Comentários Semanais – SAO 3; Gridman; Tensei Shitara Slime; e muito mais.


O que assisti essa semana


E começamos mais um Comentários Semanais, ainda que nesta semana com um line up ligeiramente diferente.

A seção da temporada atual segue igual, com sete títulos selecionados. Mas para esta semana não teremos a seção de animes longos, e isso porque GeGeGe no Kitaro não passou essa semana e Yu-Gi-Oh! VRAINS está no meio de um duelo de tal forma que eu prefiro esperar a próxima semana para falar dele. E na seção de animes já finalizados, eu não consegui assistir nada de Precure nessa semana, então esse título também fica para a próxima.

Fica, claro, o lembrete de que não aparece aqui os animes do Café com Anime. Aqui no blog vocês conferem nossas conversas sobre Yagate Kimi ni Naru. No Anime 21, as de Banana Fish. No Dissidência Pop temos Zombieland Saga. E no Finisgeekis temos as discussões de Irozuku Sekai no Ashita kara. Não deixem de conferir!

E dados todos os avisos, vamos então aos animes /o/


Temporada de Outono / 2018


Sword Art Online: Alicization, episódios 8 e 9

O episódio 8 dessa nova temporada de SAO vem sobretudo para nos introduzir à mecânica da imaginação, onde a vontade do indivíduo pode sobrepujar as normas comuns daquele mundo virtual. Eu imagino que aqueles que só acompanham Sword Art Online talvez tenham problemas com a mecânica, mas vale lembrar que o conceito de imaginação aqui é o exato mesmo que aparece em Accel Worldlight novel escrita pelo mesmo autor e que se passa no mesmo universo, apenas alguns anos a frente. Ter esse elemento aqui é uma forma de conectar as duas séries e de reforçar o sentimento de culminação que esse novo arco trás, juntando em si não apenas tudo que vimos de SAO até então, como também o que vimos em AW.

Num segundo ponto, eu gosto bastante de como a cena das flores nos mostra bem quem é o Kirito. O personagem é frequentemente criticado por não ter personalidade (uma crítica ridícula na medida em que isso é literalmente impossível, mas ok), mas esse momento em que ele simplesmente desaba em choro após suas flores serem destruídas demonstra que apesar do exterior confiante, por vezes mesmo arrogante, o Kirito ainda é alguém fundamentalmente frágil emocionalmente.

Já o episódio 9, fora nos introduzir às valetes do Kirito e do Eugeu, Ron e Tiese, vem para por em causa um dos temas que permeia esse arco: a obediência cega às leis. Quando primeiro foi introduzida a ideia de que as fluctlight artificiais não são capazes de desobedecer o Index de Tabus eu vi algumas pessoas dizendo que seria ótimo se algo assim fosse real. Mas as pessoas só dizem isso pensando em crimes graves, como roubo, assassinato, e semelhantes. E nisso se esquecem que nem toda lei é feita com o interesse do povo em mente. Que mesmo duvidar do Index seja proibido é um bom exemplo do grau de autoritarismo e opressão que a lei pode chegar.

Nesse sentido, o anime parece dizer que aquilo que nos torna humanos, e portanto aquilo que falta às fluctlights artificiais, é o nosso senso de ética. A nossa capacidade de julgar por nós mesmos o que é justo ou injusto, independente, ou até mesmo contra, leis pré-estabelecidas. O que é um tanto quanto essencialista demais para o meu gosto, essa noção da ética como algo objetivo, mas ainda uma proposição digna de reflexão.

Tonari no Kyuuketsuki-san, episódios 8 e 9

Não muito a apontar nesses dois episódios, exceto por algumas coisas que, curiosamente, vemos em ambos.

Em primeiro lugar, eu gosto de como esclareceram que vampiros podem comer e beber o mesmo que os humanos, eles só não o fazem porque não podem sentir o gosto.

