Comentários Semanais – SAO 3; Tensei Shitara Slime; Release the Spyce; e muito mais.


O que assisti essa semana.


Olá e bem vindos a mais um Comentários Semanais \o/ Acredito que nesse ponto a maioria já sabe como isso funciona, então vou manter breve essa introdução.

Após faltar na semana passada, GeGeGe no Kitaro retorna nessa. E na seção de animes já finalizados, nos despedimos de Fushigi no Umi no Nadia (que ainda terá uma review aqui no blog, aguardem!) e fica também em falta Ginga Tetsudou 999, que não consegui assistir muito nessa última semana.

No mais, tudo corre conforme os conformes. Então vamos lá, afinal são muitos animes para comentar! Uma boa leitura a todos o/


Temporada de Outono / 2018


Sword Art Online: Alicization, episódios 6 e 7

Eu vejo esse arco Alicization muito como o culminar de tudo o que vimos em Sword Art Online até agora. Isso já é aparente pelo retornar de diversos personagens, das garotas de arcos passados, passando pelo próprio Kikuoka, até o próprio fato desse arco começar com um ataque do “death gun” fugitivo. Mas esse culminar vem também a um nível bem mais temático. Em essência, Sword Art Online sempre foi sobre a relação entre o mundo real e o mundo virtual, do quão diferentes e do quão semelhantes os dois mundos são.

No episódio 6, a explicação sobre o que é o Projeto Alicization borra por completo a divisa entre os dois universos. Underworld, o mundo virtual da vez, abriga não meras inteligências artificiais, meros NPCs, mas sim IAs praticamente indistinguíveis dos humanos. E que ainda assim o próprio Kikuoka vê como seres menores, declarando que prefere ver morrer dez mil IAs do que um único soldado humano. Pensamento com o qual a Asuna, e certamente o Kirito, se estivesse ali presente, não compactua. Talvez o conflito ideológico mais interessante do anime até aqui.

Um adendo: a cena da Asuna contando tudo sobre esse projeto ultra secreto para o restante do harém é original do anime. Na light novel, toda a RATH está isolada do mundo, sem qualquer conexão com a internet – o que faz muito mais sentido. Slow clap para a A1 Pictures.

No episódio 7 nós voltamos a Underworld, e me surpreende ver o quanto o anime pulou. Nada de essencial foi perdido, diga-se de passagem, o que é um bom sinal: saber o que cortar é tão relevante numa adaptação quanto saber o que manter. Eu só não lembro do anime falar quem era aquele senhor que disse para o Kirito e o Eugeu cortarem um pedaço da Giga Cedras. Oh bem: se alguém ficou confuso, ele era o predecessor do Eugeu na tarefa de cortar a árvore.

No mais, vou dizer que com o tanto que o anime cortou eu fiquei com um pouco de receio que ele fosse tentar acelerar demais as coisas, colocando uma certa cena ainda nesse episódio, mas fico bastante feliz de ver que estava errado. O ritmo deu sim uma ligeira acelerada, embora eu me pergunto se quem está acompanhando apenas pelo anime vai se quer notar, mas em todo caso não o fez ao ponto de ser um problema. Apesar de um deslize ou outro, a adaptação vem sendo bem sólida, o que só tenho a aplaudir.

Tensei Shitara Slime Datta Ken, episódios 6 a 8

Estes três episódios foram certamente uma montanha russa de emoções. No 6 somos apresentados à Shizue, a “pessoa destinada” do nosso slime protagonista, que se revela uma aventureira habilidosa e uma japonesa do período da Segunda Guerra que foi invocada àquele mundo. O final sendo um momento bem doce, conforme o Rimuru mostra a ela o Japão moderno, reconstruído após a derrota na guerra.

O episódio 7 vem nos mostrar mais do passado da Shizue, e do quão sofrido ele foi. Temos também uma boa luta, conforme o demônio que ela tinha em si, Ifrit, acaba libertado e causa bastante destruição na vila dos goblins. Claro, Rimuru consegue lidar com ele – talvez até fácil demais, mas não é como se já não soubéssemos que ele é imune ao calor – e tudo parece acabar bem. E ai temos o episódio 8.

Eu sinceramente não esperava que o anime fosse matar a Shizue, muito menos assim tão cedo. Tanto que eu até me incomodei um pouco com o quão longo estava sendo o monólogo dela, contando a sua história de vida. Mas claro, uma vez que entendemos que esse é o fim dela, a cena anterior faz muito mais sentido. E os seus momentos finais, reencontrando com a mãe, compõem uma cena genuinamente emocionante.

