Retrospectiva 2017: O Melhor de um Ano que se Vai.

No começo de 2017 eu lancei duas listas dando a minha opinião sobre alguns dos títulos de 2016 que eu acompanhei, entre populares e ignorados, e eu planejava fazer disso um pequeno evento anual aqui no blog. Mas 2017 foi um ano… esquisito. Diferente de praticamente todo o restante dessa década, nesse ano nós não realmente tivemos algum grande hit imensamente popular, e mesmo aqueles animes que de fato ganharam fama parecem ter ganhado apenas em círculos bem particulares. Você não pode apontar para o anime mais popular de 2017 da mesma forma que você podia apontar para títulos como Boku Dake ga Inai MachiRe:ZeroYuri!! on Ice (sem esquecer Kimi no Na Wa) em 2016. Adicione a isso que muitos desses títulos populares-dentro-do-nicho eu não assisti – como Kemono Friends ou Eromanga-sensei – e eu meio que não tinha muito como seguir com a mesma fórmula de 2016.

Minha ideia posterior foi então fazer apenas a segunda lista, ainda que um pouco maior: 10 títulos relativamente ignorados que eu achei que mereciam maior notoriedade. Mas mesmo isso se provou um pouco difícil, não só em termos de escolher 10 animes do tipo, como também em termos de onde traçar a linha entre pouco conhecido e ignorado – como eu disse, 2017 foi um ano estranho. Mas diante desses problemas, que tal então algo diferente? Uma lista, ainda, sim, mas ao invés de 5 ou 10 entradas temos aqui alguns daqueles que se provaram os meus animes favoritos de 2017, separados de acordo com algumas categorias que o leitor logo verá por si mesmo, e incluindo ai uma que não normalmente vemos nesse tipo de texto, mas que eu acho mais do que válida.

Isso vai ser um artigo bem longo, obviamente, mas ei, um evento do tipo é só uma vez ao ano, afinal [rs]. Então peguem ai uma xícara de café (ou chá… ou leite… ou água, sei lá), sentem-se de maneira confortável e vamos aproveitar o brindar de um novo ano para lembrar o que aquele que passou nos trouxe: do bom e do não tão bom assim. Obviamente, tudo aqui nesse texto é apenas a minha opinião pessoal, e com isso dito vamos então à essa singela retrospectiva de 2017.

As Decepções do Ano:

Nem tudo são flores, e nem só de maravilhas é feito um ano. Mesmo no ramo do entretenimento nós eventualmente ainda nos deparamos com aquelas poucas séries que, prometendo muito, falharam espetacularmente em corresponder às expectativas que criaram. Para essa categoria eu selecionei apenas dois títulos, mas como menções desonrosas eu ainda adicionaria Re:Creators – que não foi ruim, mas também não foi realmente bom – e Kujira no Kora wa Sajou ni Utau – esse sim facilmente uma das piores coisas que eu assisti no ano.


02) Kino no Tabi: the Beautiful World -the Animated Series-

Quem acompanha o blog há algum tempo deve saber o quanto eu adoro a série original de Kino no Tabi, de 2003. É o meu anime favorito, e quando foi anunciado que haveria um novo anime dessa franquia eu fiquei bastante animado. Não esperava que fosse superar o antigo, acho que seria no mínimo injusto esperar isso, mas ainda achei que seria bom… é, não foi. Enquanto de forma alguma um título horrível, a nova adaptação da série de light novels de Keiichi Sigsawa foi bastante mediocre, quase que sofrendo de uma crise de identidade conforme não sabia se queria ser uma história provocativa e reflexiva ou um puro bang bang sem maior substância. É um título bastante esquecível, cuja única característica positiva é que parece ter incentivado alguns a irem atrás do anime de 2003.

