Café com Anime – Shoujo Kageki Revue Starlight, episódio 1

E aqui começa mais um Café com Anime, nossa conversa semanal sobre os animes da temporada, agora para comentarmos o primeiro episódio de Shoujo Kageki Revue Starlight, essa estreia que já de cara muito promete. E como de costume, a mim aqui se juntam o Vinicius Marino, do Finisgeekis, o Fábio “Mexicano”, do Anime21, e o Gato de Ulthar, do Dissidência Pop, para discutirmos nossas impressões e opiniões sobre o título.

Fica aqui a dica para irem também conferir os demais blogs participantes, pois cada um servirá de host à discussão de um anime. No Finisgeekis, vocês conferem nossas conversas sobre Happy Sugar Life; no Anime21 aquelas de Banana Fish, e no Dissidência Pop teremos aquelas referentes à Hanebado. E dados os avisos de sempre, vamos então à conversa. Peguem uma xícara do seu líquido favorito, sentem-se confortavelmente, e vamos em frente.


Diego:

Começamos então um novo Café com Anime \o/ Shoujo Kageki Revue Starlight, um anime que já no seu primeiro episódio soube entregar até mais do que prometia.

Acho que todos podemos concordar que tivemos um começo até que bastante normal, com o episódio nos introduzindo a algumas das 29 garotas da 99ª turma da Academia de Música Seisho, aparentemente uma escola de teatro. E para o tempo do episódio eu diria que o anime foi bem competente em nos introduzir a essas garotas – pena que eu vou demorar pra decorar o nome desse povo :P Ao menos a “Banana” é fácil de lembrar :D

Mas é quando a nossa protagonista encontra um estranho elevador na sua escola que vem exatamente a parte que eu mais esperava desse anime. A “audição”: um gigantesco palco onde as garotas batalham. E eis que o “juiz” dessa luta é uma… Girafa?! Ah, e essa sequência de transformação!!! Facilmente uma das melhores que já vi. E sim, bastante derivativa das sequências do Ikuhara, sobretudo a de Utena.

Animação fluida. As personagens parecem promissoras. E um interessante destaque vai para a Girafa falando sobre como as garotas que sobem ao palco sacrificam sua juventude em troca de buscar a fama. Espero vermos mais desse tema ao longo do anime.

Mas vamos lá, já falei até demais! Agora é com vocês: o que acharam de Revue Starlight?


Gato de Ulthar:

Que sequência final foi aquela?? Se o anime tiver umas doideiras destas de vez em quando eu ficaria feliz. Não preciso dizer que aquilo é só surrealismo da Karen, mas mesmo assim valeu super a pena pela sequência criativa e impecável, além de servir como metáfora de que a vida neste meio artístico é uma constante guerra, onde em prol do sucesso se abre mão de muitas coisas importantes.

É impressão minha ou esse anime pode se tornar um Cisne Negro “lighhearted”? Pois temos uma “competição” velada entre as meninas, sonhos psicodélicos da Karen e outras coisas.


Diego:

Eu não sei se aquilo é “sonho” não :P Sabemos que o diretor trabalhou em Mawaru Penguindrum e em Yuri Kuma Arashi, ambos animes do Ikuhara, também responsável por Shoujo Kakumei Utena. E uma das marcas do Ikuhara é uma mescla de alegorias e simbolismos em suas histórias que tornam muito difícil – isso para não dizer impossível – dizer o que é “real” in universe ou não (mais até do que outros autores que se usam de artifícios como sonhos e ilusões, como o Satoshi Kon). Se o Furukawa estiver seguindo nos passos do Ikuhara, pode ter certeza que sequências surreais como esse final serão a norma nesse anime, independente de que personagem participe delas.


Gato de Ulthar:

De fato, se for mesmo um anime que quebre essa barreira do real e o irreal creio que eu gostarei mais dele! E lendo a sinopse, este pare ser o caso: “The girls and other Stage Girls will compete in a mysterious audition process to gain acceptance into the revue.”

