Café com Anime – Shoujo Kageki Revue Starlight, episódio 4

E aqui começa mais um Café com Anime, nossa conversa semanal sobre os animes da temporada, agora para comentarmos o quarto episódio de Shoujo Kageki Revue Starlight, essa estreia que já de cara muito promete. E como de costume, a mim aqui se juntam o Vinicius Marino, do Finisgeekis, o Fábio “Mexicano”, do Anime21, e o Gato de Ulthar, do Dissidência Pop, para discutirmos nossas impressões e opiniões sobre o título.

Fica aqui a dica para irem também conferir os demais blogs participantes, pois cada um servirá de host à discussão de um anime. No Finisgeekis, vocês conferem nossas conversas sobre Happy Sugar Life; no Anime21 aquelas de Banana Fish, e no Dissidência Pop teremos aquelas referentes à Hanebado. E dados os avisos de sempre, vamos então à conversa. Peguem uma xícara do seu líquido favorito, sentem-se confortavelmente, e vamos em frente.


Diego:

Olá a todos e bem vindos a mais um Café com Anime de Shoujo Kageki Revue Starlight \o/ Pra um episódio que, preciso dizer, me soou um pouco mais fraco que os anteriores – sobretudo o anterior.

Primeiro as coisas boas: finalmente temos uma vaga noção das consequências de perder na Audiência. Quem não conseguir, perderá o que há de mais precioso para ser uma Garota do Palco. Não muito esclarecedor, mas ainda interessante. Engraçado que o próprio anime já reconhece que se fosse assim a Karen já teria perdido, reforçando a ideia de que essas Audições são bem mais complicadas do que apenas eliminatórias de 1 v 1. O episódio também aprofundou melhor a relação da Karen com a Hikari, que agora sim soou como uma verdadeira amizade.

E no que diz respeito aos personagens secundários, eu gostei bastante da cena da Futaba e a Kaoruko conversando na sala de música. Em especial, gostei do momento em que a Futaba tira a perna de baixo da Kaoruko e fala que ela é “pesada”: algo que me parece ter um significado bem mais profundo dada a conversa que ela teve com a Caludine no episódio anterior.

Já para as críticas, eu acho muito estranho a Hikari achar que só ela lembrava da promessa quando a Karen fala dela o tempo todo. E me soou estranho a aparente preocupação das garotas pela Hikari. Pela Karen eu entendo, elas estão juntas há já pelo menos um ano, mas a Hikari é uma recém-chegada que até aqui se manteve praticamente isolada de todo mundo.


Fábio “Mexicano”:

Mais da metade das garotas já “perdeu”. No segundo episódio mesmo a Junna disse que não achou que “teria outra chance” por ter perdido no episódio anterior, e se havia alguma dúvida de que aquilo possa ter sido um caso excepcional porque afinal a Karen não deveria ter lutado no primeiro episódio, no terceiro ela lutou de novo – só não sabemos contra quem (aposto na Banana).

Ou está se referindo especificamente a essa fala da Karen?

Ela quis dizer que, se não tivesse comparecido à luta (porque a Hikari a trancou), ela teria perdido por desistência. A Hikari a trancou para ela não perder, mas se ela não fosse teria perdido mesmo assim. Essa fala está aí para mostrar que a Hikari, como havia dito anteriormente no episódio, não sabe o que fazer, e por isso não está pensando direito antes de agir (fugir com mala e tudo – pensando em ir embora? – também é indicativo disso).

Estou sinceramente intrigado com o mistério das audições. Subitamente elas estão cercadas por algo mágico, que pode te fazer “perder o que lhe é mais importante”. Surreal sim, mas com efeitos bem reais. E não sei se tenho mais certeza que essas audições tenham relação com a peça que elas irão realizar. A forma como as garotas falaram sobre ela nesse episódio fez parecer algo paralelo, misterioso, quase proibido.


Gato de Ulthar:

“Bananice”, creio que esse foi o melhor trocadilho já feito na história dos animes.