Em segundo lugar, eu gosto também o trauma da Sophie de não querer tomar banho, por ter sido educada em uma época na qual o banho era algo mal visto.

São coisas bem pontuais, mas que seguem enfatizando que o anime não pretende ignorar o fato de duas de suas protagonistas serem vampiras, com todas as dificuldades que isso acarretaria, incluindo nelas choques culturais advindos de viver por séculos e séculos. Claro, a obra nunca se aprofunda demais nessas questões, mas que elas estejam ali já demonstra um maior cuidado do que eu esperaria, para ser franco.

Ah sim, e como não simpatizar com o lado otaku da Sophie, ficando fascinada por encontrar na vida real tudo que ela vê nos animes? É legal como esse lado não é definidor da personagem, mas sim apenas mais uma faceta da sua personalidade.

Tsurune: Kazemai Koukou Kyuudoubu, episódios 6 e 7

Ao que tudo indica, agora que Tsurune passou por todas as etapas mais comuns do seu gênero, o anime pode finalmente começar a se concentrar na história que quer de fato contar. O que é um alívio, dado que estes dois episódios se provaram consideravelmente mais interessantes do que a série vinha sendo até aqui.

Ambos os episódios nos introduzem àquela que será a equipe rival no torneio que se inicia, com foco especial sendo dado ao Shu, com o anime cuidando de explicar que o personagem possui um passado comum com o Minato e o Seya. Diga-se de passagem, adorei a trilha sonora durante a sequência em que vemos o personagem pela primeira vez, no episódio 6.

O sexto episódio também nos trás o que parece ser o conflito interno do próprio Minato, uma tendência sua de se fechar para os outros, e uma resolução pessoal de se abrir mais e ser mais sincero com os outros. De minha parte, eu fico dividido. Por um lado, é uma faceta do personagem que o anime vem de fato mostrando desde o começo, mas por outro não realmente parecia ser o problema que servirá de sustentação ao seu arco.

Dito isso, o episódio 7 pelo menos nos mostra um pouco de desenvolvimento nessa questão. Quando o Ryouhei confessa que inadvertidamente contou sobre o problema de pânico do alvo do Minato para o capitão da equipe rival, o Minato apenas diz que ficou feliz com o amigo o ter tentado ajudar, uma reação que surpreendeu inclusive o Seya, sentado ao lado dos dois.

SSSS.Gridman, episódios 8 e 9

Eu tenho um problema com o episódio 8 de Gridman que está numa certa dificuldade que o anime teve em passar uma sensação de escalada de poderes. O monstro que a Akane apresenta para o Yuta e companhia é apenas uma versão mecanizada do primeiro kaiju a aparecer na série, um que o Gridman derrotou antes mesmo do junk estar otimizado (e portanto em seu poder mais baixo até aqui). Mesmo assim, só de ver esse novo kaiju o Utsumi decide que eles urgentemente precisam dar um jeito do Gridman enfrentá-lo com todos os power ups do pessoal da Neo Genesis. Talvez seja só uma instância de “melhor prevenir do que remediar”, mas me pareceu um pouco arbitrário demais essa decisão agora.

Dito isso, muito mais importante é o fato do episódio essencialmente confirmar que de fato aquela realidade foi inteiramente criada pela Akane, dada a cena em que ela diz que fez a Rika para que fosse sua amiga. Ainda assim, eu me pergunto se a Akane criou aquele mundo do zero ou se ela apenas modificou uma situação pré-existente. Dependendo da resposta, fica no ar o que acontecerá com aquele mundo uma vez que a Akane perder, e não me surpreenderia um final ligeiramente agridoce onde algum tipo de reset na realidade leva todos a esquecerem os eventos da série.

No episódio 9, nós vemos como a frustração da Akane já está começando a se transformar em efetivo desespero, ou no mínimo desalento. Eu me pergunto porque ela ainda não tentou atacar os três diretamente, e parte disso talvez seja pelo desejo dela de vencer o Gridman em específico, mas depois dos sonhos que vimos nesse nono episódio outra resposta talvez seja que ela simplesmente não quer matá-los. Ela não quer sentir que perdeu o controle da situação a esse nível. Só especulando, claro.

