Comentários Semanais – JoJo Parte 5; Tensei Shitara Slime; Tsurune; e muito mais.


O que assisti essa semana.


Olá a todos e bem vindos a mais um Comentários Semanais \o/ Desta vez para uma edição completa, com todas as quatro seções do quadro!

Começando temos seis animes da temporada atual. Sempre bom avisar, mas os animes que aparecem aqui são rotativos: eu devo estar vendo pouco mais de quinze animes essa temporada, e abordar todos toda semana seria um tanto desgastante, então falamos apenas de um punhado por vez.

Seguimos com os animes da temporada anterior que eu ainda precisava terminar. É a segunda vez que essa seção aparece desde que comecei o quadro, e também será a última esta temporada. Eu finalmente consegui terminar Asobi AsobaseShingeki no Kyojin, então não falta nada que eu tenha começado a ver na temporada passada e já tenha acabado. Só espero não precisar dessa seção na próxima temporada :P

No campo dos animes longos eu decidi trazer apenas GeGeGe no Kitaro dessa vez, já que Yu-Gi-Oh! VRAINS está no meio de um mini-arco que deve durar mais um ou dois episódios, e na última seção continuam os comentários de Fushigi no Umi no NadiaGinga Tetsudou 999.

Rápido aviso, como sempre não aparecem aqui os animes do Café com Anime. Nesta temporada, estamos cobrindo aqui no blog Yagate Kimi ni Naru. No Dissidência Pop temos Zombieland Saga. No Finisgeekis, Irozuku Sekai no Ashita kara. E no Anime 21 seguimos com Banana Fish. Não deixem de conferir!

E sem mais delongas, vamos aos comentários /o/


Temporada de Outono / 2018


JoJo no Kimyou na Bouken: Ougon no Kaze, episódios 3 e 4

Esses dois episódios de JoJo perfazem o teste que o Giorno teve de passar para entrar para a gangue Passione, e eu vou já começar dizendo que não sei ao certo o que sentir do teste em si. Para ser franco, eu esperava algo como o isqueiro apagar, o Giorno confessar e o Polpo responder que o importante era que ele foi honesto, e isso era tudo o que ele precisava em um subordinado. Que o teste na verdade envolvesse um stand foi uma quebra de expectativas, mas uma que joga no ar a pergunta sobre de onde veio essa nova flecha.

Um aspecto da parte quatro que eu gostei bastante foi a capacidade de manter uma estrutura quase que episódica enquanto ao mesmo tempo dando sempre um norte para a história, um novo mistério que precisava ser solucionado. A parte cinco já deu o seu norte ao dar um objetivo final para o Giorno, mas a adição dessa flecha é uma boa forma de indicar que há mais aqui do que apenas a jornada do protagonista no seio da máfia.

E por falar na parte quatro, enquanto eu não achei o stand do Polpo particularmente interessante, ele ao menos forneceu o desafio certo para unir o Giorno e o Koichi. Pra ser franco, eu me pergunto qual será o papel do segundo nessa história, já que até aqui ele parece existir apenas para fazer a ponte entre a parte quatro e a cinco. Agora, sendo um personagem de uma parte anterior eu não espero enorme participação do Koichi, mas um papel um pouco mais ativo certamente não faria mal.

Finalmente, temos a morte do Polpo, que eu francamente não esperava. Que o “JoJo” da vez seja capaz de matar o vilão a sangue frio não realmente me pegou de surpresa: isso era basicamente o padrão até a parte quatro. Mas o Polpo parecia um vilão bem mais importante. Eu só espero que a sua morte não passe em branco, e que haja repercussões dentro da máfia. Fora que agora eu quero saber como o Giorno irá conseguir informações sobre o chefão final agora que meteu uma bala na boca da sua conexão com ele.

Tensei Shitara Slime Datta Ken, episódios 4 e 5

Na última vez que eu comentei sobre Tensei Shitara Slime Datta Ken, eu mencionei que esperava que o reino dos anões não seria nada do que o Rimuru esperava. Isso porque ele estava tão empolgado que fazer dos anões menos que impressionantes parecia a punch line mais óbvia. Felizmente o anime não seguiu por esse caminho, entregando um reino que ia mesmo além das expectativas do nosso protagonista.

Acho que pra mim o mais interessante nesses dois episódios foi como os conflitos se resolveram de formas bastante diplomáticas. Rimuru tem um primeiro enfrentamento com alguns aventureiros do lado de fora das muralhas, e acaba preso por isso, mas ao invés de forçar seu caminho pra fora da prisão ele oferece algo em troca. Igualmente, quando no quinto episódio ele é insultado pelo ministro, Rimuru se contém em nome da boa diplomacia, uma atitude que reflete muito bem o fato de que ele era um assalariado quando humano, imerso num mundo onde a impulsividade e o temperamento curto certamente não seriam bem vistos.

