Café com Anime – Dororo, episódios 16 & 17


Nossa conversa semanal sobre os animes da temporada.


Olá a todos, e bem vindos a mais um Café com Anime \o/ E como de costume, mais uma vez se juntam a mim o Fábio “Mexicano”, do Anime 21, o Vinicius Marino, do Finisgeekis, e o Gato de Ulthar, do Dissidência Pop, desta vez para discutirmos essa mais nova adaptação do clássico de Osamu Tezuka, Dororo.

Antes de irmos parara a conversa, porém, não deixem também de conferir os demais blogs! No Anime 21, teremos nossas conversas sobre Carole & TuesdayE no Dissidência Pop, nossas discussões sobre Sarazanmai. Não percam!

E sem mais delongas, vamos então à conversa. Uma boa leitura /o/


Diego:

Bom… Itachi sequestrou a Dororo :stuck_out_tongue: E saíram numa longuíssima viagem, pelo que a montagem no começo deu a entender. Fiel ao mangá, mas ao mesmo tempo eu sempre me perguntei como diabos o pai da Dororo conseguiu esconder um tesouro numa ilha desolada no meio do nada sem que mais ninguém notasse…

Tivemos o menino tubarão, e como curiosidade esta é a primeira vez que uma adaptação de Dororo cobre esse arco (bem como todo o arco maior da busca pelo tesouro). E… é difícil pra mim falar dele, sinceramente. É o arco que menos gosto, talvez porque o vilão da vez seja o mais cartunesco até aqui. É um maluco de pedra amigo de dois yokai tubarões que se alimentam de carne humana. Dororo tem muitas histórias que, se a gente parar pra descrever, parecem saídas de algum filme de terror, as essa leva o prêmio de a mais condizente com o gênero :smile:

Mas digam ai, quais as impressões de vocês do episódio?


Gato de Ulthar:

Olha, gostei do episódio, e por várias razões. A Dororo dando lição de moral no Itachi foi bem interessante, e como de certa forma ele é um bandido mais oportunista do que qualquer outra coisa, já que escutou a Dororo algumas vezes. Só uma coisa que me soou estranha, a Dororo se jogando para atrair o tubarão, foi uma temeridade bem grande… Eu achei interessante o fato dos dois tubarões serem apenas tubarões, pelo menos eu pensava assim, já que tubarões por si só podem ser criaturas temíveis, ainda mais dois tubarões adestrados… Mas no final do episódio o tubarão sobrevivente despirocou e provavelmente vai evoluir para outro Pokemon… digo, ele vai se transformar em um monstro.


Fábio “Mexicano”:

Eu tinha entendido que os tubarões eram apenas tubarões também. Aliás, continua sendo o meu entendimento. O segundo, o sobrevivente, se torna um youkai no final por conta de sua relação com um humano. Vemos seus olhos mudarem de cor, ele claramente passou por uma transformação. Posso estar errado, claro, talvez no mangá seja diferente, mas gosto dessa interpretação porque ela vai de encontro à minha teoria de estimação desde o começo do anime: o Mal sempre vem do Homem.

De resto, tesouro ou não, parece um arco importante para o Dororo, que está passando por sua própria transformação pessoal, por assim dizer.


Gato de Ulthar:

Provavelmente o Tubarão vai dar um jeito de criar pernas e sair mantando o pessoal na ilha :stuck_out_tongue:

Agora fiquei curioso se o Hyakkimaru veria os tubarões com uma aura maligna ou não.

Depois do sobrevivente virar um monstro é provável que sim, mas e antes? Os tubarões são animais naturalmente carnívoros, e comer carne humana não os faria mais perversos. Não sei se a interação com o humano teria deturpado suas auras. vai saber…


Fábio “Mexicano”:

Gyo!

Eu acho que Hyakkimaru os veria cinza com manchas vermelhas, como ele próprio e seu pai, aliás, porque aqueles tubarões já comeram carne humana e estavam viciados nela. Tubarões não são naturalmente predadores de seres humanos.


