Café com Anime – Dororo, episódios 11 e 12


Nossa conversa semanal sobre os animes da temporada.


Olá a todos, e bem vindos a mais um Café com Anime \o/ E como de costume, mais uma vez se juntam a mim o Fábio “Mexicano”, do Anime 21, o Vinicius Marino, do Finisgeekis, e o Gato de Ulthar, do Dissidência Pop, desta vez para discutirmos essa mais nova adaptação do clássico de Osamu Tezuka, Dororo.

Antes de irmos parara a conversa, porém, não deixem também de conferir os demais blogs! No Anime 21, teremos nossas conversas sobre Mahou Shoujo Tokushuusen Asuka. No Dissidência Pop, nossas discussões sobre Kouya no Kotobuki Hikoutai. E no Finisgeekis, aquelas sobre Yakusoku no Neverland. Não percam!

E sem mais delongas, vamos então à conversa. Uma boa leitura /o/


Diego:

E aqui está: o arco do Banmon! Funfact, no anime de 69 o arco se estendeu por 3 episódios (o maior daquela série), mas não duvido que aqui teremos apenas 2. Seja como for, esse é o arco que marca o meio da série, e onde temos alguns momentos de virada importantes. No mangá e no primeiro anime, o primeiro encontro do Hyakkimaru com o Tahomaru acontece aqui, e em todos temos também o primeiro encontro do Hyakkimaru com o Daigo.

Num geral, eu gostei bastante do episódio. Foi bem fiel ao mangá, mas com adições bem importantes. Tivemos os protagonistas caminhando pela cidade um pouco, e é mesmo um cenário bem diferente das vilas e povoados pequenos e bem decadentes que vimos em episódios passados. Mas como comentários de transeuntes demonstram, mesmo eles estão sendo afetados pelas ações do Hyakkimaru, a seca principalmente.

Temos também a adição da cena do Daigo falando com a esposa, e nesse ponto o Tahomaru escuta a maior parte da história. Uma boa adição também, resta saber o que sairá disso. Ah, e eis que reaparece uma das parteiras do primeiro episódio – que enlouqueceu de vez, mas sendo justo, acho que qualquer um o faria se sua senhora desse luz a… bom, o Hyakkimaru.

Mas vamos ouvir vocês um pouquinho: o que acharam do episódio?


Fábio “Mexicano”:

Gostei muito de como ele encerrou, com os personagens principais separados, cada um em um canto diferente mas todos relevantes pelo exato mesmo motivo. Fica até difícil dizer com o que estou mais ansioso no próximo episódio. Ok, acho que por padrão estou mais ansioso com a interação entre Hyakkimaru e Kagemitsu, mas dá pra acontecer muita coisa interessante com o Biwamaru no templo, com o Dororo no território Asakura e com Tahoumaru depois de descobrir o que aconteceu há 16 anos.

Quanto ao que aconteceu nesse episódio em si, foi tudo construção para esse final, não foi? O discurso da Nuinokata sobre eles estarem amaldiçoados é legal, principalmente na forma como se conecta com a crença popular na maldição da parede de Banmon. Sem falar em como o povo acredita que a divindade representada pela estátua da Nuinokata é responsável por proteger o domínio dos demônios … e eles estão certos, mas só sabem metade da história.


Vinicius Marino:

Acredito que foi justamente isso que tornou esse episódio tão memorável. Os animes de temporada seguem o formato 25 minutos. Embora não seja regra, muitas séries lidam com esse timeframe focando em um conflito/núcleo de personagens específico por episódio. Dororo 11, por outro lado, quase me lembrou daqueles OVAs de 40-50 minutos. Ou uma série de TV ocidental, que prioriza um elenco numeroso e várias tramas distintas.

Bom, não só isso. O episódio foi um arroubo em todos os sentidos. Vou ser honesto: não é sempre que um final me emociona. Muitas vezes, tenho a impressão de que a tensão simplesmente cai do céu – ou pior, sequer aparece.

Esse final de cour, porém, está amarrando as coisas bem demais. A partir de conflitos desenvolvidos ao longo do todo o anime, do prólogo no primeiro episódio à chance do Tahomaru brilhar, no anterior.


