Café com Anime – Yagate Kimi ni Naru, episódios 10 & 11


Nossa conversa semanal sobre os animes da temporada.


E começa aqui mais um Café com Anime! Como de costume, a mim aqui se juntam o Fábio “Mexicano”, do Anime 21, o Vinicius Marino, do Finisgeekis, e o Gato de Ulthar, do Dissidência Pop, em mais uma conversa sobre esse anime que vem se provando uma das maiores surpresas da temporada, Yagate Kimi ni Naru (ou Bloom into You).

Mas antes de irmos para a discussão, sempre bom lembrar a todos para que não deixem de conferir também as outras conversas do Café nos demais blogs! No Anime 21 nós continuamos com Banana Fish, da temporada passada. No Finisgeekis, o leitor pode conferir nossas conversas sobre Irozuku Sekai no Ashita Kara. E no Dissidência Pop temos Zombieland Saga. Fiquem de olho e não percam!

E sem mais delongas, vamos então à discussão! Uma boa leitura para todos.


Diego:

“Se eu fosse indiferente, já teria desligado”. Bom, eis que a Yuu resume a si própria em uma única frase :stuck_out_tongue:

Outro excelente episódio, que desta vez alterna entre o ponto de vista da Yuu e o da Nanami. E minha nossa, como não poderiam ser mais diferentes. Grande exemplo disso sendo exatamente a conversa final pelo telefone: enquanto a Nanami está convencida de que a Yuu não se importa, podemos ver que é justamente o contrário.

E ao que tudo indica a própria Yuu já percebeu que está apaixonada – e que não pode confessar seus sentimentos. Da negação para a aceitação? Me pergunto como o anime irá concluir essa relação. Se ficará em aberto para uma possível próxima temporada, se terá um final original para amarrar as pontas, ou se há no mangá um momento satisfatório para encerrar essa história.

Ah sim, e também tivemos uma pequena cena pós-créditos, onde a Nanami sonha com o dia em que sua irmã morreu. Impressão minha, ou ela muito provavelmente se sente culpada? Survivors gilt mesmo: aposto que ela está o tempo todo pensando em como as coisas seriam se ela tivesse perdido aquele jogo de pedra, papel e tesoura.

Tem mais pra falar (muito mais, até!), mas vamos ver primeiro o que vocês têm a dizer! O que acharam do episódio 10?


Fábio “Mexicano”:

Esse episódio demonstra porque ter uma charada ao invés de um relacionamento normal é ruim. A Nanami acha que ela incomoda a Yuu, o que não é verdade (ela no máximo a constrange quando a pega desprevenida ou em público, mas isso é normal e ok), e a Yuu não pode ser pró-ativa por medo de ser rejeitada pela Nanami. Se elas não fossem assim, por imposição da Nanami, já estavam se pegando embaixo dos lençóis, não tenho dúvida.

Claro que é o primeiro amor delas, então cada coisinha, cada gesto, cada nova fronteira atravessada significa muito, é saboreado bem lentamente, mas não há nada inerentemente positivo nisso, principalmente considerando porque elas são assim. Elas não sofrem (muito) porque lhes falta experiência para entender onde estão errando.

Gostei de descobrir a causa específica do trauma da Nanami. Ela obviamente se culpa pela morte da irmã, e isso explica a atitude de seu pai. Deve ser difícil pra caramba ser pai em uma situação dessas, mas é para isso que existem psicólogos. Pena que eles não existem em anime. Mas quero ver se isso vai justificar a Nanami não querer que a Yuu se apaixone por ela. Para isso temos apenas hipóteses, mas nada concreto ainda.

E o Diego não comentou, então comento eu: a peça é excelente. Uma circunstância em que a protagonista não sabe direito quem ela própria é e precisa viver uma vida que esperam que ela viva é exatamente a situação da Nanami. Me espanta que ela não tenha desconfiado que a Yuu possa ter dado com a língua nos dentes, mas bom, eu posso perdoar esse “deslize”. A Yuu não ser uma das pessoas que tenta dizer à Nanami quem ela deve ser é a cereja no bolo, porque esse é seu papel na vida real também, ainda que ela talvez não tenha percebido. Quero muito um final da peça em que a personagem da Nanami ignora todos os que vêm dizer a ela quem deve ser e apenas decide ser quem ela quer ser a partir dali, como, espero, a personagem da Yuu irá sugerir.