Eu gosto também como ele imediatamente reconhece o rei dos anões como alguém particularmente forte, dando pelo menos indício de que embora o Rimuru seja certamente muito poderoso ele ainda não é o pináculo daquele mundo (em suma, não estamos vendo outro Overlord, aparentemente). E que o rei tenha percebido o potencial e o poder do Rimuru demonstra bem tanto a sua inteligência quanto o seu próprio poder. Afinal, se aventureiros incapazes de ver a aura do Rimuru no episódio 1 são postos como prováveis iniciantes, o que isso diz do extremo oposto, um personagem capaz de compreender o poder do protagonista mesmo quando este oculta a sua aura?

Release the Spyce, episódios 2 a 4

Enquanto nada de excepcional, Release the Spyce segue sendo altamente divertido (além de ser o anime com a música de abertura mais chiclete da temporada).

Os episódios 2 e 3 trabalham a integração da Momo no tsukikage, o segundo sendo dedicado ao treinamento da garota (que, ok, dura um mês, mas ao menos deram algum treinamento pra ela) e o terceiro sendo dedicado a fazê-la compreender a dinâmica do grupo e como dela deve atuar dentro dela, e não por conta própria. Já o quarto se foca na Mei e na Fuu, e eu vou chutar aqui e dizer que o quinto muito provavelmente será sobre a Goe e a Hatsume, já que são a única dupla que falta ser mais aprofundada.

Release the Spyce pode estar divertido, mas ele também está bastante normal. Seu avanço até aqui soa quase mecânico, para ser sincero, percorrendo caminhos que ele meio que teria de percorrer de qualquer forma. Treinar a protagonista. Mostrar o grupo agindo. Aprofundar um pouco mais as garotas. Não há nada de muito inovador ou fora do comum na estrutura do anime até aqui, o que cria um pouco a impressão de que a história de verdade ainda não começou. O lado bom é que se eu estiver certo então o anime deve ficar consideravelmente mais interessante na sua segunda metade. Esperemos pra ver.

Tonari no Kyuuketsuki-san, episódios 3 e 4

É curioso notar como em tempos recentes esses animes de “garotas fofinhas fazendo coisas fofinhas” vêm sendo bem mais contidos na sua apresentação das personagens. Até bem pouco tempo atrás a regra era introduzir todas as quatro ou cinco garotas de uma vez, enquanto que hoje em dia vem sendo cada vez mais comum começamos com um número bem mais reduzido – duas ou três – que vai se expandindo conforme os episódios passam.

Depois da introdução da Hinata no episódio 2, o episódio 3 expande um pouco a personagem, colocando a Akari e a Sophie para visitá-la. E ainda no episódio 3 temos uma breve introdução à vida escolar da Akari, inclusive apresentando duas de suas colegas de sala, Yuu e Sakuya, que eu imagino que serão uma presença recorrente na trama, ainda que não ao nível das quatro principais. E falando em quatro, o quarto episódio vem para encerrar as introduções, nos apresentando a Elly como a garota que faltava.

Eu gosto como o anime apresenta a Elly como o exato oposto da Sophie, sendo uma vampira muito mais tradicional, possivelmente por ter passado o último século dormindo. Eu não sei o quanto esse aspecto da personagem será importante daqui pra frente, mas há potencial ai para algumas interações bem interessantes advindas desse choque cultural. E também estou ansioso para ver como a Hinata irá reagir à Elly, dado que ela é basicamente tudo o que a Hinata temia que a Sophie fosse.

Himote House, episódios 2 a 4

Um dos shorts da temporada, eu vou dizer que estou impressionado com o quão rápido eu me acostumei com o CG desse anime. A comédia, porém, continua oscilando bastante: eu ri muito com os episódios 2 e 3, mas o 4 foi bem difícil de assistir (em parte porque eu não entendo nada de basebol e em parte porque pareceu dez minutos de uma piada machista sobre como mulheres não entendem de esportes).

Mas é o finalzinho de cada episódio que segue sendo o mais interessante. Eu não gosto de afirmar o que não tenho como provar, mas me parece muito que essas esquetes finais das personagens conversando e brincando na sala de estar são totalmente improvisadas. É até um exercício interessante comparar os diálogos do restante do episódio com os da esquete final, já que fica bem aparente a diferença entre a fala fictícia, mais ordenada, e a fala natural, mais “atropelada”. Sério, façam o teste.

Tsurune: Kazemai Koukou Kyuudoubu, episódios 1 e 2

Nova adição aos Comentários Semanais, eis que eu resolvi dar uma chance ao anime de arco e flecha da Kyoto Animation. Anime este que teve um começo… ok.

