Lista – 10 Excelentes Músicas da Série Evillious Chronicles

A primeira vez que falei sobre a série de músicas Evillious Chronicles aqui no blog foi em 2015, na minha lista de 5 obras em andamento que valiam a pena conferir, primeira lista do blog e uma que em grande parte só veio a existir porque eu queria um espaço para falar um pouco dessa série. Exatamente um ano depois, em 2016, eu tratei da série ainda uma segunda vez, agora fazendo um (nada pequeno) artigo intitulado Conheça Evillious Chronicles: uma Dark Fantasy que vai da Criação ao Apocalipse, mescla de indicação e resumo (com o mínimo de spoilers) que veio a se tornar o primeiro texto do blog a cair na categoria “outros”. Ponto em caso: é uma série que eu gosto bastante, e uma que estou sempre procurando um novo motivo para falar a respeito. E agora eu tenho um ótimo, dado que em 28 de Fevereiro foi finalmente lançada a música Master of The Heavenly Yard, efetivamente trazendo então o fim da série, após dez anos em lançamento.

O que começou como algumas músicas de vocaloid criadas pelo producer AkunoP (que depois mudou seu pseudônimo para MOTHY) escalonou até um presente de mais de 60 músicas, pelo menos duas séries de livros, diversos mangás, toda sorte de produtos relacionados, e mesmo uma adaptação em peça de teatro. E vou dizer: foi bem divertido enquanto durou. É uma série que, por sua natureza multimídia, seus constantes twists, e conceitos interessantes, cativa de uma forma que poucas obras conseguem. E com o seu efetivo final, eu decidi que essa semana eu dedicaria dois textos a essa franquia. Primeiro, este aqui: uma lista com dez músicas da série, selecionadas de acordo com o quanto elas passam o que Evillious tem de melhor a oferecer. E na sexta feira, trarei finalmente um efetiva review da série – agora sim podendo melhor explorar o que tanto me interessou nela. Então ponham os fones de ouvido e venham conhecer um pouco desse vasto universo que é Evillious Chronicles.

10) Aku no Meshitsukai, ou The Servant of Evil.

“Mesmo que o mundo inteiro se torne seu inimigo, eu irei te proteger”

Uma das maiores forças de Evillious Chronicles como história são os seus contantes twists. Frequentemente uma nova entrada na franquia (uma música, um livro, ou o que for) traz uma informação que nos faz completamente repensar tudo o que sabíamos até então – e a primeira instância disso foi aqui, com a música Aku no Meshitsukai, lançada em abril de 208.

Dito isso, para entender o que torna Aku no Meshitsukai impactante é preciso primeiro ter ouvido a música que a precede: Aku no Musume (Daughter of Evil), lançada um pouco mais cedo naquele mês de abril de 2008. Esta é cantada pela vocaloid Kagamine Rin, aqui encarnando a personagem Riliante Lucifen d’Autriche, a “Filha do Mal” titular. Aku no Meshitsukai, por sua vez, vem cantada pelo vocaloid Kagamine Len, encarnando o garoto Allen Avadonia, mostrando o seu ponto de vista dos eventos relatados na canção anterior.

Ambas as músicas são frequentes pontos de entrada para a franquia, em parte pelo seu impacto e em parte por não exigirem nenhum conhecimento prévio para serem apreciadas. Claro, conforme Evillious Chronicles progrediu, fomos descobrir que a história dessas duas músicas se passa, na verdade, no meio da longa cronologia da série, mas ambas seguem funcionando muito bem sozinhas – e são frequentemente recomendadas em listas de melhores músicas de vocaloid internet afora.

09) Project MA

“Esta é a história do começo. Por onde deveria começar?”

Eu tenho de confessar: eu nunca fui lá muito fã da Hatsune Miku. É, o design talvez seja legal, mas a voz da vocaloid nunca realmente me agradou. Pelo menos, não até eu ouvir essa música. Mesmo hoje eu consideraria Project MA, lançada em agosto de 2012, uma das melhores manipulações da vocaloid que já ouvi – e a manipulação do Kaito, que serve de segunda voz aqui, é também bastante elogiável.

