Retrospectiva 2018: Dando Adeus a um Ótimo Ano


Os destaques deste ano que passou.


E cá estamos nós, no alvorecer de um novo ano. Mas como é tradição aqui no blog (ou pelo menos eu estou tentando fazer com que seja), eu ainda não estou pronto para deixar 2018 para trás.

Sendo assim, bem vindos à nossa retrospectiva de 2018, onde eu busquei elencar alguns dos meus títulos favoritos deste ano. “Alguns” porque se eu fosse mencionar todos este artigo não ficaria pronto nunca, então paciência. Em todo caso, como da última vez aqui vocês encontram uma singela seleção daquelas obras que, na minha opinião, 2018 nos trouxe de melhor: populares, nem tão populares, continuações, originais, dos mais variados gêneros e demografias, o pacote completo!

Desde já um feliz 2019, e não se esqueçam que 2018 ainda não vai ficar totalmente para trás. Resta ainda um Café com Anime de Yagate Kimi ni Naru para sair aqui no blog, então aguardem com entusiasmo. E ditas estas palavras, vamos então à nossa retrospectiva /o/

Destaque do Ano

Eu comecei a retrospetiva de 2017 falando das minhas maiores decepções naquele ano, mas eu não realmente sinto vontade de fazer o mesmo desta vez. Isso não é dizer que eu só vi ótimos animes no ano, nem que não teve uma pequena porção que me desapontou, mas sim que nada o fez ao ponto de eu querer comentar. Sendo assim, decidi ir pelo exato oposto. Ao invés de começar falando do que o ano teve de pior, comecemos este artigo falando daquele que foi o meu anime favorito de 2018


Yuru Camp

2018 foi um ótimo ano para o nichijoukei. Animes como Slow StartComic GirlsAnima Yell, além de alguns outros que ainda darão as caras nessa retrospectiva, garantiram sempre a nossa dose semanal de comédia e conforto. Nenhum, porém, da mesma forma que Yuru Camp.

Não importa o quão cansativo fosse o meu dia, Yuru Camp nunca falhou em me relaxar. É o tipo de história que sabe muito bem o que quer ser e o que quer entregar, e que o faz com absoluta maestria. Cenários belíssimos, que muito bem “vendem” aquela ambientação (ao ponto mesmo do anime ter causado um pequeno “boom” de acampamentos durante o inverno lá no Japão). Uma trilha sonora memorável, que muito bem complementava cada cena. E um elenco bastante carismático de personagens, sobretudo no que tange às nossas duas protagonistas.

Para além disso, eu adoro como o anime brinca com algumas das fórmulas mais comuns do seu gênero, de uma forma que inclusive avança os temas que a obra busca tratar. Ao não fazer a Rin se juntar ao clube de atividades ao ar livre, não apenas o anime rejeita a fórmula comum de quatro ou cinco garotas sempre juntas, como ainda trabalha a introversão da nossa protagonista. Rin gosta de ficar sozinha, e enquanto ao longo da série ela irá aprender que também é possível se divertir em grupo, esse traço de sua personalidade nunca desaparece.

Não querendo dizer que Yuru Camp foi revolucionário ou algo do tipo, mas certamente foi um anime que deixou sua marca. Atmosférico, reconfortante e relaxante, ele fica como meu título favorito desse ano.

Continuações, Reboots, Spin Offs

Eu acho importante dedicar uma seção em separado para esse tipo de história, a fim de evitar que franquias já há muito consagradas compitam pelos holofotes em outras categorias. Sendo assim, vamos continuar a nossa retrospectiva não com o que 2018 nos trouxe de novo, mas sim com o que ele nos trouxe de familiar. Abaixo estão as minhas três continuações favoritas do ano. E já aviso: eu não vi nem Boku no Hero Academia nem Megalobox ainda, então não esperem encontrar esses dois por aqui.


Ginga Eiyuu Densetsu: Die Neue These

Reboots e remakes não têm a melhor da reputações nesse nosso meio, e eu diria que por um bom motivo. Quem se lembra de eu listando o novo anime de Kino no Tabi como a minha maior decepção de 2017? Dado esse contexto, eu estava um tanto quanto apreensivo com esse remake de Ginga Eiyuu Densetsu, sobretudo dada a altíssima qualidade da primeira adaptação. Apesar disso, Die Neue These conseguiu ser… bom. Não melhor do que a primeira adaptação, mesmo que comparando só com os primeiros 12 episódios daquela, mas ei, pelo menos não foi ruim! Se mais nada, ele fica como um ótimo ponto de entrada para essa franquia, uma forma das pessoas experimentarem as ideias da série sem terem se de comprometer a assistir os 110 episódios da obra original. Então se você ainda estava na dúvida, vá dar uma conferida. Só tenha em mente que a série irá continuar em 3 filmes nos próximos anos, então não espere um final lá muito fechado.

