Anime Clips – Alguns dos Videoclipes das Aberturas da Temporada (Primavera / 2018)

Conforme os animes da temporada de primaveram vão lentamente se aproximando da sua metade, vamos então para uma seção de Anime Clips :D Para quem talvez ainda não saiba, muitas das músicas de abertura dos animes possuem videoclipes próprios, e muitos desses videoclipes estão disponibilizados gratuita e legalmente no youtube, através dos canais dos próprios artistas, produtoras ou distribuidoras. Este quadro é uma pequena compilação desses videoclipes, trazendo sempre cinco referentes às músicas de abertura de alguns dos animes da temporada mais um bônus, referente à abertura de algum anime já finalizado.

Como de costume, é bom lembrar que esse quadro não é um endosso dos animes que usam dessas músicas como temas de abertura, mesmo porque em alguns casos eu nem assisti o anime. E para este artigo eu vou ter de dar um aviso adicional, que se refere às versões “short”: normalmente elas são a versão TV Size, de cerca de um minuto e meio, mas todas as três selecionadas aqui ultrapassam um pouco o tempo da abertura com a qual fazem par (uma delas tem freaking 4 minutos!). Ainda assim, elas são versões incompletas, e justamente por isso não as coloquei como Full. E dados todos os avisos, vamos então às músicas /o/

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Uma Rápida Review – Stranger: Mukoh Hadan

Review originalmente publicada na página do blog no facebook, em 23/01/2017

Pra ser bem sincero, eu não sei muito o que comentar. Bom, em primeiro lugar: sim, eu gostei, e me diverti bastante assistindo. Mas é o seu típico filme de ação de samurais. Não falando isso de forma pejorativa, e no final o filme entende MUITO bem o que ele é e entrega uma experiência gostosa pra passar a tarde.

A história é a sua típica história do samurai que decidiu abandonar a guerra, mas acaba se envolvendo com um inocente sendo perseguido e acaba ajudando e… é, não é o mais original dos roteiros. Mas em não tentar o ser, o filme pode se concentrar justamente no que faz uma boa obra de ação: personagens interessantes e lutas legais.

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Café com Anime – Ginga Eiyuu Densetsu: Die Neue These, episódio 5

E cá estamos nós, em mais uma edição do Café com Anime: nossa conversa semanal sobre alguns dos animes da temporada. E desta vez você confere nossa discussão sobre o quinto episódio de Ginga Eiyuu Densetsu: Die Neue These, com presença do Gato de Ulthar, do Dissidência Pop, o Fábio “Mexicano”, do Anime21, e do Vinicius Marino, do Finisgeekis, além, é lógico, de mim mesmo [rs]. Sirvam-se então de uma xícara do seu líquido predileto e venham então conferir o que achamos desse primeiro episódio :D

E claro, sempre bom lembrar: aqui no É Só Um Desenho você também confere nossas conversas sobe Sword Art Online Alternative: Gun Gale Online, às sextas, enquanto que no Dissidência Pop estarão nossas conversas sobre Mahou Shoujo Site, no Anime 21 aquelas referentes à Hisone to Maso-tan, e no Finisgeekis continuamos com as conversas sobre Cardcaptor Sakura: Clear Card-hen, que entrou agora em seu segundo cour.

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Uma Rápida Review – Piano no Mori

A história de Piano no Mori começa quando Amamiya Shuuhei se muda junto de sua mãe para o interior, a fim de morarem por algum tempo com sua avó materna. Vindo de uma família de pianistas, o garoto sonha em se tornar um ele próprio, e uma vez na sua nova escola ele fica sabendo sobre um misterioso piano quebrado abandonado no âmago da floresta próxima à cidade. Ichinose Kai, porém, lhe assegura: o piano ainda toca.

O que se segue a partir daqui é a história da amizade que se desenvolve entre Shuuhei e Kai, bem como a história de duas diferentes perspectivas quanto ao tocar: para Amamiya, o piano é seu “inimigo”, e praticar é tão somente o seu dever como filho de seu pai; já para Ichinose, o tocar do piano é nada mais que um hobby, um divertimento que o afasta de seus problemas como filho de uma mãe solteira pobre.

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Por que anime?

Afinal, o que há de especial nos animes?

