Café com Anime – Shoujo Kageki Revue Starlight, episódio 5

E aqui começa mais um Café com Anime, nossa conversa semanal sobre os animes da temporada, agora para comentarmos o quinto episódio de Shoujo Kageki Revue Starlight, essa estreia que já de cara muito promete. E como de costume, a mim aqui se juntam o Vinicius Marino, do Finisgeekis, o Fábio “Mexicano”, do Anime21, e o Gato de Ulthar, do Dissidência Pop, para discutirmos nossas impressões e opiniões sobre o título.

Fica aqui a dica para irem também conferir os demais blogs participantes, pois cada um servirá de host à discussão de um anime. No Finisgeekis, vocês conferem nossas conversas sobre Happy Sugar Life; no Anime21 aquelas de Banana Fish, e no Dissidência Pop teremos aquelas referentes à Hanebado. E dados os avisos de sempre, vamos então à conversa. Peguem uma xícara do seu líquido favorito, sentem-se confortavelmente, e vamos em frente.


Diego:

Episódio da Mahiru veio bem mais cedo do que eu esperava :P Olá a todos e bem vindos a mais um Café com Anime de Shoujo Kageki Revue Starlight \o/ Desta vez para falarmos de um episódio um tanto quanto peculiar. Francamente falando: eu ainda não me decidi se achei esse episódio bom ou não.

Em primeiro lugar: a Karen mudou da água para o vinho. Obviamente há um motivo para isso: a derrota que sofreu certamente afetou e muito a menina, e a conversa que teve com a Hikari no episódio anterior a deu motivação para se reerguer, agora com o adicional de compreender muito bem onde está e onde quer chegar. Mas mudanças assim tão bruscas em um personagem sempre me soam como forçadas. Acho que não há muita saída, sendo um anime de (provavelmente) apenas 12 episódios. Mas ainda assim…

E em segundo lugar: foi um episódio engraçado, né? A piada constante da Hikari aparecendo nas piores horas. O revue com a Karen e a Mahiru cruzando com as outras competidoras. Todo o tom do episódio foi bem leve, e eu não realmente sei se foi uma boa ideia. Acho que o tom cômico diminui bastante a seriedade das questões da Mahiru: seu amor (e ciúmes) pela Karen, bem como o seu claro complexo de inferioridade. Considerando o impacto, peso e seriedade dos dois revues anteriores, esse foi um tanto quanto desapontante, ao menos na minha perspectiva.

Mas e vocês, o que acharam do episódio?


Gato de Ulthar:

Acho que o problema da Mahiru mereceria algo mais sério, pois a fixação dela com a Karen era algo bastante intenso. E mesmo a Karen tendo mudado como personagem, ela ainda me soa insistentemente irritante. Está certo que ela tinha feito uma promessa com a Hikari, mas esquecer completamente a Mahiru, foi bastante sacanagem. Aquele papo de que a Mahiru também brilhava me soou como conversa pra boi dormir, mas se ela foi convencida está tudo bem né?


Fábio “Mexicano”:

Vocês estão sendo muito duros com a Mahiru e com a Karen. Primeiro a protagonista, acusada de ter mudado “muito rápido”: foi uma mudança no curso de três episódios, mais da metade do que o anime teve até agora e um quarto de tudo o que vai ter! Além disso, foi tudo mais do que compreensível. Convenhamos que ela só precisava de uma mudança de postura, e isso não era difícil, ela só precisava se tocar de qual era seu erro. Como ela poderia lutar pelo topo se não estivesse se esforçando seriamente? Isso tinha que acontecer no começo da história.

O que força o duelo contra a Mahiru a se encaixar agora. Ela desafiou a Karen no momento em que a mudança se consumou, timing preciso. Agora, sobre a suposta “obsessão” dela, calma gente, isso não é Happy Sugar Life :smile: Ela gosta da Karen, e talvez tenha desenvolvido um amor platônico pela amiga, mas isso também é fácil de entender: ela estava se sentindo muito pressionada, cercada por talentos. Até então ela era a Grande Estrela da Roça, e de repente se mudou para a cidade grande e conheceu muita gente realmente muito talentosa e que se esforça há mais tempo do que ela – no caso de algumas, é um esforço de gerações para aperfeiçoar a arte. É lógico que ela ficou com muito medo, sozinha ali naquele lugar estranho. A Karen estendeu a mão pra ela e pronto, amor à segunda vista! Mas não é como se ela não tivesse seu próprio sonho. Ela gostava de verdade de ser uma artista. Só precisava se lembrar disso.