“Esta é a história do começo”, cantam os personagens, e de fato, basicamente tudo o que ocorrerá pelos próximos mil anos de história tem seu início aqui, com o encontro da mais poderosa maga, Eve, com o mais brilhante cientista, Adam, tudo em prol de evitar um profético desastre. É uma das músicas mais diretas de Evillious Chronicles, e você não realmente precisa de nenhum conhecimento prévio para entender a história cantada aqui. Dito isso, um pouco mais de contexto certamente não faria mal.

Okizari Tsukiyo Shou (Tale of Abandonment on a Moonlit Night), Moonlit BearMajo Salmhofer no Toubou (Escape of the Witch Salmhofer) vieram antes de Project MA, e estão de alguma forma diretamente ligadas à história de Eve e Adam, fechando o “primeiro ato” da História do Pecado Original. Não tem realmente nenhuma ordem que eu recomendaria checar essas músicas, então façam como seus corações mandarem. Em todo caso, Project MA segue como uma das minhas músicas favoritas nessa franquia.

08) Chrono Story

“Tendo início na floresta, esta é a Chrono Story”

Tecnicamente falando, para entender o começo de Chono Story é preciso, antes, ouvir pelo menos Okizaki Tsukiyo Shou (Tale of Abandonment on a Moonlit Night), que descreve como os gêmeos Hänsel e Gretel foram abandonados na floresta por seus pais, Eve e Adam, por ela perambularam até ficarem loucos, e quando finalmente acharam o caminho de casa, a confundiram com o esconderijo de uma bruxa – procedendo então a matar seus pais.

Chono Story nos conta o que ocorre após esse incidente. Ao matarem sua mãe, atirando-a no fogo, dela saiu o Pecado Original, que os gêmeos então separaram em sete fragmentos, cada qual representando um dos sete pecados capitais. Held, o deus guardião da floresta, ao ver isso pede ajuda a uma “velha amiga”, a “maga do tempo” que, viríamos a descobrir, trata-se da personagem Eluka Clockworker, que é então enviada em busca dos sete pecados a fim de evitar que eles tragam destruição ao mundo.

Lançada em maio de 2011, Chono Story é ao mesmo tempo a música que encerra a história do Pecado Original, que começou com Eve e Adam, bem como é a que dá início à história dos Sete Pecados, conforme iremos observar, pelos próximos mil anos, o efeito que os pecados terão no mundo. E eu vou dizer: Chono Story vende muito bem o sentimento de que “é aqui que a história começa de verdade”. Há um senso de grandiosidade nessa música que é bem característico de Evillious, e isso por si só já a torna uma das minhas prediletas.

07) Nanatsu no Tsumi to Batsu, ou Seven Crimes and Punishments.

“Pelos Gêmeos Amaldiçoados, foram liberados os Recipientes de Malícia”

Os Sete Pecados, liberados no mundo pelos “Gêmeos Amaldiçoados”. Em fato, sete demônios, que uma vez livres vieram a habitar em sete objetos: os “Recipientes de Pecado”. Durante o milênio que se seguiu, esses demônios viriam a forjar contratos com diversos humanos, quase sempre trazendo assim enorme destruição. E na história dos Sete Pecados, acompanhamos sete humanos que fizeram esse contrato.

Nanatsu no Tsumi to Batsu é uma espécie de resumo da história dos Sete Pecados, brevemente apresentando os pecadores e os recipientes. Tecnicamente falando, cronologicamente a história aqui contada se passa literalmente após o fim dos tempos, quando o garoto Allen Avadonia é enviado pelo deus sol, Sickle, para conversar com os sete pecadores. Não que você precise saber disso: dá muito bem para apreciar a música por si mesma, que tem no mínimo um arranjo bem gostoso de ouvir.

Caso queira saber quais as músicas que falam sobre cada pecador em mais detalhes, elas são, em ordem de lançamento: Aku no Musume (orgulho), Akujiki Musume Conchita (Evil Food Eater Conchita, gula), Enbizaka no Shitateya (Tailor of Enbizaka, inveja), Venomania-kou no Kyouki (Lunacy of Duke Venomania, luxúria), Akutoku no Judment (Judment of Corruption, avareza), Nemurase Hime Kara no Okurimono (Gift from the Princess who Brought Sleep, preguiça) e Nemesis no Juuku (Muzzle of Nemesis, ira).