Shingeki no Kyojin, 3ª Temporada

2018 nos trouxe três continuações de peso: a terceira temporada de Boku no Hero Academia, que eu ainda não consegui assistir, a segunda e terceira temporada de Overlord, que eu até gostei, mas achei a segunda um tanto quanto lenta, e esta terceira temporada de Shingeki no Kyojin. Que, diga-se de passagem, tinha tudo para ser ruim. O arco que ela adapta é um dos piores do mangá, pelo menos até onde eu tinha lido, então minhas expectativas para o anime estavam bem baixas. Ainda assim, graças a um roteiro que soube condensar o arco e à boa animação e trilha sonora que já viemos esperar de Shingeki, acabou que foi um anime bem divertido de assistir. E nisso esse anime segue provando como adaptações podem sim ser melhores que o original.

Yama no Susume, 3ª Temporada

Eu só vim conhecer Yama no Susume esse ano, quando procurava por outros iyashikei e nichijoukei para preencher o vazio que Yuru Camp deixou. E enquanto a primeira temporada não realmente me prendeu, ela pelo menos foi bem curtinha: com apenas 3 minutos por episódio, foi bem fácil passar por ela e começar a segunda. E é a partir da segunda temporada que eu comecei a entender porque esse anime é tão bem falado. Essa terceira acabou por se provar um pouco mais dramática do que eu esperava, trabalhando mais a relação da Aoi com a Hinata, mas num geral ainda foi extremamente agradável. Além disso, a forma como o anime trabalha a própria Aoi, mostrando seu desenvolvimento como pessoa e como montanhista, apresenta uma progressão que não estamos acostumados a ver nesse gênero. Que venha uma quarta temporada, pois agora eu quero essas garotas no topo do monte Fuji!

Os Mais Populares

Popularidade é algo bem complicado de se medir, ainda mais nos tempos atuais. Eu sinto que, tirando justamente aquelas franquias mais consagradas, certos animes tendem a ser mais populares em certos círculos do que outros. Estamos numa era onde a abundância de séries meio que descentralizou qualquer pretensa comunidade otaku, então é bem mais raro que um anime se torne universalmente conhecido. Dito isso, no meu círculo pessoal estes foram os três títulos mais populares que eu mais gostei.


Hataraku Saibou

Talvez uma das características mais distintas do anime e mangá seja a sua capacidade de entregar ótimas histórias com as mais… diferentes… premissas. Não que a ideia de uma história se passando dentro do corpo humano seja em si algo inédito: todo mundo apontava para Osmosis Jones quando Hataraku Saibou saiu, mas ainda é impressionante o quanto o autor do segundo conseguiu se manter fiel ao funcionamento do corpo humano enquanto ainda entregando algo que chega bem próximo do seu típico battle shounen, uma história de comédia e ação completa ainda com ameças que vão de insignificantes até cataclísmicas. Entretenimento educativo não costuma ser dos melhores, ou pelo menos não me ocorre agora nenhum exemplo particularmente positivo, mas Hataraku Saibou fica como uma divertida – e bastante bem vinda – exceção à regra.

Aggressive Retsuko

Eu devo confessar que não vi lá muitos dos animes originais da Netflix (“originais” de fato, não aqueles que a plataforma apenas compra os direitos de streaming). Devilman Crybaby pegou a todos de surpresa no começo de 2018, mas quando eu sentei para assistir acabou que simplesmente não é um anime pra mim. Aggressive Retsuko, por outro lado, fica como um dos meus animes favoritos desse ano. Uma dolorosamente realista comédia sobre o ambiente de trabalho, eu aprecio ainda como a obra nunca chega ao ponto de ser cínica demais. Retsuko certamente está cercada de babacas, mas ao seu lado há também boas pessoas e pessoas que ela só precisa aprender a conviver. Pontos bônus por ainda conseguir ter uma surpreendente progressão na sua história, que se entrega muito bem ao modelo de maratona típico da Netflix.

Sora Yori mo Tooi Basho

E eis aqui o meu único 10/10 de 2018. Eu fui para Sora Yori mo Tooi Basho esperando seu típico nichijoukei com um twist – no caso, o de que as quatro garotas da vez decidem fazer uma viagem à Antártida. O que recebi, porém, foi um drama muito bem executado, que não apenas se preocupou em ser o mais realista possível no que tange à ideia de estudantes do ensino médio viajando até uma das regiões mais inóspitas do globo, como ainda cuidou de dar a cada garota os seus próprio motivos para fazer a viagem. De fundo, a temática da estagnação e da busca por seguir em frente e fazer algo com a própria vida sendo uma capaz de ressoar bem forte com não poucas pessoas. Além, claro, de diversas outras, sutis ou nem tanto: a amizade, o sucateamento governamental da ciência de base, o quanto uma viagem nos impacta, etc. Uma belíssima jornada, e uma história de tão amplo apelo que veio mesmo a integrar a lista de melhores séries de televisão de 2018 do The New York Times. Não foi meu favorito do ano, mas chegou muito, muito perto.