Vinicius Marino:

Demorou 5 episódios, mas eu finalmente entendi que tipo de série Starlight Revue é. O primeiro episódio me fez pensar em um anime cerebral à la Utena ou Penguindrum, que usa o espetáculo e o surrealismo para passar uma mensagem sobre a sociedade, as relações humanas, etc. Não poderia estar mais errado.

Agora percebo que Starlight é a versão japonesa de Glee. Aquele seriado americano água com açúcar sobre jovens que usam o teatro musical para expressar seus problemas com insegurança, sexualidade, pressões adultas e o diabo a quatro.

Eu nunca me atraí por Glee e acho que é por isso que acho o draminha escolar de Starlight tão sem sal. MAS, ao contrário de Glee, a metade “espetáculo” do anime é legitimamente envolvente. Para ir direto ao assunto, é gostoso para caramba de ver.

Agora que baixei minhas expectativas de acordo, reconheço que fui duro demais com o anime. E isto não é uma crítica a ele: é perfeitamente possível ser excelente sem o drama cerebral, o surrealismo e as metáforas visuais. E falando em espetáculo, acho que esse episódio trouxe uma das cenas mais divertidas até agora. A sequência de “luta” entre a Karen e a Mahiru foi engraçada, descontraída e criativa. O tipo de coisa que eu pagaria para ver em um palco de verdade!


Diego:

O Revue da Mahiru funciona dentro do contexto do sonho dela de se tornar uma estrela que faça os outros sorrirem: foi de fato a luta mais leve e cômica até o momento. E poderia ter funcionado muito bem se o único problema dela fosse a sua insegurança e complexo de inferioridade. Mas combinado com sua paixonite – quase obsessão, vamos e venhamos – com a Karen, eu mantenho que achei o tom geral do episódio leve demais. Acho que simplesmente deram os dramas errados para a personagem errada…

Fora que o Revue inocenta demais a própria Karen. Ela mudar não é tanto o problema, mas falamos desde o começo do anime que desde que a Hikari chegou a Karen essencialmente ignora a Mahiru. Ela ficou tão absorta nessa promessa que ela fez doze anos atrás que completamente esqueceu de tudo ao seu redor, e até agora o anime não apontou o negativo disso. Vamos lembrar que foi o estrelismo das duas (com o perdão do trocadilho), passeando pela cidade, que fez o grupo inteiro ser punido. Se um dia houver um Revue do egocentrismo, a Karen certamente poderia protagonizá-lo, mas duvido muito que o anime reconheça essa sua falha de caráter.


Fábio “Mexicano”:

Olha, nós não vimos muito do “antes” da Hikari chegar para dizer que a Karen passou a ignorar a Mahiru só depois disso. Me parece que ela era só uma pé no saco que a Mahiru não se importava de arrastar de um lado pro outro porque gostava dela e se sentia útil e no controle fazendo isso. Algo parecido com a relação entre a Futaba e a Kaoruko mas mais unilateral.


Gato de Ulthar:

Devo discordar com o Fábio, no primeiro episódio as duas pareciam bem próximas, como se fossem amigas de infância. Lembro bem da cena da Karen sendo acordada pela Mahiru e coisas do gênero. Está certo que a Karen era amiga de infância da Hikari, mas a fixação dela por esta é tão doentia como a da Mahiru pela Karen, e igualmente irritante.

E só para concordar com o Vinicius, acho que esse anime se resumirá a um coming of age, sem conteúdo mais obscuro, sendo os revues apenas simbolismos para os seus dramas adolescentes.


Fábio “Mexicano”:

Não vamos também falar em coming of age como se fosse algo “inferior”, “ah, é só um coming of age”. O melhor anime desse ano até agora, na minha opinião, é justamente um coming of age: Sora yori mo Tooi Basho.


Vinicius Marino:

O problema não é ser coming of age. Algumas das maiores obras primas da ficção são coming of age. Aliás, tem até um termo chique para isso na teoria literária: bildungsroman.