06) Dokoka de Kiita Uta, ou The Song I Heard Somewhere.

“Se a era muda, a canção também deve mudar”

Até aqui, eu tentei listar sobretudo músicas que funcionem relativamente bem sozinhas, por incompleta que seja a história que elas contam. Mas boa parte da “graça” de Evillious Chronicles está justamente naquelas canções que não funcionam sozinhas, cujo real sentido só se torna claro quando você possui um contexto maior da série. É uma espécie de “efeito quebra cabeça” típico de séries de músicas de vocaloid, e que aqui funciona muito bem.

Durante toda a história dos sete pecados, ficamos sabendo de duas feiticeiras que buscam pelos recipientes. Uma delas é a já mencionada Eluka, mas a outra é sua cunhada, Irina Clockworker, a primeira efetiva antagonista maior da série. Ela já havia aparecido em outras músicas, e eu fortemente recomendo ao leitor que procure ouvir pelo menos Ma Survival para saber mais a seu respeito, mas é aqui que ficamos sabendo como ela conseguiu o corpo que usa pela maior parte da série: um gato vermelho de pelúcia.

Lançada em agosto de 2015, Dokoka de Kiita Uta faz referência a diversas outras músicas da série, incluindo ai Chrono StoryMangetsu no Jikkenshitsu (Full Moon Laboratory) e Re_Birthday, embora para entender o que essas referências de fato significam acaba sendo necessário se aprofundar bem mais na história. Dito isso, ela ainda é uma boa música: eu gosto bastante do arranjo dela, e a manipulação da vocaloid Nekomura Iroha é muito boa. Só por isso já vale dar uma conferida, honestamente.

05)  Capriccio Farce

“Agora, observemos essa farsa chamada ‘vida'”

Pelos “Gêmeos Amaldiçoados”, os sete pecados foram liberados no mundo. Durante séculos, os demônios forjaram contrato com humanos, trazendo a destruição ao mundo, conforme duas magas vagavam em busca deles. Agora, com a aproximação do anos 1000, os recipientes estão finalmente convergindo a um mesmo lugar. No Teatro, seis deles se encontram. E na companhia da “Maga do Tempo” e do “Jardineiro”, quatro já despertaram.

Capriccio Farce foi lançada originalmente em agosto de 2011, mas só veio a ganhar um PV (vídeo) em outubro daquele ano. Enquanto bastante autoexplicativa, certamente ajudaria dar, antes, uma olhada na música Akutoku no Judment, referente ao pecado da avareza e que conta a história de Galleria Marlon: o fundador do “Teatro” e aquele que, influenciado pela maga Ma, buscou pelos sete recipientes. A história de Capriccio Farce se passa após a sua morte, e aqui conferimos o que restou do teatro que Galleria construiu.

De certa forma, Capriccio Farce faz a ponte entre a história dos Sete Pecados e a história seguinte, denominada de Quatro Finais, num papel bem similar ao que cumpriu Chrono Story. Eu comento mais sobre essa próxima história nas entradas futuras dessa lista, mas para finalizar com essa eu só queria destacar como a música bem mostra a capacidade do MOTHY de manipular bem os mais variados vocaloids – se isso ainda não ficou claro rs. Com 8 personagens, cada qual recebendo seu próprio vocaloid, o resultado foi deveras impressionante.

04) Nemesis no Juuko, ou The Muzzler of Nemesis

“Vamos tornar este o último momento, e dar adeus a esta História do Mal”

Se em Capriccio Farce eu disse que era bom antes dar uma olhada em Akutoku no Judmentem Nemesis no Juuko isso é absolutamente necessário. A história da pecadora Nemesis Sudou está diretamente ligada à de Gallerian, e as duas músicas se complementam de uma forma não muito diferente da que ocorre com Aku no Musume Aku no Meshitsukai. Ah, e é bom já ter conferido Capriccio Farce também.

Nemesis no Juuko foi lançada em agosto de 2014, e é a última música na história dos Sete Pecados. Com Chrono Story eu mencionei como a música consegue dar uma excelente sensação de início, como que dizendo “é aqui que tudo começa de verdade”. Nemesis no Juuko consegue passar o exato oposto: uma sensação de clímax e fechamento como que dizendo “é a isso que tudo culmina”. Obvio: tal como aquela não era de fato a primeira música na série, esta também não é a última. Mas a impressão que ela deixa é uma bem forte.