Não terminei de ver o episódio, mas achei muito importante frisar isso.

A última palavra do episódio foi banana…

Mas vamos ao que interessa, esse episódio foi bem peculiar por nem ter tido uma disputa na Audição.

Acho que já ficou bem claro que as audições serão provavelmente combates de uma contra todas, somando a pontuação adquirida, como já ficou mostrado na tabelinha de pontos que levou destaque no episódio anterior.

Achei esse elemento de “perder o que é mais importante” muito Sakura Cardcaptors, não é mesmo? Visto que se a Sakura não capturasse todas as cartas e enfrentasse o desafio, perderia o que lhe era mais precioso. No caso de Revue, como se trata de uma disputa pelo estrelato, talvez quem perder não terá mais nenhuma chance no “show business?


Vinicius Marino:

Bananice é um daqueles trocadilhos que ficam ainda melhores se os lermos em português. Eu entendo que a referência era à palavra “nice” em inglês, mas pô, se o sufixo – nice do nosso idioma não cai feito uma luva!

De resto… sei lá. Starlight é uma série que me deixa bolado com seu espetáculo. Já sentei na cadeira esperando vibrar com as lutas, as músicas e a incrível cena de transformação. Não vê-las nesse episódio foi meio decepcionante.

Eu sei que a série é mais do que isso e tudo o mais. E sei que animes têm direito a um ou outro episódio de “calmaria” antes da tempestade de suas resoluções mais importantes. Mas não tive como escapar à impressão do Diego de que o episódio foi um tanto mais fraco.

E digo mais: acredito que tenha sido daí que veio parte da aura misteriosa da audição. Sim, há muita coisa escondida. Porém, a partir desse episódio, podemos dizer com certeza que há também enrolação >:(


Fábio “Mexicano”:

Starlight tem uma estrutura na qual na primeira metade do episódio há toda uma interação entre as personagens, conduzindo o roteiro em direção a um conflito, e na segunda metade há ação para resolver esse conflito – ainda que temporariamente.

Não foi diferente nesse episódio. Só que ao invés de uma luta, teve a colaboração entre todas as garotas para encobrir o sumiço da Karen e da Hikari. E ao invés de música, teve as duas amigas de infância conversando.

Foi um episódio mais fraco, sim. Eu gosto das lutas e senti falta! Mas não acho que foi enrolação. O ponto todo era a Karen convencer a Hikari de que é possível chegar ao topo juntas, então que ação melhor para ilustrar isso do que a cooperação de todas as demais?


Vinicius Marino:

O problema, pelo menos para mim, é que esse falatório é muito menos cativante que o resto. E não digo nem especificamente o falatório duplo que tivemos essa semana. Acho as primeiras metades dos episódios de Starlight bem mais fracas que as segundas.

Convenhamos, Starlight não tem diálogos brilhantes. E não é como se a espiada que dá na vida dessas garotas nos contasse muito sobre quem elas são. Tudo na vida delas orbita o espetáculo, e o resto – como as “bananices” da Banana – parecem mais quirks para diferenciarmos uma da outra que uma exploração de quem são como indivíduos. Eu ainda tenho dificuldade em vê-las como pessoas, e não arquétipos dentro de um teatro musical.

Reconheço que Sakura, temporada passada, sofreu um problema similar. Muito falatório para pouco conteúdo novo. Mas Sakura nos trouxe personagens que já conhecíamos, e cuja trajetória já havíamos acompanhado. Eu consigo me identificar com estas pessoas mesmo se tudo o que fizerem for comer muffin de banana.

Já em Starlight? Eu sequer decorei o nome do elenco completo. Como posso me preocupar com o que essas personagens têm a dizer se sequer consigo reconhecer uma da outra?

E eu já falei isso aqui, mas repito: estou sendo propositalmente duro com o anime porque ele promete. Eu bato em quem mostra que aguenta. E se você veste suas personagens como a Utena, eu passo a esperar algo acima da média.


