Café com Anime – Yagate Kimi ni Naru, episódio 9


Nossa conversa semanal sobre os animes da temporada.


E começa aqui mais um Café com Anime! Como de costume, a mim aqui se juntam o Fábio “Mexicano”, do Anime 21, o Vinicius Marino, do Finisgeekis, e o Gato de Ulthar, do Dissidência Pop, em mais uma conversa sobre esse anime que vem se provando uma das maiores surpresas da temporada, Yagate Kimi ni Naru (ou Bloom into You).

Mas antes de irmos para a discussão, sempre bom lembrar a todos para que não deixem de conferir também as outras conversas do Café nos demais blogs! No Anime 21 nós continuamos com Banana Fish, da temporada passada. No Finisgeekis, o leitor pode conferir nossas conversas sobre Irozuku Sekai no Ashita Kara. E no Dissidência Pop temos Zombieland Saga. Fiquem de olho e não percam!

E sem mais delongas, vamos então à discussão! Uma boa leitura para todos.


Diego:

Vou dizer que esta semana tivemos um episodio bem curioso em Yagate. Após uma sequência de episódios até que bastante carregados, o nono foi surpreendentemente mais leve, com inclusive alguns momentos de ligeira comédia. Acho que a primeira metade dele foi a que mais soou como um efetivo “slice of life” até aqui.

E mesmo assim tivemos momentos bem interessantes. O episódio já abre com a Touko roubando outro beijo da Yuu, desta vez de forma bem mais agressiva. Um pouco mais adiante temos uma conversa entre a Yuu e o Maki, a respeito de suas semelhanças e diferenças. Um breve momento em que vemos a balconista indo à escola assistir a professora competir. E terminamos com a Yuu e a Nanami efetivamente se pegando no depósito da escola.

Foi um episódio bem gostoso de assistir, mas digam ai vocês: que acharam?


Fábio “Mexicano”:

Leve? Eu o achei o episódio mais pesado até aqui =D

Quero dizer, a Nanami está começando a abusar, de verdade, da Yuu. Até onde ela vai ir pelo seu próprio desejo? Até onde vai a luxúria da Nanami? E se ela pode tudo, a Yuu não pode nada. Ela não pôde nem dizer que ficou feliz em se encontrar com o a Nanami no episódio anterior, estão lembrados? Quando ela disse isso, o clima fechou e ela teve que se sair com uma desculpa qualquer que ela inventou na hora, e ficou alguns instantes apavorada esperando pela resposta da Nanami.

Esse é um relacionamento pesadíssimo.

Mas talvez esteja se referendo ao resto do episódio? Gincana Esportiva e que tal. Foi bastante divertido sim, de várias formas, mas gostaria de destacar como a animação foi diferente. Um episódio mais dinâmico com muito mais caras e bocas, bastante distorção nas expressões das personagens. Foi legal ver isso.


Gato de Ulthar:

O Diego as vezes faz umas análises bem esquisitas :stuck_out_tongue: Esse episódio foi leve como um hipopótamo.


Fábio “Mexicano”:

Não é? A Nanami trancando a Yuu em um galpão pra assedia-la sexualmente, “foi um episódio leve”.

E não me faça falar sobre a Nanami querendo uma recompensa por não assediar a Yuu depois…


Gato de Ulthar:

Esse troço me deu emoções mistas. Quando a Nanami trancou a Yuu no depósito eu cogitei que ela pegaria a Yuu a força e a estupraria, sendo que a Yuu não resistiria muito, isso seria narrativamente mais interessante para mim :stuck_out_tongue: Se bem que a Namami abusou da Yuu, de forma mais contida mas foi um abuso sim.

Mas o que me irrita profundamente é a Yuu fazendo cu doce desde o começo do anime, francamente, ela também morre de vontade de dar uns pegas na Nanami…

E aquela cena da Yuu tendo uma epifania vendo a Nanami correr, merece o troféu de cena mais piegas do ano.