Vinicius Marino:

Eu entendo a poesia em ver um animal tornar-se um yokai, mas não muda o fato que monstros são muito mais legais. Este episódio me pareceu apenas mais um filme de tubarão. Coisa que o cinema nos entregou com muito mais propriedade.

Talvez eu comprasse a transformação se o vilão em questão fosse mais realista, mas, como o Diego disse, não é o caso. Ver um moleque maneta surfando um tubarão amestrado viola qualquer suspensão de descrença.

Por outro lado, não vejo o menor problema no conceito do tesouro do pai da Dororo. Enterrar preciosidades em lugares remotos foi a estratégia predominante durante a maior parte da história. Muitos destes tesouros ficaram tão bem escondidos que só foram descobertos séculos ou milênios depois. É o caso das “hoards” anglo-saxônica, que achamos em museus ao redor do mundo


Fábio “Mexicano”:

Ah sim, eu já estava escutando o tema de Tubarão enquanto um dos barcos era devorado – e olha que eu nunca assisti o filme!

Não digo que essa retratação em si tenha sido muito inspirada. Só gosto da ideia genérica mesmo, e acho que possa se aplicar ao menino e seus tubarões amestrados também.

E concordo sobre o tesouro escondido, não vejo nada de essencialmente “estranho” ou inverossímil. Se o problema é o lugar remoto, não é impossível que o pai de Dororo tenha primeiro escondido tudo aos poucos em um lugar mais próximo, e em algum momento mais tarde tenha levado tudo de uma vez só para o local definitivo.


Diego:

Sei lá, ainda me parece uma tarefa meio difícil, especialmente em segredo e sem levantar suspeitas… Bom, mas no fim ele levantou suspeitas, ou não teríamos todo esse arco, então já nem sei mais qual é o meu ponto :smile:

Mas digam então, agora que tivemos um pouquinho mais de tempo com ele, que acharam do Itachi nesse episódio?


Gato de Ulthar:

Ele é a síntese do oportunismo. Por isso ele não é pura maldade. Ele só comete atrocidades quando isso lhe convém. Tanto é que ele foi capaz de escutar a Dororo e providenciar uma fuga do bote.


Fábio “Mexicano”:

Continua igual, mas achei um pouco tosco como ele já sabia da fortuna escondida mas simplesmente deixou passar quando deu o golpe, e só voltou a se preocupar com isso depois. Trabalhando para um samurai ou não, dinheiro sempre é útil.


Gato de Ulthar:

E é muito mais fácil ir atrás de um tesouro certo do que ganhar a vida lentamente buscando as graças de um samurai.


Fábio “Mexicano”:

A gente pode colocar na conta da misericórdia dele, talvez? Deixou o ex-chefe com dinheiro ainda, para sobreviver agora que não poderia mais lutar.


Gato de Ulthar:

Se foi por misericórdia foi algo bem mal calculado, já que ele traiu o chefe pensando justamente em dinheiro e poder. É mais provável que ele tenha achado difícil ou improvável encontrar o tesouro e deixou passar. Somente depois que ele encontrou o corpo da mãe do Dororo que o tesouro se tornou algo mais plausível de ser alcançado. Eu poderia dizer que ele poderia ter sequestrado a Dororo ou os pais e os torturado para descobrir a localização, mas sabendo como eles são convictos, prefeririam morrer do que revelar algo.


Vinicius Marino:

Concordo com o Gato. O Itachi é o tipo de sujeito que sempre escorre pelo caminho de menor resistência. Na verdade, ele me parece um tipo de personagem bastante comum em histórias de crise: uma “figura Judas” que ora ajuda os protagonistas, ora os trai, ora volta a ajudá-los.

A inspiração para esse trope é óbvia, mas ele notavelmente aparece no livro Silêncio de Shusaku Endo, aplicado também ao Japão doa samurais. Na trama, uma dupla de jesuítas desafia a proibição do xogunato e viaja ao país para pregar o evangelho. Eles são seguidos por um japonês convertido pusilánime, que colabora com eles quando deseja, mas os denúncia às autoridades assim que a pressão aperta.