01) Seikaisuru Kado

Mas nem mesmo um reboot ruim do meu anime favorito consegue superar o mais completo desastre que foi Seikaisuru Kado, que pra mim leva o título de maior decepção do ano – com folga! Seu começo é simplesmente fenomenal, sendo uma ficção científica que lança a pergunta de o que aconteceria se uma espécie mais avançada viesse à Terra com o específico propósito de auxiliar no progresso da humanidade. Um interessante drama político então se inicia, mas infelizmente toda essa promessa é completamente jogada de lado quando a obra decide deixar a política e o debate de lado e simplesmente partir para a porrada, numa tentativa embaraçosa de virar um battle shounen aos 44 do segundo tempo. Eu ao menos pude elogiar o seu uso de CG, numa breve análise daqui do blog, mas como um todo Seikaisuru Kado fica como o título mais decepcionante do ano (ao menos para mim).

As Continuações:

2018 nem havia começado e muitos já o clamavam como o “ano das continuações” – e por um bom motivo. Mas 2017, em meio a diversos novos títulos, nos trouxe também várias continuações, fossem na forma de segundas e terceiras temporadas, fossem na forma de reboots. Muitas eu infelizmente não vi, embora totalmente acredite nos que pregam a grande qualidade de Showa Genroku Rakugo Shinjuu 2 Sangatsu no Lion 2. Já outras, enquanto muito boas, acabaram de fora dessa minha retrospectiva, como é o caso de Shingeki no Kyojin 2 KonoSuba 2. Mas aqui estão os 3 títulos do tipo que, para mim, mais se destacaram.


03) Little Witch Academia

Alguns talvez estranhem ver esse anime aqui, mas vamos lembrar que a versão para TV de Little Witch Academia é tecnicamente um reboot do curta de mesmo nome lançado em 2013. Mais nova produção do estúdio Trigger – e primeira vez que o meio otaku teve de lidar com a ridícula política de Netflix de só lançar os animes que licencia 3 meses após eles acabarem no Japão -, aqui temos a história de Akko e suas amigas em um mundo de literal magia. Vou dizer que não gostei tanto da primeira metade do anime, e por conta disso eu quase acabei dropando-o, mas quando peguei o segundo cour pra assistir eu praticamente o maratonei em um dia. É um anime que será lembrado por gerações a vir? Provavelmente não, mesmo o curta original tem mais chances nesse departamento. Mas enquanto durou ainda foi bem divertido, e eu fico feliz de ter assistido.

02) Boku no Hero Academia 2

Provavelmente a continuação mais popular desse ano, Boku no Hero Academia 2 nos trás de volta um dos melhores battle shounen da atualidade, e segue como um excelente lembrete de que clichês bem utilizados ainda podem render histórias imensamente divertidas de se acompanhar. Começando com um arco de torneio que depois evolui para um conflito de ideais e termina com um embate entre alunos e professores, a série mantém a qualidade da primeira temporada – e pode-se mesmo dizer que eleva a barra em muitos aspectos. Não há muito mais que eu possa dizer aqui, exceto que se você ainda não assistiu Boku no Hero Academia não há momento melhor do que o agora [rs]

01) Uchouten Kazoku 2

Para mim, porém, o título de melhor continuação do ano vai para Uchouten Kazoku 2, uma continuação bastante inesperada para as desventuras da família Shimogamo: uma família de tanukis vivendo em Kyoto. Francamente, nunca pensei que veríamos uma segunda temporada desse anime, mas devo dizer que ela foi bastante bem vinda. Vou dizer que achei o seu roteiro um pouquinho menos bem amarrado do que aquela da primeira temporada, mas fora isso ainda são esses personagens altamente carismáticos em um mundo extremamente imaginativo, fortemente inspirado no folclore japonês. E como seria de se esperar da P.A. Works, os cenários desse anime seguem como um colírio para os olhos. Se você ainda não assistiu Uchouten Kazoku, fica a minha recomendação. Um dos melhores animes dos últimos anos, ele infelizmente é também um dos mais ignorados.