Gato de Ulthar:

Foi um belo episódio. Parece que todos os eventos convergiram para um desfecho emocionante. A tensão foi crescendo do começo ao fim, Hyakkimaru enfrentando um demônio muito forte que é inspirado na famosa raposa de nove causadas do folclore japonês, Dororo se metendo em confusão com o feudo inimigo e o “gran finale”, o encontro de Hyakkimaru e Daigo, não poderia o episódio ter acabado em momento mais oportuno.


Diego:

Bom, eu ia deixar esse ponto mais para o final, mas já que todo mundo comentou sobre como o episódio terminou, vamos falar disso um pouquinho. Digam: o que esperam do encontro do Hyakkimaru com o Daigo?


Fábio “Mexicano”:

Normalmente, não esperaria que nem mesmo ele conseguisse escapar do pai ali. Talvez os Asakura ataquem, e na confusão o Hyakkimaru fuja?


Gato de Ulthar:

Foi o que eu pensei, os Asakura já estavam planejando uma emboscada, provavelmente eles irão atacar e o Hyakkimaru dá no pé.


Fábio “Mexicano”:

Se me permitem viajar, nesse hipotético ataque talvez o Kagemitsu morra, ou talvez o Hyakkimaru acabe matando ele para conseguir fugir, de propósito ou sem querer. Talvez o Kagemitsu seja possuído pelo demônio/controlado pelo miasma da parede de Banmon? Em todo caso, isso seria o estopim para o conflito entre Tahoumaru e seu irmão. Aposto que o Tahoumaru já está indo em direção à colina de Banmon após descobrir a verdade com a parteira.

De verdade, a única coisa que aposto é que vai ser um final de cour explosivo.


Vinicius Marino:

Olha, jogando ideais para o ar, eu adoraria se o Kagemitsu não morresse. Acho que haveria uma certa justiça poética se ele acabasse por testemunhar todo o seu império afundar, às últimas consequências.

Nesse caso, também teríamos um fio condutor bastante definido para o segundo cour. Que poderia, inclusive, subverter ainda mais o formato “monstro da semana” com que Dororo flerta.


Diego:

Um detalhe interessante é que no mangá e no primeiro anime, o que impediu um confronto direto entre o Hyakkimaru e o Daigo foi que um não sabia quem era o outro, quando do primeiro encontro destes. Aqui, porém, o Daigo sabe muito bem quem o Hyakkimaru é, e por conta disso eu não tenho nem ideia do que pode acontecer daqui pra frente :smile: Mas aposto no Daigo morrendo só no último episódio.

Mas mudando um pouco o assunto, temos as coisas no lado da Dororo. Que dizer do Sukeroku? Sua história foi bastante encurtada em relação às versões anteriores (bom, não bem “encurtada”, só contada mais rápido, o seu passado em si é exatamente como apareceu aqui). O que acharam do personagem e de qual será o seu destino?


Fábio “Mexicano”:

Pra mim o Sukeroku é só um personagem incidental de um episódio estilo monstro-da-semana, como tantos que tivemos até aqui. Não o imagino, vendo apenas esse episódio, tendo maior importância


Vinicius Marino:

Jura que o Sukeroku era importante? Preciso concordar com o Fábio. Não tive essa impressão a partir do que tivemos até agora. Pelo contrário, acho que posso citar mais de uma personagem incidental que teve uma presença mais marcante que a dele.

Por exemplos, os órfãos amputados do arco da Mio.


Gato de Ulthar:

Acho que ele é apenas um elemento desse arco, como tantos outros personagens secundários, ele serve de um propósito de ilustrar a separação que o muro de Bannon representa.

Essa barreira de Bannon e a situação do Sukeroku me lembra muito a situação real das duas Coreias, onde temos também famílias que foram separadas pela guerra.


Fábio “Mexicano”:

Algo bastante vivo ainda, aliás, na época em que Dororo foi escrito.


