Sobre histórias sem rumo (ou, a importância da previsibilidade).

Quando se viaja, é importante te pelo menos uma noção de onde se pode chegar. Com animes é a mesma coisa.
Quando se viaja, é importante ter pelo menos uma noção de onde se pode chegar. Com histórias é a mesma coisa.

Em muitos casos, basta você assistir ao primeiro episódio de um anime que você já terá uma boa ideia de qual direção ele terá. Isso porque não raras vezes essa direção é explicitamente detalhada logo no começo do anime, talvez nos seus primeiros dois ou três episódios. Um exemplo que a maioria já deve conhecer: em Fullmetal Alchemist Brotherhood, desde o começo é declarado que o objetivo dos dois irmãos é reaver seus corpos. Isso é importante porque define o que eu chamaria de “condição de vitória”: nós sabemos que no momento que os irmãos conseguirem seus corpos de volta, aquilo que motivava toda a história deixa de existir. Tudo bem, conforme a trama avança a coisa se torna um pouco mais complicada do que isso, mas para todos os efeitos o ponto é que basta você ver o começo do anime para ter uma boa noção de como ele irá terminar: com os irmãos recuperando seus corpos.

Isso significa que toda história vai necessariamente acabar quando o objetivo inicial dos personagens é atingido? Meio óbvio que não. Dragon Ball, por exemplo, continua muito além após encontrarem as 7 esferas. Mas normalmente o que ocorre nesses casos é uma renovação do objetivo final. A “condição de vitória” é alterada, e uma nova é instituída. Se a derrota de Freeza em Dragon Ball Z implica uma condição de vitória atingida, a chegada do Trunks do Futuro no arco seguinte institui a próxima: parar os androides que virão. Então mesmo que a trama tenha, para todos os efeitos, um recomeço, permanece a ela um sentido. Uma direção mesmo: a ideia, mesmo que talvez abstrata, de que existe um “ponto final” a tudo o que se está sendo contado. Vencer um oponente, atingir uma posição na sociedade, encontrar um objeto, namorar uma pessoa, tudo isso pode ser usado numa obra como a sua “condição de vitória”. E é essa condição que causa a expectativa: eu quero saber se os personagens atingirão qualquer que seja o objetivo colocado, por isso vejo o próximo episódio. Mas e quando essa condição não existe?

Fullmetal Alchemist é um bom exemplo de um anime que dá aos seus personagens um objetivo claro desde o início.
Fullmetal Alchemist é um bom exemplo de um anime que dá aos seus personagens um objetivo claro desde o início.

Ao contrário do que alguns talvez pensem, eu não vejo a inexistência dessa condição como um problema em si. Antes, ela só se torna um problema, a meu ver, quando atrelada a um outro elemento. Mas para isso, eu preciso antes discutir brevemente um ponto talvez controverso: o das histórias sem história. Ou, colocando de outra forma, o das histórias sem trama. Sem um arco, digamos assim. Animes mais popularmente conhecidos como “nada acontece”. K-ON (review) é talvez o exemplo mais popular disso, e muitos slice of life poderiam se encaixar nessa categoria. Normalmente, estes são animes inteiramente voltados para a interação entre os seus personagens, muitas vezes, inclusive, com o propósito de comédia. K-ON não possui uma “condição de vitória”. Sua história é tão somente o dia a dia de suas personagens. São quatro (e depois cinco) garotas conversando, interagindo, tomando chá e tocando numa banda da escola. É o tipo de história que, honestamente, poderia continuar praticamente indefinidamente, porque não há ali qualquer tipo de grande objetivo a ser atingido. O anime não toma esse rumo, e decide acabar quando da formatura das quatro meninas, mas isso é uma decisão dos responsáveis, que viraram e falaram “até aqui está bom”. Não existia uma necessidade para acabar ali, e se quisessem continuar não haveria necessidade de se criar um novo ponto de chegada.

