Café com Anime – Ginga Eiyuu Densetsu: Die Neue These, episódio 12

E cá estamos nós, em mais uma edição do Café com Anime: nossa conversa semanal sobre alguns dos animes da temporada. E desta vez você confere nossa discussão sobre o último episódio de Ginga Eiyuu Densetsu: Die Neue These, com presença do Gato de Ulthar, do Dissidência Pop, o Fábio “Mexicano”, do Anime21, e do Vinicius Marino, do Finisgeekis, além, é lógico, de mim mesmo [rs]. Sirvam-se então de uma xícara do seu líquido predileto e venham então conferir o que achamos desse primeiro episódio :D

E claro, sempre bom lembrar: aqui no É Só Um Desenho você também confere nossas conversas sobe Sword Art Online Alternative: Gun Gale Online, às se0xtas, enquanto que no Dissidência Pop estarão nossas conversas sobre Mahou Shoujo Site, no Anime 21 aquelas referentes à Hisone to Maso-tan, e no Finisgeekis continuamos com as conversas sobre Cardcaptor Sakura: Clear Card-hen, que entrou agora em seu segundo cour.


Diego:

E aqui acaba Ginga Eiyuu Densetsu: Die Neue These – Kaikou. E o que dizer desse último episódio? Francamente: achei um pouco decepcionante.

Sejamos bem sinceros, isso não foi um final. Não foi se quer uma tentativa de final. Foi um clifhanger na cara dura mesmo. Acho que não podemos reclamar muito, considerando que desde o começo sabíamos que já há três filmes programados para a franquia, mas ainda assim. Terminar com essencialmente um tease do que esperávamos ser a “batalha decisiva” da temporada foi um tanto quanto frustrante.

E o que falar da batalha em si? Bom, ela foi… alguma coisa… Sei lá, ficou parecendo que a Aliança nem esperava ser atacada. Poxa, você invade território inimigo com uma armada enorme e não espera que o inimigo irá retalhar com uma armada tão grande quanto? Fora que os combates em si acabam por comunicar bem pouco além de “o Império ganhou”.

Mas vamos lá, falem vocês um pouquinho. Que acharam do último episódio do anime?


Fábio “Mexicano”:

O pior é que eles esperavam ser atacados. Uma das desculpas mais comuns para não recuar é que não podiam ir embora sem ao menos lutar. Mas eu acho que faz sentido. A Aliança estava enfraquecida, com suar forças divididas, paradas esperando por um reabastecimento que nunca chegou, e o Império teve todo o tempo do mundo para preparar meticulosamente o contra-ataque. Me parece claro que a estratégia de combate em cada fronte foi planejada com antecedência, sabendo tanto as forças inimigas quanto o que tinham disponível. Já os comandantes das frotas da Aliança não sabiam nada sobre os inimigos. A estupidez veio desde antes, quando decidiram ficar lá parados feito patos esperando, mas isso já discutimos longamente na sessão anterior.

O comandante do comboio de reabastecimento tentou ser um humorista né? “Estão atacando uma mera frota de reabastecimento?”

Amigo, o Império deixou as forças da Aliança esfaimando por sei lá quanto tempo enquanto aguardavam pacientemente. Cortar a linha de suprimentos era a intenção desde o começo, e esse risco já havia sido levantado desde antes da invasão começar, na reunião de planejamento. Não me faça passar vergonha, por favor.

De resto … sou muito burro por ter esperança no Comandante Lobos? Não, eu não espero que ele seja grande coisa. Mas eu quero acreditar que ele seja pelo menos pragmático, e não um porra louca como o Folk. Ele sabe que não pode recuar sem uma vitória. É lógico que a Aliança está em desvantagem agora, mas se reunir todas as forças talvez possa conquistar alguma coisa. Manda o Folk de volta para o quartel general (e manda internar ele em um hospício, se possível) e entrega o comando em campo para o Yang, ou para o Bewcock, que é mais velho mas é esperto também (e escuta o Yang). Pronto, dá pra conseguir algo parecido com a primeira batalha do anime. Mas isso é especulação para um filme que só vai sair sabe-se lá quando né? Quero dizer, até já deve ter data, mas até sair aqui no ocidente … só se o Crunchyroll lançar também, às vezes lançam filmes, vai quê.


