Café com Anime – Yagate Kimi ni Naru, episódio 7


Nossa conversa semanal sobre os animes da temporada.


E começa aqui mais um Café com Anime! Como de costume, a mim aqui se juntam o Fábio “Mexicano”, do Anime 21, o Vinicius Marino, do Finisgeekis, e o Gato de Ulthar, do Dissidência Pop, em mais uma conversa sobre esse anime que vem se provando uma das maiores surpresas da temporada, Yagate Kimi ni Naru (ou Bloom into You).

Mas antes de irmos para a discussão, sempre bom lembrar a todos para que não deixem de conferir também as outras conversas do Café nos demais blogs! No Anime 21 nós continuamos com Banana Fish, da temporada passada. No Finisgeekis, o leitor pode conferir nossas conversas sobre Irozuku Sekai no Ashita Kara. E no Dissidência Pop temos Zombieland Saga. Fiquem de olho e não percam!

E sem mais delongas, vamos então à discussão! Uma boa leitura para todos.


Diego:

Ao final do episódio anterior, pela primeira vez o anime quebrou a sua “regra não dita” de manter a Yuu como o nosso ponto de vista, nos dando um leve espiar na mente da Touko. Esse episódio vem fazer algo semelhante, mas agora sendo inteiro focado na Sayaka. Uma decisão que rendeu alguns momentos bem interessantes.

Do (bem) pouco que sei a respeito do tema, parece que existe uma tendência na cultura japonesa de ver o relacionamento homossexual como “apenar uma fase”. Na ficção, isso por vezes implica em personagens que começam gays, mas terminam num relacionamento hétero (Shinsekai Yori, por exemplo). Então eu sempre fico com um pé atrás em se tratando de romance yaoi ou yuri, me perguntando o quão longe o autor estará disposto a realmente ir.

Esse episódio responde essa pergunta, não só tocando brevemente nessa mentalidade de “é só uma fase”, como abertamente rejeitando-a, e isso enquanto nos dando um merecido e necessário maior aprofundamento numa das principais coadjuvantes da história. Em outras palavras: eu realmente gostei desse episódio!

Mas e quanto a vocês, o que acharam?


Gato de Ulthar:

Não sei se curti o fato da Sayaka gostar da Nanami de uma maneira além da amizade, me pareceu muito previsível essa situação, eu esperava que realmente fosse apenas um ciúme de amiga, mas parece que nesse tipo de obra nada é deixado ao acaso, principalmente quando for interessante para se criar um triângulo amoroso.

E uma nota, gostei bastante da cena da mulher do bar fazendo o café, foi esteticamente muito agradável e estimulante.

E foi realmente interessante isso da professora manter um relacionamento lésbico em segredo, e ver que esse tipo de coisa tem que ser mantida em segredo, se não ela provavelmente perderia o seu emprego, o que mostra que a sociedade japonesa não é lá muito permissiva neste tipo de situação.


Vinicius Marino:

Quero que a Yuu e a Nanami vão embora. Essas personagens são muito mais interessantes!

Levou sete episódios, mas finalmente temos algo que se parece um conflito real. Aliás, não apenas um. A “dobradinha” da rejeição da Sayaka e da segredo da barista foi de tirar o chapéu. Tocamos em vários pontos que tínhamos mencionado aqui antes, mas que Yagate fez questão de evitar: a decepção de uma garota ao ser tratada como “experiência” efêmera de outra e o drama de um casal flertando com o armário.

Ainda não compro o dilema principal do anime, mas fico feliz que ele se permite essas histórias paralelas. Se tivermos mais disso até o fim, estarei feliz!


Fábio “Mexicano”:

Eu tinha certeza que a Sayaka gostava da Nanami, minha única dúvida era se ela já tinha tentado se aproximar mais ou não, se é que vocês me entendem. Ela sabe bastante sobre a amiga, e uma aproximação, com a inevitável rejeição, seria uma forma dela ter descoberto tudo isso. Ao invés, ela aprendeu apenas por observação mesmo. Bem, ela é alguém que consegue descobrir que a professora é lésbica pelo jeito que ela toma café, então não me espanta que eu pouco mais de um ano tenha aprendido tanto sobre a Nanami só observando.