O mesmo acontece com muitos animes episódicos. Normalmente, estas obras sequer possuem uma cronologia clara, e com cada episódio funcionando bem como algo isolado, não há uma trama maior que ligue os episódios. Já falei antes de alguns animes episódicos, como Kino no Tabi (review) ou Master Keaton (review), e estes são também animes sem qualquer “condição de vitória”. Kino no Tabi é sobre a viajante Kino, cujo único objetivo é visitar o maior número possível de países. Já Master Keaton é um anime sobre seu protagonista, Keaton, e como ele lida com seu dia a dia, com a história abordando hora seu trabalho como investigador para uma empresa de seguros, hora sua convivência com a família. Tal como K-ON, são obras que, em estrutura, poderiam seguir indefinidamente (embora, obviamente, não o façam). Já outro modelo que merece menção são os animes que parecem sem história, mas que em dado momento da história desenvolvem uma trama ou objetivo claro, como é o caso de Shin Sekai Yori (review) ou Digimon Tamers (review). Todos esses exemplos, porém, possuem algo que me parece fundamental para qualquer história: um claro senso de o que são e para onde vão.

K-ON é normalmente o anime que as pessoas primeiro pensam quando ouvem falar em "animes sem história".
K-ON é normalmente o anime que as pessoas primeiro pensam quando ouvem falar em “animes sem história”.

Todos esses animes citados são obras que o espectador tem uma boa noção de o que vem pela frente. Tudo bem, cada episódio de Kino no Tabi pode ser absurdamente diferente do anterior, considerando as diferentes culturas que a garota encontra e as diferentes formas de se relacionar com elas. Mas eu sei que teremos uma história da Kino viajando, encontrando com alguém (seja um grupinho de pessoas, seja toda uma cidade), interagindo com quem ela encontra, e sei que o episódio provavelmente contém diversas metáforas para uma série de questões e facetas do ser humanos. Quer você goste do que vem pela frente ou não (e isso é válido para toda sorte de animes que caem nessas categorias, como os vários slice of life ou comédias moe que vivem aparecendo), você ao menos sabe o que vem pela frente. O que você irá receber vendo aquele anime é claro, você só não sabe o como. E sinceramente: isso é importante. Ter alguma noção do que pode ou não vir pela frente é o que vai dizer ao espectador pelo que esperar. Claro, a obra pode acabar subvertendo as expectativas e seguindo um caminho diferente do inicialmente esperado, a exemplo de animes como Madoka Magica ou Katanagatari (review), mas a quebra de expectativa só pode ocorrer se houver uma expectativa para começo de conversa. Agora comparem todo esse cenário com um outro anime: Charlotte.

Lançado mais ou menos no meio de 2015, a história de Charlotte começa apresentando seu protagonista, Yuu, que possui o poder de tomar o corpo de outras pessoas. Por uma série de eventos que não vou discutir aqui agora, no primeiro episódio aprendemos que, por um motivo não mencionado, alguns jovens naquele mundo começaram a desenvolver poderes especiais, e por conta disso acabaram na mira de cientistas que desejam fazer experimentos neles. Felizmente, porém, esses poderes são temporários: ao final da adolescência, eles somem. Portanto, as crianças só precisam ser protegidas por alguns anos e tudo deve ficar bem. E para tanto, foi criada uma escola especialmente voltada para reunir pessoas com poderes, e agora Yuu deve integrar esta escola, inclusive como membro do conselho estudantil. Parece uma trama normal, mas quando você para para pensar realmente a respeito você irá perceber que, com esse primeiro episódio, não há qualquer espécie de noção, ainda que mínima, de para que direção irá esse anime. Será um slice of life de personagens com super poderes, onde apenas veremos as interações dessas pessoas? Talvez algo mais para o lado “X-man”, dessas crianças buscando aceitação social mais ampla? Teremos um confronto futuro com os cientistas que vêm sequestrando e fazendo experimentos em crianças?

Charlotte: um anime completamente sem rumo.
Charlotte: um anime completamente sem rumo.