Eu adoro anime. Dentre todas as possíveis formas de contar histórias, em todos os possíveis países no mundo, é a animação japonesa aquela que mais me cativa, e também aquela que mais consumo. Por quê? O que há de tão especial nessas narrativas? Essa é uma pergunta que eu já me fiz algumas vezes, e uma que provavelmente não possui uma resposta única. Refletindo a respeito, há uma vasta série de fatores e elementos que me fazem gostar dessa mídia, muitos dos quais certamente serão específicos à minha pessoa e às minhas experiências. Eu deixo isso claro já nessa introdução para que os objetivos desse texto fiquem também eles bastante claros. Não, eu não estou aqui para dizer como os animes são uma mídia inerentemente superior ao cinema, aos seriados, ou à literatura: isso seria bobagem, francamente falando. Ao invés disso, o que eu de fato trago aqui é um pequeno exercício: algumas considerações minhas sobre o que nessa mídia apela tanto ao meu gosto pessoal.

Para que escrever um texto do tipo? Considerando que publico isto em um blog pessoal, “porque eu quero” provavelmente já seria mais do que suficiente para uma resposta. Ainda assim, eu sinto lá alguma necessidade de me explicar um pouco mais. “Por que gostamos do que gostamos?” é uma pergunta que a maioria de nós já deve ter se feito de uma forma ou de outra, e normalmente não obtemos respostas lá muito conclusivas. “Porque sim” sendo talvez a conclusão mais comum. Este texto é, para todos os efeitos, uma tentativa minha de ir além desse “porque sim”. Nesse sentido, ele é um artigo que fala muito mais das minhas experiências com esta mídia que são os animes, e até que ponto as considerações que eu faço aqui podem ser universalizantes (se algum) é muito difícil de dizer. Mas, se mais nada, eu espero que este texto sirva também como uma espécie de apologia dos animes: a minha forma de expor o que eu vejo de tão especial nessas animações. E sendo assim, vamos então em frente.

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Café com Anime – Sword Art Online Alternative: Gun Gale Online, episódio 4

E cá estamos nós, em mais uma edição do Café com Anime: nossa conversa semanal sobre alguns dos animes da temporada. Aqui você confere nossa discussão sobre o quarto episódio de Sword Art Online Alternative: Gun Gale Online, com presença do Gato de Ulthar, do Dissidência Pop, o Fábio “Mexicano”, do Anime21, e do Vinicius Marino, do Finisgeekis, além, é lógico, de mim mesmo [rs]. Sirvam-se então de uma xícara do seu líquido predileto e venham então conferir o que achamos desse primeiro episódio :D

E claro, sempre bom lembrar: aqui no É Só Um Desenho você também confere nossas conversas sobe Ginga Eiyuu Densetsu: Die Neue These, às segundas, enquanto que no Dissidência Pop estarão nossas conversas sobre Mahou Shoujo Site, no Anime 21 aquelas referentes à Hisone to Maso-tan, e no Finisgeekis continuamos com as conversas sobre Cardcaptor Sakura: Clear Card-hen, que entrou agora em seu segundo cour.

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Lista – 5 Péssimas Lições que os Animes nos Ensinam

Já dizia o ditado: de boas intenções o inferno está cheio. Frequentemente eu vejo brotarem, aqui e ali, discussões sobre “o que aprendi vendo animes”, normalmente na forma de uma meia dúzia de mensagens bonitinhas que praticamente todo shounen tenta passar. Nada realmente de ofensivo aqui, vale dizer: não deixa de ser uma forma de alguns fãs desta ou daquela série celebrarem o que eles vêem como aquilo que ela tem de mais positivo. Vamos e venhamos, alguém que fez um vídeo questionando como (e se) os animes podem nos afetar não realmente deveria reclamar disso. Só tem um pequeno problema: nem toda mensagem que parece positiva realmente o é. Porque nem tudo que funciona na ficção funciona de fato no mundo real.

Normalmente nem é uma questão de má fé dos autores nem nada do tipo. É só uma questão de falta de nuance: de passar um lugar-comum que fica bem no papel, e no qual o próprio autor talvez até acredite de fato, mas fazê-lo de uma forma exageradamente simplista, resultando numa mensagem que não se transfere bem o bastante para a realidade. Isso quando não falamos de mensagens intrusivas: aquelas que surgem mais das implicações daquilo que nos é passado do que realmente como algo intencionalmente colocado ali pelo autor. Sendo assim, eu decidi para esta lista reunir cinco casos do tipo: cinco mensagens que a principio até parecem bastante positivas, mas que simplesmente não sobrevivem a um maior escrutínio. Vamos lá.

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