Café com Anime – Ginga Eiyuu Densetsu: Die Neue These, episódio 7

E cá estamos nós, em mais uma edição do Café com Anime: nossa conversa semanal sobre alguns dos animes da temporada. E desta vez você confere nossa discussão sobre o quinto episódio de Ginga Eiyuu Densetsu: Die Neue These, com presença do Gato de Ulthar, do Dissidência Pop, o Fábio “Mexicano”, do Anime21, e do Vinicius Marino, do Finisgeekis, além, é lógico, de mim mesmo [rs]. Sirvam-se então de uma xícara do seu líquido predileto e venham então conferir o que achamos desse primeiro episódio :D

E claro, sempre bom lembrar: aqui no É Só Um Desenho você também confere nossas conversas sobe Sword Art Online Alternative: Gun Gale Online, às sextas, enquanto que no Dissidência Pop estarão nossas conversas sobre Mahou Shoujo Site, no Anime 21 aquelas referentes à Hisone to Maso-tan, e no Finisgeekis continuamos com as conversas sobre Cardcaptor Sakura: Clear Card-hen, que entrou agora em seu segundo cour.


Diego:

Olá a todos e vamos então para nosso sétimo Café com Anime de Ginga Eiyuu Densetsu: Die Neue These \o/

E a captura de Iserlohn se deu em menos de um episódio com tudo correndo conforme o planejado :P Honestamente, nem tenho do que reclamar: mesmo nos OVAs a captura de Iserlohn foi bem rápida. Ao menos foi divertido de assistir, e o disparar do Martelo de Thor ao final foi certamente legal de ver. E finalmente tivemos um pequeno vislumbre de Phezzan, com seu líder Rubinsky.

Mas vamos lá, digam ai vocês: que acharam deste episódio?


Fábio “Mexicano”:

Comecei a assistir agora, posso arriscar um chute?

De alguma forma, o plano da Aliança fará com que o Thor Hammer aniquile a frota da própria Iserlohn, com a qual a fortaleza não está conseguindo entrar em contato.

Gostei desse detalhe:

A identificação foi positiva, mas como o Remler desconfia deles, mentiu dizendo que não passou mesmo assim.

Já isso, ehh…

A briga foi mais ou menos rápida, mas uma autoridade tão importante deveria ter uma guarda pessoal dedicada, ou no mínimo algumas pessoas ali dentro deveriam ser treinadas para isso. Só o Remler reagiu, basicamente, e foi para impedir o agressor. Dois ou três deveriam ter pulado dos arbustos apenas para ser escudos do comandante.

YAY!

Castrop? Vai pra Cubap, seu comunistap!

O Martelo de Thor é menos visualmente impressionante do que eu esperava. Obviamente economia de recursos, os dois primeiros disparos tiveram exatamente a mesma sequência de animação, na maior cara de pau, LOL. O plano funcionou porque tudo deu certo, porque o comandante da base era covarde e porque não existe uma mísera contra-medida de segurança, o que seria algo esperado. Bastava que o disparo do canhão principal de Iserlohn precisasse de qualquer tipo de autorização externa que o plano já não teria funcionado, por exemplo. Ok, eles não podem se comunicar em tempo real com Odin, mas precisava ser Odin? Uma base menor, recuada, próxima, que cuidasse apenas disso já bastaria. Perderia um pouco da agilidade no disparo, mas precisa? O canhão é tão poderoso que na hora que for disparado, qualquer batalha que seja acaba. E enquanto o disparo não é feito, se necessário, eles têm uma frota gigantesca ali dentro.

Agora imagino que irão inventar uma desculpa para forçar o Yang a continuar na ativa. Talvez por ele ter deixado a frota de Iserlohn fugir? Talvez por algo relacionado à Jessica? Ao Julian?