Gato de Ulthar:

Até que gostei do episódio.

Curti o fato de finalmente termos uma batalha de caças, que aparecia na abertura mas até o momento nada. O uso destas pequenas naves quebra um pouco a monotonia de ficar vendo só um bando de naves enfileiras iguais disparando lasers umas nas outras. Me lembrou bem Star Wars, tanto é que senti uma similaridade entre as naves do Império com as Tie Fighters do Império do Palpatine.

Também gostei de ver que cada um dos subordinados do Reinhard possui uma característica própria, tendo habilidades únicas e variadas, o que quebra a monotonia do anime em relação as batalhas.


Vinicius Marino:

Eu preciso discordar do Fabio e do Diego. Amei o episódio! Achei a batalha eletrizante, um espetáculo visual e sonoro. E, embora não seja um final, deu uma closure no progresso pessoal do Reinhard.

Ele, no primeiro episódio, lutava para brilhar cercado de uma velha guarda antiquada. Agora, nós o vemos na mesma posição, na mesma nave, cercada pela equipe que ele próprio construiu homem a homem. É uma imagem poderosa de seu crescimentoao longo do anime, a despeito de seu pouco tempo de tela.

De resto, é impressão minha ou a música da segunda parte é um sampling da Nona de Beethoven (1o movimento)?


Diego:

Sobre a trilha sonora, eu não cheguei a reparar, mas não me surpreenderia. LOGH tem um histórico de usar da música clássica: o anime antigo tinha nelas a maior parte da sua trilha.

Agora, de fato o episódio foi um tremendo espetáculo visual. A batalha de caças, sobretudo, foi bem divertida de se assistir. Meu problema é mais com a história. Nós começamos o anime com um primeiro embate entre o Rein e o Yang, finalizar com um segundo deixaria a coisa bem mais “redonda”. Ao invés disso, temos apenas a promessa de um embate futuro, e uma que nem foi particularmente bem feita. Digo, o episódio não soou como um final de temporada, mas sim como apenas mais um episódio qualquer.


Fábio “Mexicano”:

Não tenho o que reclamar da luta. E de fato o Reinhard evoluiu (pelo menos alguém, né). Mas aqui o problema é o mesmo que tivemos com Sakura: isso não foi um final. Não foi final sequer desse arco. Isso é frustrante pra caramba.


Diego:

Eu acho que não me sinto tão frustrado porque já sabíamos desde o início que teríamos os filmes. Mas ainda assim, mesmo sabendo disso o final soou tão… abrupto. Mesmo um pouquinho preguiçoso, para ser bem sincero.


Fábio “Mexicano”:

Bom, você que conhece o original pode dizer: dava para ter encerrado esse arco? Haveria tempo para tanto? Porque acho que terminar em algum arco anterior não daria de todo modo, a não ser que tenham pulado algo incrível…


Diego:

Sinceramente: não, não dava. No mínimo precisaríamos de mais um episódio, talvez mais (não lembro bem de quanto mais dura o arco). Mas também não havia nenhum ponto anterior no qual terminar. O melhor teria sido fechar o anime com a captura de Iserlonh, mas considerando que isso ocorreu praticamente na metade do anime teria sido necessário esticar bastante as coisas. Embora talvez não fosse de todo mal, se soubessem usar do tempo extra para desenvolver um pouco mais o universo da série.

Ou, talvez, esticar só um pouquinho e terminar com a partida do Império para combater a Aliança invasora. Digam se a cena dos subordinados do Rein partindo para o combate não daria um fechamento de temporada bem mais impactante? :P


Fábio “Mexicano”:

Pois é, não parece ter acontecido muita coisa antes de Iserlohn. Foi o que eu pensei também, embora não seja ideal de todo modo porque só serve para mostrar do que o Yang é capaz, não o Reinhard.