Processo de audição misterioso?

Curioso.


Vinicius Marino:

MEU DEUS DO CÉU.

Que. Anime. Lindo.

Que animação primorosa. Que atenção minuciosa aos detalhes. Que trilha sonora bombástica.

Diego, você se redimiu diante dos meus olhos! Tudo o que eu te odiei por ter me feito assistir a SAO Alternative eu te perdôo por Revue Starlight. Melhor estreia da temporada de longe!

E saindo da babação de ovo direto ao conteúdo, concordo com vocês dois. De fato, achei a “arena subterrânea” uma mensagem sobre as entranhas do mundo artístico, em que estrelas são escolhidas por meio de uma guerra (nem sempre honesta) entre várias competidoras.

Acho que nossos medos foram dissipados, hein? Esse anime não será uma apologia tutti-frutti ao mundo doentio das idols. Pelo contrário, será uma viagem psicodélica ao que a cena artística tem de mais bizarro.


Fábio “Mexicano”:

Ninguém aproveitou a oportunidade ainda para dizer que essa estreia foi, espera só, um ESPETÁCULO? Pô, assim vocês me decepcionam :D

Estou com o Diego: acredito que o anime seja surreal mesmo, aquela audição-duelo não foi só um sonho, ela aconteceu de verdade.

Um episódio muito competente de apresentação. A sala tem 28 garotas (29 com a chegada da Hikari, transferida), mas só 8 importam. Para facilitar nossa memorização, elas são logo agrupadas em duplas.

É uma escola de teatro, e elas vão apresentar uma peça em seu terceiro ano – a mesma que apresentaram em seu primeiro ano. Antes fizeram algo amador, reconhecem isso, e agora precisam fazer algo profissional – vão sair dali para a vida. Por isso agora a coisa é muito mais séria. Mas as que importam são 8, o número de personagens nomeados na peça é 8, elas já fizeram essa peça antes, então não é como se todas estivessem levando isso muito a sério – a Karen, protagonista, com certeza não está. A chegada da Hikari, uma nona garota (e amiga de infância da Karen), chacoalha tudo. A Karen que não se importava agora se importa. Podem apostar que isso vai arrastar o resto das garotas também.


Diego:

Primeiras impressões dadas, vamos começar comentando alguns dos simbolismos que podemos encontrar aqui? :D

Algo que eu achei muito interessante é algo que eu mesmo não havia me tocado até ler alguém apontando isso no reddit: a sequência de transformação mostra o uniforme da Karen sendo produzido de forma industrial, apenas um em meio a centenas. Por únicas que as meninas sejam em seus detalhes – a coroa no cabelo da Karen e o prendedor em forma de brilho no da Hikari, ou mesmo as diferentes armas que usam – elas ainda assim nascem de um processo basicamente industrial.

Como o Vinicius bem lembrou, uma das nossas preocupações com o anime é que ele talvez fosse uma ode às idols, sem levar em conta o lado bem mais sofrido e trágico da profissão. E no começo, chega a parecer isso mesmo. No mínimo a Karen claramente possui uma visão bem romântica do que seria o “ser uma estrela”. Mas com as colocações do final, será que veremos essa visão de mundo dela ser desafiada ao longo da história? O que acham?


Fábio “Mexicano”:

Isso (a indústria) é algo que eu percebi desde que esse vídeo sozinho foi divulgado :P

Por enquanto, não dá para dizer que o anime glorifique a indústria idol ou qualquer outra ligada ao entretenimento, mas ele diz que é preciso esforço pessoal, que não basta querer. E, não tenho certeza ainda, e é estranho que eu não tenha certeza ainda afinal audições servem para isso, por outro lado ainda não sabemos direito como será toda a dinâmica no final das contas e a Karen insiste que elas se tornem todas estrelas juntas, mas pode ser que o anime toque no fato de que para você estar em cima, alguém necessariamente precisa estar embaixo.