O mais interessante pra mim foi a fala final, sobre como a Akane precisa acordar do seu próprio sonho. Em seu livro Otaku: Os Filhos do Virtual, o jornalista Étienne Barral chega a comentar o caso de um aficionado em kaiju, que via nesses monstros um escape para a própria situação infeliz. O otaku de Barral é necessariamente excluído, e busca na ficção um escape para uma realidade que não o satisfaz. Que Akane seja descrita como sonhando, bem como possuindo um coração solitário e rancoroso, pode indicar que ela chegou a esse ponto após sofrer algum tipo de exclusão social.

Se for o caso, o anime pode não apenas ter uma ótima oportunidade para comentar significativamente em problemas como bullying e a reclusão dos jovens vítimas dele, como também para oferecer algum tipo de redenção para a sua vilã maior.

Release the Spyce, episódios 8 e 9

Eu também não vou ter muito a comentar sobre esses dois episódios de Release the Spyce, exceto talvez pelo quanto eles soam como um ponto de transição em direção ao arco final.

O episódio 8 mostra as garotas indo até Okinawa investigar uma pista, onde encontram outra organização criminosa que aparentemente vendia uma planta necessária à Moryo (fico tentado a dizer que é a planta da qual fazem a droga de controle mental, mas não tenho certeza; imagino que Release the Spyce se beneficiaria bastante de ser visto em maratona). As garotas enfrentam essa organização e mesmo fazem amizade com uma menina descendente dos Vikings (dotada de um anacrônico capacete com chifres!).

O mais interessante nesse oitavo episódio vem mesmo da reação da Yuki ao fato da Momo ter tentado enfrentar o líder da organização, ao invés de apenas se concentrar em fugir quando foi atacada. Na hora até parece que ela está sendo dura demais com a aprendiz, sobretudo em face do perigo que já enfrentaram em outros momentos, mas o episódio 9 vem então justamente para contextualizar essa sua reação.

Aqui aprendemos mais sobre o passado da Yuki, sobre a sua mestra, e sobre uma batalha anterior entre a Moryo e as Tsukikage. E o episódio termina com cada lado dando sinal verde para o confronto final, prenunciando assim que estamos para entrar no último arco.

Só me preocupa como ficará a questão do traidor. Depois desse nono episódio, me soaria estranho mesmo a já aposentada ser a informante. Eu sinto que qualquer garota que o anime faça ser a traidora será preciso uma explicação tão convincente que as chances de soar um twist tirado do nada são bem altas. Mas o jeito é aguardar e ver.

Goblin Slayer, episódio 9

Eu não planejava cobrir Goblin Slayer essa semana, mas já que o nono episódio encerra esse arco da cidade da água acho que é um bom momento para falar do anime.

E vejam só: semana passada eu comentei como o arco do Goblin Slayer é o de se tornar-se mais humano, e eis que esse episódio 9 apresenta pelo menos alguns momentos onde ele de fato parece amadurecer nesse sentido. A fala dele para a Elfa, sobre não ter usado veneno, fogo ou explosões, quase soa como uma provocação amigável, e da mesmo para imaginar um sorriso convencido por baixo daquele capacete. Já a fala dele ao final, sobre querer fazer sorvete ao voltar para a fazenda, é a primeira vez no anime que o Goblin Slayer demonstra interesse por qualquer coisa que não matar goblins, outro indício de que ele está, aos poucos, recuperando a sua humanidade.