Gato de Ulthar:

Não teria sido melhor se este fosse um anime de 24 episódios?

Penso que esta mania de fazer filmes em detrimento de novas temporadas seja bastante prejudicial para a maioria dos animes, além de demorar entre um filme e outro uma verdadeira eternidade, quebra aquela sensação de continuidade tão bem vinda nos animes. Será que é mais vantajoso financeiramente?


Fábio “Mexicano”:

Seria melhor se alguém tivesse ficado quase morto. Porque os dois últimos episódios se chamam “Quase morto” parte 1 e 2 e ninguém relevante fica quase morto. Fiquei muito frustrado com isso.


Vinicius Marino:

Eu entendo que essa produção deva ser muito mais cara que a anterior e reduzir a um cour deva permitir um maior polimento. Mas de fato, é um desapontamento.

É como publicar Guerra e Paz como um panfleto de 50 páginas. Com algum azar, não saímos nem do baile da primeira cena!

Diego, você que conhece a série: acha que há chance dos 3 filmes cobrirem muito terreno?


Fábio “Mexicano”:

De todo modo, havia outra solução possível: Que fosse tudo filme desde o começo. Pois é, não haveria esse Café com Anime, mas infelizmente a indústria de anime no Japão ainda não trabalha para nós, então não posso dizer que isso seja relevante.


Diego:

É difícil responder, Vinicius. Tudo dependeria de quanto tempo cada filme terá. Eu suspeito que eles cobrirão até o final do que seria a primeira temporada do anime antigo, o que basicamente implicaria em finalizar em ainda outro clifhanger, desta vez muito mais impactante.

Sobre tudo ser um filme, Fábio, eu teria achado um formato horrível :P Salvo fizessem algo como foi Katanagatari, que teve basicamente um episódio de uma hora por mês durante um ano. Algo regular, ao invés de talvez um filme a cada um ou dois anos (basicamente o que fizeram com Digimon Adventure Tri, por exemplo, e Tri foi um horror de acompanhar)


Fábio “Mexicano”:

Pelo menos seria consistente. Desse jeito irrita demais.


Diego:

Bom, mas vamos lá, fato é que acabamos com uma série de 12 episódios e 3 filmes. Voltando então, digam: ao final, que acharam desses primeiros 12 episódios? Tanto como algo isolado quanto como tendo o conhecimento de que a história irá continuar, acham que valeu a pena o que viram? E mais importante, talvez: pretendem ver os filmes quando saírem? O anime convenceu o bastante para vocês quererem ver mais?


Fábio “Mexicano”:

Convenceu. Mas eu me vendo por pouco.


Vinicius Marino:

Convenceu. E sou bem mais cri-cri que o Fábio.

Sério, assistir LOGH foi um prazer. Uma produção de primeira, com uma história fantastica e um universo intrigante. Toda semana, sempre que eu sentia vontade de esganiçar o Diego por conta de SAO eu pensava “não, ele está perdoado: sem ele eu não teria visto LOGH.”

Eu vería esses três filmes de qualquer jeito. E agora estou até com vontade de assistir à interminável série original


Gato de Ulthar:

Convenceu-me também. Foi um anime bem interessante, com uma produção impecável e uma história envolvente. Fico feliz por ter tido a possibilidade de acompanhar este anime com vocês, sou grato ao Diego. E sim, pretendo ver os filmes.


Diego:

Eu vou dizer que a série original vale muitíssimo a pena, e que qualquer um que tenha ficado interessado nesse universo por conta de Die Neue These não irá se arrepender de dar uma olhada no passado. Só é uma lástima que a série não esteja legalmente disponível no Brasil, mesmo o Hidive tendo os direitos de exibição dela lá fora. Poha Hidive!

