Os Destaques da Temporada de Verão 2020


E que a próxima seja melhor, por favor!


E assim, mais uma temporada se vai. Pra ser franco, foi uma temporada bem fraca. Sim, tivemos continuações de peso (a maioria eu não vi), mas os estreantes deixaram bastante a desejar. Mas bem, isso não significa que não tivemos alguns bons títulos.

Como é de praxe, aqui incluo todos os animes da temporada que eu terminei, divididos em três categorias: bronze, prata e ouro. E enquanto eu tentei elencá-los do pior para o melhor, é sempre bom lembrar ao leitor para que não leve a ordem tão a sério assim. É só a minha opinião, afinal.

E isso dito, vamos então aos animes!

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Mas Antes…


Koi to Producer: EVOL X LOVE, episódio 1

Como sempre, porém, eu quero começar o texto com um pequeno aceno àqueles animes que eu não terminei – mas que espero fazê-lo no tempo devido. E devo dizer: essa deve ter sido a temporada que eu deixei mais séries por terminar, o que é uma pena.

Para começar, há alguns animes longos que eu espero retomar um dia. Apesar de bem diferente do seu típico anime da franquia, tenho lá alguma curiosidade para ver como Yu-Gi-Oh! SEVENS se desenvolve. Já Mewkledreamy tem tudo para ser um divertido e despretensioso mahou shoujo.

Mas claro, há também títulos da temporada que eu ainda preciso por em dia. Appare Ranma me causou uma ótima primeira impressão, mas ainda estou parado no primeiro episódio da série. Já em Koi to Producer: EVOL X LOVE eu fui um pouco mais longe, mas ainda falta bastante para acabar.

São séries que, junto de várias outras de temporadas passadas, eu espero conseguir terminar a tempo para incluí-las (ou não) na minha retrospectiva de 2020. Mas isso já é falar do futuro. Passemos, então, aos animes da temporada que eu de fato terminei!

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★★★ BRONZE ★★★


Nem todo anime que vemos é lá uma obra prima. Alguns nos entretêm apenas pelos vinte e poucos minutos de cada episódio, sendo logo depois esquecidos. Outros, nem sabemos porque nos demos ao trabalho de ver até o final. A todos estes, fica o terceiro pódio no ranking da temporada.

Lapis Re:LiGHTs

Lapis Re:LiGHTs, episódio 1

Dir.: Hiroyuki Hata | Estúdio: Yokohama Animation Lab

Fantasia, Idol, Música

Pelo seu primeiro episódio, Lapis é um anime que tinha tudo para dar certo. Uma mescla de escola de magia com idol, que tinha tudo para resultar em algo divertido e agradável de acompanhar. Logo cedo, porém, problemas foram surgindo. E só fizeram aumentar com o andar da história.

O mundo de Lapis é interessante, mas ele é também bem pouco explorado. E o que poderíamos chamar de a trama central da série é ignorada por mais da metade do anime, a fim de nos apresentar as suas personagens. O que não seria ruim – se tivesse algo aqui para apresentar.

O elenco do anime é grande demais para apenas 12 episódios, resultando em personagens que eu não posso nem chamar de arquetípicas: são esboços de uma piada só e é isso. No fim, Lapis se revela mais um “escolha a sua waifu” do que qualquer coisa que sequer lembre uma história.

Mesmo a parte idol da série é apenas medíocre, com uma animação em CG que destoa do restante da obra e músicas pop indistinguíveis umas das outras. Sendo franco, eu começo a associar o logo do Universal com produções visualmente muito bonitas, mas de resto genéricas e vazias.

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The God of Highschool

The God of Highschool, episódio 1

Dir.: Seong-Hu Park | Estúdio: MAPPA

Ação, Sobrenatural

Esse é outro título que, tendo em mãos a fórmula do sucesso, preferiu jogar tudo por terra numa sequência absurda de erros. O primeiro deles, os próprios fãs do web toon original admitem, tendo sido querer adaptar mais de 100 capítulos do quadrinho original em meros 13 episódios.

Graças a essa decisão, o ritmo de God of Highschool é frenético. O que não é necessariamente algo ruim em si mesmo, mas que se torna tanto na medida em que a história apenas salta de cena em cena, luta em luta, plot point em plot point. O resultado sendo que nada parece ter peso aqui.

Outro problema está no quão mal explicado é aquele universo, o que me fez sair do anime com um bom tanto de perguntas sem resposta. Além disso, o seu elenco secundário é tão pouco aproveitado que é difícil lembrar o nome dos personagens, mesmo os que importam.

Eu debati se deveria dar bronte a Gof of Highschool, porque no fim do dia ainda é um anime divertido. Ele é, porém, puro show de luzes, sem qualquer substância por baixo. Não foi a pior coisa que eu vi na temporada, mas também passou longe da melhor. Então fica por aqui.