Gato de Ulthar:

Sim, é uma situação que perdura até hoje, somente nos últimos anos por meio de acordos diplomáticos se permitiu que alguns parentes se encontrassem, no geral todos idosos que na época da guerra eram apenas crianças.


Fábio “Mexicano”:

O encontro mais recente provavelmente foi o último, pela lamentável e trágica razão de que todos estarão mortos em poucos anos.


Diego:

Acho que eu dei a ideia errada quando perguntei do Sukeroku :smile: Ele é mesmo importante na exata mesma medida que todo personagem de um episódio foi importante até agora. Era só pra gente comentar algo que não os dois minutos finais :stuck_out_tongue:

Bom, mas tudo bem. O episódio 11 foi mesmo muito mais uma preparação para o 12, acho que por isso não tivemos muito o que falar. Mas sobre o 12 vocês terão, né? :smile: Eu pelo menos tenho várias coisas que gostaria de apontar. Mas acho que primeiro vou ouvir vocês. Digam, o que acharam do episódio?


Vinicius Marino:

Acho que ele foi um daqueles episódios que provam que assistir a animes não é perda de tempo. Que drama. Que tensão. Que execução perfeita.

Foi o melhor final que cour com que esse anime podia sonhar. Bem mais do que eu esperava, e olha que minhas expectativas já estavam lá no alto.

Em alguns aspectos, ele reforçou impressões que já tínhamos tido até agora. Tahomaru, por exemplo, continua se mostrando um guerreiro nobre, defendo as ações do pai por razões de Estado. O melhor dos dois mundos, pois permite que aja como antagonista a Hyakkimaru sem, por isso, ser um vilão stritu sensu.

Em outros, foi uma surpresa arrebatadora. O que dizer da mãe dele? Em especial, desse ícone de poder misterioso que ele segurou antes de tentar o suicídio?

Entre isso e o demônio aprisionado no santuário, está claro que os domínios de Daigo são um barril de pólvora. Espero ansiosamente a explosão.

Fábio “Mexicano”:

O ponto alto certamente foi a Nuinokata tentando se suicidar – e parece que ela não conseguiu, mas só a tentativa já foi o suficiente para colocar os demônios em movimento de volta.

Esse episódio foi, seguindo a dica do anterior, um “veja o que cada um deles vai fazer”. Kagemitsu é um vilão, ninguém duvida, mas eu não consigo me livrar da impressão de que, no contexto em que ele vivia, ele está pelo menos parcialmente correto. Ele não está inventando nada quando diz que a vontade do senhor é a vontade de seu povo. Claro que, transportado para os anos 1960 por Osamu Tezuka, isso está lá para chocar, para nos enojarmos com quão errados governantes podem ser ao mesmo tempo em que acreditam piamente que estão certos. E se o discurso, ignorado esse contexto, confunde, a realidade é clara: os demônios estão à solta e estão causando o mal para as pessoas. É justo sacrificar alguns para o suposto bem maior da coletividade?

O Tahoumaru teve um desenvolvimento brilhante, e foi esse que o Vinicius já descreveu. No final, acho-o mais parecido com sua mãe do que com seu pai. Biwamaru foi apenas espectador nesse episódio, função que ele cumpriu bem nos mostrando coisas que não veríamos pelos olhos de outros personagens. Dororo, e aqui finalmente o Sukeroku foi importante, teve um vislumbre de uma família que ele perdeu. Não me escapa que convidar Sukeroku para acompanhá-los não era apenas pelo bem do garoto, mas dela própria. O Hyakkimaru é mais velho e não é uma companhia muito entusiasmante. Dororo estava bastante feliz naquele episódio da centopeia com seu colega de momento e o “kids power” que eles tentaram.

Hyakkimaru … bom, para ele esse episódio mudou tudo. Acho que só nos próximos vamos entender a extensão do que mudou em Hyakkimaru.