E como eu disse na sessão anterior, é provável que o Império fique louco por Fezzan. Mesmo que hipoteticamente o planeta neutro tenha defesa idêntica a de Iserlohn ou melhor (e duvido que tenha), ainda assim dispõe de muito menos recursos, tanto humanos quanto de qualquer outro tipo. Um cerco duradouro, na pior das hipóteses, seria efetivo. A escolha de Fezzan agora é entre manter casmurramente a neutralidade enquanto aguarda o ataque (que pode vir inclusive da Aliança, prevendo o óbvio movimento do Império), ou se aliar preventivamente a um dos lados, aderindo ao conflito sim mas em seus próprios termos. E parece que já escolheram a Aliança.


Gato de Ulthar:

A tomada da fortaleza foi rápida e correu tudo conforme o plano do Yang. Sinto que faltou um pouco de dramaticidade na tomada, tudo saiu perfeito demais. Mas é só uma questão de gosto pessoal, pois tecnicamente falando foi ok.

E comungo com o Fábio, Fezzan é muito tentador para ficar incólume, mesmo que goze de status neutro como a Suíça e a Bélgica.

Pelo que deu para entender, Fezzan é absurdamente rica, por ser o interposto comercial entre a Aliança e o Império.


Vinicius Marino:

Esse anime não erra hein? Que episódio sensacional!

De fato, foi uma captura bem rápida, mas não achei isso um problema. Ele mostrou o que tinha de mostrar, com direito a batalhas siderais, “kung fu” dos Rosen Ritters, diálogos filosóficos e excelente caracterização. Que anime hoje em dia nos oferece tudo isso de uma vez?

Gostei particularmente do esmero com que a série molda suas personagens. Vejam só essa tomada do Yang sentado em cima do painel de controle.

É uma maneira de mostrar que ele é jovem e heterodoxo. É um sujeito desleixado mesmo para os padrões da Aliança. Storytelling visual em seu melhor.

Ou mesmo o capitão dos Rosen Ritters, que pontua cada tirada com uma tirada de machão. No episódio passado, ele parecia apenas um cafajeste genérico. Neste, notamos que sua fanfarronice é quase um mecanismo de defesa, uma forma de lidar com o stress extremo de encabeçar as operações mais espinhosas.

Para não dizer que tudo foram flores, tive alguns problemas com a “ciência” do episódio. Por que o Martelo de Thor é pouco efetivo a distâncias longas? Não é como se os disparos desacelerassem no espaço!

Mas lógico, sei que isso tudo é nitpick. Já falamos no passado como space operas são bem leves em verossimilhança científica.


Diego:

Essa forma do Yang sentar é uma das marcas registradas do personagem (junto do seu amor por álcool no chá rs), e de fato ela “resume” muito bem quem ele é como pessoa. Me lembra um pouco o L, em Death Note, e me pergunto se é uma leve inspiração do autor do segundo ou se “personagem genial que senta de forma pouco ortodoxa” é um trope comum (juro que não me lembro de nenhum outro agora!).

E olha, vou dizer que no original o povo da Rosen Ritters era bem machão mesmo. Nível: eles iam pra briga com machados de lâmina dupla e cortavam os inimigos ao meio :P Aparentemente esse foi um “detalhe” adicionado pelo anime antigo, e não presente nas novels originais. Só uma curiosidade mesmo, nada lá muito relevante, mas que achei legal trazer porque sim rs.

Agora, sobre os comentários do Fábio… há mesmo de se concordar que a segurança da ponte de comando não era bem das melhores (e mesmo assim não era pouca! Ela só deixava de existir uma vez que passavam pela porta…). Não sei dizer se é algo da época (as novels são dos anos 80, afinal), mas de fato é um detalhe que levanta um monte de perguntas. Mas vou dizer que a mim não incomoda, e no fim eu curti como foi a invasão. Direta, objetiva, sem enrolações, e de vez em quando é legal ver um plano dar certo sem percalços.

O que, aliás, é um ponto a se discutir. Estamos bastante acostumados, na ficção, a planos que encontram algum problema conforme são executados. Um artifício para aumentar a tensão da cena, muitas vezes com ótimos resultados. Mas aqui, como eu disse, tivemos bem a antítese disso. O que vocês pensam a respeito desse ponto?