Acho que todos estávamos ansiosos por ver a forma humana do Rimuru, mas eu nunca pensei que esse fosse ser o preço. Well played, anime.

A cena final, do Rimuru olhando a reconstrução da vila enquanto pondera sobre o que fará daqui em diante, cuida de explicar em que sentido a Shizue era a sua “pessoa destinada”. Longe de um sentido romântico, é o encontro com ela que dá o objetivo que Rimuru tentará alcançar: encontrar e vencer o Rei Demônio que a fez sofrer. Será que o anime chegará a esse ponto? Duvido, mas que ele exista já está de bom tamanho.

Tomando de empréstimo o título de um capítulo do mangá Vinland Saga, este oitavo episódio é o “fim do prólogo” de Tensei Shitara Slime Datta Ken. E eu estou bastante ansioso para ver o que vem pela frente.

Tonari no Kyuketsuki-san, episódios 6 e 7

“Começou fofo e inocente, mas ai…”. Obrigado, Sakuya, pela versão tl;dr desse anime.

Sobre o episódio 6, é sempre bom vermos retornar personagens de fora do núcleo central das quatro garotas. E que a Sayaka possa aparecer é também um bom sinal, uma mostra de que a história acredita que essas personagens podem também funcionar sozinhas. E que a Sayaka seja o único membro do clube de ocultismo de sua escola adiciona ainda uma pequena camada a mais de caracterização à personagem.

Infelizmente, eu não tenho tanto o que dizer sobre a segunda metade do episódio 6 ou a primeira do episódio 7. Sobre o primeiro, foi legal vermos as garotas interagindo em um outro cenário, e sobre o segundo eu acho que levar a Sophie à praia é um nível de estupidez grande demais até para a Akari (ainda que a gag da Sophie gostar de ficar dentro da mala de viagem tenha me arrancado um sorriso…).

Mas eu gosto bastante de como o sétimo episódio finaliza. Um pouco mais cedo a Sophie comenta que ela não gosta de flores: elas morrem muito rápido. E ao final ela não entende a graça dos fogos de artificio, igualmente efêmeros. A Akari, porém, explica que ainda que os fogos sejam efêmeros, a memória deles seguirá com elas. Tudo um dia deve acabar, mas isso não tira a beleza do momento enquanto um momento.

Claro, no subtexto está a própria relação da Sophie com a Akari. Uma vampira imortal, eu tenho certeza que a Sophie sabe muito bem que a Akari irá envelhecer e, eventualmente, morrer. Que o anime não toque nesse ponto de forma direta é um reflexo de sua natureza enquanto um moe, mas que ele toque ao menos nas entrelinhas demonstra que a obra não planeja esquecer o que ser um vampiro significa.

SSSS.Gridman, episódios 6 e 7

E depois do episódio que claramente só existe pra fazer propaganda de dakimakura, eis que Gridman retorna à sua história principal, com dois episódios que servem sobretudo para nos dar algumas explicações e para que os personagens fiquem todos na mesma “página”. Infelizmente, eu devo dizer que, apesar de divertidos na hora, em retrospecto eu tenho mais críticas do que elogios a esses episódios.

No caso do 6, enquanto é bom que finalmente o Hibiki descubra a verdade sobre a Akane, que essa descoberta venha na forma de uma garotinha que leva o garoto pra um passeio de trem e vomita uma montanha de informação sobre ele (e consequentemente sobre nós) não realmente me agrada. Em casos assim eu sempre me pergunto onde estava esse NPC durante todo esse tempo, que só decidiu aparecer agora.

Já o episódio 7 me incomoda mais pelo seu começo, quando ninguém acredita no Hibiki após ele contar tudo o que ouviu. Digo, que esse adolescente seja a chave para se transformar num robô gigante sempre que um monstro ataca a cidade é perfeitamente razoável, mas que outra adolescente possa estar criando esses monstros ai já é demais? Por favor, né? É o clichê pelo clichê, porque é claro que os amiguinhos tem que duvidar.

Eu só me pergunto o que eles estavam pensando, então. Que o Hibiki estava mentindo? Por quê? Que a menina kaiju estava mentindo? De novo: com que propósito? Ainda se o episódio abordasse essas questões seria interessante, mas não, só coloca o povo pra duvidar até que, sem motivo nenhum, passam a acreditar no Hibiki ao final do episódio. Chega a ser frustrante, francamente.