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Fugou Keiji: Balance:UNLIMITED

Fugou Keiji: Balance:UNLIMITED, episódio 1

Dir.: Tomohiko Itou | Estúdio: CloverWorks

Ação, Policial

Na superfície, Fugou Keiji é um anime que esbanja estilo. Sua trilha sonora sendo o maior exemplo disso: da abertura a diversas OSTs, temos não poucas composições bombásticas, que roubam a cena sempre que aparecem. Muito como seu deuteragonista, Daisuke Kambe.

O problema, porém, é que o anime é estilo. O que não o torna ruim, eu mesmo me diverti bastante acompanhando esse buddy cop entre um policial idealista e um milionário feito detetive, mas digo que terminei o anime sentindo que ele poderia ter sido bem melhor.

Eu vejo nele um forte potencial desperdiçado. Não ao nível de Lapis ou God of Highschool, mas ainda assim. Por exemplo, Kambe se desenvolve bem pouco ao longo da série, apesar de o primeiro episódio introduzir uma temática sobre respeitar o outro e como o dinheiro não pode comprar tudo.

E falando em dinheiro, a forma como usam a riqueza do Kambe é também bem superficial. Raras vezes o anime faz um uso criativo dela, preferindo o caminho dos equipamentos futuristas. Enfim, muito estilo, pouca substância. Foi divertido, mas não vai ficar na memória.

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★★★ PRATA ★★★


Entre o medíocre e o excepcional, o espectro é bem grande. Séries que capturaram nossa atenção e engajamento, para as quais voltamos com gosto a cada novo episódio. E que, ainda assim, sentimos que faltou “algo”. São boas, mas não as melhores que já vimos. A estas, eu deixo a medalha de prata.

Digimon Adventure:

Digimon Adventure:, episódio 1

Dir.: Masato Mitsuka | Estúdio: Toei Animation

Aventura, Fantasia

Quando anunciaram o reboot da série clássica de Digimon, confesso que não fiquei lá muito animado. Depois do que foi Tri, eu tinha minhas dúvidas de que a Toei ainda era capaz de replicar o que fez da série original algo tão cativante.

Quando o anime estreou, porém, eu fiquei impressionado. Animação de alta qualidade, personagens bem trabalhados, e num geral uma ótima reimaginação do que foi Digimon Adventure. Os últimos episódios, porém, vêm deixando um gosto amargo na minha boca.

Todo esse último arco dedicado à evolução dos digimons para a forma perfect soou bem arrastado, e mesmo colocou a história em pausa. E se as lutas contra Eyesmon e Orochimon foram ótimas, a mais recente, contra Nidhoggmon, foi bem medíocre dada a importância dela na história.

Ainda assim, quero acreditar que o “pior” já passou. E que, daqui pra frente, a história pegue ritmo e retome a qualidade dos episódios iniciais. Mesmo o anime original teve seus piores momentos, então quero dar um voto de confiança a esse. Só espero não me desapontar.

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Bessatsu Olympia Kyklos

Bessatsu Olympia Kyklos, episódio 1

Dir.: Ryou Fujii | Estúdio: Gosay Studio

Comédia, Histórico

Eu disse que a temporada passada não tinha sido boa para os animes curtos, mas infelizmente essa última também não foi grande coisa. Mas ao menos tivemos Olympia Kyklos, uma comédia que se destaca pelo absurdo do seu roteiro e pelo experimentalismo da sua animação.

Nossa história começa na Grécia antiga, onde Demetrius passa seus dias pintando potes e sonhando acordado com sua paixão, Apolonia. Por uma série de eventos, ele acaba sendo transportado para o Japão dos anos 60 – e aqui começa esse curioso intercâmbio cultural.

Ao longo do anime, Demetrius fica indo e voltando entre a Grécia helênica e o Japão moderno, sempre trazendo para sua época algo que viu no futuro. E enquanto eu não digo que toda piada do anime me fez rir alto, ele teve sim seus bons momentos.

Sua animação é feita para parecer uma mescla de stop motion (para as cenas na antiguidade) com recortes de papel (para as cenas no Japão). E é mesmo possível aprender uma ou duas curiosidades com o anime. Num todo, um título bem divertido de acompanhar.

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Houkago Teibou Nisshi

Houkago Teibou Nisshi, episódio 1

Dir.: Takaharu Ookuma | Estúdio: Doga Kobo

Comédia, Slice of Life

Quando eu comecei Houkago Teibou Nisshin, confesso que o achei um tanto quanto… desconfortável. Digo, a protagonista é chantageada a se juntar ao clube de pesca da sua escola, e o anime não hesita em mostrar o quão visceral a pesca pode ser.