Os Mais Populares:

Como eu já disse, 2017 foi um ano esquisito em termos de popularidade. Nada pareceu ser imensamente popular, mas ao mesmo tempo há pouquíssimos animes que eu me sentiria confortável de chamar de “pérolas perdidas”. Talvez a fragmentação da mídia tenha chegado a um ponto onde não mais veremos grandes hits dominando a conversa, ou talvez 2017 tenha sido um caso bastante peculiar. Em todo caso, ao menos dois títulos eu acho que merecem ser listados aqui, como os melhores animes populares do ano. Ah, e uma menção honrosa à Gamers!, que conseguiu ser o anime mais assistido do Crunchyrool em sua temporada, e à Mahoutsukai no Yome, talvez o mais popular desse final de ano, ambos ótimos títulos que eu preferi deixar de fora dessa lista por questões de ~preguiça~


02) Kobayashi-san Chi no Maid Dragon

2017 já começou muito bem, nos trazendo o mais novo anime da Kyoto Animation. O que eu esperava ser um fanservice sem maior substância acabou por se revelar uma história tocante sobre família e relacionamentos, conforme uma dragão fêmea se torna a empregada no apartamento de uma trabalhadora japonesa. Estranho, sim, mas vamos e venhamos, premissas bizarras do tipo são justamente parte do que nos faz gostar dessa mídia, afinal. Infelizmente, por conta de alguns momentos de fanservice bastante desconfortáveis, esse não é realmente um anime que eu recomendaria para alguém de fora do nicho, e talvez por isso eu o deixe em segundo lugar. Ainda assim, para os já iniciados nas esquisitices dessa mídia, fica aqui a minha mais sincera recomendação.

01) Made in Abyss

É, acho que todos já esperavam ver esse anime aqui, correto? Made in Abyss foi um dos animes mais comentados do ano, mesmo que talvez apenas por um nicho mais vocal. A história sobre um imenso e misterioso abismo no centro de uma ilha e o contraste entre personagens de aparência fofinha passando por situações absolutamente horrendas surpreendeu muita gente, isso sem esquecer os valores de produção do anime. Os cenários são absolutamente deslumbrantes, com um nível de detalhe que você esperaria de um filme, não uma série para a TV, e a trilha sonora é talvez uma das melhores desse ano. Talvez seu único demérito seja o final em aberto – é uma adaptação de mangá, afinal -, mas com a segunda temporada já anunciada é apenas uma questão de esperar.

As Pérolas Perdidas:

Essa é talvez a categoria mais propensa a controversas aqui, não exatamente sobre a ordem dos animes listados, mas sim sobre se eles merecem estar aqui ou não. A linha que separa o “popular” do “desconhecido” é uma muito mais tênue do que pode parecer a princípio, e será muitas vezes uma questão de círculo social. Dentro dos ambientes que eu costume frequentar, estes cinco títulos não foram tão comentados, dai seu lugar aqui, mas se a sua experiência foi outra, paciência. Ao mesmo tempo, essa é a talvez a categoria que eu mais colocaria menções honrosas. Youjo SenkiACCAPrincess PrincipalHouseki no Kuni, foram todos animes que eu desejo que sejam lembrados por ainda algum tempo – mas eu tinha de deixar a lista com um número prático de obras a mencionar [rs].


05) Tsuki ga Kirei

Esse é talvez o anime mais conhecido dessa seção, e somente por isso eu o deixo com o último lugar. Um romance realista e otimista sobre o primeiro amor de dois adolescentes, o anime original do estúdio feel vem como uma lufada de ar fresco num gênero repleto de clichês. Infelizmente não tem muito que eu possa comentar dele sem entrar em spoilers, mas digo que é uma recomendação obrigatória para qualquer fã de romance, e uma ainda muito forte mesmo para aqueles não tão chegados no gênero. E se você chegou a assistir o anime, deixo aqui indicada a minha review dele, onde obviamente entro em muito mais detalhes do que aqui [rs]

