem quatro grupos de seres humanos (centauros, sátiros, anjos/demônios e sereias) mais outras espécies humanoides inteligentes (como o povo serpente da antártica e o povo anfíbio da floresta).

Na trama, acompanhamos inicialmente um grupo de três garotas: a centauro Himeno, a sátiro Kyouko e a demônimo Nozomi. A partir do episódio 5, a antarticana Quetzalcoatl é introduzida ao grupo principal, e em diversos episódios também acompanhamos o dia a dia da anja presidenta do conselho estudantil, Manami. É um elenco de personagens até que grande para uma obra de apenas 12 episódios, e mesmo assim o anime ainda sente a necessidade de incluir algumas esquetes com outros personagens em outras regiões daquele mundo.

Fica claro que a preocupação maior da obra é com o seu universo, e com como ele realmente seria se as pessoas fossem tão drasticamente diferentes umas das outras ao ponto que a série propõe. Dentro disso, o anime desenvolve diversos comentários sobre o preconceito e a discriminação, sendo um deles aquele que eu quero focar nessa análise: em um mundo com um longo histórico de opressão, é possível que tentativas de compensação por esse passado possam passar um pouco da conta?

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