Vinicius Marino:

Gostei mais da cena pós-créditos que do episódio em si :stuck_out_tongue_closed_eyes: Ok, Nanami agora tem algo a dizer de si que não orbita sua relação com a Yuu.

E a peça… foi boa, de fato, mas fico pensando na pachorra da roteirista em escrever um treco desses. Pessoas não costumam ficar muito felizes quando você derruba suas muletas publicamente. O mais provável é que uma pessoa complexada como a Nanami se retraísse ainda mais ao se ver exposta pelo texto.

Mas isso não tem nada a ver com o anime. Estou só pensando alto mesmo. Certa vez coloquei uma amiga numa sinuca de bico parecida. Não foi muito agradável.


Gato de Ulthar:

A Nanami é especialista em esconder o jogo, ela nunca titubearia quando recebesse um papel destes, isso somente confirmaria qualquer desconfiança. Mas a Sayaka sim, ela ficou evidentemente perturbada. Mas fico me perguntando, a roteirista é um gênio né? Um gênio fortalecido pelo roteiro…

E o trauma da Nanami surgiu por causa de um pedra-papel-tesouro, aposto que nunca mais ela quis jogar esse jogo.


Fábio “Mexicano”:

Gênio? Mais ou menos. Quando a gente olha só pro final, sim. Mas ela disse que ia escrever uma peça sobre em que o mistério é a personalidade da protagonista, depois de ficar de saco cheio de todo mundo só falar que a Nanami é perfeita isso, perfeita aquilo. As demais personagens que ela escreveu são bastante transparentes, então nada demais. Só precisou de um empurrão pequeno do roteiro.


Vinicius Marino:

Acho que é mais no sentido dela ter acertado em cheio com a Nanami. Você não faz esse tipo de exame da personalidade alheia se não conhece a pessoa bem – ou, pelo menos, se não dá uma puta sorte. Escrever uma peça que mexe com uma ilustre desconhecida a ponto de desarmá-la é de fato coisa notável. Muitos escritores passam a vida sem tocar outra pessoa desse jeito.


Diego:

Só pra constar, eu não mencionei a peça justamente porque sabia que alguém ia :stuck_out_tongue: (embora eu esperava mais comentários sobre como a história da peça parece mais interessante que a do anime propriamente dito… mais ninguém sentiu isso?).

Agora, não acho que a menina seja um gênio. É como o Fábio apontou: nós vimos o processo criativo dela. Ela perguntou sobre a Nanami para todos, e ouviu sempre que ela era o que os rumores diziam sobre ela. O estalo final veio no episódio passado, quando a outra amiga da Yuu coloca que talvez realmente não haja mais a seu respeito, de onde a roteirista tirou a ideia da Nanami como um espelho daqueles ao seu redor. Concordo que foi um insight com uma ajuda do roteiro, mas acho que funcionou.


Gato de Ulthar:

Eu tentei soar sarcástico ao chamá-la de gênio na verdade…


Fábio “Mexicano”:

Lei de Poe, Gato… mas bom, sarcasmo ou não, é uma boa questão :stuck_out_tongue:

Eu não acho que essa peça seja mais interessante que o anime, mas é sim uma ideia que mais desenvolvida renderia um anime próprio, seria ótimo. Acho que li em algum lugar que a personagem escritora é auto-insert da autora, isso deve significar algo. Se ela quer transmitir ideias através de suas histórias, como parece ser o caso de YagaKimi, a história da peça seria muito mais óbvia para isso, geraria menos confusão entre o leitorado.


Vinicius Marino:

Sem dúvida, não é a “história dentro da história” mais fantástica que um anime já trouxe.

A “Cidade Sem Ninguém” de Chobits me vem à mente. Durante o mangá, o conto serviu como fio condutor aos conflitos da trama principal, contextualizando as ações das personagens e gerando suspense. Algo de certa forma arruinado no anime, que concentrou suas citações a um único episódio (se bem me lembro).

Num exemplo mais recente, há também o musical de *Kokosake da Mari Okada, que cumpre função similar.


Diego:

Não é “a mais fantástica”, mas ainda é uma que eu veria :stuck_out_tongue: Mas tudo bem, deixemos a peça para trás, ao menos por agora :smile:

No lugar, que falar da Yuu? Como mencionei na introdução, ela parece estar cada vez mais ciente dos seus sentimentos – e do fato de que não pode expressá-los. Como ela própria coloca, a Nanami impôs a ela uma situação bastante injusta, onde a Yuu nunca pode tomar a iniciativa.