Ao menos agora podemos dizer com certeza que há algo de errado com a realidade na qual esses personagens habitam. Que eles talvez estivessem em uma simulação é uma teoria comum há algum tempo, mas esses dois episódios são os que fornecem as bases mais sólidas para ela. Dito isso, eu ainda não tenho certeza de que seja isso, mas o jeito agora é esperar pra ver.

Tsurune: Kazemai Koukou Kyuudoubu, episódios 3 a 5

Enquanto não exatamente ruim, Tsurune é certamente um anime básico, com bem pouco em termos de um atrativo ou diferencial frente a outros títulos do mesmo gênero. Nesses três episódios, vemos o protagonista retornar ao clube de arco e flecha (porque é claro que ele retornaria), vemos como o esquentadinho do grupo não se dá bem com ele ou com o fato dele voltar (porque é claro que ele não ia se dar bem), e temos mesmo um episódio de campo de treinamento que serve para aproximar esses personagens (porque é claro que sim). Nem como yaoi bait o anime entrega lá muita coisa, pra ser sincero.

Como eu disse, isso não faz dele ruim, exatamente, e posso dizer que apesar de tudo ele ainda é gostoso de assistir. Serve pra matar 20 minutinhos no dia, e pelo menos a abertura é boa. Mas ele é aquele tipo de anime que não te dá lá muita vontade de clicar no próximo episódio, e numa temporada com títulos bem mais fortes (inclusive entre animes de esporte, vide Kaze ga Tsuyoku) os 20 minutos de Tsurune bem poderiam ser aproveitados em algum outro lugar. Ainda assim, eu planejo continuar vendo. Já estamos quase na metade, afinal, e vai que ele melhora uma vez que comece o tão antecipado torneio, não é?

Release the Spyce, episódios 5 a 7

Finalizando então essa seção, falemos um pouco sobre essas garotinhas ninjas.

Da última vez que comentei Release the Spyce, eu mencionei como o anime vinha seguindo de uma forma um tanto quanto “mecânica”, e o episódio 5 fez bem pouco em termos de dissipar esse sentimento. Francamente, ele chega quase a soar como um filler, dado que a coisa de maior relevância que temos nele é a derrota de outra das “capangas mor” da Moryo. Felizmente, os dois episódios subsequentes foram bem mais interessantes.

Finalmente somos apropriadamente apresentados às duas últimas integrantes do Tsukikage, Goe e Hatsume, mas desta vez de uma forma que se amarra de forma bem mais firme à trama central do que o episódio de apresentação da Fuu e a Mei. Uma antiga amiga da Hatsume retorna, mas agora como agente da Moryo buscando descobrir se a Hatsume é ou não uma Tsukikage.

Eu vou dizer: para um anime que hora age como um moe e hora age como uma aventura descompromissada, Release the Spyce sabe como ter momentos surpreendentemente pesados, se não em imagem certamente em conceito. Sequestro infantil e tráfico humano, treinamento de crianças para se tornarem soldados, a história de vida da Theresia é triste e assustadoramente real. E que momentos como esse não soem deslocados no anime é algo a se elogiar.

O episódio 7 também traz o que parece ser o plano definitivo da Moryo, conforme fazem um primeiro teste de uma droga capaz de controlar quem a inale. Provavelmente ainda veremos uma ou duas missões mais episódicas até o final do anime, mas imagino que agora estamos realmente entrando no que virá a ser o arco final da história.

Só me preocupa como lidarão com a questão do traidor. Do que o anime desenvolveu as seis garotas, nenhuma parece uma candidata satisfatória. Por eliminação, a já aposentada é a candidata mais óbvia, mas seria uma pena ir com uma resposta tão óbvia. Preferiria mesmo que fosse algum dos animais treinados – o que, diga-se de passagem, além de inesperado ainda seria absolutamente hilário. Mas o jeito é esperar e torcer pelo melhor.


Animes Longos


GeGeGe no Kitaro, episódios 32 e 33

Em ambos os episódios, Kitaro mantém a sua estrutura episódica de apresentar um novo yokai no começo e então introduzir o anel mais para o meio ou final.

No episódio 32 somos apresentados ao “yokai ocidental” Belial. Não tenho muito o que dizer desse episódio exceto que é interessante como GeGeGe no Kitaro tem uma tendência de apresentar os yokai do ocidente como consideravelmente mais poderosos que os do Japão. Exemplo sendo o próprio Belial, que sozinho dizimou uma vila de Tengu. O que de certa forma levanta a pergunta do quão poderoso é aquele que lidera a todos esses yokai.