As Pérolas Perdidas

Acho que nessa categoria vale o mesmo aviso da anterior: é tudo uma questão de ambiente. No meu círculo pessoal, estes foram seis animes que, embora eu não diria que passaram completamente em branco, diria sim que merecem um pouquinho mais de reconhecimento do que tiveram. Eu tentei pegar pelo menos um título de cada temporada, além de gêneros e demografias bem diferentes, a fim de diversificar um pouco a seção. Se algum desses animes passou voando pela sua cabeça, ainda é um ótimo momento para correr atrás!


Hakumei to Mikochi

Eu sinto que Hakumei to Mokochi acabou por ser eclipsado por Yuru Camp devido a ter saído na mesma temporada. Claro, as duas séries não poderiam ser mais diferentes, mas seu apelo é bastante semelhante. Hakumei to Mikochi nos conta o dia de dia de suas protagonistas titulares, em sua “pequena vidinha na floresta” (como o subtítulo ocidental coloca). É uma história bastante relaxante, cujo scenary porn nada deixa a desejar em comparação com outros títulos semelhantes no ano (como o próprio Yuru Camp ou Yama no Susume). Se procura por algo pra te acalmar após um dia estressante, considere dar uma chance a essas duas pequeninas.

Wotaku ni Koi wa Muzukashii

Esse talvez seja o título menos “perdido” dessa lista, mas ainda um que eu sinto merecer mais atenção do que recebeu. Uma comédia romântica cujos elementos mais distintos são, primeiro, o fato de se passar num ambiente de trabalho (ao invés da sua típica comédia romântica escolar), e segundo, o fato de seu elenco ser comporto por otaku. Que os dois protagonistas já começam a namorar logo ao final do primeiro episódio sendo ainda um terceiro elemento que o distingue de séries semelhantes. Se procura uma história para rir e, ainda que eventualmente, se emocionar um pouquinho, fica aqui a minha recomendação.

GeGeGe no Kitaro (2018)

Um dos únicos títulos ainda em lançamento nessa minha retrospectiva, mas também um que realmente merecia ser mais conhecido. Sexta incarnação da história do menino yokai que busca ajudar os humanos quando são atacados por aqueles como ele, GeGeGe no Kitaro é uma história altamente divertida que ainda consegue trazer ótimos momentos de reflexão em muitos de seus episódios. Isso sem mencionar uma fantástica animação, lembrete de que a Toei Animation não deixa a desejar quando quer. Não sei quantas pessoas se disporão a assistir esse título dado que já está com quase 40 episódios, mas quem o fizer eu aposto que não irá se arrepender.

Shoujo Kageki Revue Starlight

Eis aqui um título que me atraiu menos pela sua premissa e mais pelo seu visual. Furukawa Tomohiro, diretor da série, aprendeu bastante com Kunihiko Ikuhara, ele próprio responsáveis por animes de estéticas incrivelmente únicas, tais como Shoujo Kakumei UtenaMawaru Penguindrum. Desde os trailers Revue Starlight se vendia como uma espetáculo de visuais, e foi exatamente o que entregou – combinado ainda com um roteiro bem amarrado, twists bem executados e uma memorável trilha sonora. Quem quiser mais detalhes, eu cheguei a fazer um vídeo indicando o anime, então não deixem de conferir. Sem dúvida um dos melhores títulos do ano.

Kaze ga Tsuyoku Fuiteiru

Animes de esporte não costumam capturar a minha atenção, algo que pretendo tentar mudar ao longo do próximo ano em vista de expandir um pouco os meus horizontes. Ainda assim, o que me fez assistir Kaze ga Tsuyoku foi muito mais o fato de a novel original foi escrita pela mesma pessoa que escreveu a novel de Fune wo Amu, um dos meus animes favoritos de 2016. Seguindo as desventuras de um improvável time de maratonistas universitários, é um anime que entrega uma divertida e fascinante exploração de seus personagens. Onde ele irá terminar eu não sei, já que é também um título ainda em lançamento, mas com certeza vou acompanhá-lo até lá.

Yagate Kimi ni Naru

2018 nos trouxe diversos animes excepcionalmente bem dirigidos, mas se eu fosse dar um prêmio de melhor direção do ano este teria de ir para Yagate Kimi ni Naru, um dos melhores animes yuri que eu já assisti. Cada cena e cada diálogo nessa série é fortemente imbuída de significados implícitos, e o anime constante nos pede para interpretá-lo e ler nas entrelinhas, enquanto que discutindo conceitos como amor e identidade. Infelizmente, seu final é a sua parte mais fraca, visto que passa bem longe de concluir qualquer coisa, mas dada a popularidade do mangá eu me mantenho esperançoso por uma segunda temporada algum dia. Com certeza eu assistiria.