Vinicius Marino:

Não descarto também uma revolta contra o “sistema”, no melhor estilo Interstella 5555. Um conflito entre expressão individual e as algemas da indústria artística, que fabrica demanda e força artistas a ocuparem moldes.

A girafa como “chefe” também me lembrou o Neko-sensei de Princess Tutu. No anime, o uso aleatório de bichos antropomorfizados foi um jeito de mostrar ao espectador que algo não estava certo com aquela cidade. Isto é, que tudo aquilo não era o que parecia ser.


Gato de Ulthar:

Tenho minhas dúvidas de que o sistema mude com a ação da Karen, mas se eu entendi certo, ela desejaria que todas tivessem a mesma chance de brilharem e se divertirem, mesmo que esse seja um desejo ingênuo. Mas quem sabe? Há muitos episódios pela frente, e não duvido de que alguma maneira as coisas se arranjem para o bem da todas. Claro de um ponto de vista realista, é aquilo e deu, nem todas podem participar da peça, muito menos nos papeis principais, bem como nem todas terão destaque em suas carreiras artísticas, já que umas são mais talentosas que as outras, sem falar naquelas que possuem contatos com a indústria artística, o que favorece para encontrar trabalhos, etc.


Fábio “Mexicano”:

A história sempre pode mudar. Hoje são oito personagens nomeadas, podem reescrever para que sejam nove. Esse episódio de estreia já indicou que há pelo menos uma mudança no enredo original: a antagonista antes agora vai ser a protagonista.

O que não quer dizer que qualquer mudança para agradar o elenco sempre vá produzir um espetáculo melhor para o público, e se esse for o caminho do anime talvez elas aprendam isso em algum momento.


Vinicius Marino:

Olha, eis aqui um questionamento que eu adoraria ver no anime: não há nada de errado em não ser a protagonista. Todo mundo sempre quer estar por cima, quer ser o número um, quer brilhar acima de todos os outros. E a verdade é que alguém sempre brilha, mas esse alguém não seria nada sem todo mundo que está ao lado. Uma orquestra sinfônica não funciona só com os spallas. Uma companhia de ballet não existe sem o corpo de baile. E tocar um bom “segundo violino” é tão nobre e importante quanto fazer o solo.

“Adoraria” por wishful thinking, pois não acho que iremos por esse caminho. O que é uma pena, considerando quanto essa visão utópica da arte coletiva está arraigada na mídia.


Gato de Ulthar:

Acho mais provável que pelo menos algumas personagens enveredem pelo caminho do “Cisne Negro”, ficando completamente fissuradas e insanas pelo sucesso e pelo protagonismo. E não acho que isso seja difícil de acontecer, já que pelo que parece, o anime vai brincar bastante com o que é e não real.


Diego:

Bom, vale apontar que a Girafa falou justamente como aquelas que não se importam de ser a estrela principal “não serão chamadas”, e a Karen literalmente pisou em cima da Girafa e foi pro palco mesmo assim :P Isso pode tanto implicar que agora ela deseja a posição central, como talvez vejamos o anime enveredar justamente numa direção que prove que a Girafa está errada.


Fábio “Mexicano”:

Então, foi depois disso que ela começou a cantar sobre como quer que todas sejam estrelas ou algo assim.


Diego:

Tem isso… Bom, mas já que surgiu o assunto, o que vocês pensariam se o anime enveredasse por esse tema? De que todas podem ser estrelas, digo. Soa um idealismo complicado se não for bem feito. Afinal, todos nós sabemos que não, nem todas podem ser estrelas.


Fábio “Mexicano”:

Eu senti uma vibe de coming of age desse anime. Uma história sobre se tornar adulto, sobre “aprender qual é a real”. Claro que sempre há espaço para alguma subversão mesmo com essa temática, mas é preciso alguma “lição”, senão não estão fazendo certo. Ou eu é que posso ter tido essa impressão errada mesmo :D


Vinicius Marino:

Não duvido que haja um elemento coming of age por vir. As personagens, afinal, são adolescentes à beira da primeira (grande) desilusão de suas vidas. Mas eu aposto mais em uma vibe pós-moderna de batalha contra a realidade. Eventualmente temperada por um cão-come-cão à la Cisne Negro, como o Gato sugeriu.