Quanto ao episódio 33, eu gosto de como uma vez que o yokai da vez diz que foi o pai da garota que lhe prometera a mão da filha em casamento o Kitaro imediatamente desiste de qualquer animosidade. Ele quer ajudar os humanos, mas não está disposto a se intrometer quando é a pessoa que atrai a desgraça para si própria (vide o longínquo episódio do trem para o inferno, lá no começo da série).

Sorte da menina que o yokai com o qual ela seria forçada a se casar era também a pessoa por quem ela estava apaixonada! Então já sabe, crianças: se gostam de uma menina, convença o pai dela a prometer a sua mão em casamento, siga-a para protegê-la da maldição que você indiretamente colocou nela, e eventualmente ela estará disposta a se casar. Infalível!

É, sinceramente, foram episódios meio fracos para o padrão da série. Felizmente, parece que no próximo a trama desse arco deve andar novamente, dado que o preview indica um retorno do Backbeard. O que faz sentido: estamos a 3 episódios do fim desse cour, então já está na hora de entrarmos no clímax.

Yu-Gi-Oh! VRAINS, episódio 77

Semana passada, eu disse que a Ghost Girl perderia. Porque ter a bunda chutada pelo vilão é meio que o único motivo para a existência dos secundários em Yu-Gi-Oh! Ao menos a garota não perdeu sua conta, ainda que por um motivo bem idiota. Digo, saber que seu pai – que, diga-se de passagem, nunca se prestou a ir dizer um “oi” ao filho em anos – ainda se preocupava com ele mesmo em seu leito de morte (eu acho que era o leito de morte…) fez o Bloodsheepard repensar seu desgosto pela meia irmã?! Sujeitinho volúvel…

Numa nota ligeiramente mais positiva, o episódio consolida de vez a parceria entre a Aqua e a Blue Girl, que agora sofre uma digitransformação mudança de avatar, se tornando a Blue Maiden e integrando o time do Yusaku. Eu disse na semana passada que um ponto interessante nesse Yu-Gi-Oh! é que temos um bom número de facções e núcleos diferentes, mas eu devia ter acrescentado que cedo ou tarde eles teriam de começar a se mesclar. Aoi foi com o Yusaku, enquanto que o Bloodshepard parece ter sido recrutado pelo Revolver.

Com o tempo eu imagino que os grupos do Yusaku e do Revolver se unirão contra o Lightning, mas eu me pergunto se esse será o final do anime. Para uma franquia que costuma passar dos 100 episódios, que o campo já esteja tão bem estabelecido no 77 me parece indicar que o Lightning não será o inimigo final. Se for pra chutar, acredito que a SOL Tecnology fará esse papel, mas nada me impede de estar invertendo as coisas e termos a SOL como um inimigo no meio desse arco, para então fecharmos com o Lightning. É esperar pra ver.


Outros Títulos


Fushigi no Umi no Nadia – Final

Eu vou tentar ser breve aqui, pois planejo fazer ainda uma review mais aprofundada do anime como um todo.

Logo após um dos melhores momentos no anime e na relação do Jean e da Nadia, que é a cena na qual Jean espera pela Nadia na Red Noah, o anime nos apresenta o seu pior arco até então, que são esses três ou quatro episódios dos personagens chegando à África. Nadia sofre ainda outra regressão em sua personalidade, se apaixona perdidamente por um rapaz da tribo na qual caíram no meio, e ao final tem seu coração partido quando ele revela já estar noivo. Francamente, é uma sequência de episódios inúteis cuja única real função é mostrar aos personagens o caminho até Tartessos, onde finalmente começa o arco final dessa história.

Gargoyle retorna, bem como Nemo e a tripulação do Nautilus. Há de se admitir: o final de Nadia é ótimo, além de grandioso. Reativando a Red Noah, Gargoyle usa do imperador Neo para declarar guerra ao mundo inteiro, pronto para impor a supremacia dos atlantes sobre a humanidade. Ao que se segue uma excelente batalha final. Não é um arco livre de problemas, e algumas revelações soam um tanto quanto saídas do nada (como o imperador Neo na verdade ser literalmente uma marionete do Gargoyle), mas ainda foi um ótimo fechamento para uma série que chegou até aqui numa viagem cheia de percalços.

Meus únicos problemas com o final são a Elecktra engravidando do Nemo (que disse a ver como uma filha…) e o epílogo nos mostrar que Mary (de 4 anos) e Sanson (de 27) terminam juntos. Aqui no ocidente existe a bobagem de que homens e mulheres não podem ser apenas amigos, mas Nadia parece querer ir ainda mais longe e declarar que pais e filhas não podem ser só pais e filhas. Ta né…

Futari wa Pretty Cure!, episódios 4 e 5

Com esses dois episódios, nós fechamos o arco do Pissard. Que, diga-se de passagem, já vai tarde.