Gato de Ulthar:

Ótimo episódio sem dúvidas. Concordo com todos basicamente, mas vou tentar acrescentar algo. O Daigo, embora tenha o aspecto de interesse próprio e ganância bem evidenciado, foi o típico governante maquiavélico. O seu feudo sofreu de todo tipo de calamidade, era uma terra devastada por fome, secas, pestes e ameaças externas, todo mundo sofria, assim, ele sacrificou o seu próprio filho primogênito, que seria o seu sucessor e “bem” mais precioso em prol do seu reino. Se for analisar só sobre esse lado ele foi o governante mais abnegado e caridoso em prol do seu povo. O problema é que para o Hyakkimaru não é bem assim, ele tem todo o direito de ir atrás do seu corpo e de se vingar do pai, ele não tem nenhum dever para com o governo e seu povo.

Tahoumaru foi condizente também, mesmo a contragosto ele preferiu tentar matar o seu irmão e acabar com toda a situação, aceitando a culpa por tal ato, dessa forma ele livraria o irmão de um sofrimento e de quebra preservaria a integridade de todo o seu povo.

A mãe dele foi a personagem mais notável, o ato dela tentar se matar mostra bem o quanto ela foi afetada com toda essa situação que estava além do seu controle. Junto com o Hyakkimaru foi ela quem mais sofreu com tudo isso.

Já o Hyakkimaru meio que ficou boiando e perdido o episódio todo, o que é plenamente plausível, ele descobriu tanta coisa absurda sobre o seu passado, não é todo mundo que aguentaria de boa, ainda mais alguém na situação peculiar dele.


Diego:

Já que o gato levantou a bola, vamos falar um pouquinho das reações do Hyakkimaru? Porque eu pessoalmente gostei muito, deu pra ver o quão longe ele já foi em comparação a como era no primeiro episódio. Ele falou mais (não muito, mas… mais), demonstrou muito mais emoções (um sorriso bem fraco quando pensou que tinha uma mãe, a raiva quando viu o soldado, a surpresa de aprender tanto sobre si). Mas ao mesmo tempo eu sinto que todas essas reações também demonstram o quanto ele ainda precisa crescer como pessoa.

É raro um anime que consiga desenvolver tanto seus personagens enquanto ainda deixando espaço para mais desenvolvimento, e eu sinto que Dororo vem fazendo isso muito bem. Concordam?


Fábio “Mexicano”:

Dororo tem um enredo character-driven e seu protagonista, Hyakkimaru, é terrivelmente cru. Ele não está apenas decidindo como reagir às grandes coisas, aos grandes acontecimentos, mas a coisas pequenas, simples, e que para nós são simplesmente parte do cotidiano. Ele não sabia até há pouco o que era falar. No começo do anime, ele não tinha tato nem audição. Ao fazer essa escolha, os produtores do anime deram-se muito o que trabalhar no Hyakkimaru. Quando ele recuperou o tato, o que ele deveria fazer? Ele enfiou o pé no fogo pra entender aquilo. E a audição? Aí foi mais complicado, e teve severas consequências. Depois de recuperar a voz, ele ainda não sabia falar, não entendia a fala humana, e provavelmente não imaginava um único bom motivo, dada a mentalidade dele, para falar. Ele ainda está aprendendo a falar. Ele está descobrindo quando falar. Quando ele fica curioso nesse episódio, ele pergunta.

Então é isso, no básico, no mínimo, ele já tem muito o que ser desenvolvido. Mas a história cobra dele mais do que o mínimo, então Hyakkimaru está sendo arrastado, forçado a passar por um enorme desenvolvimento, e nós estamos sendo arrastados junto com ele.


Gato de Ulthar:

Jogaram muita coisa para o Hyakkimaru poder processar de uma vez só. Imagina se ele fosse uma pessoa normal, já seria difícil descobrir de uma hora para outra a existência de um pai que se livrou dele, uma mãe que tentou se suicidar e um irmão que o tentou matar.

Hoje em dia eu recomendaria ao Hyakkimaru fazer terapia.

Só que essa opção não existe no anime, então ele terá que absorver tudo isso e aprender com as situações.

E acho que o anime vai conseguir fazer isso de forma competente.


Vinicius Marino:

Não acho que ele jamais se tornará normal. E por isso mesmo estou esperando (inutilmente, já sinto) que ele morra em algum momento. Ele está muito aquém de um adulto funcional, e por isso mesmo funciona como protagonista, agindo como um outsider capaz de observar e influenciar o curso das coisas.

