Lista – 10 Musicas de Vocaloid que Valem a Pena Ouvir (Parte 5)

Bom… faz tempo que eu não faço uma lista dessas (a última foi, tipo, setembro de 2016 O_O). É, eu fiz algumas listas de vocaloids nesse meio tempo (duas, pra ser mais preciso…), mas esse quadro em específico anda bastante abandonado. Oh bem, hora de remediar isso /o/ Pois é, de volta estou com mais dez músicas de vocaloid para comentar. Se você não viu as partes anteriores, todas podem ser encontradas na aba “Listas“. Não que seja necessário ver as listas anteriores, é óbvio, mas para quem quiser mais, elas estão ali.

Como sempre, eu deixo aqui os avisos usuais. Primeiro: trata-se de uma lista, não de um top. As dez músicas aqui listas de forma alguma são as “melhores” em qualquer categoria, mas sim apenas dez músicas que eu pessoalmente gosto. Muitas delas estão disponíveis nos canais no YouTube de seus criadores, então não deixem de clicar nos links para dar algumas visualizações a eles. Finalmente, todas as citações aqui apresentadas são traduções minhas da tradução para o inglês das músicas, tal como consta na Vocaloid Lyrics Wiki

Mas antes de passar para a lista, um comentário temático. Vejam, olhando para as listas passadas, eu quase sempre enfatizei músicas que trouxessem alguma reflexão ou que contassem alguma história. Nesta lista, porém, eu quero expor um pouco o lado mais… “upbeat” dos vocaloids. Se estiver tendo um mal dia, aqui algumas músicas que talvez alegrem um pouquinho (ou não…). Coloquem os fones de ouvido, sentem-se confortavelmente na cadeira e vamos com isso. Aqui estão dez músicas de vocaloid que valem a pena ouvir: wholesome edition.

Continuar lendo

Anúncios

Café com Anime – Kokkoku, episódio 3: Fuga e Caça.

Começa então mais um Café com Anime, nossa conversa semanal sobre os animes da temporada. Como de costume, juntando-se a mim no debate temos o Fábio “Mexicano”, do Anime 21, o Vinicius Marino, do Finisgeekis, e o Gato de Ulthar, do Dissidência Pop, todos aqui para falarmos agora do terceiro episódio de Kokkoku.

Mas antes de passarmos à conversa, quero lembrar a todos que cada blog participante do Café com Anime serve de host ao debate de um título diferente. No Anime 21 vocês conferem as conversas sobre Violet Evergarden; no Finisgeekis, as de Cardcaptor Sakura: Clear Card-hen; e no Dissidência Pop temos as de Junji Ito Colection e de Mahoutsukai no Yome. Não deixem de conferir os outros debates e boa leitura o/

Continuar lendo

O apelo do slice of life: muito mais do que histórias sobre nada.

Falemos um pouco sobre o slice of life.

Como definir o slice of life? Sendo um texto que busca expressar o apelo do gênero, defini-lo certamente seria útil. Afinal, seria bom sabermos sobre o que estamos falando antes de começarmos a listar seus méritos, não? Mas aqui um detalhe interessante: falando estritamente do gênero tal como ele se aplica ao anime e mangá (como falarei ao longo de todo este texto, salvo explicitado o contrário), ainda que ele seja um dos mais prolíficos nessas mídias, ele é também um bem mal definido. Digo, todo mundo parece ter uma vaga noção de o que caracteriza o slice of life, mas comparando diferentes definições fica claro que, enquanto há alguns pontos de intersecção, há também bastante discordância. Toda definição que encontrei me pareceu de alguma fora insuficiente, e se de um lado temos o povo que imediatamente associa o gênero com “garotas fofinhas fazendo coisas fofinhas”, de outro temos definições tão ridiculamente amplas que permitem que mesmo Mob Psycho 100 seja listado como um “slice of life” em sua entrada no My Anime List. Ao mesmo tempo, não é como se eu tivesse uma definição melhor…

É um assunto complicado, e um ao qual eu irei voltar muito em breve. Mas para fechar essa introdução, toda essa problemática sustenta – e mesmo ilustra – muito bem o ponto que eu queria fazer com este texto: o de que amplo como é o gênero, as razões pelas quais alguém pode gostar de um slice of life são bem mais variadas do que “garotas fofinhas”, ao mesmo tempo que o gênero em si é capaz de entregar histórias bem mais profundas, mesmo bem mais complexas (ao menos em questões temáticas), do que o popular jargão de serem histórias sobre “nada”. Sim, o slice of life é um gênero que lida com o mundano, mas dito isso: 1) o que exatamente esse “mundano” significa pode variar enormemente de obra a obra (novamente, para este texto estou falando do slice of life como ele configura entre os animes e mangás somente), e 2) mesmo partindo dessa premissa ainda é possível criar toda miríade de histórias interessantes, provocativas, ou mesmo puramente divertidas. E dito tudo isso, vamos então abrir a caixa de pandora.