Fábio “Mexicano”:

Acho que no final das contas poucas personagens serão mais do que arquétipos. Aposto nas duas protagonistas, claro, e talvez mais uma ou duas (a Mahiru é uma candidata, a Banana é outra). Ou talvez alguém que nem apareceu ainda, como Utena, aliás (mas Utena teve mais de um cour para isso). E ah, bem, Utena também foi isso no final das contas, a maioria dos personagens era apenas arquétipo no começo, e era apenas arquétipo no final. Vá lá, Utena tinha uma “mensagem” mais universal do que Starlight parece ter.


Vinicius Marino:

E é isso que faz toda a diferença. Se Starlight só me der arquétipos e a mensagem não passar de uma diretriz interna para o teatro sei-lá-o-quê, por favor, me mostre mais do teatro!

Eu não tenho problema nenhum com séries que privilegiam espetáculo à substância. Desde que, claro, eles me deem espetáculo.


Diego:

Acho que você está sendo duro demais com essas personagens, Vinicius. Francamente, no que vimos nesses primeiros quatro episódios elas possuem sim personalidades que saltam aos olhos. A Kaoruko como manipuladora. A Futaba como insegura de si mesma. Claudine com problemas similares. Maya como uma pessoa solitária. Não vou dizer que são todas personagens imensamente profundas, e pra ser franco nesse ponto da história eu nem sei se esperaria um maior desenvolvimento do que isso. Mas também não realmente as chamaria de puros arquétipos mais.

Agora, sobre se esse episódio em específico pode ser considerado enrolação, ai eu já concordaria um pouco. Não existe motivo nenhum pelo qual a Hikari não podia ter tido essa conversa com a Karen antes. “Eu achava que só eu lembrava da promessa”? Uma das primeiras coisas que a Karen fez foi apontar para a própria presilha dizendo que era o “aquilo da nossa promessa”! Sério, esse “conflito” surgiu do mais absoluto nada. E no fim, o que ela pretendia fazendo as malas?! Se era só pra ficar indo de aquário em aquário…

Ah sim, e só para me retratar: minha interpretação da Karen falando que teria perdido de qualquer forma estava errada mesmo, mas isso porque a legenda onde eu assisti estava errada :P


Gato de Ulthar:

Falando em ser duro com as personagens, eu vou dizer a verdade, eu não gosto da Karen, ela é uma personagem muito irritante, e infelizmente é a protagonista do anime. E porque eu acho isso? Não é bem pelo o que ela faz, mas pelo que ela é, o seu jeito extrovertido e atrapalhado é algo que me passa uma aura extremamente genérica e totalmente esquecível. Eu acho todo o elenco do anime mais interessante que ela. Mas não posso esquecer da Hikari, como o próprio Diego afirmou, suas ações são totalmente destituídas de sentido.


Diego:

A Karen aqui é muito uma “genki girl” genérica, de fato. De todo o elenco ela é a que vem se mostrando a mais rasa em personalidade e motivação. Não digo que não goste dela, mas certamente estou bem mais interessado no desenvolvimento de praticamente todas as outras garotas.


Fábio “Mexicano”:

As ações da Hikari não “fizeram sentido” porque ela própria não sabia o que fazer. Ela disse isso! Saiu com mala e tudo certamente pensando em ir embora, porque até então acreditava só poder haver uma vencedora e ela não queria que uma das duas (ela ou a Karen) fosse derrotada na audição e perdesse “o que lhe é mais importante”. Isso casa inclusive com a narrativa da peça Starlight da qual vemos fragmentos em todos os episódios: as duas deusas partiram atrás da estrela e acabaram se separando para sempre. A Hikari queria ir embora. Mas não tinha certeza. Daí ela e a Karen ficaram a maior parte do dia naquele jogo de gato e rato e, no final, do alto do escorregador (porque a prometida Torre de Tóquio está fechada para elas), prometem chegar no topo JUNTAS. Se a Hikari acredita nisso, ela pode voltar.