Agora, se você pergunta se seu crescimento é verossímil, a resposta é com certeza. Houve muitos lugares em que sua evolução poderia ter dado errado. Ao superestimar sua normalidade, por exemplo, ou tratá-lo por idiota muito depois de já ter demonstrado discernimento. Felizmente, Dororo evitou todas essas armadas.


Diego:

Ah Gato, fato é que se terapeutas existissem no mundo dos animes, metade das histórias que acompanhamos se resolveriam no divã :smile: (mas bom, pelo menos, como apontado, Dororo ao menos se passa numa época onde a profissão de fato não existia).

Bom, mudando completamente o assunto, queria falar um pouquinho sobre o Sukeroku. Mais especificamente como seu final foi bem mais feliz do que na versão original. No mangá de Tezuka, depois de se separarem, Sukeroku e Dororo são na verdade pegos por soldados do Daigo, e postos contra o paredão. É aqui que Sukeroku conta que a vila onde ele morava já tinha sido posta abaixo, e o destino final do garotinho é morrer com uma flechada mesmo (mas Hyakkimaru chega a tempo de impedir que o mesmo acontecesse com Dororo).

O anime de 2019 deu um final bem mais feliz pra ele, e diria que também bem mais… deus ex machina? A família dele só sair do mato com a desculpa de que estavam sempre por ali, só esperando… Sei lá, o que acharam do final dessa trama?


Fábio “Mexicano”:

O Sukeroku nunca importou, como personagem, disse isso antes e continuo dizendo. Esse final serviu para contrastá-lo com o Dororo. Não acha que ficou no ar uma sensação de que o protagonista queria uma companhia de sua idade, e ficou algo frustrado no final, ainda que a felicidade pelo amigo supere essa frustração? No final, ele diz que sempre vai estar ali para o Hyakkimaru. Mas em parte ele pode dizer isso porque ele não tem mesmo outro lugar para ficar.


Gato de Ulthar:

Olha, o Sukeroku cumpriu sua missão, que nesse nova adaptação foi transmitir os horrores da guerra e da separação das famílias que ela provoca, mas também de dar esperança aos personagens, pois mesmo ele aceitando a morte da mãe e não tendo nenhuma esperança, ela ainda estava viva.


Vinicius Marino:

Olha, eu confesso que tenho dificuldade em engolir o Sukeroku. Não digo da personagem em si, nem do ingrediente que trouxe a esse arco final, que vocês já mencionaram. Meu problema foi com essa cena daqui:

Estamos falando de um cenário em que o valor da vida humana é nulo. Onde pessoas fortes e/ou armadas trucidam os mais fracos pelas razões mais fúteis. Você quer que eu acredite que um moleque como o Sukeroku consegue aprontar uma dessas e sobreviver?

Está certo que ele foi condenado à morrer amarrado à muralha, mas mesmo isso já é forçar a barra. O sujeito investiu contra os guardas da prisão! Ele deveria ter a cabeça cortada ali mesmo.


Fábio “Mexicano”:

Nessa cena, fiquei com a impressão que o velho que contou ao Dororo sobre o mon da família Daigo também ajudou segurando um guarda.


Vinicius Marino:

Ou seja: os dois deveriam ter morrido :stuck_out_tongue:


Fábio “Mexicano”:

Eu pensei nisso durante o episódio também.


Diego:

Pra ser sincero, essa atitude dele não me incomodou, mas não discordo que numa situação mais realista ele provavelmente não teria chegado ao paredão inteiro :stuck_out_tongue:

Bom, mas com isso vamos ficando por aqui. Há questões que deixamos de fora – a estatueta de Buda quebrou, o que provavelmente terá alguma consequência, e mais uma estátua quebrou no salão dos demônios, mas desta vez sem que o Hyakkimaru recuperasse uma parte de si, o que talvez implique algo bem mais sinistro ai -, mas teremos ainda bastante tempo para cobri-las no futuro.

Até a próxima semana a todos o/

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