Diego:

Bom, ainda teremos outras oportunidades para falar um pouco mais do Itachi, ainda que provavelmente as opiniões não irão mudar muito :smile: Mas bem, passemos então ao episódio 17?

Uma curiosidade é que esse episódio é inteiramente original do anime. No mangá, o Jukai nunca mais aparece após o flashback do Hyakkimaru. E bom, nesse ponto do mangá o Tahomaru também já estava morto, então todas as cenas dele são igualmente originais.

De minha parte, eu gostei bastante do episódio, que soube trabalhar bem a oposição dos dois irmãos. Mas para que eu não me estenda demais por agora, digam: que acharam do episódio?


Fábio “Mexicano”:

Eu achei algumas coisas do episódio, mas você ter dito que a essa altura no original o Tahoumaru estava morto me faz crer que ele irá morrer no próximo confronto, que é iminente :stuck_out_tongue:

Enfim, ka-chan é quem cria, né :stuck_out_tongue: O Jukai continua me emocionando sempre que aparece. É um personagem tão desgraçadamente trágico. Em todo caso, não foi à toa que o Hyakkimaru disse que ele é sua mãe, e não seu pai. Os paralelos que o episódio traçou foram evidentes até demais.

De resto, como estamos só começando a falar desse episódio e não quero me aprofundar muito no comentário inicial, duas reclamações:

Primeiro, esse episódio no meio do arco dos tubarões foi anticlimático. O Jaws lá acabou de virar demônio, eu queria ver a continuação da história, pô. Segundo, definitivamente me falta uma mentalidade oriental para engolir que todo mundo esteja tentando convencer o Hyakkimaru a continuar com o corpo todo remendado. Um domínio inteiro vai se arruinar por culpa dele? Não, é o contrário! A prosperidade do domínio é que depende do sofrimento do Hyakkimaru. Uma coisa é o pai dele o oferecer em sacrifício aos demônios. Já entendemos que o Kagemitsu não é legal. Outra bem diferente é pessoas boas, que querem o bem do Hyakkimaru, pessoas próximas a ele, tentarem convencê-lo a desistir. É difícil engolir.


Gato de Ulthar:

Gostei do episódio, acho que o objetivo principal dele foi justamente mostrar o caminho do Hyalkimaru até reencontrar Dororo. Tanto é que foi nesse episódio a primeira vez que ele demonstrou querer ficar com a Dororo, e isso tocou o coração do Jukai que já tinha desistido de viver. É bem o que a gente já tinha mencionado, que é Dororo que evitará que ele caia no abismo do desespero. E entendo o fato do Jukai não querer que o Hyalkimaru recupere seu corpo, puxa vida, ele já viu e fez o que o ser humano tem de pior e viu que o caminho do Hyakkimaru era em direção ao abismo.


Fábio “Mexicano”:

Olha, não é como se ele tivesse virado um assassino frio e calculista. Bom, ele é, mas de demônios. Pessoas ele sempre evita ao máximo qualquer tipo de conflito, até mesmo se colocando em perigo por isso – a única exceção mesmo foi quando ele saiu de si porque mataram a Mio.

Estabelecido isso, ele só quer o corpo dele de volta. Como ele disse para o Jukai, ele não precisa de um motivo para isso: ele quer porque é dele. E foi injustamente tirado dele. Eu entendi que o arco das mariposas tentou fazer, mas para eles tenho a dizer o mesmo que tenho a dizer para o Daigo e seu povo: não quer se machucar por causa de demônios, não faça negócios com demônios. Hyakkimaru não tem nem remotamente qualquer tipo de culpa.