Como MOTHY conseguiu esse efeito está, em grande parte, em alguns dos recursos visuais utilizados. A música já começa com uma cronologia que vai desaparecendo conforme a canção vai se aproximando do início, e durante a música vemos continuamente a repetição das sete cores que representam os sete vocaloids que emprestam suas vozes aos sete pecadores da história, além de alguns outros truques. Resumindo assim tudo o que tivemos até aqui, a música é um excelente fechamento para a história dos Sete Pecados.

03) Shuumatsu Shounen Hänsel, ou Ending Boy Hänsel

“Em uma noite de lua cheia, Hänsel aparece”

Pelos Quatro Deuses o mundo foi criado, um período de mil anos para purificar a “Malícia”. Durante os últimos séculos, acompanhamos a história que os Recipientes de Pecado criaram, e agora que o milênio se aproxima quatro finais despontam no horizonte do tempo. Quatro “Mestres” surgem, cada qual com seus próprio objetivos e ambições, e cada qual trazendo um final para o mundo.

Shuumatsu Shounen Hänsel é, de certa forma, um resumo da história dos Quatro Finais, muito da forma que Nanatsu no Tsumi to Batsu resume a história dos Sete Pecados. Lançada em março de 2015, aqui Hänsel, o garoto que, junto de sua irmã Gretel, liberou os sete pecados no mundo, canta sobre os Quatro Mestres que apareceram, e o final que cada um traz. A Mestra do Cemitério trará a morte. A Mestra da Corte trará o Julgamento. A Mestra do Jardim Infernal trará o inferno. E o Mestre do Jardim Celestial trará a utopia.

Se Chono Story é ótima em passar uma sensação de início, e Nemesis no Juuko é ótima em passar uma sensação de final, Shuumatsu Shounen Hänsel é uma ótima expressão do “estado das coisas”, do “onde estamos” e do “para onde vamos”. Para melhor entendê-la eu recomendaria antes conferir as músicas Akujiki Musume Conchita Gobanme no Pierrot (Fifth Pierrot). Isso porque Shuumatsu Shounen Hänsel menciona a habilidade de Hänsel (e também da Gretel) de reencarnar, com suas encarnações anteriores sendo mostradas justamente nessas outras duas músicas.

02) Master of the Hellish Yard

“Agora eu sou a morte, a aniquiladora de tudo”

999 EC (Evillious Calendar). Nemesis Sudou, a Mestra do Jardim Infernal, se tornou ditadora, e dando início a uma guerra de escala global ela libera agora a sua arma decisiva: “Punição”, capaz de trazer o fim dos tempos. A fronteira entre vivos e não vivos é quebrada. As almas dos mortos são puxadas do paraíso para a Terra, e a própria Terra se funde com o inframundo.

Master of The Hellish Yard é, bem literalmente, o começo do fim, na cronologia de Evillious, e a música definitivamente soa como tal. Francamente falando, é uma excelente canção para se ouvir quando se está com raiva e só quer que tudo, bem literalmente, se exploda [rs]. Mas como narrativa, é um excelente clímax para Evillious Chronicles, e uma ótima forma de encerrar um ato e dar início ao último – do qual falaremos mais justamente na próxima entrada.

Agora, eu tenho de adicionar: uma das coisas que mais gosto em Evillious Chronicles é como a série tira enorme inspiração do mundo real. Nemesis é literalmente Hitler, e sua arma “punição” é basicamente uma resposta à pergunta “hum, e se a Alemanha tivesse desenvolvido a Bomba Atômica?” Essa inspiração no mundo real torna o mundo de Evillious extremamente crível, por mágico e fantástico que seja em sua maior parte – mas eu deixo para falar mais disso na minha review da série.

01) Master of The Heavenly Yard

“Todas as pessoas são gananciosas. E porque eu sou igual… Você e o mundo… Irei obter a ambos!”

Desde a sua morte, Allen Avadonia foi confinado, pelo deus solar Sickle, na Caixa Preta, e obrigado a observar o desenrolar da história. Com o fim dos tempos trazido por Nemesis, a Caixa Preta em fim se abre, e Allen é enviado em uma jornada para falar com os sete Pecadores. E ao final da sua jornada, temos então um último confronto, o clímax decisivo de Evillious Chronicles.