Ao mesmo tempo, quanto mais eu assisti, mais eu passei a apreciar mesmo esses aspectos. De como essas garotas podem ser um pouquinho malvadas umas com as outras, ou de como o anime promove a pesca sem ignorar ou amenizar os seus aspectos mais “sujos”.

Fora que, para além desses aspectos, esse é um moe bem feitinho. As personagens têm o seu carisma, personalidades distintas e mesmo pequenos trejeitos muito ajudam na sua caracterização. Ao mesmo tempo, o anime tem uma atmosfera bem gostosa, e a comédia também não fica atrás.

E por mais que a série não tenha feito eu me interessar pela pesca, também aprecio o quão detalhista ela é no assunto. Você genuinamente pode aprender algo aqui, o que é sempre um bônus. Num todo, fico feliz de ter acompanhado esse anime. Pra quem curte o gênero, é uma recomendação fácil.

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Sword Art Online Alicization: War of Underworld, 2ª temporada

Sword Art Online Alicization: War of Underworld, 2ª temporada, episódio 1

Dir.: Manabu Ono | Estúdio: A-1 Pictures

Aventura, RPG

Como leitor da light novel, eu tenho lá minha parcela de críticas a essa última temporada de Sword Art Online. Em especial, achei ela muito apressada, fazendo com que alguns dos seus principais momentos não tivessem o impacto que poderiam ter.

Apesar disso, não posso também negar as qualidades seja desta temporada, seja de Alicization como um todo. A começar, claro, pela produção visual: desde a estética num todo até a fluidez da animação, A-1 Pictures trouxe o seu melhor para esse grande final.

E é um grande final. Alicization é a culminação de tudo que Sword Art Online trabalhou até aqui. Em estética, isso se reflete no retorno de praticamente todo o elenco desde o primeiro arco. Em tema, se reflete numa provocativa discussão sobre o lugar da inteligência artificial.

Não me entendam mal, muitos dos problemas costumeiros da franquia ainda se fazem presentes aqui. Pra quem não gosta de Sword Art Online, não é esse arco que os fará mudar de ideia. Para os fãs, porém, ele foi tudo o que poderíamos esperar que fosse. E agora é aguardar Progressive!

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Maou Gakuin no Futekigousha

Maou Gakuin no Futekigousha, episódio 1

Dir.: Shin Oonuma | Estúdio: Silver Link

Ação, Fantasia

Eu fui para Maou Gakuin no Futekigousha esperando a sua típica power fantasy, completa ainda com um protagonista overpower que forma um harém de garotas arquetípicas. E… é, foi bem isso o que eu encontrei aqui. Mas…

Maou Gakuin é uma obra que abraça o exagero, de forma que ele se torna parte do seu charme. Digo, no primeiro episódio já começamos com Anos vencendo seu primeiro oponente apenas com as batidas do seu coração. É absurdo, é ridículo, e eu adorei!

É um anime que por vezes beira a paródia – sem nunca, porém, se admitir como tal. E é esse jogo de seriedade e absurdo o que forma o cerne da obra. Sim, Anos sempre irá vencer. Mas o quão absurda e absoluta será a sua vitória – é isso que esperamos pra ver!

Gosto também de como o foco da história é em um mistério, algo que o Anos não pode só socar para longe, o que é uma ótima forma de se impor dificuldades a um personagem tão poderoso. Sim, é a sua típica power fantasy. Mas quem me dera ter mais nesse nível!

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★★★ OURO ★★★


De visual estonteante. Temática profunda. Ou tão somente muito divertidos. Várias são as qualidades que podem elevar uma obra do bom ao excelente, e são estes os títulos que deixaram a sua marca. O melhor que a temporada teve a oferecer, desta vez só um anime leva o ouro.

Deca-Dence

Deca-Dence, episódio 1

Dir.: Yuzuru Tachikawa | Estúdio: Nut

Ação, Ficção Científica

Quando eu terminei o primeiro episódio de Deca-Dence, eu não posso dizer que sai dele impressionado. Claro, a animação estava ótima, e a Natsume é uma personagem bem carismática (suas caras e bocas foram um dos destaques do anime até o final!). Mas faltava algo a mais.

O segundo episódio trouxe esse algo. Um twist que dava novo contexto àquele mundo e àquela história. E que demonstrou que Deca-Dence se pretendia muito mais ambicioso do que o primeiro episódio dava a entender. Ainda assim, conseguiria a série cumprir a sua ambição?

Anime terminado, eu agora posso dizer que… é complicado. Se eu for resumir os meus sentimentos para com o anime, eu diria que ele nunca se tornou raso demais em seus temas; mas que, ao mesmo tempo, nunca os levou até as últimas consequências. O resultado sendo um final… aceitável.