A questão (nem vou chamar de problema) é ser um coming of age da “age” de 15 para a “age” de 15 anos e seis meses. Em suma, mais um entre tantos draminhas escolares em que uma peripécia qualquer na hora do recreio é tida como uma experiência definidora de vida.

É ruim? De forma alguma. Eu já fui adolescente, entendo o apelo desse tipo de história. Lembro bem que nessa época da vida eu realmente achava que estava vivendo o ponto alto da minha experiência (SPOILER ALERT: nada do que você faz antes dos 18 é definidor da sua vida. A não ser que você morrer antes dos 18).

O problema é que isso é, sim, uma premissa batida, e Starlight não parece fazer nada para subverter a fórmula. Como eu disse, é uma versão japonesa de Glee. Uma fórmula cool para um assunto que já conhecemos de cor e salteado.

A salvação é ser um anime bonito, com músicas e coreografias legais e uma direção de arte criativa. Do contrário, seria uma série perfeitamente esquecível. Tão “industrial” quanto a sequência de transformação da Karen.


Diego:

Eu adoraria discordar do Vinicius, mas infelizmente Starlight realmente não se ajuda :P A ideia de termos o revue como um espaço para as garotas expressarem suas inseguranças e resolverem seus problemas pessoais é ótima, mas os problemas em questão até aqui foram… ok? Não são ruins, de maneira nenhuma, mas é verdade que também não são particularmente únicos. Fora que a própria noção dessas inseguranças serem resolvidas no espaço de uma só batalha deixa a coisa um tanto quanto artificial demais. O que não seria um problema se houvesse um tema maior sendo desenvolvido, mas… há?

Vamos voltar um pouco. O que colocou essa história em movimento, a entrada da Karen na audição, se deveu a ela querer ser uma estrela junto da Hikari, declarando inclusive desejar que todas pudessem ser estrelas juntas. O que soava como um tema interessante: uma busca pela subversão do status quo que é inclusive real, dadas as referências ao teatro Takarazuka. Mas cada vez mais fica claro que o foco da Karen se estreitou em direção à Hikari. Ela quer que ambas sejam estrelas, mas… e as demais? Cada vez mais me parece que a Karen só quer substituir uma monarquia por uma diarquia, por assim dizer. Uma “revolução pela metade” que está começando a me incomodar, francamente falando.

Qual a opinião de vocês nessa questão?


Fábio “Mexicano”:

Bom, em um sistema terrivelmente padronizado e com nenhuma margem de manobra, até as pequenas coisas são “revoluções”. Ainda assim, é claro que são pequenas. No muito mais bem trabalhado e inteligente Rakugo Shinjuu, é o acúmulo de pequenos desejos por mudança que se realiza no final em um apoteótico renascimento da arte. Mas sim, Starlight parece ser só pequeno mesmo até agora.


Gato de Ulthar:

A Karen não tem nada de heroína, não possui nem mesmo alguma aspiração nobre como a Utena, ela só quer virar uma estrela com a amiga, e as outras? Que se danem, e isso inclui a Mahiru, que até a chegada da Hikari era a sua melhor amiga na companhia de teatro. Fui drástico ao dizer que “se danem”, pois não que a Karen queira fazer um mal objetivo, ela só não está nem aí para as outras. O negócio dela é a Hikari.


Fábio “Mexicano”:

Não é uma história sobre heroísmo, de todo modo.


Gato de Ulthar:

Nem para heroína de slice-of-life ela serviria o meu ver :P

Não que isso seja uma crítica, só mostra que ela é humana e portanto egoísta em relação aos seus desejos.

Plenamente natural.


Diego:

Natural se o anime reconhecesse isso! Até aqui, o anime vem tratando como se a Karen estivesse resolvendo os problemas das demais, no melhor estilo “protagonista angelical de shounen de porrada”, enquanto que o que a obra nos mostra de fato é ela sendo egoísta e absolutamente obcecada com a Hikari. É estranho!


Gato de Ulthar:

Se a Karen acaba ajudando alguém é puramente por acidente!


Diego:

Exato!


Fábio “Mexicano”:

Mas talvez esse seja o “poder” dela?

Ela inspira, não lidera?