O argumento do final do primeiro cour ainda faz mais sentido – e ele não permite essa conclusão do Jukai. Segundo Tahoumaru colocou em palavras (ou foi sua mãe?), não é que Hyakkimaru seja um demônio, mas sim que, como sua busca acarreta em prejuízo para o Domínio de Daigo, para eles é como se ele fosse um demônio. Mas ele não é. Não são as pessoas que fazem negócios com demônios, que te sacrificam para demônios, que decidem quem é e quem não é um demônio.


Vinicius Marino:

É, precisaremos concordar em discordar. Eu  não compro a desculpa do Hyakkimaru. Para mim, parece apenas mais uma prova da obstinação cega que ele demonstrou até agora.

Não se trata – ou melhor, não deveria se tratar – de um corpo. Seres humanos são mais do que seus invólucros. Eles são as relações que cultivam, os legados que deixam, o conhecimento que obtém, as memórias que produzem nas pessoas que os conhecem. Viver não deveria ser apenas subsistir, mas fazê-lo com um propósito.

O Hyakkimaru é uma máquina mortífera. Seu único propósito é se restituir, e quando mais se aproxima dele mais perto chega de viver em um mundo em que ele não terá propósito algum. Sim, ele pode aprender ikebana e plantar florzinhas nas montanhas, mas sejamos francos, ele nunca contemplará isso. E a ironia é que, se ele contemplasse, entenderia que não precisa de mais pernas ou braços. O país em que ele vive está cheio de pessoas incompletas que dá o seu melhor para encontrar um sentido na vida. Se ele ao menos pudesse enxergá-la…

Não é algo exclusivamente oriental, embora tenha um quê de pensamento budista. O mundo terreno não é um fim em si. A verdadeira plenitude consiste em transcende-lo, e para isso é necessário se despir das suas amarras. Incluindo a vingança, o rancor, o ódio.


Fábio “Mexicano”:

Se eu tivesse sido dado de alimento para demônios, a última coisa que eu ia me preocupar é em “transcender”.


Vinicius Marino:

O que só prova que ele não está pronto para o Nirvana. E enquanto continuar não se preocupando, continuará a sofrer, tendo ou não recuperado o corpo. Que fique claro: não acho ruim que o Hyakkimaru seja assim. É perfeitamente compatível com quem ele é. Só não consigo me alegrar com suas “conquistas”, nem deixar de sentir que sua vitória será vazia.


Fábio “Mexicano”:

Segundo o budismo da Terra Pura Verdadeira, dominante no Japão na época, ninguém estava, porque as circunstâncias do mundo tornavam isso impossível.


Vinicius Marino:

Não acho que isso seja muito relevante, pois já estabelecemos que a moral de Dororo é anacrônica. Ele não é a reconstrução de uma mentalidade passada, tanto é que bebe de imagens modernas. De qualquer forma, isto não é exclusivo do budismo. Você encontra o mesmo apelo em filosofias ocidentais, como o estoicismo ou o princípio cristão do perdão.


Gato de Ulthar:

Só para complementar. O Hyalkimaru não possui propósito pós retomada do corpo e isso o Jukai já percebeu de prontidão. Mas acho que o anime já deu muito bem a entender que Dororo é o único elo que o une o Hyalkimaru com o mundo fora de sua busca pelo corpo, que não deixa de ser uma vingança também, e isso nunca dá frutos realmente bons. E tem aquela questão do tesouro e no que Dororo pode fazer com ele e se o Hyalkimaru vai ter uma participação nisso.


Fábio “Mexicano”:

O problema é que o anime atrela tudo a uma moral de que matar pessoas é errado, e o Hyakkimaru só sabe matar, portanto acabando os demônios ele irá matar pessoas (ou não, mas a preocupação de todos que o aconselham a desistir é o sim, então vou assumir isso).

O Hyakkimaru precisa ser mais do que isso, e quem vai ajudá-lo a ser mais do que isso é o Dororo. O mesmo Dororo que, o anime dá a entender, irá seguir de alguma forma os ideais do pai. E o que o pai idealista do Dororo fazia? Matava pessoas! Por uma causa, claro, mas ele próprio foi vítima do risco que isso traz.