E esse episódio foi sim um desfile de modelos de relacionamento lésbico. Teve o relacionamento antigo da Sayaka, que sua ex-namorada acabou tratando como apenas experimentação mesmo ou desistiu por algum tipo de pressão social maior. Em qualquer caso, cabe no clichê yuri de que o relacionamento lésbico é só uma fase. Eu acho que já li a respeito e parece que isso guarda alguma relação com a realidade, e que relacionamentos lésbicos são, ou no passado foram, uma forma comum de iniciação sexual de garotas japonesas, mas não sei o suficiente para afirmar nem negar isso, estou só jogando a pista aqui para quem tiver o interesse de pesquisar.

De todo modo, como o Diego destacou, o YagaKimi é rápido em dizer que esse não é necessariamente o único tipo de relacionamento lésbico. A professora e a barista são adultas e mantém uma relação, ainda que não possam ser totalmente abertas quanto a isso. Saber disso expandiu os horizontes da Sayaka e agora talvez ela resolva agir? Estou ansioso por esse desfecho – uma rejeição, decerto.

E tem o relacionamento principal, que continua se aprofundando. Com as duas escondendo coisas uma da outra e escondendo coisas das outras pessoas. Por enquanto a Nanami não está exigindo nada demais, mas ela permanece em posição para transformar esse relacionamento em um inferno a qualquer momento. Vamos ver o que acontece.


Diego:

Mesmo estando gostando bastante do desenrolar do romance entre as protagonistas, essa virada para o elenco secundário de fato criou um dos episódios mais fortes da série até aqui. Então vamos “quebrar” a discussão um pouco de acordo com o núcleo :P

Começando pelo menor: que acharam da relação entre a professora e a barista? Confesso que eu honestamente não esperava que o anime fosse ser tão aberto em mostrar um relacionamento gay, justamente pelo histórico da mídia de tratar a isso como apenas uma fase. No fim, porém, tivemos não apenas um relacionamento indicado, como vimos as duas vivendo juntas, se beijando, e para que não fique sombra de dúvida, a barista ainda depois diz com todas as letras que as duas estão namorando. Eu adorei, mas o que vocês acharam?


Fábio “Mexicano”:

Bom, e não foi aberto. Quase não mostra nem o beijo. Elas escondem em público. A barista contou pra Sayaka, e tenho certeza que a professora vai pistolar se descobrir, mas provavelmente não vai descobrir, serviu só para dar um empurrão na Sayaka mesmo. Como não imagino o anime virando triângulo amoroso, ou ela vai virar uma peste de verdade para a Yuu, ou ela vai se declarar, quebrar a cara, e servir de exemplo para assustar a Yuu.


Vinicius Marino:

Foi de fato escondido. Mostra que essas personagens vivem numa corda bamba – embora não saibamos exatamente quais são as “stakes”. Em todo caso, achei que justamente por isso ele pareceu o relacionamento de duas pessoas que, bom, se conhecem a algum tempo.

A maior parte das histórias de amor acaba no primeiro beijo (ou na primeira transa, ou no primeiro… bom, vocês entenderam). Só que a vida continua, e aquela paixão fulminante do começo invariavelmente acaba. Casais de longa data não precisam ficar se pegando nos corredores. Você vê mãos dadas, beijos, mas tudo desbotado por certa casualidade. São pessoas que não precisam mais provar uma para a outra que se gostam e se dão o direito de agir naturalmente.

A cena das duas em sua vida pessoal, breve que tenha sido, me passou exatamente essa sensação. Ao que eu aplaudo o anime.


Gato de Ulthar:

O interessante é que essa corda bamba faz sentido. Aposto que a professora seria demitida se soubessem que mantém um relacionamento desta natureza, pois não é novidade como os japoneses “exigem” uma conduta impecável dos professores.