Vinicius Marino:

Acho que não deixa de ser uma quebra de expectativas, de sua própria maneira. Estamos tão habituados a ver tudo dar errado (ou dar certo por sorte) que um desenlace desses nos surpreende.

Não acho isso um defeito e digo mais: acredito que o excesso contrário seja tão ruim quanto. Perdi a conta de quantos procedurais já assisti cujos problemas sempre degringolavam em crises (que eram misteriosamente solucionadas ao final do episódio).

Planos bons às vezes acontecem. Dia D está aí para provar. E não há nada de errado nisso.


Gato de Ulthar:

Realmente chamou muito a atenção o fato do plano ter dado tão certo. No começo eu estranhei isso é me senti um tanto desconfortável, mas parando para analisar, é na verdade prazeroso quando um plano dá tudo certo.

Espero que a próxima missão do Reinhardt também seja um sucesso!


Fábio “Mexicano”:

Planos podem dar certo, planos podem dar errado, as coisas podem dar certo no final apesar dos planos darem errado, o importante é não ser sempre a mesma coisa. É ficar repetitivo que deixa uma história previsível e, frequentemente, sem graça. Ainda estamos nos estágios de formação dos protagonistas, então suponho que pouco ou nada dará errado para eles.


Diego:

Protagonistas… E o Rein que não aparece, em? :P Mudando o assunto, vamos falar um pouquinho disso. O primeiro anime foi bem mais competente em termos de balancear cenas do Império e cenas da Aliança, mas até o momento só focamos no Rein nos episódios 1 e 3, com quatro episódios seguinte só para o Yang. Phezzan é outra irritação minha, brevemente mencionado no episódio 1 e completamente ignorado desde então, pra só aparecer agora. O que vocês têm a dizer sobre a forma com que o anime vem lidando com seu elenco?


Fábio “Mexicano”:

Pra reequilibrar, teria que seguir o Império até quase o fim agora, e daí no último arco teríamos, espero, um embate entre os dois.


Diego:

Pior que, do pouco que me lembro do comecinho do anime anterior, é mais ou menos isso ai mesmo que deve rolar.


Fábio “Mexicano”:

Eu teria preferido um episódio lá e um cá, seria mais dinâmico e interessante, mas ok, reconheço que seria mais difícil contar histórias longas assim, então se chegamos a esse ponto agora esse desenvolvimento é o melhor possível.

E o fujão lá cujo nome eu não esqueci porque na verdade nunca decorei mesmo já teve contado com o Reinhard, então se eles voltarem a ter contato até vai mais ou menos de forma bastante indireta manter uma linha narrativa – através de um personagem terciário, mas bem, que seja.


Gato de Ulthar:

Acho que focará mais no Reinhardt daqui para frente, culminando em um conflito entre ele e o Yang. LOGH não me parece o tipo de anime que fugiria disso.


Vinicius:

É bastante complicado lidar com esse número de personagens. Em escopo (e temática) LOGH é bem parecido a Guerra e Paz, que simplesmente nos metralha com dezenas de nomes nas cenas iniciais e espera que decoremos tudo.

Acho que a série vem fazendo um bom trabalho com o material que tem em mãos. Uma fórmula fixa episódio a episódio seria interessante, mas com o Fábio disse, pode vir a ser impraticável. Pior: pode encorajar o anime a encurtar histórias para caber em 25 minutos, prejudicando o desenvolvimento da trama.

Fezzan não me incomodou. Diante de todo esse malabarismo, eu prefiro que LOGH se foque no que importa (Reinhard, Yang e seus círculos) que nos entupa com mais lore que pode não levar a nada no curso dos 12 episódios.

Aliás, falando em Fezzan, não sei se vocês sabem, mas é o nome de uma região real na atual Líbia.


