Café com Anime – Ginga Eiyuu Densetsu: Die Neue These, episódio 4

E cá estamos nós, em mais uma edição do Café com Anime: nossa conversa semanal sobre alguns dos animes da temporada. E desta vez você confere nossa discussão sobre o quarto episódio de Ginga Eiyuu Densetsu: Die Neue These, com presença do Gato de Ulthar, do Dissidência Pop, o Fábio “Mexicano”, do Anime21, e do Vinicius Marino, do Finisgeekis, além, é lógico, de mim mesmo [rs]. Sirvam-se então de uma xícara do seu líquido predileto e venham então conferir o que achamos desse primeiro episódio :D

E claro, sempre bom lembrar: aqui no É Só Um Desenho você também confere nossas conversas sobe Sword Art Online Alternative: Gun Gale Online, às sextas, enquanto que no Dissidência Pop estarão nossas conversas sobre Mahou Shoujo Site, no Anime 21 aquelas referentes à Hisone to Maso-tan, e no Finisgeekis continuamos com as conversas sobre Cardcaptor Sakura: Clear Card-hen, que entrou agora em seu segundo cour.


Diego:

Bom, isso foi… curioso. Olá a todos e bem vindos a mais um Café com Anime de Ginga Eiyuu Densetsu \o/ Com um episódio que honestamente me pegou de surpresa. Tal como no episódio passado, tivemos aqui o backstory do Yang, inclusive em mais detalhe do que o anime original o havia entregado, ao menos no seu começo. Porém, diferentemente do episódio anterior, só vimos o passado: nada ainda de como está o Yang após a última batalha. Foi uma decisão interessante, ao mesmo tempo que ligeiramente preocupante. Fosse esta ser outra série de mais de cem episódios, eu teria adorado o maior detalhamento. Mas com apenas 12 eu não pude deixar de pensar “por que exatamente nós estamos vendo isso agora?”

Bom, ao menos o próximo episódio deve continuar a história do Yang – o título dele é “O Nascimento da 13ª Frota”, que é justamente a frota do Yang. O que é em si mesmo algo interessante, já que vai ser a primeira vez que o anime vai quebrar o vai vem entre Império e Aliança. Mas por agora falemos deste episódio. E ai, o que acharam dele?


Gato de Ulthar:

Eu gostei mas igualmente fiquei preocupado. Será que o anime dará mais destaque para o Yang e seus Planetas Livres? Só o futuro dirá.

Fora isso, gostei do episódio por simpatizar com o Yang, e mostrar como ele é o oposto do Rein. O Yang virou estrategista “por acaso”, apenas foi jogado no meio de tudo isso e está fazendo o seu trabalho, sem uma maior motivação.

Gostei também do fato de que o estudo da história é uma peça fundamental para um bom estrategista.


Vinicius Marino:

Mais um excelente episódio de LOGH. Essa série não desaponta,né?

Eu realmente simpatizei com o Yang. Até por ter uma juventude mais “normal”, sua história é mais relatável que o conto shakespeariano de vingança e ambição do Reinhard.

Achei interessante que não apenas as naves e os uniformes, mas toda a sociedade da Aliança é baseada nos Estados Unidos. Ou, pelo menos, em uma versão romantizada, “Eisenhoweriana” dos EUA. Repare como as casas se parecem com aqueles subúrbios de cidades americanas. E o próprio sistema de apadrinhamento que fechou o episódio é parecido com o que o país faz até hoje. Os EUA tem forças armadas 100% voluntárias. Para garantir recrutas, eles também fornecessem todo tipo de benefício e auxílio educacional. Muita gente vira soldado por lá justamente por conta disso.


Fábio “Mexicano”:

Pichar ou explodir o prédio é terminantemente proibido:

Ok, o episódio. Acho que a intenção foi justamente mostrar como o “heroísmo” em El Facil não foi assim tão heroico, né? Entendi muito bem, se foi isso, funcionou. Só que não dá para evitar ficar um pouco decepcionado.