Master of The Heavenly Yard foi originalmente lançada em agosto de 2017, mas só veio a receber um PV em 28 de fevereiro de 2018. Com quinze minutos de duração e dividida em doze atos, a música é a última não apenas da história dos Quatro Finais, mas também de Evillious Chronicles como um todo. E olha… que final. É difícil recomendar essa música a alguém que não saiba nada da franquia: ela não é um ponto de entrada e certamente nem foi feita pra ser. Mas para quem já está familiarizado com a franquia ela foi de fato um excelente final.

Em mais de um sentido, Master of The Heavenly Yard fecha um ciclo. A história que explodiu em popularidade com as músicas Aku no Musume Aku no Meshitsukai, chega agora ao seu final justamente pelas mãos de Riliane e Allen, os irregulares que trazem o “true ending“, por assim dizer, dessa série: um reset da realidade que nos direcionada, então, a um novo mundo. Mundo este que já conhecíamos: aquele da canção Juppun no Koi (Ten Minute Love), de 28 de fevereiro de 2008.

Tudo conforme o plano? Há, eu duvido. Mas eu deixo para falar mais disso na minha review da série. Por agora, só o que importa é que foi muito legal. Essa foi provavelmente a maior série de músicas de vocaloid até hoje, e em tamanho facilmente rivaliza com muitos universos expandidos por ai. Duvido que realmente tenha acabado: um ou outro spin off ainda deve aparecer por ai em algum momento. Mas por agora, eu fico com esse fechamento. Foi uma franquia que realmente adorei acompanhar.

E você, leitor, se interessou por alguma dessas músicas? Sinta-se a vontade para descer um pouco mais a página e deixar um comentário com a sua opinião.

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Imagens (na ordem em que aparecem):

1 – MOTHY, ft. Kagamine Len – Master of the Heavenly Yard

2 – MOTHY, ft. Kagamine Len – Aku no Meshitsukai

3 – Capa do álbum Genzai Monogatari -Dai 1 Maku-

4 – MOTHY, ft. Kagamines Len e Rin e Megurine Luka – Chrono Story

5 – MOTHY, ft. VOCALOID – Nanatsu no Tsumi to Batsu

6 – Capa do álbum Genzai Monogatari Kanzen Ban

7 – MOTHY, ft. VOCALOID – Capriccio Farce

8 – MOTHY, ft. GUMI – Nemesis no Juuko

9 – Capa do álbum Nanatsu no Tsumi to Batsu

10 – Capa do álbum Nemesis no Juuko

11 – MOTHY, ft. Kagamine Len – Master of The Heavenly Yard

2 comentários sobre “Lista – 10 Excelentes Músicas da Série Evillious Chronicles

  1. Me interessei no seu blog principalmente pelo conteúdo vocaloid que não encontrava fácil em outros lugares, com essa qualidade (e em português) pelo menos. Volta e meia lia o seu texto sobre Evillious Chronicles novamente por que, bom… É uma série bem extensa e complicada demais pra minha cabeça interpretar sozinha e-e’ (Inclusive ainda não assisti ela inteira, quando tiver o tempo… ç-ç), além de que gosto muito do jeito que você escreve, faz parecer que o texto nunca é longo, dá até uma tristeza no final;;

    MAS ESSA LISTA, A COMO EU ESPEREI ELA
    Fez a minha vontade de arranjar um tempo para assistir e compreender essa série melhor só crescer ainda mais! Eu simplesmente adoro a complexidade e metáforas/referências ao mundo real que o mothy traz, e confesso que havia esquecido há um tempo dessa sensação…

    Inclusive, estou MUITO ansiosa pela review!! Acho que vou usa-la para entender melhor e conhecer mais as músicas dessa série :D

    Curtido por 1 pessoa

    • Sempre bom saber que tem quem goste desse conteúdo sobre vocaloids XD

      Essa aqui era uma lista que eu queria fazer há um tempo, mas queria esperar a série terminar antes, por motivos óbvios kkkkk. Mas legal que curtiu ^-^

      E não espera muito da review, tem muita coisa que eu mesmo não entendo nessa série ainda :D kkkkkkkkk

      Curtir

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