Parece coisa de novela mexicana, “agora percebi como a Nanami é maravilhosa, não vou conseguir segurar meus instintos sexuais”.


Fábio “Mexicano”:

Eu entendo a Yuu. Acho que eu não conseguiria resistir como ela, mas sem dúvida entendo. É lógico que ela sente os mesmos desejos que a Nanami, mas ao contrário da presidente, ela não pode fazer o que quiser, a hora que quiser. Por enquanto ela se convence que está satisfeita apenas deixando a Nanami fazer o que quiser, mas ela sente que se começar a aceitar ordens também, a tomar “iniciativa” (sob orientação da Nanami, claro), ela vai se perder. Ela sente que se enveredar por esse caminho estará aceitando ser apenas um objeto. E mesmo que a Yuu não entenda direito o que sinta ainda (em grande parte agora porque ela entrou em modo de negação total para sofrer menos com essa situação), ela instintivamente entende que não é isso que ela quer.


Diego:

Em minha defesa, eu disse que o episódio foi mais leve em comparação aos últimos que tivemos :stuck_out_tongue: (e provavelmente devia ter acrescentado um “em média” também, já que o começo e o final estão mesmo entre as cenas mais pesadas da série até o momento).


Vinicius Marino:

Eu já vi essa cena em mais de alguns hentais. Minha mente foi pra lugares que talvez não deveriam ter ido :sweat_smile:

O Gato achou a cena da epifania piegas. Talvez tenha sido mesmo, mas eu curti ela mesmo assim. Ela tem o mesmo espírito daquela cena da Sakura Cardcaptors que postei aqui há algum tempo, quando o Shoran aceita seus sentimentos pela Sakura. Essa aqui, caso tenham se esquecido:

Sei lá. Há algo de inerentemente piegas em se apaixonar por alguém. Eu diria mais: apaixonar-se realmente faz a gente se sentir em um clipe. Não é à toa que essa imagem aparece tanto no entretenimento – e não só em animes. Eis aqui uma cena do filme americano 500 Dias com Ela. Sim, é uma relação mais adulta, mas notem como o tom é o mesmo.


Diego:

Aparentemente, a desculpa do anime para a Yuu não ter sentido nada até agora é que os beijos da Nanami se limitavam a selinhos rápidos. Mas foi só ela ficar um pouquinho mais agressiva que a Yuu praticamente se derreteu toda :stuck_out_tongue: Ainda que não querendo admitir, claro: ao final, ela comenta que ouve um coração batendo rápido, e não aceita que seja o seu.

E sobre a cena dela vendo a Nanami correr: foi mesmo bem piegas, mas eu adorei :stuck_out_tongue: Não vejo “pieguice” como inerentemente ruim, desde que bem trabalhado. E o momento em si foi bem legal, ainda que eu me pergunte como o anime irá trabalhá-lo adiante. Parece que a Yuu finalmente sentiu o amor como ela queria sentir, mas tão acostumada que está ao contrário ela mesma não quer admitir o que sentiu.


Fábio “Mexicano”:

Ela não pode admitir porque sabe que se admitir agora vai sofrer. A Nanami não aceita. E eu insisto na minha interpretação de que o “cu doce” dela, que não aceitou tomar iniciativa no beijo, é por causa disso também.


Gato de Ulthar:

Não acho que a Yuu tenha sentido amor, ela sentiu desejo, e um desejo bem forte, diga-se de passagem, quase que ela se rendeu à luxúria!

E tem a questão de que a Yuu não se vê como lésbica, e ter uma relacionamento tão quente com a Nanami seria dar um mergulho de cabeça nesta direção.


Vinicius Marino:

Eu concordo com todos vocês em alguma medida.

Para começar: até agora eu supunha que os beijos eram de língua, se nada mais porque animes (não hentai) dificilmente mostram esse tipo de beijo. Mas se tiverem mesmo sido selinhos, isso joga outra luz sobre a relação delas.