A premissa do veterano no esporte que sofreu algum tipo de acidente ou trauma e decidiu por abandoná-lo, apenas para ser puxado de volta a ele por algum amigo ou mentor, parece ser uma comum entre os animes de esporte, até onde vai minha pouca experiência com o gênero. Justamente por isso, esse começo de Tsurune soou bastante formulístico, mesmo um tanto quanto arrastado. Digo, o protagonista pode dizer que não vai participar do clube de arco e flecha o quanto quiser, nós na audiência sabemos que ele vai mudar de ideia, ou não há história a ser contada, o que faz com que a demora dele em aceitar o convite soe apenas frustrante.

Nesse aspecto, eu diria que Kaze ga Tsuyoku Fuiteiru, outro anime de esporte da temporada, soube lidar muito melhor com o clichê do que Tsurune. Mas ainda é cedo, e potencial o anime certamente tem. Fora que, se mais nada, o anime já pode valer só pelo Takigawa, que pra mim vem sendo o personagem mais interessante até aqui. Eu estou tentando ampliar um pouco meus horizontes, dando uma chance a um gênero que normalmente não me atrai muito, então vamos esperar e ver se foi uma decisão inteligente ou não.


Temporada de Verão / 2018


Asobi Asobase, Final

Uma das comédias de maior destaque da temporada passada, eu diria que Asobi Asobase encapsula muitos dos problemas que eu tenho com seu gênero. Agora, não me entendam mal, ele é engraçado, mas é também… normal.

Ok, imagino que isso não é o que a maioria esperaria ler, dado o quanto o anime foi aclamado por ser uma completa loucura. E de fato ele é: quem vai para o título esperando um “garotas fofinhas” mais tradicional certamente tomou o choque do ano. Só que uma vez passado esse choque, uma vez que você aceita e se acostuma com a insanidade da obra, Asobi Asobase não realmente oferece muito para além disso. O que faz com que cada episódio, enquanto engraçado, soe sempre como mais do mesmo.

O anime tem um humor bem mais irreverente do que se costumou esperar de animes do tipo, não hesitando em apelar mesmo para o escatológico e o sexual, então para quem sente falta desse tipo de humor nos animes esse título vem como um prato cheio. Mas talvez cheio até demais: com três ou quatro esquetes por episódio, esse é um daqueles animes que cansa bem rapidamente, e provavelmente eu teria gostado bem mais dele se seus episódios tivessem cinco ou dez minutos.

Eu ri muito com Asobi Asobase. Mas eu também precisava me forçar a apetar o play para ver ao próximo episódio, e entre as esquetes eu frequentemente me perguntava se ainda faltava muito para o episódio acabar. Ele certamente não é ruim, e é diferente o bastante para não ser completamente esquecível, mas também não é um título que eu sairia recomendo indiscriminadamente. Há comédias bem mais interessantes por ai para se ver primeiro.

Shingeki no Kyojin 3, Final

Como um leitor do mangá (bom… ex-leitor), eu posso seguramente dizer que o arco do golpe de estado é um dos mais fracos de Shingeki no Kyojin, isso se não realmente o mais fraco. Não pela falta de ação, como alguns erroneamente presumem, mas sim porque o arco soa como muito mal encaixado no restante da história.

Querer ter um momento “o inimigo agora é outro” não é uma decisão ruim em si mesma, e sabíamos que eventualmente a tropa de exploração teria de ir contra o governo se quisessem descobrir a verdade daquele mundo, mas é inegável que o arco parece colocar a outra história – a da luta contra os titãs – em pausa. Chega mesmo a ser bastante conveniente que os vilões da história até aqui resolvam ficar no seu canto enquanto esse arco se desenrola (embora, pra ser justo, todo o arco parece durar apenas alguns dias, se tanto).

A decisão do estúdio WIT de adaptar o arco em um cour de certa forma minimiza um pouco o sentimento de desvio da história principal, na medida em que torna essa parte da obra em algo mais auto-contido. Ao mesmo tempo, a decisão de cortar algumas coisas e acelerar a história também em muito colabora para fazer esse arco soar bem menos arrastado do que ele era no mangá. É consenso geral que o anime de Shingeki no Kyojin é bem melhor que a obra original, e essa temporada certamente não é a exceção.

Mas história de lado (vamos ser bastante francos aqui, a história nunca foi o ponto mais forte de Shingeki no Kyojin), a produção segue ótima de se assistir. Animação fluida, direção competente, e essa trilha sonora são o que o anime entrega de melhor, resultando numa experiência imensamente divertida. Enquanto nenhuma obra prima, eu certamente entendo porque as pessoas gostam tanto desse anime. E agora é esperar o próximo arco!


Animes Longos


GeGeGe no Kitaro, episódios 29 e 30

Na semana retrasada, eu comentei como o primeiro embate entre Kitaro e os yokai do ocidente talvez tivesse sido grandioso até demais, e que os episódios subsequentes talvez soassem mais mornos em comparação.