O Ian sem dúvida é muito mais “gente como a gente”, mas isso em parte é resultado dele viver em uma sociedade muito mais parecida com a nossa. No que depende só dele, acho que o autor pesou um pouco demais na hora de caracterizá-lo como alguém que não quer se comprometer.

Mas bem: ele é mesmo experiente enfrentando formações de ataque em cunha, né? :D


Diego:

Então, sobre a questão de El Facio, na verdade o anime deixou alguns detalhes relevantes de lado. Em particular, uma estratégia do Yang para garantir que as pessoas conseguissem escapar do planeta sem serem perseguidas pela armada imperial: ele ordenou que as naves de fuga desligassem os propulsores e os camufladores de radar. Com isso, elas foram confundidas com corpos celestes pela armada imperial, e deixadas de lado. O mérito do Yang – o “milagre” dele – foi conseguir evacuar todo mundo em segurança. Fora que havia ai uma questão política também: tendo perdido o planeta, o governo da Aliança preferiu se focar no “milagre” do Yang como uma tentativa de passar uma imagem mais positiva.

Tudo isso é informação da novel, e francamente eu não me lembro o quanto disso tudo estava no anime original. Aqui, realmente o feito do Yang ficou parecendo bem menor, o que é uma pena. Se foi devido à pressa em adaptar logo essa história ou se foi um movimento proposital do anime para fazer o Yang parecer menos heroico acho que nunca saberemos :P


Gato de Ulthar:

Ele cumpriu seu dever com maestria, isso deve ser louvado. Creio que o impacto da ação em El Facio ter sido menor se deu em virtude da própria atitude do Yang, em não dar a mínima para nada. Se fosse o Reinhard salvando todo mundo com sua vertente de herói romântico, as impressões teriam sido diferentes.


Fábio “Mexicano”:

Não só não pareceu grande coisa como até fiquei em dúvida de porque ele foi condecorado. Me pareceu que bateram tanto na tecla de que ele “usou” o aliado lá que deveria é ir pra corte marcial – mas pela falta de detalhes, simplesmente supus, o que faz muito sentido, que “usar” tenha sido só um verbo mal utilizado. Ian não teve responsabilidade nenhuma e até tentou alertar, como ele disse depois, mas a decisão foi tomada à despeito dele. Ele só soube aproveitar para fazer algo útil naquelas circunstâncias. Enfim, um pouco mais de detalhe em uma situação tão importante para sabermos quem o personagem é não teria feito mal.


Vinicius Marino:

Vocês se preocupam com coisas importantes demais. Eu fiquei bolado com algo bem menos relevante.

A garota diz para o Yang no início do episódio que não costuma ver cadetes uniformizados na biblioteca.


Fábio “Mexicano”:

Ah, isso me incomodou também. Uma república democrática com um exército anti-intelectual? Parece idiota, no mínimo.


Vinicius Marino:

Eu tenho um amigo que foi da Força Aérea que dizia que, pelo menos no Brasil, é proibido usar a farda por aí, a não ser que você esteja indo para casa ou para missão.

Só fiquei pensando que em El Facil às coisas são muito mais relaxadas se um militar pode simplesmente ir brisar na biblioteca sem se preocupar com isso.

Claro, ter uma guerra em andamento sem dúvida ajuda. Dependendo do nível de mobilização populacional, simplesmente “estar” na cidade pode ser considerado uma missão.


Fábio “Mexicano”:

Eu realmente me preocupei mais com o estereótipo que a população tem das suas forças armadas do que com possíveis regras de conduta.


Vinicius Marino:

Isso me lembra que na nossa ditadura militar havia uma facção nas Forças Armadas chamada de “Sorbonne”, em razão da sua proximidade com a Escola Superior de Guerra.


Fábio “Mexicano”:

Me pergunto se o estereótipo anti-intelectual dos militares da Aliança é verdadeiro ou só um preconceito. As batalhas até agora parecem indicar que seja verdadeiro…


Vinicius Marino:

Pode bem ser que eles sejam opostos a digamos… uma formação mais humanística.

Embora em deva frisar que, nos países com grandes forças armadas, elas são uma das principais financiadoras de pesquisa (mesmo aquelas não ligadas diretamente à guerra).