Sobre a minha pergunta: em muitos aspectos eu acabo ainda preferindo o antigo, não só por já ser uma história completa, como ainda por fazer muitas coisas bem melhor do que esse anime fez. Mas dentre os animes dessa onda de continuações e reboots eu vou dizer que esse foi sem dúvida um dos melhores. Excelentes valores de produção, e mesmo que atuando em limitações bem complicadas (como serem apenas 12 episódios) ainda conseguiram entregar um ótimo anime. Certamente verei os filmes, e quem sabe não fazemos um Café para cada um deles, não é?

Mas avançando, vamos à grande questão de toda essa história: Yang ou Reinhard? :P  Seja em termos de ideais, seja como personagens, quem vocês preferem?


Fábio “Mexicano”:

Yang. Sou um democrata e pacifista. Mas o Reinhard é um personagem muito mais intrigante, ele tem uma história mais bem trabalhada e fico muito mais curioso pra saber o que ele planeja do que o Yang. Só que o anime foca mais nas ideias do que nos personagens, então tenho que ir com o Yang.


Gato de Ulthar:

Reinhard de todo o meu coração, é um personagem muito mais interessante e rico do que o Yang, mesmo que eu não concorde 100% com seus ideais, ele é alguém que age com pulso ao buscar seus ideais. Já o Yang, não consigo simpatizar com ele, é como se tudo fosse particularmente fácil e ele nunca se dedicasse para nada.


Vinicius Marino:

Reinhard é uma personagem tão mais interessante que isso nem é um dilema. Um conto apaixonado de ambição, lealdade, política e dominação espacial. Isso é que eu espero de LOGH! Não um nerd sem sal que bebe conhaque com chá.

Dane-se a ideologia dos dois. Se eu quisesse uma personagem que pensasse como eu só me olharia no espelho!


Diego:

Vamos ficar no empate então, porque eu gosto muito mais do Yang :P Mas o Rein é certamente um líder carismático e competente. É interessante inclusive apontar que os dois são personagens diametralmente opostos inclusive na forma de agir. O Rein é um personagem muito mais ativo, que age em prol dos seus objetivos, enquanto que o Yang é muito mais reativo, servindo conforme lhe é ordenado. O que talvez faça o Rein soar muito mais interessante, na medida em que é muito mais proativo, mas eu ainda simpatizo muito mais com o Yang rs.


Vinicius Marino:

O Yang é um cara com quem eu adoraria sair para beber. Calmo, gente fina, culto. Mas como personagem? Nah, fico com o Conte de Monte Cristo espacial, muito obrigado XP


Diego:

Bom, vamos então a um último ponto: a questão política em LOGH.

Eu acho que a mensagem final de LOGH, no que diz respeito a como o anime vê a política, é uma bem clara: nenhum sistema é a prova de falhas, e com as pessoas erradas no poder a distância entre a democracia e a ditadura se encurta consideravelmente.

O que vocês têm a dizer sobre isso? Tanto a mensagem que o anime passa quanto a forma como ele passou, concordam, discordam, acham que o anime foi bem sucedido em passar o que queria, acham que ele não soube vender seu argumento, ou o que?


Fábio “Mexicano”:

Pessoas são uma merda e você não pode depender de pessoas. O anime mostra duas nações e embora uma delas seja uma democracia, ainda é uma que está muito sujeita às vontades do governante de turno. Ser ditadorzão para sempre ou ser ditadorzinho com tempo de mandato definido não faz assim tanta diferença. Me pergunto se ao longo da história o autor conclui que o importante é ter instituições sólidas, mas duvido.


Vinicius Marino:

Eu tenho uma leitura diferente da “mensagem” por trás da obra. A mim, LOGH me parece uma coleção de reflexões sobre o poder mais do que um debate entre dois sistemas de governo. As vinhetas foram muito agradáveis, e eu me surpreendi com a qualidade dos pontos levantados. Mas seu mundo é vago e diferente demais da nossa realidade para ir muito mais fundo. O que, a meu ver, é uma qualidade nesse caso.