Diego:

No quesito “apresentação de personagem” eu acho interessante comparar esse novo anime com o antigo. Isso porque o episódio 1 do antigo apresenta o dobro ou mais de personagens relevantes que o episódio 1 deste anime apresenta. Isso que, ao que tudo indica, esse novo vem sendo mais fiel às novels originais – o que parece ser uma tendência desses remakes mais recentes, né? Mas me faz pensar como foi a produção do primeiro anime. Hoje nós o conhecemos como essa obra com 110 episódios, mas ele foi lançado em um sistema de temporadas não muito diferente do atual (4 temporadas de 20 e tantos episódios). Mas assistindo, ficamos com a impressão de que o antigo já planejava adaptar tudo desde o início.

Por contraste, eu sinto que esta versão está constantemente preocupada em tomar cuidado com o que introduz, não querendo, como o Vinicius apontou, jogar informação que não poderá trabalhar nesses 12 episódios – e olha que já temos 3 filmes confirmados. Para todos os efeitos, enquanto espetacular visualmente, esse remake passa a impressão de um projeto bem menos ambicioso e bem mais cauteloso. Não duvido que virão novas temporadas se esta render bem, mas este “se” parece uma constante na cabeça da equipe do anime. Mas bom, talvez seja só eu pensando isso por conhecer o antigo… o que vocês acham dessa questão? Têm essa impressão também?


Gato de Ulthar:

Sem conhecer o original fica difícil ter uma noção tão boa como a sua Diego.

Sem dúvidas LOGH conta com um elenco gigantesco, mas creio que ele vem trabalhando bem com essa questão.

É inegável o cuidado da produção neste aspecto, em não adaptar o que não poderá cobrir, por um lado isso é bom, já que não deixa pontas soltas, mas por outro, nos faz absorver muito menos do que deveríamos.


Vinicius Marino:

Tal como o Gato, não tenho como opinar sobre as diferenças entre as séries antiga e nova. Só quero comentar sobre um detalhe: filmes oferecerem uma oportunidade excelente para introduz informação ao longo de seu desenvolvimento. É possível fazer longas que nos introduzam personagens novas, desenvolvam seus conflitos e os reaproveitem a longas seguintes, sem perder a unidade de cada filme. O universo cinemático da Marvel é o exemplo mais grandiloquente desse tipo de storytelling, mas está longe de ser o único. Toda “série” de filmes de sucesso faz isso também.

Meu ponto é que isso é muito diferente do que tratar um filme como um “super-episódio” de 2h-2h30, ou (pior) quatro ou cinco episódios colados um ao outro. Se a série atual está disposta a fazer o melhor uso dos longas, é mister não “queimar” a largada e aproveitar sua capacidade privilegiada de exposição para trazer tudo a nós em seu devido tempo.


Fábio “Mexicano”:

Bom, eu não sinto falta de personagens que eu nem sei que existem. A história está funcionando bem com os personagens que temos até agora, então estou satisfeito com isso. Acho que talvez tenha-se gasto tempo demais nos convencendo que a Aliança é governada por pessoas más e etc, mas não é como se fosse fazer muita diferença de todo modo, a não ser que o anime fosse 100% ação, o que é complicado porque a gente mal conhece onde eles estão lutando e porque estão lutando. Sem contar que o Império, sendo uma monarquia absoluta, deve ter problemas internos mais complexos que vão sim precisar de algum tempo de tela e acabaria sendo desequilibrado se o anime não tivesse gasto tempo nenhum mostrando as entranhas da Aliança. Mais ou menos personagens fazem pouca diferença nisso tudo.


Diego:

Entendo. Bom, só queria mesmo ver se era algo que mesmo alguém que não viu o anterior notaria, mas pelo visto não. Tudo bem então.

Vamos então pra um último ponto: com a Aliança tendo dominado o a fortaleza (e o corredor) de Iserlohn, o que vocês esperam do anime daqui pra frente?


Vinicius Marino:

Um contra-ataque? Seria o mais lógico.