Fábio “Mexicano”:

Generais crueis da antiguidade e da idade média estudavam Alexandre, Pirro e Aníbal.


Diego:

Do que eu entendi, o estranho do Yang era estar na biblioteca uniformizado, não ser um militar. Me deu a impressão de que era uma cena para reforçar a sua natureza mais “care free“, digamos assim, nem se preocupando em trocar de roupa antes de ir direto das aulas para a biblioteca.


Fábio “Mexicano”:

Eu entendi que fosse por ser militar mesmo. Não que necessariamente militar nenhum jamais fosse lá, mas que nenhum era tão ávido por conhecimento como ele, a ponto de sempre correr para lá, mesmo sem tempo para se trocar ou sem se preocupar em se trocar.

Mas bom, acho que uma das primeiras coisas que você disse foi como faltou detalhes nesse episódio, então acho que a não-resposta está aí, e ficar debatendo isso só com as informações disponíveis é improdutivo.


Gato de Ulthar:

Bom, não estranhei o fato da garota ter achado esquisito ver um militar na biblioteca. Nas escolas e universidades militares há bibliotecas e fontes de pesquisa, sendo meio que desnecessário um militar buscar material em uma biblioteca civil. O motivo do Yang ir lá foi justamente para procurar um livro que não encontrou nas bibliotexas militares.


Diego:

Bom, mudando um pouco o assunto, é interessante apontar como o Yang e o Rein “encarnam” muito bem os ideais de suas nações. Rein, mesmo percebendo a desigualdade social e a aristocracia incompetente, ainda crê na monarquia como a forma adequada de governo, só que uma monarquia que ele encabece. Já o Yang, apesar de tudo, é um ferrenho defensor da democracia e da vontade (e responsabilidade) do povo, como vimos nesse episódio.


Fábio “Mexicano”:

Você tá adiantando coisa que você sabe porque viu o anime antigo, né? Não entendi que o Reinaldo considera que monarquia (absoluta, ainda por cima) é a melhor forma de governo sobre todas as demais possíveis. Ele só acha que é o mais adequado para os planos pessoais dele. Já sobre o Ian, não creio que querer defender o povo seja intrinsecamente democrático. Tem o papo da responsabilidade individual, mas aquilo claramente foi só uma explicação de um adulto para uma criança. Eu espero que o pensamento dele seja um pouco mais elaborado do que isso. Existem infinitas nuances entre uma democracia plena e uma autocracia hereditária, Reinaldo e Ian, pelo que vimos até agora, podem tanto preferir algo diferente do que seus Estados Galáticos hoje são quanto podem acreditar que a estrutura está correta, como você disse, apenas infestada de pessoas erradas.


Diego:

Tecnicamente sim, isso eu falo muito com base no anime antigo. Mas acho que esse já mostrou bem esse lado de cada personagem. O Rein disposto a conquistar todo o universo. E o Yang naquela conversa na cafeteria.


Fábio “Mexicano”:

Assim, me parecem desenvolvimentos plausíveis, prováveis até, e se fosse qualquer outra pessoa que tivesse dito isso eu nem teria pensado nada demais, mas como foi você logo me passou pela cabeça que está falando não só com o que viu nesse anime, mas com conhecimento prévio também :D


Vinicius Marino:

Eu não li a motivação do Reinhard como uma apologia à monarquia e fico até triste que esse seja o caminho que a série tomará. Achei o conflito plausível justamente por ser pessoal.

Pelo que nos foi mostrado até agora no reboot, ele apoia a monarquia tanto quanto o Mané Galinha de Cidade de Deus apoia o tráfico na favela. Ele quer se vingar dos bandidos que mataram sua família. Se fundar uma nova gangue e dominar o morro é o caminho para tanto, pois bem.

A ideia do garoto propaganda do Império ser um sujeito que fundamentalmente não acredita no Império, um gênio não só apolítico mas anti-ideológico, teria o potencial de ser incrível.

Não só pelos eventuais conflitos pessoais do próprio Reinhard (pense Erwin Rommel ou Von Paulus na Segunda Guerra) , mas pelo seu potencial de ser um estopim à destruição do próprio Império.