Gato de Ulthar:

Eu gostaria de algo no melhor cisne negro, mas sei lá, o anime passa uma aura tão boa, pelo menos em relação à Karen, que acho que mesmo passando por várias dificuldades, é possível um resolução na qual toda a classe saia ganhando.

Meu medo maior é que a protagonista se chama Karen… Lembram da Karen GGO? :P

Mera coincidência…?


Diego:

Deve ser um nome feminino relativamente comum :P Mas pode ser uma boa oportunidade para falarmos dela um pouco. Sendo a personagem que mais acompanhamos no episódio, o que acharam de nossa protagonista?

De minha parte, já adianto que ainda não tenho muito o que comentar. Ela ainda me soa bastante… arquetípica… por assim dizer. Aparentemente uma mistura da “genki girl” com a “clumsy girl”. Mas se a história realmente for no sentido de quebrar suas ilusões e apresentar a ela a dureza do mundo do entretenimento, então ela ser esse arquétipo pode justamente ser uma ótima base para um bom desenvolvimento da personagem.


Vinicius Marino:

Eu tenho uma leve impressão de que esse pode ser o tipo de anime em que as coadjuvantes/deuteragonistas ganham mais destaque que a própria Karen.

Não sei, é só um sentimento. Há muitas personagens, muito diferentes entre si, e a Karen parece muito… sei lá. A menina do Animegataris, ano passado.

Do contrário, seria muito desperdício de caracterização, considerando que há uma personagem chamada Banana, que tem bananas no cabelo, e bananas por todo o quarto :P

(A título de curiosidade: há uma escritora japonesa muito famosa chamada Banana Yoshimoto. Mas no caso dela é só pseudônimo).


Diego:

Banana-chan já é a melhor garota só por eu conseguir lembrar o nome dela :D  (por sinal, caso alguém não tenha pego, o “apelido” vem do nome real da personagem, Daiba Nana. Acho que os pais não gostavam da menina, porque olha… :D )


Gato de Ulthar:

Pior se ela tivesse um irmão brasileiro que se chamasse Oscar Alho ou Tomas Turbando.

Falando sério, também acho que o resto das personagens se mostraram mais interessantes que a protagonista, e confesso que esse tipo de personalidade expansiva e comunicativa me irrita um pouco.


Fábio “Mexicano”:

Daiba Nana pode ser lido como Dai Banana, Grande Banana. O nome inteiro não é melhor :’D

Mas realmente a protagonista não tem nada de especial, e até ela reconhece isso quando diz que nem tem a pretensão de disputar o papel principal. Mas a relação dela com a Hikari, a promessa que fizeram, meio que pede que ela suba literalmente no palco. Acho que ela, tão despreocupada, vai aprender um pouco com cada uma das demais até finalmente alcançar sua amiga de infância e cumprir a promessa.


Diego:

Mas dentre as demais personagens então, alguma em especial chamou a atenção de vocês por esse primeiro episódio? Vou dizer que não esperava que a colega de quarto da Karen tivesse uma nada sutil paixonite na amiga :D


Fábio “Mexicano”:

Espero ela explodir por causa do ciúme em algum momento. Vai ser aí que a Karen vai aprender a prestar atenção nas pessoas a sua volta.

Ela é a mais calma de todas as garotas. Imagina isso daí ficando nervoso, com raiva mesmo.


Gato de Ulthar:

Penso como o Fábio, e a Karen é super sem noção, parece até a Sakura, que não percebe nenhuma sutileza. O que pega é que essa menina não é calma e centrada em seus sentimentos amorosos como a Tomoyo, fazendo o paralelo, desta forma, podemos ter sim um conflito bem interessante.