E acrescentando, parece mesmo que as duas se dão muito bem, mesmo com as dificuldades de manter um relacionamento escondido.


Diego:

Quase sempre, animes yaoi/yuri agem como se não houvesse qualquer tipo de barreira social a um relacionamento homoafetivo. O que pode ser bom em certo sentido, sobretudo para aqueles que buscam justamente uma história que normalize esse tipo de relacionamento. Mas no outro extremo faz parecer que falta nessa mídia dos animes (e eu digo dos animes especificamente, já que o mangá tende a ser bem mais prolífico em temáticas) obras que reconheçam essas dificuldades.

Yagate começou muito bem com aquele comentário do pai da Yuu alguns episódios atrás, e agora continua com esse relacionamento velado entre a professora e a barista. Ao mesmo tempo, porém, o desgosto social por esse tipo de relacionamento parece existir muito como plano de fundo. O Maki descobriu o relacionamento da Yuu com a Nanami e sua reação foi abertamente positiva. Parece que Yagate quer integrar o melhor dos dois mundos, oferecendo personagens que apoiem as protagonistas ao mesmo tempo em que reconhecendo as dificuldades impostas pela sociedade.

Concordam?


Fábio “Mexicano”:

Eu acho que existem barreiras (no gênero em geral), elas só são representadas de forma diferente. São adolescentes afinal, e, como já disse noutra edição, pelo pouco que eu sei existe uma “tradição” de lesbianismo no colegial no Japão, e todo mundo meio que espera que seja só uma fase, que passe. Foi rigorosamente o caso do primeiro relacionamento da Sayaka: sua parceira “cresceu”.

O que mais tem em yuri é o questionamento “mas nós duas somos garotas!!”, que aqui, de fato, não teve. Em compensação, teve o comentário do pai da Yuu, cujas consequências, se alguma, ainda não sabemos quais serão. A irmã mais velha da Yuu já “pescou” o que está acontecendo e até está torcendo à favor.


Gato de Ulthar:

Se essa é a intenção de Yagate eu não sei, mas olhando bem, a abordagem do tema vem sendo eficiente, mesmo que eu ache muito conveniente circularem tantas lésbicas ao redor da protagonista, é uma conveniência de enredo esperada em obras de gênero. Pelo menos não é nada tão escrachado como alguns mangás Yaoi onde todo mundo é gay, os alunos, os professores, os pais…

E esse medo do casal da barista e da professora é surpreendentemente legítimo.


Fábio “Mexicano”:

Ela é uma professora, mesmo não sendo nada ilegal e mesmo fazendo cada vez menos sentido questionar a moralidade da relação delas, a gente sabe que ela no mínimo iria atrasar bastante sua carreira. E ela parece ser a irmã mais velha da amiga atleta da Yuu? Pelo menos foi a impressão que eu tive já na primeira vez que elas interagiram, episódios atrás. Será que ela sabe de algo?


Vinicius Marino:

Pessoalmente, eu curto bastante histórias de amores proibidos envolvendo professores. Quando bem conduzidas, dão vazão a toda sorte de dilemas morais. Não que eu ache que haja muito espaço em Yagate para isso. O anime parece ter outras preocupações.


Fábio “Mexicano”:

Meu Shinkai favorito continua sendo O Jardim das Palavras. Conta? :stuck_out_tongue:


Vinicius Marino:

Pra mim conta, mas admito que sou suspeito pra dizer. Minha esposa é 5 anos mais velha que eu, e começamos a namorar bem cedo. Tenho uma quedinha por romances com age gap :grin:

Quando uma das partes é muito nova (como eu era, tinha acabado de passar no vestibular) tem uns conflitos bem interessantes sobre expectativas conflitantes de vida. Pra ficção, dá muito pano pra manga.


Fábio “Mexicano”:

Bom, não é o caso aqui. Ou talvez seja? O primeiro amor da Sayaka era mais velha e ela ter se formado antes parece ter sido determinante para o fim da relação.