Ele é o sujeito que pode a qualquer momento adotar a “estratégia de Sansão” e mantar tudo para o espaço. Literalmente.


Gato de Ulthar:

Eu particularmente não dou a mínima se o Reinhard é a favor ou contra a instituição do Império, suas motivações são pessoais. Somente penso se caso ele queira seguir seu ideal e para isso o Império tenha que ruir, o Império irá ruir.


Diego:

Pelo menos no primeiro anime, o Rein é um ferrenho defensor da ditadura (nem tando da monarquia) como forma de governo ideal, por conta de, segundo ele, uma capacidade de trazer mudanças de forma mais rápida do que a democracia. Dito isso, ele também acredita que o poder deve estar nas mãos do mais competente, e não ser puramente hereditário. Infelizmente, não acredito que o anime atual chegará longe o bastante para o Rein deixar mais clara a sua ideologia, o que é uma pena.


Fábio “Mexicano”:

É nada. De discussão política rasa assim me basta o Facebook.


Diego:

Complicado chamar de “rasa” quando você não leu os livros, não viu o anime antigo, e ainda está no quarto episódio deste anime…


Fábio “Mexicano”:

Eu acho bem simples chamar de raso o que você acabou de dizer, que é raso. Se é um resumo/conclusão do original, o original é raso. Mas nem é dele que falei, foi só da sua descrição.


Diego:

“Raso” é uma palavra meio vazia, convenhamos. Raso comparado a que? Um tratado de filosofia sobre governo? Bom, ai qualquer ficção é rasa, né?


Fábio “Mexicano”:

Comparado ao que eu vejo no Facebook. Eu disse isso literalmente.

Tão raso quanto (ou mais).


Diego:

Bom, os livros são cerca de trinta anos mais antigos que as atuais discussões no facebook, então tem isso…


Fábio “Mexicano”:

De novo, estou falando do que vi até agora no anime e da sua descrição – pessimista, inclusive. Se foram mais de cem episódios para isso, mesmo supondo que o original faça melhor, eu tenho todos os motivos para temer isso no novo anime, estou errado?


Diego:

Tecnicamente sim, pois como disse eu não espero que o novo chegará num ponto onde haja um conflito mais “direto” de ideais entre o Rein e o Yang. Nisso meio que não como algo que não existe ser raso. A discussão dos sistemas de governo provavelmente ficará relegada ao “show don’t tell”, com nós apenas vendo os podres de cada lado.


Fábio “Mexicano”:

Se for assim, sendo inevitável que haja isso, ok. Eu vou ficar é entediado aqui (no mínimo) é se o anime começar a ficar … narrativo, sobre isso, entende? Bom, eu sei que você entende :)


Gato de Ulthar:

Pode ter um pouco de narração, mas convenhamos, um pouco de ação é muito bom também :P


Fábio “Mexicano”:

É muito melhor! Exceto por ter achado engraçada (e improvável) a formação anelar da única batalha que tivemos até agora, eu gostei dela.


Vinicius Marino:

Eu também achei a descrição do Diego bastante rasa. E acho que bate com a falta de profundidade com que animes costumam abordar essas questões. Também tenho dificuldade em crer que Light novels o façam melhor. Já tive oportunidade de ler Light novels e fiquei abismado com o baixo nível literário.

Realmente preferiria que esse reboot se focasse no que sabe fazer bem (os dramas pessoais) e deixasse a teoria política para os canais apropriados.


Gato de Ulthar:

Só uma informação Vinicius, os originais de LOGH não são light novels, mas somente “novels”, são romances tradicionais.


Vinicius Marino:

Ah, ok. Mal aí. Galera fica falando “novel” internet afora e eu acabei internalizando.


Gato de Ulthar:

Normal, dando origem a anime já vem logo à cabeça light novels.

Acho que na década de 80 ainda nem existiam light novels.


Fábio “Mexicano”:

Eu ia falar isso, gato (que o original é livro “normal”, não infanto-juvenil – as light novels). Dito isso, ainda não há garantia de que seja necessariamente profundo.