Diego:

Acho que eu simplesmente não tenho paciência para esse trope em que um personagem esconde algo de outro sem motivo nenhum. A Hikari podia ter contado o risco para a Karen, e não o fez porque… sim. Ta, porque estava confusa, porque não sabia o que fazer, e mais um monte de desculpas possíveis, mas pra mim num cenário desses qualquer explicação sempre soa forçado, dado que é extremamente conveniente para o roteiro que logo a personagem que mais parece saber sobre essas audições é justamente aquela que prefere ficar calada.


Fábio “Mexicano”:

Você não gosta de Ataque dos Titãs, né? :D


Vinicius Marino:

Eu ia dizer que Attack on Titan pelo menos tem a trilha do Sawano, mas a de Starlight também é de tirar o chapéu. Então acho que ambos estão perdoados XP

De fato, todos vocês estão certos. A Karen é uma “genki girl genérica” e as suas ações parecem um tanto inconstantes. Pessoalmente, eu não me incomodaria se o anime largasse mão dela por alguns episódios e fizesse aquele clássico “giro” pelas outras meninas, jogando-nos um estudo de personagem a cada episódio.

Eu meio que estava esperando isso… e meio que recebi, se parar para pensar. Só que foi um tanto underwhelming, como eu mesmo disse.


Gato de Ulthar:

A Hikari tinha tudo para ser uma daquelas personagens “badass”, com cabelos longos e negros, que chegam do nada e chutam a bunda de todo mundo, como a Homura de Puella Magi Madoka Magica, mas as aparências iniciais nos enganaram um pouco, de todas as meninas creio que ela é a mais inconstante e fraca por assim dizer, é só observar como ela ficou perdida neste episódio, brincando de gato e rato com a Karen. E me pergunto, há tantos museus aquáticos com águas-vivas em Tóquio ou foi uma licença artística?


Vinicius Marino:

Nunca fui num aquário em Tóquio, mas confesso que até me deu vontade vendo esse episódio! Uma vez na vida fui num aquário que montou uma exposição temporária de águas vivas. Foi o maior barato, mas não é lá uma coisa tão comum de se organizar. Tanto é que as filas estavam quilométricas!

Mas voltando ao assunto, acho que o exemplo da Homura traz bem à tona o problema com a Hikari. E com as personagens do anime de uma forma geral.

A Homura é uma joia de protagonista. Aquelas personagens que não são apenas complexas, mas que “crescem” conosco na medida em que acompanhamos a história. A Homura do primeiro episódio não é a mesma do último, e nós, como espectadores, sentimos que algo mudou na nossa própria compreensão da história.

Em Starlight, até agora, todo mundo é exatamente o que parece. Não vejo nenhuma dimensão interna a todos esses mistérios que fervilham diante de nós, a despeito de todas as sugestões visuais.


Diego:

Bom, nós terminamos agora o primeiro terço do anime. Quero acreditar que essas personagens ainda serão melhor trabalhadas ao longo da obra, por mais que não espere muito mais delas em termos de complexidade.

Mas indo para um outro lado, o que vocês esperam do final desse anime? Digo, passados quatro episódios, para onde vocês acham que ele se dirige? Para um pleno questionamento do sistema da Top Idol? Para um questionamento “pela metade”, onde o sistema de uma no topo é substituído por um de duas (no caso, a Karen e a Hikari)? Ou talvez alguma outra direção?


Vinicius Marino:

Para…. sei lá como se chama o grand finale nesse tipo de teatro. Sério, eu imagino um espetáculo em primeiro lugar. O anime, afinal de contas, está imitando sua estrutura desde o início.

Tenho uma impressão que ele vá questionar sim o sistema da Top Idol. Mas meu problema com isso eu já disse: se ele questionar este sistema, eu também questionarei porque raios estou assistindo a esse anime. XP Assistir a 12 episódios de artistas competindo umas com as outras para me dizer que “nada importa” será um balde de água fria para fazer frente ao Ice Bucket Challenge de alguns anos atrás. :’D


Fábio “Mexicano”:

Eu queria defender mais Starlight, mas quanto mais penso, mais percebe que o anime realmente não entregou muito conteúdo até agora. É basicamente só forma. Então qualquer especulação vai ser baseada nisso também.