04) Demi-chan wa Kataritai

Não fosse o My Anime List, eu juro que teria esquecido que Demi-chan wa Kataritai é um anime de 2017. Ele parece de 2016, nem sei dizer porque. Em todo caso, a adaptação do estúdio A-1 Pictures do mangá de Petosu certamente fica como um dos meus animes favoritos do ano. Um slice of life sobre uma realidade alternativa na qual parte da humanidade é composta por demi (meio humanos), acompanhamos aqui o professor de biologia Takahashi Tetsuo, que recebe na escola em que leciona quatro garotas demi: a professora e succubus Sakie, e as alunas Hikari, uma vampira, Yuuki, uma garota das neves, e Macchi, uma garota sem cabeça. E o que poderia ter virado apenas mais um fanservice sem imaginação acabou por se revelar um anime disposto a tocar em temas bastante sensíveis sobre como lidar com alunos especiais em uma escola. Uma recomendação fácil para praticamente qualquer um.

03) Mahoujin Guru Guru

E temos aqui o anime mais injustamente ignorado do ano! É o melhor do ano? Eu não realmente iria tão longe, mas pelo menos fica como uma das melhores comédias que eu já assisti. Uma hilária paródia dos RPGs do final do século passado, o anime é na verdade a segunda adaptação do mangá de mesmo nome, que foi publicado entre 1992 e 2003. Na história, Nike e Kukuri partem para derrotar o Rei Demônio Giri no melhor estilo mundo de RPG. Com um ritmo absurdamente acelerado, uma comédia com excelente timing cômico, e mesmo alguns momentos mais lentos para melhor trabalhar em cima desses personagens, o anime mostra como o estúdio Production I.G. segue como um nome de peso na indústria – ao menos em se tratando de qualidade. E como eu disse em Tsuki ga Kirei, se você já assistiu o anime recomendo dar uma lida na minha review dele, para mais das  minhas impressões da obra /o/

02) Shoujo Shuumatsu Ryokou

Meu grande temor para com esse anime era que ele acabasse sendo uma espécie de Made in Abyss 2.0, apenas duas garotinhas sofrendo traumas terríveis em um cenário pós-apocalíptico. Felizmente, o anime acabou se relevando o completo oposto disso. Acompanhando a jornada de Chii e Yuu em um mundo em ruínas, temos aqui um singelo slice of life bastante reflexivo e introspectivo, que inclusive convida o espectador a, parafraseando a Chii, aprender a se dar bem com o sentimento de desespero. Francamente falando, é o tipo de história mais atmosférica que eu não acreditava que fosse viável no cenário atual da indústria, mas fico bem feliz de estar errado: 2017 certamente não teria sido o mesmo sem essas duas.

01) Sakura Quest

Sem rodeios: Sakura Quest foi uma das melhores coisas que eu assisti esse ano. Não a melhor (mais nisso em breve), mas ainda assim um anime que nunca falhou em melhorar o meu dia. Uma produção original do estúdio P.A. Works, na história acompanhamos Koharu Yoshino, que pelas circunstâncias da vida acaba virando a rainha do “reino do Chupa-Cabra”, uma atração turística na pequena cidade de Manoyama. Uma premissa inusitada, e que pode não parecer assim tão interessante, mas com personagens carismáticas e um roteiro bem conduzido podemos encontrar aqui um dos melhores slice of life e um dos melhores iyashikei do ano. Talvez seja uma recomendação um pouco mais difícil aos mais novos, que talvez não consigam se conectar com as dificuldades que as personagens enfrentam na história, mas ainda assim, é um título que merece muito mais atenção do que teve. Ah, e tem uma review desse anime aqui no blog também, então se já o assistiu, já sabe.

E Para Além de 2017?

Sabem, algo que me incomoda um pouco nesse meio do anime e mangá é o quão centrados nós ficamos nos animes de temporada, ao ponto mesmo de quase não falarmos sobre aquelas obras já acabadas. Bom, essa categoria é uma pequena reação minha a isso: um momento para falar de algumas das obras mais antigas que eu fui assistindo ao longo desse ano. E olha, teve muitas, inclusive ai muitas bem famosas que só agora em 2017 eu fui assistir. Death NoteTengen Toppa Gurren LagannHunter x HunterJoJo… E também alguns não tão conhecidos, como FlagMononoke, e outros. Dito isso, três foram os animes que eu selecionei para essa categoria.