E Para Além de 2018?

Nem só de temporadas é feita essa indústria! Ainda assim, com tantos títulos novos saindo a cada trimestre, é compreensível que nem todos tenham interesse de buscar o que já foi deixado para trás. De minha parte, porém, gosto de ter sempre pelo menos um ou dois títulos mais antigos na minha watching list. Há muita coisa boa no passado, então dedico esta seção ao argumento de que vale a pena correr atrás desses animes já há muito finalizados.


Flying Witch

Se meus elogios a Yuru CampYama no SusumeHakumei to Mikochi ainda não deixaram claro, eu adoro um bom iyashikei. E com Flying Witch, recente que seja, aparecendo muitas vezes como outro expoente do gênero, eu decidi finalmente dar uma chance ao anime. E vou dizer: eu gostei bastante. Seus personagens, senso de humor, a ambientação numa cidadezinha do interior (tão comum ao gênero), é de fato um anime que sabe como relaxar a sua audiência. E enquanto eu gostaria de falar mais, para evitar o risco de soar repetitivo eu vou apenas deixar aqui a recomendação caso você ainda não o tenha assistido.

Versailles no Bara

Importância histórica pode ser um tanto quanto injusta, algumas vezes, fazendo uma obra soar valiosa mais pelo que ela fez do que pelo que ela ainda pode fazer. Versailles no Bara foi um mangá seminal para o shoujo, e sua adaptação em anime, ainda em 1979, é igualmente importante para a mídia. Eu diria, porém, que esta é uma obra que ainda se sustenta muito bem mesmo hoje em dia. Sim, sua animação é bastante datada, mas elementos como sua excelente direção, ritmo bem conduzido e elenco bem trabalhado, fora a própria ambientação numa França às vésperas da revolução, fazem desta uma história que segue sendo absolutamente fascinante. E tão logo a JBC se dignar a lançar o mangá, eu certamente farei o possível para começar a colecioná-lo.

Princess Tutu

Encerrando então a seção – e por extensão toda essa nossa retrospectiva -, o último anime que eu quero mencionar aqui é o mais que excelente Princess Tutu. O anime para o qual todo mundo aponta quando querem falar em “dark magical girl” antes de Madoka Magica, ainda que eu seriamente disputaria a alegação.

Mas seja como for, é fato que Princess Tutu é uma série ímpar. Nesta história sobre uma pata feita menina feita garota mágica que deve agora buscar os fragmentos do coração estilhaçado do príncipe encantado, onde o balé substitui as lutas mais tradicionais e onde a narrativa caminha sempre em direção à tragédia, temos em fato uma esperançosa mensagem sobre o destino e sobre como temos sempre o poder de tomá-lo em nossas mãos e mudá-lo, sem nos deixar restringir pelas narrativas que criaram para nós.

Para ser franco, os primeiros episódio do anime não realmente me prenderam, mas passado certo ponto, e conforme ficava cada vez mais claro o que a obra pretendia, a minha apreciação dessa história só foi crescendo. Uma trama fascinante e provocativa, povoada por um elenco de personagens muito bem caracterizados e desenvolvidos, Princess Tutu fica como um desses clássicos dos animes que seguem valendo a pena assistir mesmo ainda hoje.

E com isso nós fechamos essa retrospectiva. Um feliz 2019 a todos, e até o próximo artigo o/

E você, leitor, que têm a acrescentar? Sinta-se a vontade para descer um pouco mais a página e deixar um comentário com a sua opinão.

Imagens (na ordem em que aparecem):

1 – Sora Yori mo Tooi Basho, episódio 13

2 – Yuru Camp, episódio 1

3 – Ginga Eiyuu Densetsu: Die Neue These, episódio 1

4 – Shingeki no Kyojin, 3ª temporada, episódio 1

5 – Yama no Susume, 3ª temporada, episódio 1

6 – Hataraku Saibou, episódio 1

7 – Aggressive Retsuko, episódio 1

8 – Sora Yori mo Tooi Basho, episódio 1

9 – Hakumei to Mikochi, episódio 1

10 – Wotaku ni Koi wa Muzukashi, episódio 1

11 – GeGeGe no Kitaro (2018), episódio 1

12 – Shoujo Kageki Revue Starlight, episódio 1

13 – Kaze ga Tsuyoku Fuiteiru, episódio 1

14 – Yagate Kimi ni Naru, episódio 1

15 – Flying Witch, episódio 1

16 – Versailles no Bara, episódio 1

17 – Princess Tutu, episódio 1

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