Continuar lendo

Anime Clips – Alguns dos Videoclipes das Aberturas da Temporada (Inverno / 2018)

Uma nova temporada de animes se inicia, e com ela temos também toda uma nova leva de músicas de abertura. E convenhamos: muitas vezes tais músicas são praticamente um show em si mesmas, algumas sendo até mais interessantes que os animes aos quais estão ligadas. Mas quantos já pararam para ver os videoclipes dessas músicas? Porque sim: muitas delas tem um! Muitos inclusive disponíveis legal e oficialmente no YouTube, através dos canais das gravadoras, produtoras ou dos próprios artistas. Nem todas em versão completa: muitos disponibilizam apenas o clip referente à versão para a TV dessas músicas, mesmo como forma de promoção do álbum no qual a versão completa será oficialmente lançada. Mas ainda é alguma coisa, então por que não dar uma olhada? /o/

Entre versões completas e versões para a TV, reuni aqui cinco videoclipes referentes a cinco dos animes em exibição na temporada de inverno de 2018. Tenham em mente que isso não é nenhum top ou lista de “melhores músicas de abertura”: são só alguns dos videoclipes que eu consegui encontrar, elencados aqui de forma praticamente aleatória. E tenham também em mente que esse quadro não é um endosso dos animes para os quais essas músicas servem de abertura (embora nesse caso em específico quase tudo listado aqui está se provando bem legal). Por último, no final do artigo eu trago também um videoclipe bônus, referente a algum anime já finalizado, recente ou não.

E explicações dadas, vamos então aos vídeos. Ponham ai os fones de ouvido, aumentem o volume e boa música a todos o/

Continuar lendo

Café com Anime – Kokkoku, episódio 2: O Administrador

Começa então mais um Café com Anime, nossa conversa semanal sobre os animes da temporada. Como de costume, juntando-se a mim no debate temos o Fábio “Mexicano”, do Anime 21, o Vinicius Marino, do Finisgeekis, e o Gato de Ulthar, do Dissidência Pop, todos aqui para falarmos agora do segundo episódio de Kokkoku.

Mas antes de passarmos à conversa, quero lembrar a todos que cada blog participante do Café com Anime serve de host ao debate de um título diferente. No Anime 21 vocês conferem as conversas sobre Violet Evergarden; no Finisgeekis, as de Cardcaptor Sakura: Clear Card-hen; e no Dissidência Pop temos as de Junji Ito Colection e de Mahoutsukai no Yome. Não deixem de conferir os outros debates e boa leitura o/

Continuar lendo

O Facebook é ruim, precisamos de uma alternativa, mas provavelmente não há uma.

O Facebook certamente nos permitiu entrar em contato com toda sorte de pessoas, mas talvez não da melhor das maneiras…

Qual foi a última vez que você entrou em um grupo no Facebook? Com isso eu quero dizer: qual foi a última vez que você foi até a barra lateral da plataforma e conscientemente clicou em um grupos que talvez ali estejam? Agora, para explicar o porquê dessa pergunta eu preciso comentar sobre como eu utilizo esses grupos. Vejam, este é um blog sobre anime e mangá, afinal. Como tal, a vasta maioria dos grupos em que estou – praticamente todos, na verdade – são sobre anime e mangá: locais onde eu possa divulgar o meu conteúdo. Houve um tempo ainda no início da maior popularização do Facebook que eu também havia entrado em grupos de memes e de debates variados, mas há muito que o cansaço para com os primeiros e a queda na qualidade dos segundos me afastaram de praticamente todo grupo ao qual eu não possa dar um uso imediado – novamente, ferramenta de divulgação. É um tanto quanto irônico, porém, que eu raramente divulgue meus textos em grupos. Apesar de dar um bom retorno quando eu comecei essa prática, este retorno foi diminuindo, e após um tempo simplesmente não valia mais o esforço. Bom, recentemente eu decidi conferir cada grupo no qual eu já havia entrado, e digamos que deu para ter uma boa ideia do porquê dessa queda em cliques – bom, ou ao menos parte do motivo.

A vasta maioria dos grupos nos quais eu havia entrado estavam praticamente mortos. Ainda havia uma ou duas postagens por dia, mas quase sempre apenas alguém promovendo a própria página ou canal – sem nenhum comentário ou reação nessas publicações. Agora, os grupos de anime e mangá no Facebook nunca foram bastiões da excelência de conteúdo – bem pelo contrário, na verdade. Em novembro de 2016 eu publiquei meu artigo O meio otaku no facebook e os meus problemas com ele, onde critico questões como o overexposure a meia dúzia de animes, a preponderância de imagens como “curte para X, comente para Y”, o excessivo cinismo e ironia em grupos com fãs um poucos mais experientes na mídia, e toda uma sorte de problemas que basicamente só fizeram piorar desde então, para ser bastante sincero. Mesmo assim, ter tantos grupos, muitos deles com membros na casa dos milhares, simplesmente morrerem foi um pouco… estranho. Embora bastou procurar novos grupos para descobrir que esse meio continua tão ativo quanto nunca – para o bem e para o mal. Dito isso, a experiência me fez pensar algumas coisas não tanto sobre o meio otaku no Facebook, mas sim sobre o Facebook de maneira geral.

Continuar lendo