Diego:

Já que a oportunidade surgiu, falemos um pouco mais da Sayaka então :stuck_out_tongue: Como eu disse no começo, foi a primeira vez que o anime dedicou um episódio inteiro a nos mostrar o ponto de vista de alguém que não a Yuu, e o drama da Sayaka é um bem interessante. A sua ex-namorada (por sinal, quão raro é termos “ex” nos animes?!) a fez perceber a própria sexualidade, mas também a descartou tão logo “cresceu” daquela “fase”. Foi uma experiência traumática, que agora a impede de se aproximar verdadeiramente da Touko. Mas ela parece bastante ciente de que a própria Touko tem um interesse especial na Yuu. Será que andaremos para um triângulo amoroso de fato?


Fábio “Mexicano”:

Bom, alguma coisa vai acontecer, esse episódio não foi de graça :stuck_out_tongue:

Eu tenho duas hipóteses (que não são necessariamente excludentes):

1 – A Sayaka tenta se aproximar da Nanami, se declara, e é rejeitada. Sua rejeição serve para o anime mostrar na prática como a Nanami reage quando alguém, especialmente alguém próximo, declara estar apaixonada por ela. Mostra para nós, espectadores, e mostra para a Yuu também, potencial interessada em seguir pelo mesmo caminho.

2 – A Sayaka nota a proximidade entre Yuu e Nanami, e boa observadora como é, deduz tudo. Ao invés de partir para conquistar a Nanami, sabendo o quanto isso é inútil, ela escolhe infernizar a Yuu.


Gato de Ulthar:

Pensei numa terceira possibilidade.

A Sayaka vê a proximidade da Yuu com a Nanami, e motivado por ciúmes, tenta seduzir a Yuu, com o objetivo de prejudicar sua amada. Inclusive ela se deita com a Yuu e tira sua virgindade…


Fábio “Mexicano”:

Se a Yuu não estivesse operando em modo cínico, até acho que isso fosse possível. Mas ela não é inocente, ela em pouco tempo já percebeu tudo o que a Sayaka percebeu sobre a Nanami. Na cena em que a Sayaka diz que vai chamar a Yuu pelo primeiro nome, no Conselho Estudantil (o que deixou a Nanami em pânico), a Yuu pensou friamente antes de responder. Ela não está vulnerável dessa forma. Não por enquanto, pelo menos:

Não vamos nos enganar, nessa relação, a frágil é a Nanami. Olha a cara que ela fez na mesma cena:


Diego:

A Yuu também não é nenhuma rocha, lembremos. No episódio passado ela tentou usar do amor da Nanami por ela para convence-la a abandonar esse comportamento autodestrutivo, e acabou quebrando a cara. E, inclusive, ao quebrar a cara é ela quem se dobra, aceitando ajudar a Nanami com a peça. A Yuu talvez não seja tão frágil quanto a Nanami, mas ela também não é de pedra.


Fábio “Mexicano”:

Ela foi casca grossa o suficiente para ficar satisfeita com esse arranjo, pelo menos por enquanto.

O anime mostra isso visualmente: ela tropeçou, mas não caiu, conseguiu pivotar e reestabelecer um apoio estável no chão.


Vinicius Marino:

Espero que não levem isso para o mal, Fábio e Diego, mas preciso reconhecer que a ideia do Gato é muito melhor.

Aliás, a ideia do Gato é melhor que 90% das ideias do anime. Alguém demita esse roteirista e coloque o Gato no comando. :grin: Quero ver a Sayaka seduzir a Yuu para prejudicar a Nanami.

Isso parece aquele filme “Closer”. É nisso que você estava pensando, Gato?


Diego:

Sem ofensas, mas isso parece MESMO é uma novela da Globo :stuck_out_tongue:

Mas pra finalizarmos a discussão, e quanto ao nosso casal principal? Que dizer da Yuu e a Nanami nesse episódio?


Gato de Ulthar:

Diego, me diga uma novela da Globo com a minha ideia? Estou esperando! :stuck_out_tongue:

No máximo vi algo semelhante em uma visual novel que joguei uns anos atrás.