O começo de Charlotte não nos diz nada sobre o que está por vir. E não é porque o anime é repleto de reviravoltas, ou porque ele subverte as expectativas ou qualquer coisa do tipo: é porque não é nos dada nenhuma direção mesmo. E Charlotte permanece sem uma direção clara por praticamente toda a sua história. Nos primeiros episódios ainda há alguma mínima consistência e algum rumo mais ou menos definido, embasado na ideia de localizar e recrutar jovens com poderes. Mas uma vez que essa premissa é posta de lado, praticamente cada episódio se torna o seu próprio “arco”, introduzindo um novo problema a ser resolvido naquele mesmo episódio e que não carrega adiante. E cada problema é total e completamente diferente do anterior, desde morte de um personagem, o protagonista ficando “mal” (com muitas aspas aqui, mas quem viu vai entender), temos até terroristas por um episódio, e isso só pra citar as coisas mais “normais”, sem querer dar aqui qualquer spoiler maior. É uma obra completamente inconsistente. Adicione que é também um anime que não possui qualquer condição de vitória clara exceto, bom, ficar vivo, e a combinação de todos esses fatores cria um anime que não possui um rumo. Em outras palavras: ele não sabe o que quer ser. E nisso o espectador também fica sem saber o que esperar. E isso é um problema.

Nós costumamos ver a imprevisibilidade como algo bom. Não raras vezes um anime é elogiado pelo quão “imprevisível” ele é, enquanto outros animes sofrem criticas justamente por serem previsíveis demais. Mas eu gostaria de argumentar que algum grau de previsibilidade é necessária. Porque o expectador precisa pelo menos saber o que pode vir a acontecer. Saber o que é possível ou não aquele anime fazer. Mesmo que ele não faça, ou mesmo que subverta o que se espera: ter essa “base”, por assim dizer, é importante, inclusive para a credibilidade da obra. Em Charlotte, o fato de que você nunca sabia o que poderia vir pela frente fez com que quase tudo o que efetivamente veio soar forçado e mal executado. Um pouco mais de foreshadowing, ou de direcionamento prévio da história certamente teria sido bastante útil ao anime. E de forma alguma Charlotte é o único anime a sofrer desse problema. Na temporada que teve início em abril de 2016, Kiznaiver sofre praticamente do mesmo problema de uma falta de direcionamento para a história, ao menos até o seu 5º episódio, que é o que temos lançado até o momento em que escrevo este texto.

Começando em abril de 2016, Kiznaiver não parece saber dar uma direção à sua história.
Começando em abril de 2016, Kiznaiver não parece saber dar uma direção à sua história.

E agora vem o motivo que me levou a fazer toda aquela digressão sobre animes terem ou não um arco que perpasse toda a obra: esse problema, da falta de um rumo definido para a história, para ser único de obras com história. É o fato desses animes terem, efetivamente, uma trama de fundo, que faz com que a falta de um sentido para tudo aquilo, de um direcionamento em prol de algo, se torne um problema. Inclusive porque cria-se a impressão de “filler“, de que estão desperdiçando tempo por não estarem avançando o plot em uma história que, via de regra, normalmente já é curta para começo de conversa (vamos lembrar que pouquíssimos animes passam dos 25 episódios atualmente, e nós normalmente já sabemos qual será o número final. Saber que um anime terá 13 episódios, perceber que há uma trama maior ali, e não ver nada a respeito dela por quatro ou cinco episódios pode ser bastante problemático para o interesse do espectador).

Não quero dizer aqui que toda história precisa ter um ponto final claro e decidido. Ou mesmo que esse ponto final deve aparecer logo no começo. Uma história não precisa nem ter um ponto final, como apontei aqui sobre os animes episódicos, muitos dos quais apenas “acabam”, sem concluir nada porque não há o que concluir. Mas uma história precisa saber que direção irá tomar. Precisa saber aonde quer chegar, e mostrar para o espectador que, de alguma forma, seus criadores sabem o que estão fazendo. Não que o autor ou autores precisem ter tudo minimamente planejado, não é por ai. Mas eles precisam saber disfarçar. Lembro-me de ter lido, algum tempo atrás, um artigo que mencionava uma entrevista com os criadores de Kill la Kill na qual eles diziam que tiraram bastante inspiração de fanarts das personagens com roupas trocadas. Mas as cenas saídas desta inspiração foram tão bem integrado à série que nunca pareceu algo tirado no último minuto, ao passo que praticamente tudo o que acontece em Charlotte parece tirado do nada, mesmo que uma análise mais cuidadosa possa mesmo revelar que havia uma dose de foreshadowing ali.

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Kino no Tabi – Relativismo Cultural: Descritivo, Normativo e Epistemológico.