03) Cleopatra D.C.

Se você nunca ouviu falar desse anime, eu certamente não o culpo [rs]. Trata-se de uma série de 3 OVAs lançados entre 1989 e 1991 pelo estúdio J.C. Staff, adaptando o mangá homônimo de Shintani Kaoru. A história gira em torno de Cleopatra, ou Cleo, adolescente herdeira de um dos maiores conglomerados econômicos dos Estados Unidos e que basicamente se mete nas mais variadas aventuras quando tenta usar de seu dinheiro e conexões para ajudar completos desconhecidos. O anime não é incrível por nenhuma métrica, e eu não realmente o chamaria de uma pérola perdida, mas aqui o motivo dele estar nessa lista: ele é ridiculamente divertido. Só. Se você está sem o que fazer em uma tarde de final de semana, coloque esse anime pra tocar, e talvez se surpreenda com o quanto ele pode acabar ficando na memória.

02) Kaguya-hime no Monogatari

2017 foi um ano em que eu tentei assistir mais filmes, tendo um sucesso… moderado nessa empreitada. Não teve muitos filmes que eu tenha achado incrível ou coisa do tipo esse ano, como quem acompanha as reviews da página no facebook bem deve ter notado. Ainda assim, teve alguns que se destacaram, como Stranger: Mukoh Hadan Sarusuberi: Miss Hokusai. Mas de longe o melhor filme que eu assisti esse ano foi Kaguya-hime no Monogatari, uma produção de 2013 do estúdio Ghibli dirigida por Isao Takahata. Mais uma vez, é uma obra com review aqui no blog, então não vou falar muito dela aqui. Mas essa adaptação do conto mitológico japonês sobre princesa da Lua enviada à Terra realmente conseguiu me tocar. Na verdade, poderia facilmente ter sido o melhor anime que eu vi em 2017, não fosse pela próxima – e última – entrada nessa retrospectiva.

01) Aria

Reparando no meu My Anime List, teve apenas 1 anime para o qual eu dei uma nota 10 esse ano. Ok, tecnicamente 3 animes: as três temporadas que compõem a série Aria. Aria the Animation (2005), Aria the Natural (2006), e Aria the Origination (2008). Somadas, temos aqui um total de 52 episódios, mais alguns especiais, de uma série episódica situada num planeta Marte terraformado – e rebatizado como Aqua -, onde encontramos a cidade de Neo Venezia. Aqui acompanhamos a jornada de três aprendizes de gondoleiras, Akari, Aika e Alice, conforme treinam para atingir o status de Prima Undine: gondoleiras profissionais. Pode não parecer tão emocionante, mas tenha isso em mente: sendo um anime episódico, não há aqui um só episódio que eu tenha achado ruim – ou mesmo se quer mediano.

Aria é talvez o melhor iyashikei que eu já encontrei. O termo se traduz por algo como “cura”, e histórias do tipo visam exatamente a isso, “curar” emocionalmente o espectador através de sua atmosfera e suas personagens. Mas Aria é muito mais do que uma ficção escapista, vale dizer. É, acima de tudo, uma obra que convida à contemplação: do meio à sua volta, daquelas pessoas ao seu redor, e de si mesmo. Um comming of age que leva o espectador por uma das mais bonitas jornadas que eu já percorri nessa mídia, com cenários belíssimos e uma mais que fantástica trilha sonora. O tipo de anime cuja única crítica que eu faço é ao fato dele ter acabado [rs].

Mas vamos deixando isso por aqui. Não vou me estender demais já que pretendo, no devido tempo, fazer uma review completa desse anime. E talvez, quem sabe, se as estrelas se alinharem: um vídeo.

Um Feliz 2018 a todos, e até o próximo artigo.