Fábio “Mexicano”:

Um contra-ataque do Império, talvez atrasado por algum tumulto interno. Por questão de orgulho, acredito que vão atacar Iserlohn mesmo, mas orgulho não ganha guerras, é uma estupidez na verdade. Talvez esse contra-ataque em particular até seja rápido, desencadeando um tumulto interno ainda maior. E aí entra o Reinhard, que por ser um traidor e por ter a sua lealdade depositada noutro lugar, não tem porque se cegar olhando para Iserlohn. Não sei se o Império vai atacar Fezzan, mas se o fizer, é provável que a ideia parta do Reinhard. Talvez ele até ataque Fezzan sem nem consultar ninguém antes.

Se eu me permitir especular um pouco mais, creio que, em um primeiro momento, Yang irá mesmo se aposentar. Mas será justamente essa ameaça contra Fezzan que o forçará a voltar para a ativa – quero dizer, irão forçá-lo.


Vinicius Marino:

Bem estranho isso ser possível. Aposentar-se fora de hora durante um estado de guerra, digo. Sobretudo em um período de guerra total.


Fábio “Mexicano”:

Se ele já estava planejando isso antes, como ele disse que estava, é porque já tinha tudo planejado. No caso dele devia sim ser possível, de alguma forma.

Quero dizer, o Yang é desligado, desastrado, mas é do tipo analítico. Se ele disse que ia se aposentar, é porque já tinha estudado essa possibilidade a fundo.


Vinicius Marino:

O anime diz que sim e não tem discussão, mas não deixa de ser estranho. Não sei como funciona segundo a lei militar, mas me parece implausível que no mundo real um país em guerra simplesmente deixe o cara mais importante descansar. Existe precedente para isso em alguma guerra? O máximo que conheço é soldados condecorados tirados de combate para arrecadar fundos ou fazer propaganda. Mas veja bem: eles ainda estão “servindo”. E mais importantemente, não eram comandantes muito importantes.


Fábio “Mexicano”:

Ah, concordo que não seja verossímil. Mas muita coisa não é verossímil nesse anime, essa seria só mais uma. E dá para forçar um pouco e dizer que no fundo vão aceitar porque, afinal, o Yang é um subversivo. É útil tê-lo como um herói, mas não é bom tê-lo subindo na hierarquia militar. Aposentar para afastar do debate público é algo mais ou menos comum (não sei se em meios militares, mas nos meios políticos com certeza).

Mandar um opositor político ser embaixador nas Ilhas Fiji, ou o irmão do rei ser Conde da Antártica, tenho certeza que isso é algo que aconteceu muitas vezes na história.


Vinicius Marino:

Pode ser, mas virar embaixador das Ilhas Fiji é diferente de se aposentar. Você é obrigado a ficar nas Ilhas Fiji. Quando o Yang falou em aposentadoria eu pensei em outras coisa.

Se por “aposentar-se” ele estiver falando de ser “remanejado à reserva”, virar o líder da guarnição do asteróide Lugar Nenhum IX, beleza. Mas eu jamais deixaria um subversivo como ele solto na sociedade civil.


Fábio “Mexicano”:

Tem isso também, precisamos saber exatamente o que essa “aposentadoria” significa de verdade. De todo modo, reitero que não é como se Legend of The Galactic Heroes já não tivesse sido inverossímil em outras ocasiões.


Gato de Ulthar:

Acho que é impossível encontrar sentido nessa aposentadoria, devemos delegar a discussão à suspensão de descrença. E é como disseram, quando precisarem dele vão chamá-lo e pronto.

Vão chamá-lo enquanto ele estiver tirando férias à beira-mar tomando um drink que é servido pelo seu capacho adotado.


Diego:

Acho que o “se aposentar” do Yang é só modo de dizer: ele iria mesmo é pedir demissão. No anime antigo esse era um plot point comum: o Yang vivia querendo ser dispensado, mas sempre tomava um “não” :P

Mas bem, vamos então ficando por aqui, e aguardemos para ver as surpresas que esse anime nos trará. Até a semana que vem a todos o/

E você, leitor, que achou deste sexto episódio? Sinta-se a vontade para descer um pouco mais a página e deixar um comentário com a sua opinião.

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