Devo confessar que esses cinco primeiros episódios possuem praticamente todos os problemas que você poderia esperar de um anime do tipo. Pissard é um péssimo vilão, alternando entre o inteligente e o imbecil, ou, como acontece no episódio 5, entre alguém que usa de artimanhas para pegar cada cure em separado apenas para querer bancar o honrado e deixar a ambas se transforarem uma vez que se encontram. Não há consistência se quer em seus poderes ou em como e quando eles o utiliza, me fazendo perguntar se alguém na Toei revisava os roteiros dessa série (ou mesmo sequer a assistia).

A animação também se provou sofrível. Atualmente, pretty cure tem uma animação bastante elogiada, mas fica evidente que a coisa não começou assim. E se fosse apenas uma questão de movimentos truncados ainda dava para relevar, mas certas cenas são literalmente incompreensíveis de tão mal animadas. E que a finalização seja sempre o exato mesmo golpe das duas dando as mãos é algo que me faz perguntar porque elas não tentam isso desde o começo, sempre partindo primeiro para o combate corpo a corpo. É, eu sei, é porque o episódio precisa enrolar até dar os 20 minutos, mas isso é um péssimo motivo!

Nem os mascotes ajudam: Meppo é irritante ao ponto de eu pensar que ele merece ser entregue ao Dark King. Pelo menos a parte slice of life melhora bastante conforme o anime vai avançando, e de pura enrolação até a luta ela se tornou sem dúvida o ponto mais forte dos episódios.

E você, leitor, que está achando da temporada? Sinta-se a vontade para descer um pouco mais a página e deixar um comentário com a sua opinião.

4 comentários sobre “Comentários Semanais – SAO 3; Tensei Shitara Slime; Release the Spyce; e muito mais.

  1. A Hatsume mentiu tão bem, que quando ela envenenou a amiga dela, eu pensei que ela seria a traidora. Mas não, era fake, caramba, ela me enganou completamente. Eu nunca pensei que os animais poderiam ser o traidor, mas é possível e hilario como você bem disse.

    Spyce tá muito divertido…

    Diego, como você gosta de Yugioh e, joga o card game…. é, qual o seu arquétipo favorito? e porque os fluffal? acertei?

    Curtido por 1 pessoa

      • Nossa quase acertei XD… É que os fluffal é basicamente o melhor deck 4fun, por isso eu chutei eles, além que a arte do arquétipo é linda. Jogo com esse deck apenas no YuGioh Pro e Dueling Book. Físico mesmo, tenho só os Cyber Dragon, aquela versão focada no Infinity ( Minha carta favorita hehe)

        Sei bem como são os Dinos, sempre fazendo estragos no meta game.

        Valeu pela Resposta :D

        Curtido por 1 pessoa

  2. Dos citados aqui e que estou vendo: o anime do slime vai finalmente andar e isto não me importa, pois já tinha gostado do ritmo e carisma que apresentou e sim, matar a Shizu é mesmo triste,mas, ao mesmo tempo, importante pro andamento da obra e concordo que o preço pro Rimuru assumir a forma humana foi alto, meio que remete a “ordem equivalente” de “Full Metal Alchemist”; “Gridman” finalmente andando e dando plot twist atrás do outro quanto à condição do lar dos personagens, a Akane me fez lembrar da própria Suzumiya Haruhi por motivos óbvios, aliás, vale acompanhar o blog Você Sabia Anime que postam curiosidades do Gridman, ficando mais ciente certos fatos da trama e referências ao tokusatsu original e Kitarou tá bem, já habituei com esta rota mais episódica, pois se permite ser assim e manter o contexto sem soar estranho, tem sido meu semanal de domingo mais esperado.

    Sobre o primeiro anime da franquia Precure, falar mal da animação da Toei Animation não é nenhuma surpresa, vide o histórico do estúdio ser mais do contra do que ao favor; a transformação das protagonistas, ao que saiba, é mesmo em dupla, tem personagens em séries seguintes que seguem a mesma tendência, até “HUGtto Precure” tem esta ideia, no entanto, não tão essencial que estejam juntas e golpes é a mesma coisa na atual série da franquia, claro que podem ser feitos de maneira separada. E fora que é a primeira tentativa do estúdio com uma obra original – pode ter tido outras antes desta – que rendeu bons frutos e tantas temporadas.

    Curtido por 1 pessoa

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