A conversa com a Sword Maiden também merece destaque, sendo talvez o primeiro momento no anime até aqui em que a questão do trauma foi bem trabalhada. Fica dolorosamente evidente o quanto o abuso que ela sofreu ainda pesa sobre si, o quão impotente ela se sente, bem como toda a ironia em torno da situação, encabeçada pelo fato de que uma das pessoas mais poderosas naquele mundo ainda teme uma criatura que o próprio governo tende a ignorar. É uma situação trágica que expõe o quão horrível aquele mundo pode ser. Ainda assim, a resposta do Goblin Slayer, que ele estará ali para quando ela precisar, manda a sutil mensagem de que ainda há de se ter esperança.

Numa nota final, eu gosto bastante da ideia de que após o rei demônio ter sido derrotado as criaturas que ele controlava simplesmente passaram a vagar por ai causando problemas. Raramente uma história lida com o que acontece depois do grande mal ter sido derrotado, e que em parte Goblin Slayer se proponha justamente a isso é no mínimo um elemento distinto seu.

Tensei Shitara Slime Datta Ken, episódios 9 e 10

Finalizando os animes da temporada, alguns rápidos comentários sobre nosso slime favorito.

O episódio 9 abre com o Rimuru dando uma olhada no seu novo corpo e descobrindo que sua forma humana não possui sexo. O que me soa um tanto quanto estranho: o anime tenta explicar isso com a colocação de que o Rimuru não possuía sexo como slime, mas até ai ele também não possuía tato, ou paladar, ou visão, e ganhou tudo isso ao se transformar. Como quem ele absorveu foi a Shizue eu entenderia se ele não tivesse o sexo masculino, já que o Grande Sábio não teria como produzir algo que não conhece (por não ter analisado). Mas nem o sexo feminino? Talvez o autor da obra original não quisesse ter seu antigo assalariado de meia idade se tornando uma garotinha, mas se for o caso essa pessoa podia aprender um pouco com quem quer que tenha escrito a light novel de Youjo Senki

Na sequência, o nono episódio se volta sobretudo para nos introduzir aos ogros, com quem o Rimuru acaba lutando devido a um mal entendido. Mais interessante aqui é o fato de termos um vislumbre do que seria o “poder total” do Rimuru, na cena em que ele cria aquele tornado de fogo negro. Claro, sem um comparativo não da realmente pra saber o que isso significa, mas se formos pela reação dos ogros fica claro que Rimuru não é fraco.

Dito isso, ele também não parece ser forte demais. No episódio 10 temos que ele oferece aos ogros que se tornem seus subordinados, e quando vai nomeá-los o Rimuru acaba desabando. Nomear uma vila inteira de goblins ainda não tira tanta energia quanto nomear apenas seis ogros, e esse talvez seja um indicativo melhor dos limites da capacidade do Rimuru. Mas claro, ainda estamos para vê-lo enfrentar alguém do mesmo nível.

O décimo episódio também nos introduz ao príncipe dos homens lagarto, sobre o qual eu tenho sentimentos mistos. Aparentemente ele é do tipo que se deixa levar muito por aqueles ao seu redor: embora orgulhoso, ele nem considerava substituir seu pai até seus subordinados começarem a elogiá-lo demais. A depender de como trabalharão o personagem ele pode ser ou extremamente irritante ou entregar uma singela história sobre os perigos da húbris. Torço para que seja o segundo…


Outros Títulos


Non Non Biyori Repeat, episódios 3 a 6

Eu vou dizer que estou gostando da segunda temporada de Non Non Biyori um pouco mais do que gostei da primeira. A comédia ainda é bastante presente, mas o anime também sabe quando ser mais atmosférico e aproveitar do seu cenário campestre. Ao mesmo tempo, eu não tenho lá muito o que comentar, então aqui alguns pontos soltos sobre cada episódio.