E obrigado Vinicius, e fica a deixa se alguém da produção do anime quiser me contratar estou a disposição!

A Yuu e a Nanami, nem lembro o que elas fizeram neste episódio francamente, o foco ficou tão forte nas personagens secundários que apaguei as duas momentaneamente da minha memória :stuck_out_tongue:


Vinicius Marino:

Pois é… eu também não lembro. :stuck_out_tongue_closed_eyes: Nos dê um help, Diego, esquecemos de alguma coisa crucial?


Fábio “Mexicano”:

Nesse episódio o relacionamento delas esteve estagnado, e é o que se espera dadas as exigências ridículas da Nanami. Cada passo a frente será por conta dos desejos dela, e apesar do potencial abusivo disso, ela tem sido bastante modesta e sem pressa. Agora o anime tunou a Sayaka, vamos ver se ela provoca alguma reação nessa relação.


Diego:

Bom, elas passaram a se chamar pelo primeiro nome :stuck_out_tongue: O que costuma ser um marco importante num relacionamento nos animes. Se bem que a Yuu não parece ter achado tão grande coisa quanto a Nanami.


Fábio “Mexicano”:

É, então. O que costuma ser um grande marco, aqui foi imposição da Nanami – e ela própria se sentiu mais afetada por isso do que a Yuu, o que tem sua graça.

Convenhamos que é difícil qualquer “grande marco” logo depois do episódio anterior.


Diego:

Bom, isso é verdade. Ah bem, já que é assim acho que podemos então seguir o exemplo do anime e não nos debruçarmos demais sobre essas duas. Já falamos delas por seis episódios, afinal :stuck_out_tongue: Ficamos então por aqui, e até a próxima semana a todos o/

E você, leitor, que achou desse episódio? Sinta-se a vontade para descer um pouco mais a página e deixar um comentário com a sua opinião.

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2 comentários sobre “Café com Anime – Yagate Kimi ni Naru, episódio 7

  1. Mais um ótimo Café com Anime (e eu ainda preciso tomar café enquanto leio, só pela zoeira).

    Não tendo o cristianismo fortemente estabelecido, parece que a discriminação no Japão quanto aos relacionamentos homossexuais está ligada mais ao velho ditado: “O prego que se destaca é martelado para baixo”. O casamento gay por lá ainda não é legalmente permitido, mas a comunidade LGBT tem se manifestado bastante e cada vez mais parece estar havendo uma melhor aceitação sobre essas questões.

    O fato de YagaKimi ressaltar que existem problemas em um educador transparecer um relacionamento do tipo é, como já disseram, verossímil, e mesmo que queiramos um universo fictício em que esse tipo de relação seja visto como algo normal, ao menos eu acho mais interessante que a obra esteja trabalhando seguindo estas regras que se comunicam melhor com nossa realidade.

    Quanto ao que o Fábio citou, sobre a Sayaka ter descoberto a sexualidade da professora pela forma com que ela tomava seu café, eu fiquei com uma dúvida sincera no close dado à boca da professora naquela ocasião, não entendendo o que demais tinha na cena. Sei que pode haver algum detalhismo na maneira com que ela segurou a xícara, sua expressividade ao tomar o café, mas ficou bastante misterioso o fator catalizador de sua conclusão.

    No mais, digo que também curti muito o episódio, tendo sido uma das ocasiões envolvendo personagens secundários mais surpreendentes dentre as últimas obras que vi, e acredito que o papel de Sayaka agora não será incitar um triângulo amoroso, infernizar a vida de Yuu ou qualquer coisa que a torne uma rival irritante. Vou mais para o lado dela se declarar para sua paixão, receber uma bela de uma rejeição e isso despertar um sincero medo em Yuu, evitando que ela dê um passo maior que a perna.

    O que estou realmente curioso é sobre a abordagem que Sayaka usará e como isso afetará os demais. Vai que ela joga na lata, na frente do clube inteiro, e isso gera um burburinho em toda a escola. Seria bem interessante, não?

    Curtido por 1 pessoa

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