Em alguns países (o nosso, por exemplo) selinho é algo relativamente comum. Não é raro que amigas troquem esse tipo de carícia sem o menor pretexto sexual. Até eu já levei selinho de amiga – e nem por isso pensamos qualquer coisa do ato.

Já no Japão (ou, pelo menos, nesse estereótipo de Japão escolar que os animes passam) isso me parece ser bem raro. De onde realmente um selinho te coloca num limbo de relacionamento. O que raios nós somos para nos tocarmos desse jeito?

Sobre o ponto do Fábio: pode ser, mas não sei se compro essa explicação agora. Eu esperaria ver o tema da rejeição um pouco mais presente para que enveredasse por aí. Claro, Yagate tem um problema sério com inverossimilhança, então talvez enverede mesmo assim.

E sobre os pontos do Gato: acho que é isso mesmo. Ela sentiu desejo – mas, até aí, boa parte dos adolescentes só sente isso mesmo. O que não os impede de chamar o tesão de “amor”.

Também acho plausível que ela tenha uma resistência inconsciente a pegar uma mulher. A investida com a Nanami foi muito erótica. Pode ser que o “pressentimento” que sentiu foi ela própria se dizendo que não curte tanto essa fruta.


Diego:

No momento que ela fala sobre uma linha que não deveria cruzar, eu vi muito mais como ela não querendo admitir para si mesma que estava apaixonada. Ai talvez justamente pelo que o Fábio falou, sobre ela saber que a Nanami não quer que ela se apaixone. A questão de gênero, aliás, nem me pareceu passar pela cabeça da Yuu até o momento.


Fábio “Mexicano”:

Idem. Nunca vi ela em momento algum preocupada com isso. Até tratou com naturalidade a Sayaka gostar da Nanami – talvez quisesse fazer perguntas? Mas a Sayaka virou a mesa pra cima dela.


Diego:

Talvez a própria Yuu veja isso como um fase. A Sayaka tem já um histórico que a faz entender que não é bem o caso, mas a Yuu provavelmente ainda vê toda essa situação da mesma forma que a sociedade em geral.


Fábio “Mexicano”:

Fase ou não, ela certamente não está tentando evitar, muito pelo contrário. Ela mostrou que quer a Nanami, independente de como vocês chamem esse sentimento, na cena no rio. Enquanto a Nanami se afastava, ela pensava para si mesma como queria aprender a amar e como precisava da Nanami para isso.


Vinicius Marino:

Sem dúvida, é tudo especulação da nossa parte. Enquanto a Yuu não desenvolver melhor que o é esse pressentimento que ela sente – ou, realisticamente, o sinta de novo – temos carta branca para criar nossas hipóteses.


Gato de Ulthar:

Está tão enrolado que já estou perdendo a paciência! Quero que a Nanami pegue a Yuu de jeito… :stuck_out_tongue:

Deixando meu lado pervertido de lado, tudo ainda é só especulação mesmo, como o Vinicius disse.


Fábio “Mexicano”:

Para um anime para TV que não é especialmente explícito, ela já pegou bem pegado nesse episódio. Não espere por muito mais do que isso senão temo que vá se decepcionar :stuck_out_tongue:


Gato de Ulthar:

Me deixe sonhar, por favor? :stuck_out_tongue:


Fábio “Mexicano”:

Pois não, à vontade!


Diego:

Mudando um pouco de assunto, então, o que acharam da participação do Maki nesse episódio, além da conversa que ele teve com a Yuu?


Fábio “Mexicano”:

Ele fez algo além de conversar com a Yuu e fazer as atividades do clube? :smile:


Gato de Ulthar:

Mas a conversa dele foi interessante diga-se de passagem, a Yuu tentou levar a conversa para um ponto no qual ela seria igual a ele pelo fato de não se apaixonar, mas já está todo mundo careca de saber, Maki incluso, que ela não é nem um pouco indiferente em relação à Nanami.


Fábio “Mexicano”:

Essa conversa me pareceu redundante. A gente já sabe que a Yuu não é como o Maki, o Maki sabe disso também, e ela provavelmente tem formas mais diretas de entender isso.