Vinicius Marino:

De que ela vai explodir não tenho dúvida. A questão é: quem ela levará consigo? :D

Será que essas personagens terão uma volte face inesperada? Será que, ao contrário das amigas da Sakura, as colegas da Karen vão por a culpa nela por não ter agido/ter agido demais? Será que é só uma coadjuvante qualquer colocada aí para os fãs de Yuri shipparem?

Se a história realmente for pela vibe Cisne Negro, como o Gato sugeriu, isso tem potencial para ser interessante. Nada combina mais com competições insanas que tensão sexual. Coisa que o próprio filme – e, antes dele, o ballet que o inspirou – entendeu muito bem.


Diego:

Acho que isso só o tempo dirá, mas no mínimo existe potencial ai :D

Bom, antes de encerrarmos a conversa, vamos dedicar algumas linhas ao “elefante no armário” do anime? Digam ai: e quanto à f*cking Girafa falante? Arriscam palpites do que ela pode significar?

Ela me parece uma clara alegoria para a indústria do entretenimento, mas por que raios logo uma Girafa?


Vinicius Marino:

Acredito que seja uma esquisitice gratuita para servir de red herring. Como os pinguins de Mawaru Penguindrum, ou os animais de Princess Tutu que já mencionei.

Alternativamente, girafas podem ter uma importância pessoal para alguma das meninas. Quiçá tudo isso não passe de um delírio criado por um Demiurgo, que seja na verdade uma das garotas, e que se relacione com girafas de alguma forma.

Sei lá. Quebrou a perna indo no zoológico e não pode mais dançar. E agora criará uma batalha real para destruir outras garotas que ainda tenham esperança.


Fábio “Mexicano”:

Eu acho que não significa nada em particular. Ou talvez meu conhecimento sobre a simbologia das girafas é que seja limitado. Bom, é uma atividade diferente, mas girafas me remetem a circo, que também é um espetáculo potencialmente massacrante para seus artistas, como o teatro. Mas acho que ela está ali só para não deixar dúvida da surrealidade daquele cenário mesmo. Aquilo não é um elevador real e aquele não é um palco real. As garotas competem no limiar entre a realidade e a fantasia, e uma girafa falante não te deixa esquecer disso.


Vinicius Marino:

É exatamente o caso de Princess Tutu. Quanto à girafa especificamente, não posso deixar de mencionar uma cena do filme italiano A Grande Beleza, sobre um milionário sessentão em crise com a vida decadente. Em dada cena, ele sai para um passeio a noite e encontra um ilusionista tentando fazer uma girafa desaparecer.No centro de Roma. Por que, vocês me perguntam? Não faço a menor ideia XP


Gato de Ulthar:

Andei pesquisando um pouco sobre a “simbologia das girafas” pela internet a fora, e descobri coisas bem interessantes e que combinam com a vida dos artistas e a proposta do anime.

A girafa significaria a habilidade de ver o futuro e de alcançar as coisas que geralmente as pessoas comuns não conseguiriam pro estar fora do seu alcance. O grande pescoço da girafa significaria justamente essa habilidade. E faz sentido com Revue, todas as meninas buscam alcançar um objetivo que poucas são capazes de alçar.


Diego:

A Karen sendo então capaz de subir no pescoço da Girafa e ainda usá-la como plataforma para se lançar ao palco pode então ser uma metáfora de que ela será a garota a obter a Tiara Celestial? :P Ou talvez eu esteja superinterpretando só um pouquinho :D

Mas bom, vamos então ficando por aqui? Foi um ótimo primeiro episódio, que conseguiu nos dar muito o que falar até. Vamos torcer para que o anime só melhore daqui pra frente. Até a próxima semana a todos o/

E você, leitor, que achou deste primeiro de Shoujo Kageki Revue Starlight? Sinta-se a vontade para descer um pouco mais a página e deixar um comentário com a sua opinião.

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