Especificamente o episódio 3 me fez perceber como eu gosto da retratação da Renge nesse anime. Ela é uma criança, que age com todos os maneirismos e senso de maravilhamento que você esperaria de alguém nessa faixa dos 6-7 anos de idade, mas ela também tem alguns momentos em que demonstra considerável maturidade – como quando ela fala pra irmã que a professora é quem deveria dar o exemplo aos alunos. Ao mesmo tempo, eu gosto da retratação da própria professora nessa cena, quando ela fala que só está cansada porque virou a noite preparando as provas das garotas. Adiciona um pouco de nuance à personagem, que pelo menos por um momento se mostra mais do que apenas o arquétipo da professora preguiçosa.

E essa temporada também parece interessada em parear as personagens com maior variedade. As quatro juntas, a Hotaru com a Koma, e a Natsuki com a Renge, foram as combinações mais comuns na primeira temporada, e a segunda vem apresentando ao menos algumas instâncias de variações nisso. No episódio 4 temos um breve momento de interação maior da Renge com a Koma, e no 6 temos toda uma esquete da Natsuki com a Hotaru. Cenários bem vindos na medida em que adicionam diversidade às piadas que o anime consegue fazer.

Ginga Tetsudou 999, episódios 33 a 36

Surpreendentemente, eis que temos outra sequência de bons episódios!

No episódio 33, nossos protagonistas desce em um planeta que se especializou em produzir parafusos. Me incomoda que o grosso do episódio seja ainda outro cenário de uma mulher solitária que sequestra o Tetsuro, mas pelo menos desta vez o anime conta uma história bem mais interessante do que nas vezes passadas. É uma trama sobre a alienação pelo trabalho, conforme a mulher se vê como apenas um parafuso, completamente substituível. E a solução que o anime dá, de fazê-la perceber que mesmo o mais mundanos dos trabalhos possui valor quando posto num contexto maior, é uma resposta bem japonesa aos dilemas postos pela crescente especialização da mão de obra, onde o trabalhador dificilmente se vê no produto final na medida em que contribuiu apenas para uma pequena parte dele.

Já os episódios 34 e 35 formam juntos um mesmo arco, conforme Tetsuro e Maetel descem em um planeta folheado a ouro. A discriminação que aqueles não dourados sofrem faz o Tetsuro lembrar do planeta das pessoas que brilham, onde conheceu Freya, e essa conexão dá um bem vindo senso de continuidade para a série.

Mas mais interessante nesse arco é a dinâmica que ele estabelece entre mãe e filho. No planeta, Tetsuro conhece Wheel Look, um garoto que está disposto a tudo para conseguir um corpo dourado. Por contraste, a sua mãe se juntou à resistência que deseja abolir esse costume no planeta. É uma situação interessante, além de curiosamente atual, na medida em que hoje temos de fato uma geração de jovens mais conservadores do que no passado.

Infelizmente, esse arco peca um pouco em ainda outra vez querer dar um rosto a algo que não era necessário. Tetsuro e Wheel Look descobrem que o dourado que recobre pessoas e objetos é mantido por uma única máquina no centro da cidade, e que sem ela esse dourado cairia. O que já é uma solução um tanto quanto fácil demais para um problema tão complexo quanto um costume, mas a situação que fica ainda pior quando descobrimos que no centro dessa máquina está uma mulher – na qual o Tetsuro prontamente atira na cara.

Essa simplificação, que dá a um problema complexo um inimigo e um rosto contra o qual lutar, realmente não me agrada. Eu entendo que seja um anime infantil, e entendo que devem ter feito isso para conseguir terminar o arco de maneira satisfatória em apenas dois episódios, mas ainda me parece uma péssima mensagem para se passar.

Finalizando, temos o episódio 36, do qual eu acabo não tendo muito o que falar. Foi um episódio bonito, que toca de forma tangencial em temas como o medo do diferente (e a consequente xenofobia que emerge desse medo) e o quão terrível é o ostracismo, mas nada que eu sinta necessidade de comentar muito a fundo. Ao menos foi um episódio gostosinho de assistir.

E você, leitor, que está achando da temporada? Sinta-se a vontade para descer um pouco mais a página e deixar um comentário com a sua opinião.

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