Gato de Ulthar:

E pensei que a Mahiru poderia ter sido um pouco mais drástica nesse episódio, pois até certo ponto eu estava achando suas reações muito parecidas com a da Sumire em relação à Satou em Happy Sugar Life. E bastou a Karen passar a mão na cabeça dela que tudo se resolveu, de certa forma é bem fácil manipular uma pessoa obcecada.


Fábio “Mexicano”:

Talvez vocês não a achem muito inspiradora. Mas bem, daí vale muito o que o Vinicius disse: ela é uma adolescente de 15~16 anos, a vida dela é muito mais simples do que a nossa e Starlight não está fazendo nenhum esforço para entregar uma mensagem maior.

Quanto à Mahiru, eu entendo que ela estava apenas perdida. Ficou sobrecarregada ao se mudar de uma fazenda para uma escola de elite em Tóquio onde havia várias garotas muito melhores do que ela e que se dedicavam à arte há mais tempo do que ela. Ela se apegou à Karen, que não estava muito preocupada em ser uma grande artista, e meio que substituiu seu objetivo. Não era obsessão, só ficou parecendo isso agora perto do desespero quando ela se viu perdendo de novo seu objetivo de vista.


Vinicius Marino:

Uma colega minha tinha uma expressão que exemplificava esse tipo de gente: ela “transborda intimidade”. É aquele tipo de menina que é popular, mas não no estilo “Garotas Más”. Ela tem um charme natural que acaba atraindo todo mundo. E age de um jeito que dá a aparência de intimidade, mesmo que no fundo seja só da boca para fora.

Eu tenho simpatia por gente assim. Acho que em cada fase da minha vida tive pelo menos uma amiga que se encaixava no trope (incluindo a presente). Mas é fato que elas deixam para trás um monte de gente desapontada. Pessoas que achavam que era a melhor amiga dela, para descobrir que era apenas seu jeito de ser polida.

O caso da Mahiru especificamente é o que o Fábio falou. A menina estava perdida. Chegou na cidade grande e topou logo com uma pessoa dessas. É óbvio que ela se achara a última bolacha do pacote! E óbvio que agirá de acordo, com todo o “entitlement” que o título comporta.


Diego:

Bom, vou perguntar então: como vocês imaginam que essa história irá terminar? Karen e Hikari como Top Star e fechou? Ou acham que teremos ainda alguma surpresa até o final?


Gato de Ulthar:

Não consigo mais vislumbrar um final minimamente negativo ou perturbado por causa do anime ter se afastado tanto de sua “vibe” Utena inicial. Então teremos uma surpresa no sentido que todas darão as mãos e dançaram o revue juntas, todas já tendo evoluído e superado seus traumas de adolescência.


Diego:

Eu vou falar agora: aposto num final com todas cantando a música de abertura :D Porque sim.


Gato de Ulthar:

Eu pensei todas cantando We are the World, ficaria mais legal.


Fábio “Mexicano”:

Do jeito mais óbvio e piegas para todas as garotas, simples.


Vinicius Marino:

Seria muito legal vê-las cantando a abertura. Previsível, sim mas pqp! deixa eu curtir meu entretenimento previsível! XP

Se bem que as outras músicas do anime estão tão legais que bem que eu queria uma coisa nova. Se bem que até lá teremos muitas músicas diferentes, então acho que minha vontade estará sanada.


Diego:

Eu amo quando usam a música de abertura como insert song. Então se o final for elas todas juntas cantando… É piegas pacas e eu iria adorar :D

Mas já que estamos no ponto, vamos falar um pouquinho das músicas? Acho que todos concordamos que as audições vêm sendo o ponto alto do anime. Temas de lado, o puro espetáculo visual, combinando cenários criativos e significativos com uma animação sensacional e uma ótima música, tudo isso por si só já mais que vale o anime. E é impressionante como são boas músicas.

Às vezes eu penso que o uso de faixas em excesso pode ser um detrator. A repetição é um fator bem importante em termos de fazer uma trilha sonora ficar na memória. Mas mesmo tocando apenas uma vez, todas as músicas em Starlight até aqui vêm sendo bem memoráveis (diria que até grudam na cabeça e não saem com facilidade). Mais alguém vem sentindo o mesmo?