Fábio “Mexicano”:

Acho que mentir para si mesma que não sente nada de especial pela Nanami já não está funcionando. Ela claramente estava com saudade da presidente durante boa parte do episódio. E a Nanami não entrou em contato com ela antes porque a Yuu teve que manter a máscara de que não a ama e portanto não quer que ela fique muito grudada, elas estão em um ciclo vicioso lindo de se ver, do tipo que só se forma em relacionamentos em que falta sinceridade.


Vinicius Marino:

Eu acredito que ela explodirá logo logo. É muita coisa para se manter presa dentro do coração – e a Nanami está fazendo uma pressão injusta sobre ela, como o Diego bem notou. Resta saber como essa sua catarse vai casar com a nova “missão” da Nanami de tornar-se sua irmã. Espero tretas e tenho o pressentimento de que acontecerão durante a peça.

É um palco (com o perdão do trocadilho) bom demais para deixar passar.


Fábio “Mexicano”:

Pensando sobre a peça esse tempo todo, eu percebi que a protagonista não é necessariamente a Nanami. Ou melhor, a Touko. Sim, lembra muito como ela se apresenta para o mundo, e ela própria notou isso, bem como a Yuu e a Sayaka, as duas pessoas que sabem seu segredo. Mas talvez, mais do que sobre ela, a protagonista seja a sua irmã, a outra Nanami, a Mio.

Touko está tentando se tornar Mio, mas quem é Mio? Mio é quem ela lembra que a Mio era. E talvez para seus pais ela fosse uma pessoa ligeiramente diferente. E aposto que ao longo dos anos ela descobriu que havia uma Mio diferente para cada outra pessoa que ela conhecesse que fosse conhecida de sua irmã. O triste, para Touko, é que a peça pode responder quem ela é, mas não pode responder quem a Mio era. Porque a Mio não é mais.

Se a Touko perceber isso, que talvez ela não seja como sua irmã, nunca possa ser, e nunca tenha sido, então ela poderá entender que a personalidade que ela tem hoje é a sua própria personalidade. Não é uma vida falsa, e como tal ela não precisa mais ter nenhum medo ou limitação derivado dessa condição.


Diego:

Algo com certeza vai sair dessa peça. Se mais nada, a peça parece ser a última coisa que a irmã da Touko deixou “por fazer”, o que significa que uma vez terminada a peça a Touko não terá mais por onde se guiar. Ela pode seguir tirando boas notas, mas e depois? Havia alguma universidade para a qual sua irmã quisesse ir? Algum emprego que ela gostaria de ter? Sem um norte, a Touko simplesmente não terá outra escolha que não desistir do seu plano de ser a sua irmã – porque nem ela conheceu o suficiente da irmã para poder imitá-la por muito tempo.


Fábio “Mexicano”:

Supondo que ela não tenha o catarse que eu sugeri, resta isso: o beco sem saída.

De um jeito ou de outro a Nanami estará perdida após a peça.


Vinicius Marino:

Não deixa de ser uma imagem relevante para a falta de propósito que muitos jovens sentem nessa idade. Falando sério, quem sabia no colegial que rumo sua vida tornaria? E não digo apenas a escolha do vestibular, que é uma decisão ínfima no grande esquema das coisas. Quem tinha certeza de que as coisas tomariam o rumo que tomam? Que existia, enfim, um rumo?


Fábio “Mexicano”:

Pior que eu tinha um rumo, mas passei a achar que iria seguir outro e perdi uns anos nisso :smile:


Gato de Ulthar:

A Nanami é uma criaturinha complicada, ela necessariamente tem que levar um choque de realidade, do jeito que as coisas estão indo ela entra em um beco sem saída. E falando da Yuu, eu acho que se as coisas esquentarem a Yuu vai acabar com esse joguinho da Nanami de não querer que ninguém se apaixone por ela e ser igual a irmã.


Diego:

Bom, como o leitor bem sabe (e se não sabe, fica sabendo agora :stuck_out_tongue: ), as conversas do Café são feitas ao longo da semana – e por vezes nos atrasamos um pouquinho e eis que o próximo episódio sai antes que tenhamos terminado a discussão do anterior. E é nesses momentos que nos resta emendar a conversa :smile: Então vamos lá: episódio 11!