Eu acho que Starlight é um coming of age. E o que podemos esperar de um coming of age? Bom, estão usando a estrutura de audições para representar a dificuldade de amadurecer, ou algo assim. É algo com o que terão de lidar a vida inteira sim. Ao mesmo tempo, nem tudo está definido em pedra (ok, estamos falando de uma arte tradicional japonesa, essas coisas são quase definidas em pedra sim, mas estou especulando), e os resultados sempre podem ser ligeiramente diferentes desde que se esforcem para isso. Por outro lado, também é perfeitamente possível descobrir que sei lá, aquilo não era o que queriam para suas vidas mesmo, ué. Imaginem uma Karen que chega ao topo, protagoniza o Starlight, e depois desiste do teatro?


Gato de Ulthar:

Não sei o que esperar, quero saber mais sobre esse Revue misterioso, essa audição dos diabos. Quero conflitos sérios entre as personagens, quero aquele casal (Futaba e Kaoruko) entrando em parafuso, já que a Kaoruko s emostrou uma manipuladora de primeira, e creio que ela tenha potencial de protagonizar muita confusão na cabecinha da Futaba. Quero também que Daiba Nana faça algo bananástico, não só fazendo referências às bananas, quero que ela mostre sua verdadeira índole.


Fábio “Mexicano”:

Vamos descobrir que no final, a Banana era um Abacate.


Diego:

Só o tempo dirá :P Mas vamos então a um último assunto, antes de encerrarmos essa conversa: o que dizer das garotas encobrindo a saída da Karen e da Hikari? Vi alguns comentarem que foi um tanto quanto forçado, tanto da parte da Maya e da Claudine, que não parecem lá muito próximas das duas, quanto da Kaoruko, que estava querendo dedurar a ambas algumas cenas antes.


Gato de Ulthar:

Não achei forçado. Querendo o não há uma parceria tácita entre todas daquele grupinho, e tirando as cenas de luta e certas rivalidades de palco, parecem que todas se gostam como colegas genuinamente, então na acho nada extraordinário se reunirem para ajudar a Karen e a Hiraki, mesmo a Maya e a Claudine, sendo que estes mesmas fora do palco são bastante educadas e receptivas.


Fábio “Mexicano”:

Eu acho que em uma trupe teatral e em um grupo fechado de colegas no colégio todos são sim muito próximos, ainda que isso não fique evidente. A premissa de quem critica está errada, ponto.

A Kaoruko é só uma cabeça de vento, por isso ela estava pensando em dedurar antes. Ela mesma diz que não tinha pensado muito nas consequências disso.


Gato de Ulthar:

Discordo sobre a kaoruko ser uma cabeça de vento, ela é na verdade a mais manipuladora de todas (por incrível que possa parecer, isto está até escrito na descrição da personagem antes do começo do anime), e todos os seus sorrisos e trejeitos são muito suspeitos.

Mas isso já ficou evidente nos episódios anteriores né?


Fábio “Mexicano”:

Eu acho que é possível ser as duas coisas ao mesmo tempo.


Gato de Ulthar:

Poder até pode, mas parecer uma cabeça de vento é bastante típico de quem quer esconder suas verdadeiras intenções.


Fábio “Mexicano”;

Acho que ninguém ali é tão complexo. Além do que, sabemos as “verdadeiras intenções” de todo mundo: ser a Top Star. Não é segredo.


Vinicius Marino:

Fábio tirou as palavras da minha boca. Ninguém ali é tão complexo. E acho que precisaremos nos contentar com isso.


Diego:

Bom, vamos torcer então para que ao menos o anime volte a nos entregar bons espetáculos daqui por diante. E por hoje ficamos por aqui. Vejo a todos na próxima semana o/

E você, leitor, que achou deste terceiro de Shoujo Kageki Revue Starlight? Sinta-se a vontade para descer um pouco mais a página e deixar um comentário com a sua opinião.

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