E nem importa muito, porque estamos discutindo o anime :)


Gato de Ulthar:

O autor, Yoshiki Tanaka, também é o autor de Arslan Senki, descobri agora.


Fábio “Mexicano”:

De todo modo, eu sou pessoalmente suspeito para falar sobre isso. Não é culpa da mídia anime, é qualquer mídia, se eu farejo que há qualquer tentativa de crítica política que coloca de um lado a democracia e de outro a ditadura, meu alerta já acende. Quando tal ditadura ainda por cima é de matiz nazista, eu passo a acompanhar a história com o nervosismo de quem assiste um equilibrista em cima de uma corda bamba.

Arslan Senki é um caso diferente porque é uma adaptação de uma obra árabe (ou persa?) que por sua vez é adaptação de uma história oral ainda mais antiga.


Gato de Ulthar:

Sim, é uma novelização de um épico persa.

Pertinente o que falastes sobre a dicotomia criada entre democracia e ditadura, ainda mais quando ela toma aspectos “nazistas”.

Também fico apreensivo quando vejo esse tipo de situação.


Fábio “Mexicano”:

Quem opõe duas coisas frequentemente quer dizer que a solução está no meio, não é? Então qual a grande proposta, uma democracia diminuída, com traços ditatoriais? Uma ditadura com algumas instâncias democráticas?


Diego:

Ai você está assumindo algo com base em nada, Fábio. Em nenhum momento do anime antigo ele fornece qualquer tipo de solução. O que ele faz é apresentar dois ideais – o da democracia, encarnado pelo Yang, e o da ditadura, encarnado pelo Rein – e contrasta-os entre si bem como com a realidade dos fatos (uma democracia corrupta e um império de incompetentes).


Fábio “Mexicano”:

Eu não estou assumindo nada. Estou dizendo que quando você apresenta duas coisas como opostas, ou você dá uma resposta, ou, queira ou não, está convidando a audiência a encontrar a sua própria


Vinicius Marino:

Bom, a verdade é que há vários níveis de autoritarismo, accountability e representatividade em regimes políticos. Sim, existem ditaduras “puras”, mas também há muitos casos peculiares. A Rússia de Putin, a Arábia Saudita e a Coreia do Norte não são o mesmo regime, por exemplo.

Esse tipo de dicotomia mascara essa Nuance, que é justamente o mais interessante. Quando termina uma democracia e começa uma ditadura? Isso é muito mais interessante do que divagar sobre nazistas do espaço.

Fora que tabular nazistas como um exemplo genérico de ditadura banaliza as especificidades do regime, que foram muitas. O nazismo não deve ser comparado levianamente a qualquer autoritarismo.

Não é como se o próprio Japão não tivesse incubado seu próprio fascismo doméstico para servir de referência.


Diego:

Essa falta de nuance, de reconhecimento de diferentes tipos de ditaduras e democracias, é de fato uma crítica que poderia ser feita ao anime antigo, verdade. Mas acho que do que ele se propõe a falar ele fala bem o bastante. Mas bom, não adianta também ficarmos discutindo isso aqui quando apenas eu vi o antigo e quando essa discussão deveria ser sobre o novo :P

Vamos então a um último ponto antes de encerrarmos a conversa: o que acharam da Jessica? :D Ela é uma personagem que será bastante importante em eventos futuros, então queria saber que impressão ela deixou para vocês nesse episódio.


Fábio “Mexicano”:

Fiquei com a impressão que ela gostava do Ian :P


Gato de Ulthar:

Também senti que pode surgir um interesse amoroso entre ela e o Yang, quero ver um rala e rola futuramente…


Vinicius Marino:

Também senti um certo afeto. Gostaria que ambos ficassem juntos. Acho que combinam um com o outro.


Diego:

Bom, de minha parte eu gostei de como fizeram a personagem, e de fato ela e o Yang bem combinam. Mas por agora vamos então ficando por aqui. Vejo a todos na próxima semana, até lá o/

E você, leitor, que achou destes quarto episódio? Sinta-se a vontade para descer um pouco mais a página e deixar um comentário com a sua opinião.

Visitem:

Reddit

YouTube

Twitter

Facebook

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s