Pra ser sincero, eu não sei se em outra temporada eu teria dado a Deca-Dence o ouro. Talvez ainda o tivesse, mas lá na base da categoria. Ou talvez o tivesse deixado como prata. Nessa temporada, porém, ele fica como o melhor que vi – e façam dessa informação o que preferirem.


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Imagem de capa: Deca-Dence, episódio 1

5 comentários sobre “Os Destaques da Temporada de Verão 2020

  1. Vou ser bem direta por ter somente dois animes desta lista que realmente vi, os demais citados nem penso em dar chance, pois fiquei somente com cinco animes desta leva. Dos citados que vi, o reboot de “Digimon” tem sido bem problemático, quando anunciaram fiquei de pé atrás, pois o anime antigo apesar do tempo ainda funciona, acontece que pela maneira que estão trazendo a trama e a produção, estão bem abaixo do que poderiam ser; ainda bem que não me levei na nostalgia nos filmes do Tri – fiz resenha deles no Animecote, duas a cada três filmes e só fiz porque esperei tudo ser devidamente legendado da versão em BD e não aquele picotado que mandaram – e não tive decepções, já este reboot… bem, não era pra ficar surpresa, reconheço que a Toei Animation só faz anime de qualidade quando querem, a única franquia deles que há consistência em narrativa e animação é “Precure” lá dentro, falando de quem já viu algumas temporadas e pode falar com convicção a respeito; quando ao embate que citou acima, concordo e assino embaixo, o embate contra o Nidhoggmon, como o visual deste foram uma verdadeira porcaria ambulante, dava pra fazer muito melhor e sim, foram apressados demais em apresentar o nível perfeição dos parceiros digimon, no entanto, penso que foi o mesmo caso que houve em “Full Metal Alchemist”, ser feito no mesmo estúdio do anime anterior deve ter pesado em adiantar demais os acontecimentos já mostrados antes e fica a sensação de pressa; torço muito que a longo prazo, este reboot seja no mínimo decente. Vendo a cronologia das séries da franquia, com altos e baixos, só dá pra esperar que terminem bem.
    Já “Maou Gakuin” foi um anime autoconsciente e funcional nos seus clichês, gostei do que vi e tenhamos dito!!!

    Indo a não citados, destaques merecidos para “Fruits Basket” (2019) 2nd Season e “Major 2nd” segunda temporada, estes dois mostraram e muito o potencial e narrativas envolventes, o primeiro manteve a consistência e seguiu os acontecimentos; já o segundo surpreendeu com a animação mais bonita e um time-skip que deu mais peso na trama e personagens.

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  2. Mano, da uma olhada em Great Pretender e 2020: Japão Submerso.
    São dois animes dessa temporada, mas que estraram na netflix.
    Great Pretender com certeza é meu anime favorito desse ano, e Japão Submerso (Não acabei ainda) TALVEZ seja o anime do ano (Nem sei, nem termenei). Da uma olhada, eles tem uma puta produão.
    Inclusive o Diretor do Japão Submerso é o Masaaki Yuasa.

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  3. Eu já tinha achado a temporada de abril fraca, mas essa de julho conseguiu superar nesse quesito. Re:Zero 2 e Oregairu 3 salvaram a temporada do esquecimento pra mim. Ainda tenho que ver Fruits Basket 2 e The Great Pretender, que parecem maravilhosos.
    Deca-Dence eu achei um anime com proposta fraca e uma história fraca bem feitinho. Ele foi uma das estreias melhorzinhas se comparado às outras. Deca-Dence não me fez sentir nada: a condição de perigo vivida pelos personagens, eu não senti nenhum perigo vindo dela; e a comediazinha não me fez rir também. Mas foi bem executado. A Natsume é uma personagem muito boa.
    Appare-Ranman: Fraquíssimo. Anime com proposta de corrida sem corrida, propaganda falsa. Só focou em conflitos nível adolescente.
    Fugou Kenji: Decepcionante. Eu pensei que o arco final iria ser muito bom, mas foi qualquer coisa também. Muito potencial desperdiçado, como você falou. Pelo menos a op e a ed são boas.
    SAO: infelizmente eu sou uma das pessoas que já não gostam de SAO, como você citou, então nem vou falar dele…
    GOH: Esse é até engraçado. Talvez conseguiu ficar pior do que o ToG ainda. Merece um prêmio.
    Os outros citados no texto eu não vi, mas planejo dar uma chance a alguns, como o Digimon. Essa temporada de outubro parece estar muito melhor, então vamos ver se salva o ano para os animes né…

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  4. Escolhi ver só God of High School, achei o primeiro episódio super simpático mas ahhh como me arrependi…. Tô sofrendo pra terminar. Não entendo como alguém viu a diarreia que ficou o roteiro disso e pensou “poxa, tá legal!”

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