A moral maior então é algo como matar pessoas é errado, a não ser que seja por uma causa justa, feito na medida certa e sem tornar-se fanático a ponto de prejudicar a si mesmo e a própria família?


Diego:

Eu não sei se Dororo tem uma moral, pra ser bem sincero. Ainda que ele caminhe para questões do utilitarismo e do existencialismo, por agora falta uma solução clara.

De um lado, ele quer muito levantar a pergunta de se é certo o Hyakkimaru reaver suas partes se isso significa a ruína daquele domínio. Como o Fábio falou, falta a nós a mentalidade oriental do coletivo acima do indivíduo: por aqui, a ideia de uns poucos sofrendo em prol do bem coletivo não é muito bem vista, então a busca do Hyakkimaru soa legítima independente de a quem ela prejudique. Aquelas pessoas trouxeram isso sobre elas no momento em que Daigo decidiu fazer o pacto, afinal. Mas a história ainda está por resolver isso, e nenhuma solução parece lá muito boa. Consigo imaginar o domínio caindo no caos e na desgraça de novo, o Hyakkimaru morrendo e isso fazendo o domínio prosperar, ou algum deus ex machina que permita tanto o Hyakkimaru quanto todo o domínio saírem bem, e nenhuma dessas alternativas me parece lá muito boa.

E há a questão de que o Hyakkimaru está obcecado por reaver o seu corpo. E quase sempre a obsessão é, na ficção, uma oportunidade para perguntar o que vem depois. Sem um plano para depois de reaver seu corpo, ele pode ser feliz mesmo que atinja o seu objetivo? Eu diria que sim, mas o anime quer muito deixar a dúvida.


Fábio “Mexicano”:

Obsessão é a palavra. Seria a causa da ruína dos pais do Dororo, por exemplo, o que o coloca teoricamente em posição privilegiada para mediar isso, impedindo que outra pessoa próxima a si cometa o mesmo erro.


Gato de Ulthar:

Pessoas obcecadas quase sempre se dão mal no final, vai ser difícil para Hyakkimaru, sozinho, ter os freios para segurar seu ímpeto destrutivo, e Dororo está aí justamente para isso.


Fábio “Mexicano”:

Mas aí é mais um mal para si mesmo do que necessariamente para o mundo. Não deixa de ser uma questão moral, porém.


Vinicius Marino:

Eu também não vejo uma moral assim tão clara. Se é verdade que a série carrega as tintas na crítica à violência, isto parece mais um recurso para escancarar a maldade da humanidade que uma moral em si. Você não tem o contraponto “pacifista” para servir de norte aos protagonistas, como teria, por exemplo, em um filme do Miyazaki. É um mundo cão do começo ao fim. Ao mesmo tempo, também concordo que a redenção virá de Dororo. Hyakkimaru está demorando um pouco para se dar conta, mas é óbvio que tem sentimentos fraternais para com ele/ela. Imagino uma catarse à la Noir, em que uma personagem acabe por servir de âncora à redenção da outra.

Tudo isso funcionaria melhor com um final trágico, então reitero minhas expectativas de que Hyakkimaru morra no fim. Porém, como o Diego tem informação privilegiada e não parece estar me dando corda, imagino que não será isso que acontecerá. :stuck_out_tongue:


Diego:

É difícil prever o final desse anime. No mangá original, mal da pra dizer que ele tem um final para começo de conversa: a história meio que só “para” :stuck_out_tongue: O anime de 69 tem uma conclusão mais… er… conclusiva, mas em ambos os casos é um fechamento que tenta ser agridoce. O Hyakkimaru, porém, sempre termina vivo. Mas veremos isso nesse anime? Sinceramente, e com o tanto de coisa que já mudaram, eu não sei. Não duvido terminarem com o protagonista a sete palmos na terra, mas pessoalmente falando não seria um final que me agradaria.

Bom, mas o jeito é esperar e ver. Episódio 18 já saiu, então vamos parar por aqui por enquanto. Vejo a todos na próxima semana. Até o/

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