Precisaria assistir mais para ver se a conclusão se aproxima do cinismo descrito pelo Diego, ou se ele chega ao ponto levantado pelo Fábio.

De qualquer maneira, acredito que um cenário de guerra não é lá uma circunstância muito apropriada para se fazer uma comparação entre democracia e ditadura. Isto porque estados de guerra são excepcionais, num sentido não só moral, mais também jurídico. Em ditaduras, a ameaça externa pode levar um povo reprimido a agir diferentemente em relação a seus próprios governantes. E, em uma democracia, as próprias constituições autorizam medidas de exceção que seriam inconcebíveis em tempos de paz.

Seria a Aliança tão corrupta se não estivesse em guerra com o Império? Seriam os camponeses do Império tão passivos – e seus aristocratas, tão tímidos em suas tentativas de sublevação – sem suas preciosas frotas?


Gato de Ulthar:

Uma intrincada discussão política sendo ou não o foco em uma obra do estilo de Legend of Galactic Heroes se mostra necessária, pois é imposível contar a história como foi contada sem adentrar nesses meandros governamentais, isso é bastante comum em space operas. Onde há um Império ou governo galáctico, haverá problemas sérios, a não ser em breves momentos de uma “Pax Romana”.

É realmente complicado comparar o mundo deste anime com o nosso. Muitas semelhanças podem ser apontadas, já que o autor, sem sombra de dúvidas, se baseou por modelos pré-existentes, a maioria dos autores fazem isso. Por exemplo, a saga Fundação de Isaac Asimov, uma das mais famosas space operas, foi inspirada em obras como o Declínio e Queda do Império Romano, de Edward Gibbon.


Vinicius Marino:

E essa inspiração colou, hein? Fico me perguntando se a influência da obra de Asimov não contribuiu para os muitos “Impérios” que vieram povoar a ficção científica, de Warhammer 40k a Star Wars.


Gato de Ulthar:

É possível, o primeiro livro da Fundação foi publicado em 1951.

O objetivo de Asimov desde o começo era narrar a queda de um grandioso Império galáctico e a consequente ascensão de um mundo científico pautado em outras bases.


Diego:

Bom, acho que podemos ir nos despedindo de LOGH, não é? :D Vamos lá então: considerações finais? Que gostariam de dizer antes de encerrarmos esse Café?


Fábio “Mexicano”:

Queria que alguém tivesse ficado quase morto no arco final. Ou, sabe, que o arco final tivesse acabado pelo menos. O que não falta são animes com finais abertos, mas a maioria se esforça para terminar em um ponto de “final local” pelo menos, e LOGH sequer tentou isso. Mas foi um bom trailer para a história completa, estou curioso e interessado em conhecer o resto :)


Gato de Ulthar:

Olha, LOGH foi uma obra bem gostosa de acompanhar, teve sim seus problemas, mas como um todo valeu a pena. Algumas coisas foram realmente irritantes, como na parte político/estratégica da invasão da Aliança e pelo fato deter um final sem ser um final.


Vinicius Marino:

Gostaria de dizer que senti o tempo voar. Nem parece que estou há três meses assistindo LOGH. Podia passar o resto do ano acompanhando essa saga sem pestanejar!

Acho que isso significa que gostei, né? Pois bem, gostei mesmo. E ficarei com saudades.


Diego:

Bom, eu incentivo a todos que apreciaram o reboot a darem uma conferida no anime original: não irão se arrepender! (acho que já disse isso, não? :P ). Quanto a nós, porém, vamos ficando por aqui então. Eu estava apreensivo com o reboot, mas fico feliz que, apesar desse “não-final”, foi uma experiência bastante positiva. E agora é esperar pelos filmes. Até o próximo Café, pessoal o/

E você, leitor, o que achou deste anime? Sinta-se a vontade para descer um pouco mais a página e deixar um comentário com a sua opinião.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s