O episódio 29 eu sinto que foi um bom follow up: pudemos observar as consequências mais imediatas do último combate, e o fato do anel ter sumido fornece uma boa desculpa para os vilões não atacarem novamente tão cedo, fora que o Victor ser enviado ao Japão para estudar o ambiente a fim de criar um detector para o anel melhor do que a bola de cristal da Agnes foi também uma boa explicação para ele estar ali.

Em contraste, o episódio 30 foi bem menos competente nesse departamento. Digo, tanto a presença da Carmila no Japão quanto o seu plano de transformar garotas japonesas em vampiro fazem bem pouco sentido, e no fim fica óbvio que isso foi o melhor que os roteiristas conseguiram pensar a fim de introduzir a personagem. Uma pena, mas ao menos o episódio teve algumas ideias legais, como os yokai se ressentirem do Halloween por ser uma festa estrangeira (ou a Mana vestida de Neko-musume, isso foi legal também).

O próximo episódio aparentemente irá focar no Nezumi-otoko, e considerando que seus episódios são sempre os mais fracos da série eu espero um episódio ainda mais morno do que o 30. Uma pena, mas é uma questão de tempo até a história entrar nos eixos novamente. Ficamos no aguardo!


Outros Títulos


Fushigi no Umi no Nadia, episódios 24 a 27

Nos últimos episódios nossos protagonistas ficaram presos em uma ilha deserta, e por um lado eu entendo o ponto desse arco. Essencialmente, esses episódios vem para desafiar a ideologia da Nadia, que possuindo uma visão bastante romântica da natureza é agora confrontada com a dificuldade de se viver nela sem o auxílio da tecnologia moderna. E eu gosto bastante de como a natureza, longe de ser retratada como inerentemente boa ou ruim, é posta apenas como absolutamente indiferente aos dois protagonistas. É uma nuance que não se vê em muitas obras sobre natureza versus tecnologia, e eu aplaudo o anime por isso.

É verdade, porém, que enquanto os personagens estiverem nessa ilha a história principal, da luta contra o Gargoyle, fica em pausa. E esse é talvez o maior defeito de Fushigi no Umi no Nadia: a sua incapacidade de trabalhar mais de uma coisa por vez. Vemos isso mesmo episódio a episódio: temos o episódio para trabalhar o conflito da Nadia diante de uma natureza que não é o que ela esperava, um episódio para trabalhar o relacionamento da Nadia com o Jean, e por ai vai. Raramente um mesmo episódio desenvolve mais de uma faceta da obra, o que pode ser bastante frustrante com o tempo. De 39 episódios, eu sinto que a obra poderia facilmente ter uns 10 a menos.

Ao que tudo indica o episódio 28 será o re-encontro de Nadia e Jean com o grupo da Grandis, e eu espero que depois disso o anime não demore muito mais para voltar aos trilhos.

Ginga Tetsudou 999, episódios 21 a 23

Meu deus, que sequência de más decisões… Tanto o episódio 21 quanto o 23 trazem alguns dos maiores problemas desse anime. Por exemplo, a necessidade de incluir ação mesmo quando esta faz bem pouco sentido. O fato do trem titular por algum motivo parar nos lugares mais inóspitos e perigosos do universo, mais ou fato da Maetel e o Tetsuro ainda insistirem em deixar o trem apesar de sempre se darem mal por isso. O fato do anime muitas vezes não dedicar o tempo adequado a trabalhar o que quer. Além de uma série de outros problemas.

Pelo menos o episódio 22 foi consideravelmente interessante, trazendo um cameo da Rainha Esmeralda, uma personagem de Uchuu Kaizoku Captain Harlock (outra obra do Matsumoto Leiji), e um pouco sobre o passado da Maetel. Ele também encerra numa nota temática bem legal, conforme a Maetel pondera que a Esmeralda é plenamente livre, enquanto que ela própria não possui se quer o direito de morrer antes de completar a sua missão. Não foi um episódio espetacular, mas certamente foi o melhor dentre esses três.

E você, leitor, que está achando da temporada? Sinta-se a vontade para descer um pouco mais a página e deixar um comentário com a sua opinião.

Um comentário sobre “Comentários Semanais – JoJo Parte 5; Tensei Shitara Slime; Tsurune; e muito mais.

  1. Asobi Asobase funcionou bastante comigo. A interação entre as 3 garotas era extremamente engraçado, me fazia rir bastante. Em nenhum momento, tive esses mesmos problemas que vc teve com a obra.

    Sobre SNK, resumiu perfeitamente o que é a obra. Mas pelo menos no próximo arco, os melhores personagens retornam que são os titãs.

    Aquele segundo trailer de Release the Spyce me fez ver a obra. E por enquanto o anime está divertido, nada muito inovador, mas me faz querer ver os próximos episodio.

    Curtido por 1 pessoa

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