Diego:

Meu ponto é discutirmos o personagem e a conversa :stuck_out_tongue: Sobre ser redundante, acho que nem tanto. Afinal, nós sabemos e o Maki sabe que a Yuu está apaixonada, mas ela mesma pelo visto se nega a aceitar isso. Quando a história começou, parecia que a Yuu podia de fato ser assexual. Mas se ela era suposição (e improvável, ainda por cima), o Maki vem como um de fato, que inclusive está bastante de boas com a própria condição. Talvez esse contraste seja o mais importante para a Yuu.


Fábio “Mexicano”:

Então, eu só acho que havia formas mais engenhosas de fazer a Yuu questionar isso – ela chega perto de fazer isso mesmo sem o Maki, afinal. Mas não achei uma conversa ruim não. Se qualquer coisa, serve para a autora dizer explicitamente que eles não são iguais, para qualquer um que talvez possa estar cogitando isso.


Vinicius Marino:

Redundâncias são esperadas em obras seriadas. Essas histórias são escritas um capítulo por vez. Autores precisam de uma forma de salientar aos leitores (e a eles mesmos) quais são as ideias que devem manter na cabeça. Nesse sentido, o discurso do Maki não me incomodou tanto.


Gato de Ulthar:

Se para para pensar, o Maki não tem serventinha nenhuma até agora. Para que ele existe mesmo? Se ele não existisse teria feito falta?

Um personagem que me parece estranho ao anime.


Fábio “Mexicano”:

Acho que quando a Yuu o conheceu em primeiro lugar, o Maki deu um sacode nela que foi importante. Poderia ter sido qualquer outra coisa ou pessoa, mas foi o Maki. Ele é importante sim. E o que o Vinicius disse tem razão, retiro a minha crítica, foi bobagem, estava só tentando achar algo para criticar porque eu nem lembrava da cena nesse episódio – e convenhamos, ela não foi muito importante mesmo. O tempo no mangá, que justificou a existência da cena, não é o mesmo do anime, por isso ficou um pouco estranho, mas não dá para mudar tudo.


Gato de Ulthar:

Vou reformular um pouco o que disse. O que me faz pensar nele como um elemento estranho é por ele ser alguém dentro do anime que vê tudo por fora. Difícil de explicar essa minha impressão. É como se ele fosse um entidade alheia aos sentimentos humanos, o que não deixa de ser verdade. A cena do episódio realmente não incomodou em nada.


Fábio “Mexicano”:

Ah sim. Bom, ele próprio se descreveu assim, não foi? Como quem assiste os outros, como quem assiste um filme. Talvez seja uma forma um pouco desajeitada da autora dizer algumas coisas que ela não queria perder muito tempo desenvolvendo. Algumas cenas são tão cuidadosamente pensadas em cada detalhe que eu posso perdoá-la por isso, se for o caso.


Diego:

Quando o Maki primeiro apareceu acho que chegamos a discutir se ele seria apenas um insert da audiência ou se realmente a história o desenvolveria. Não duvido nada que o mangá o faça ou o venha a fazer, mas parece que aqui no anime ele fica relegado a esse plano quase terciário mesmo. Ainda assim, acho que a função dele é muito ser um espelho para a Yuu, pelo menos até ela perceber que os dois não são tão iguais quanto ela acha que são.

E a conversa em si foi mesmo muito boa, e diria que o momento mais visualmente cuidadoso do anime, uma daquelas cenas onde a história pede que se interprete cada movimento. O que me leva à pergunta: o que vocês vêm achando da metáfora da água? :smile: Já diversas vezes vimos que a Yuu se vê muito como se estivesse se afogando, ou no mínimo afundando no oceano. Acham que é só uma expressão da solidão dela? Talvez da melancolia que ela sente? Ou talvez alguma outra coisa?


Vinicius Marino:

É uma belíssima metáfora de tudo isso aí: sentir-se solitária, melancólica, impotente. Sobretudo impotente. Quem nunca sonhou que estava se afogando, incapaz de nadar?