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Imagens (na ordem em que aparecem):

1 – Made in Abyss, episódio 1

2 – Kino no Tabi: the Beautiful World -the Animated Series-, episódio 1

3 – Seikaisuru Kado, episódio 1

4 – Little Witch Academia, episódio 1

5 – Boku no Hero Academia 2, episódio 2

6 – Uchouten Kazoku 2, episódio 1

7 – Kobayashi-san chi no Maid Dragon, episódio 1

8 – Made in Abyss, episódio 1

9 – Tsuki ga Kirei, episódio 1

10 – Demi-chan wa Kataritai, episódio 1

11 – Mahoujin Guru Guru, episódio 1

12 – Shoujo Shuumatsu Ryukou

13 – Sakura Quest, episódio 1

14 – Cleopatra D.C., episódio 1

15 – Kaguya-hime no Monogatari

16 – Aria the Animation, episódio 1

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8 comentários sobre “Retrospectiva 2017: O Melhor de um Ano que se Vai.

  1. Conheci seu blog agora e adorei seu estilo de escrita! Você me despertou interesse em alguns animes que não conhecia e me deixou mais interessado ainda em alguns que eu já tinha interesse, como Tsuki ga Kirei, Girls’ Last Tour e Sakura Quest.

    Dentre os que vocês listou, o meu favorito é Little Witch Academia e eu fico perplexo com como tenho uma opinião impopular em relação a essa série: eu devo ser o único que prefere a primeira metade à segunda. Eu acho que o roteiro se perde um pouco nos clichês com a introdução da Croix, uma antagonista muito manjada. Mas é uma obra tão bonita e inspiradora que esse problema não subtraiu meu “enjoyment”, até porque a segunda parte têm momentos lindos.

    Por fim, eu também tenho um blog em que escrevo sobre animes, chamado Goomba Reviews, aí fiquei impressionado em como nossa opinião sobre Maid Dragon é praticamente idêntica huaheueh Seu resumo é praticamente um “tl;dr” da minha análise. Mas isso se deve ao fato de que temos gostos similares, pelo que pude perceber lendo esse texto.

    Inclusive, ver a quantidade de textos que você escreve me deixou com vontade de aumentar a minha produtividade. Geralmente eu escrevo em média umas 8 análises por ano, mas esse ano quero escrever bem mais que isso. Já estou com a missão de escrever sobre tudo da KyoAni, um estúdio que, no fim do ano passado, fiquei fascinado por seus trabalhos.

    Você ganhou um leitor! Vou dar uma fuçada a mais pelo blog e aguardar novos textos o/

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    • Fico feliz que tenha curtido o texto e que tenha se interessado (mais) por alguns dos animes mencionados XD.

      Sobre Little Witch, na verdade do que eu observo o anime dividiu bastante as pessoas. Muitos preferem a primeira metade, e outros preferem a segunda (e ambos os grupos afirmam que a metade oposta foi a pior kkkkkkk). É um caso engraçado rs. Mas eu meio que entendo os dois lados. Mesmo a segunda parte sendo a que mais me prendeu, ela certamente ainda tem vários problemas.

      Vou dar uma conferida no seu blog depois XD E a KyoAni é mesmo um dos estúdios mais conceituados, ainda que tenham algumas “manchas” ao longo da carreira também rs (vide Phantom World). São talvez o estúdio mais bem organizado da indústria, e sempre entregam algo no mínimo visualmente interessante. Não é de surpreender que encante XD

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  2. Senhores, primeiro obrigado por mais um texto de alta qualidade. Se me permitem, tenho uma pequena indicação a fazer referente à obra ” Seikaisuru Kado”. Se vocês gostam desse tema, sugiro a leitura de um clássico da ficção científica do Arthur Charles Clarke chamado “O fim da infância”. No livro os alienígenas chegam (aparentemente, não vou dar spoilers :O) com intenção de “guiar” a humanidade. Fica a dica e espero que gostem.

    Abraços
    Ricardo.

    Curtido por 1 pessoa

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