É interessante o Gato ter mencionado que a Nanami precisa de um choque de realidade, dado que esse 11º episódio entrega exatamente isso. A irmã responsável e perfeita da qual a Nanami era apenas a faceta que sua irmã deixava que ela visse. E se dar conta disso parece ter jogado a garota na fossa. Comentamos como ela ficaria sem rumo após a peça, mas pelo visto o anime não quer nem esperar atá lá (ou só está preparando o terreno para um baque final mais adiante).

E ai, o que acharam do episódio 11?


Fábio “Mexicano”:

Eu queria ter dito isso com todas as letras antes ao invés de ficar dando rodeios só pra poder agora falar “Eu disse!”. Mas bem, passou, né? É lógico que a Touko não sabe quem a irmã dela era, ela só sabe quem sua irmã era para ela. Uma criança não entende isso, é claro. A peça foi a metáfora perfeita para despertar o espectador para isso, mas para sacudir a própria Nanami nada melhor que trazer alguém do passado que lhe diga “Você não tem nada a ver com sua irmã”.

Só estou dividido quanto ao “triângulo” que está se insinuando. Eu sei que amor não é uma coisa justa, mas vou ficar realmente irritado se a Nanami acabar desenvolvendo sentimentos pela Sayaka por ela ser mais próxima. Ela se intrometeu igual a Yuu, só que foi em um momento totalmente diferente, e enquanto isso, durante todo esse tempo, a Yuu se esforçou, contra seu desejo, para afetar indiferença. Seria injusto demais.


Vinicius Marino:

Do alto do meu sadismo, confesso que gostaria desse desenlace :grin: Mas acho que ele não acontecerá.

Não por bondade do roteiro, mas porque essa não me parece uma história arquitetada para acabar em desânimo. Nós já havíamos falado disso ao mencionarmos os trabalhos do Inio Asano.

Mesmo assim, esse foi de longe o episódio com mais pathos até agora. E que desenvolveu essa angústia de forma mais verossímil. Quero chamar atenção para duas cenas cruciais do anime, muito parecidas entre si, mas que executam sua proposta em níveis diferentes de sucesso.

A primeira é o famigerado confronto da Yuu e da Nanami sob a ponte, naquele episódio que rendeu discussão nossa até não poder mais. Eu fiquei bastante incomodado em como uma direção primorosa e fotografia de tirar o chapéu tinham sido desperdiçadas com um diálogo anti-natural, pouco convincente.

E a segunda é essa daqui, do episódio dessa semana:

Em termos puramente visuais, ela é tão ou mais bonita que a outra. Mas eis que tivemos um momento intimista, autêntico, entre duas personagens que agem como pessoas reais.

Eu já sabia que a Nanami cairia na real, mas jamais imaginei que seria de uma forma tão brilhante. A intervenção do Yuki-san é perfeita. Enquanto ele falava, eu fiquei pensando em sabichões folgados com que eu tive de lidar na minha própria escola. E me surpreendi ao me tocar que, tal como ele, eu não sinto rancor por elas.

Vocês vivem me zoando por repetir isso, mas o fato é que picuinhas escolares não são problemas importantes, no grande esquema das coisas. E Yuki, como bom adulto, foi capaz de colocar isso em evidência. Ok, a Mio era uma abusada. Mas e daí? Nós éramos felizes. Isso é que importa no final das contas.


Fábio “Mexicano”:

O mais “artificial” ali é a série de coincidências que permitiu que a Touko se encontrasse com um ex-amigo íntimo da sua irmã Mio exatamente nesse momento. Mas isso é conveniência de roteiro, estamos bastante acostumados. O diálogo em si foi realmente natural. De certa forma, eu já estava esperando por esse desenlace assim que ele entrou na sala do Conselho Estudantil. Previsibilidade é uma das características do que é natural.


Vinicius Marino:

Já dizia o meu xará da Bossa Nova: “a vida é a arte do encontro”.


Gato de Ulthar:

Eu ri da cena das três, Yuu, Nanami e Sayaka no banho, e posteriormente no quarto juntas. Foi muito engraçado o negócio, ninguém ali estava sendo sincero com seus desejos, uma queria pegar a outra, até mesmo a Yuu gostaria de ter tirado uma casquinha.