Meu problema é que é uma metáfora para lá de batida. 3-Gatsu no Lion a utilizou. Shigatsu Wa Kimi no Uso também. Aposto que se der uma olhada no MAL consigo encontrar mais uma penca de exemplos. Não me incomoda, mas também não me impressiona.


Fábio “Mexicano”:

Água pode ser um perigo e uma barreira. Nos momentos em que a metáfora se apresenta, ela não parece estar se afogando, com medo de se afogar, angustiada por causa disso nem nada. Mas ela efetivamente se sente separada dos demais. Então, se for para escolher um significado, é solidão.


Diego:

Água como uma barreira é uma interpretação interessante, e que me remete muito a Fune wo Amu, onde existe a metáfora do oceano de palavras que precisa ser atravessado para se possibilitar a comunicação entre as pessoas.


Fábio “Mexicano”:

Está aí mais um para a lista do Vinicius.

Mas no caso de Fune wo Amu pelo que me lembro vagamente ele surge de uma citação que tem tudo a ver com o tema da história, então é um exemplo de metáfora bem usada. Em YagaKimi parece que poderia ser qualquer outra coisa, mas é água.


Diego:

Esse é meio que o meu problema com a metáfora aqui. Eu sempre li sobretudo como uma metáfora para solidão, mas se for só isso não vejo muito porquê ser água em específico.


Fábio “Mexicano”:

Se quiser um exemplo de quando a metáfora teve mais materialidade em Yagate Kimi ni Naru, foi na cena do rio. E está difícil eu não citá-la a cada cinco coisas que falo sobre esse anime :smile: Mas ali era um rio, um corpo de água, e efetivamente a Nanami estava se separando da Yuu, e teria sido uma separação permanente se tivesse terminado de atravessar o rio.


Gato de Ulthar:

Mesmo que seja considerada “batida” a metáfora da água é muito poderosa, é um daqueles símbolos que nunca cansam, por ser um arquétipo milenar. Tanto como a sensação de afogamento e sufocamento tão bem vista em 3-gatsu no Lion, a água também simboliza a contemplação, a busca por si, diante do caráter melancólico que esse símbolo confere. Eu pelo menos sempre fico feliz em ver a água sendo utilizada dessa forma.


Diego:

É uma boa metáfora, de fato, ainda que eu mantenho que ela parece um tanto quanto arbitrária demais em um anime que não costuma o ser :stuck_out_tongue: Mas oh bem, acho que podemos ir ficando por aqui. Agora é ver o que o episódio 10 nos trará. Até a semana que vem o/

E você, leitor, que achou desse episódio? Sinta-se a vontade para descer um pouco mais a página e deixar um comentário com a sua opinião.

Um comentário sobre “Café com Anime – Yagate Kimi ni Naru, episódio 9

  1. Senhores, muito esclarecedora a conversa de vocês sobre o anime. Inclusive, acabei de vê-lo por causa de vocês. :D
    Se me permitem, eu gostei do desenvolvimento da Yuu e como ela estava enganada a respeito do que é gostar de alguém. Lembram do começo, influenciada pelos mangás shoujo, ela achava que se apaixonar era “sair voando” e outras bobagens? No final ela está descrevendo coisas reais e como uma pessoa de fato se sente ao gostar de outra: “Seu cabelo sedoso, seu cheiro gostoso, sua pele suave” (palavras dela gente, revejam o final do episódio ehehe). Ela ainda está meio resistente, mas ela está de fato amando de maneira adulta a Nanami. E discordo muito do mexicano, a relação até agora está estritamente consensual, ainda que a Nanami tenha a iniciativa a Yuu em nenhum momento falou “não” e está de fato amando a Nanami.

    Abraços e obrigado por me apresentarem esse bom anime e pelo ótimo site que há alguns anos tenho o prazer de acompanhar desde que li por acaso o ótimo texto sobre o anime “Ergo Proxy”.

    Curtido por 1 pessoa

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