Fábio “Mexicano”:

A da luta contra a Maya continua sendo o ponto alto do anime :P


Vinicius Marino:

Olha, eu concordo que música demais pode atrapalhar. Mas acho que Starlight é o tipo de anime que é imune a esse problema devido à sua própria natureza.


Fábio “Mexicano”:

Pois é. Não sabíamos definir Starlight antes do começo, mas acho que agora já podemos dizer sem medo de errar que é um anime musical.


Vinicius Marino:

É que nem reclamar que Hanebado! tem Badminton demais, ou Nodame Cantabile música clássica demais. Em parte, nós assistimos a ele justamente pelas músicas!


Gato de Ulthar:

Quanto mais música melhor, ainda mais quando a música vem junto com uma luta bem coreografada.


Diego:

Mudando de assunto um pouco, e quanto à cena da Banana conversando com duas figurantes?

Em primeiro lugar, eu acho interessante o anime colocar que a Karen e a Hikari podem ser as protagonistas da peça não por serem as melhores em termos de dança ou atuação, mas sim por terem uma boa química entre si (química essa que eu ainda estou esperando o anime me mostrar, mas ta, eu relevo). De certa forma reforça a ideia da Karen de que o individualismo não é o bastante.

Ao mesmo tempo, eu vi algumas pessoas apontando como a Banana pareceu particularmente reticente em mudar qualquer coisa que fosse em relação ao primeiro Starlight que elas apresentaram, se mantendo firme na ideia de que Maya e Claudine deveriam interpretar as protagonistas da peça, como no ano anterior.


Fábio “Mexicano”:

Eu acho que aquela cena existiu só para colocar a Banana em evidência. Provável próxima adversária?


Diego:

Mas então: a Banana está participando nas Audições? Ela está em terceiro no ranking, mas até aqui não a vimos lutar em momento nenhum. Nem neste episódio, onde vemos literalmente todo o restante do elenco envolvido em algum combate. Para piorar, a Banana nem está cotada para participar da peça, dado que ela decidiu trabalhar nos bastidores.


Fábio “Mexicano”:

Ela lutou no episódio 3.

O mesmo episódio em que ela declarou que não ia mais atuar, aliás.


Diego:

Tive de ir pesquisar no episódio, porque honestamente não lembrava. E não é pra menos! O rosto da Banana não é mostrado. Na verdade, só sabemos que é ela por pura eliminação: vemos todas as outras garotas, cada qual com cores e roupas diferentes da que vemos nesta imagem abaixo.

O que me faz perguntar: por que?! O anime não teve problema nenhum em mostrar praticamente todas as demais personagens, por que esconder logo a Banana? Talvez justamente porque ela tinha saído da competição por um lugar na peça? Sinceramente, para uma personagem que parece uma one off gag ela levanta bem mais perguntas do que eu esperaria :P


Fábio “Mexicano”:

Ela é a única de branco, aparece na abertura e encerramento. E eu não disse isso aqui, por ocasião do episódio? Acho que só escrevi no meu artigo então. Acredito que o anime a escondeu pra fazer suspense mesmo, ela tinha acabado de dizer que não participaria e tal. Foi o primeiro episódio que mostrou que todas lutam simultaneamente também – exceto uma, porque são em número ímpar.


Gato de Ulthar:

A Banana é bananicamente enigmática, ou melhor, bananática. Eu realmente gostaria que ela se mostrasse alguém mais interessante do que apenas uma maníaca por bananas.


Vinicius Marino:

Pois é, eu acho que ela é apenas uma personagem conveniente. Digo, ela é legal, tem uma característica adoravelmente marcante, está com um pé dentro e outro fora do espetáculo, então pode fazer cena com a maior parte do elenco.

Não vejo nada de especial na atuação dela até agora. Possivelmente ela sofrerá mudanças ao sabor das circunstâncias. Isto geralmente acontece com personagens meio cômicas. É difícil manter a mesma piada por muito tempo.


Diego:

ão sei bem se ela irá mudar ou se será apenas um caso de aprendermos mais sobre ela… Bom, mas vamos ter de esperar pra ver. Até então, ficamos por aqui. Vejo a todos na próxima semana o/

E você, leitor, que achou deste quinto episódio de Shoujo Kageki Revue Starlight? Sinta-se a vontade para descer um pouco mais a página e deixar um comentário com a sua opinião.

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