Nessa horas eu fico com pena de não ser uma obra mais adulta! Meu lado pervertido gostaria de uma cena a três ali…

Curti bastante a Nanami levando a real de que não tem nada parecido com a irmã, tirando a aparência, a cara de que não sabia o que pensar foi impagável, bem feito para ela, vamos ver como ela vai reagir a isso.


Diego:

Bom, todo o relacionamento das três é baseado em meias verdades, né? Me pergunto se ainda veremos essa situação ser resolvida no anime… Ainda que vale perguntar: que resolução vocês gostariam de ver pra essa confusão toda? Tirando, claro, o final onde cada uma segue pro seu canto, que o Fábio e o Vinicius propuseram, ou o final de orgia total, que agradaria o Gato :stuck_out_tongue:


Fábio “Mexicano”:

É um triângulo típico, com a Nanami no centro.

Quase sempre triângulos terminam com a principal sendo escolhida, mas há exceções.

O anime não deve acabar a história, porém. Eu queria ver só a peça que já ficaria feliz, mas uma leitora no meu blog diz que acha que não dá tempo :worried:


Vinicius Marino:

Eu só quero dizer que se terminar em orgia eu também não vou reclamar. :laughing:

Mas sim, aqui é quase impossível ignorar o conhecimento “meta” que temos sobre a série. E o fato é que se trata de um anime em andamento, que não terá resolução definitiva.

Então faço coro ao Fábio e torço por um clímax com a peça.


Fábio “Mexicano”:

O que a gente chama “orgia” é totalmente possível para adolescentes apenas aprendendo sobre sua própria sexualidade.


Vinicius Marino:

Há muitas histórias boas do tipo. Esse é um tipo de ficção que me atrai bastante, por sinal. Mas, realisticamente, acho isso até menos provável que o hentai do Gato. Requereria um naturalismo que Yagate não mostrou até agora.

Pelo menos, tivemos a cena das meninas no onsen, que meio que tocou nesse ponto (de uma forma mais sanitizada).


Fábio “Mexicano”:

Sim, concordo. Só fiz um comentário solto mesmo.

E concordo com a cena do banho também, ver a Nanami ficar doida com os peitos da Yuu foi impagável. E antes, a Yuu tinha ficado “interessada” no corpo da Nanami também, quando estavam tirando a roupa para entrar no banho. Tendo pensamento positivo, dá para imaginar que a Yuu erguer os braços daquele jeito no banho, deixando os peitos em evidência, pode ter sido ou para ela própria se desestressar, porque deveria estar uma pilha de nervos ali como as outras duas, ou para se exibir mesmo.

A cena do quarto foi mais explícita sobre os desejos das garotas. Amar e ser amado é legal, mas querer dar uns amassos no crush é mais ainda.


Diego:

Lembro que uma das reclamações do Vinicius no começo do anime é que a Yuu não agia como a adolescente cheia de hormônios que ela deveria ser. Bom, parece que o anime agora está querendo compensar isso :stuck_out_tongue:


Fábio “Mexicano”:

Nesse estágio da história está bastante claro o quanto a Yuu está se segurando, em todos os sentidos. E ter que ver a Nanami, que ela percebeu que estava com problemas, confidenciar-se com a Sayaka no final do episódio foi amargo para ela. Com certeza naquele momento ela aprendeu um novo sentimento: ciúme.


Gato de Ulthar:

Não sei mais o que pensar. Só sei que o anime provavelmente vai acabar com nada definido, então isso meio que me faz não nutrir muitas esperanças em final surpreendente, mas quem sabe né? Eu gostaria de me surpreender.


Fábio “Mexicano”:

Eu gosto de finais comfy nos meus romances, não “surpreendentes”.


Diego:

Faço coro com o Fábio :smile: Quero um final da Yuu e a Nanami se beijando ao por do sol.


Fábio “Mexicano”:

(pode ser embaixo dos lençóis também)


Diego:

Nah, pra isso que servem os hen- QUER DIZER… Acho que podemos ficar por aqui nesta semana :stuck_out_tongue: Faltam dois episódios para o final. Vamos torcer pelo melhor, e até a semana que vem a todos o/

E você, leitor, que achou desse episódio? Sinta-se a vontade para descer um pouco mais a página e deixar um comentário com a sua opinião.

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