Imagens (na ordem em que aparecem):

1 – Kino no Tabi, episódio 1

2 – Fullmetal Alchemist: Brotherhood, episódio 2

3 – K-ON!, episódio 1

4 – Charlotte, episódio 1

5 – Kiznaiver, episódio 1

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3 comentários sobre “Sobre histórias sem rumo (ou, a importância da previsibilidade).

  1. Na minha opinião Kiznaiver diferentemente de Charlotte sofre de 2 fatores que atrapalham o seu sucesso: 1) É do Estúdio Trigger, comparar trigger com PA works é impossível.
    2) Principal defeito não temos personagens que te prendem ao anime, diferentemente de Charlotte que a irmã do protagonista era um show de fofura e os 2 protagonistas funcionavam juntos, além de personagens secundários que combinam com o tipo de anime.

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    • Vou ter que discordar dos seus dois pontos rsrs

      Em primeiro lugar, de fato, o estúdio Trigger é bem complicado de comparar com outro como P.A. Works. É um estúdio recente até, e por ser formado por muitos dos que saíram da Gainax, ele tem um estilo muito próprio que pode acabar afastando as pessoas (nesse ponto ele é bem parecido com o estúdio Shaft, embora o Trigger acabe apostando em algo mais “tradicional” de quando em vez, como a adaptação da light novel Inou Battle). MAS, é o estúdio de Kill la Kill, e o pessoal que faz Kiznaiver tem a mesma equipe que fez Kill la Kill, tanto que isso foi um grande ponto de marketing. E Kill la Kill é um baita sucesso, então acho que ser da trigger não deveria atrapalhar a popularidade do anime.

      Já sobre os personagens… Eu vou ter que dizer que acho os personagens de Charlotte péssimos. A começar que boa parte deles é completamente escanteado e nem chega a se desenvolver. O secundário que tem o melhor desenvolvimento acaba sendo a Misa, e só. Da dupla protagonista, a Nao e uma porta dava exatamente no mesmo. E o Yuu… tentaram desenvolver o personagem e tals, mas no final ficou só aquele clichê de “o babaca que acaba bonzinho”. Não vou dizer que Charlotte fez esse clichê errado nem nada, mas num geral foi só… padrão. Nada de mais. Então pra mim nenhum personagem prendeu, e eu honestamente só via o anime para saber qual a próxima aleatoriedade que iam tirar do absoluto nada (vide terroristas kkkkkk). Já Kiznaiver, embora tendo praticamente uma não-história até o momento, e dos personagens sendo bastante estereotipados até o episódio 4, no 5º episódio começaram a desenvolver melhor os personagens e tenho alguma esperança para o anime agora rs.

      Basicamente, acho que Charlotte apresenta personagens que parecem complexos sem o ser de fato, enquanto Kiznaiver provavelmente vai seguir o caminho de apresentar personagens que parecem estereotipados, mas na verdade são mais complexos que isso.

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  2. Que texto bom de ler! Tipo aqueles que fluem e que organizam de forma lógica e coerente um monte de coisas que você já pensou ou pensou em pensar (faz sentido?), mas que se perderam ou formaram apenas fragmentos (aliás, uma sensação que tenho com a maior parte dos textos daqui, que estou amando por sinal <3) Btw, encontrei o site por meio do post Hourou Musuko – Identidade de Gênero e Transexualidade, enquanto pesquisava sobre o assunto. O seu review e outras referências em demais posts me fez querer rever ele. Foi um anime que eu lembro de ter ficado muito animada quando foi anunciado e a sinopse começou a circular, mas acho que na época eu deixei passar alguns detalhes que seriam interessantes analisar no presente~)

    Concordo com praticamente tudo com o que disse nesse ensaio, compartilho de um sentimento próximo. Eu sou uma pessoa que adora o elemento surpresa, ainda que beire o non-sense. Tanto que um dos meus animes favoritos acabou sendo Level E, não sei se já assistiu, mas eu comecei vendo ele pensando que seguiria por um caminho e depois, de muitas formas, acabou seguindo por um caminho completamente diferente (parte disso devido as minhas expectativas e generalizações baseadas na sinopse), o que me trouxe bons momentos.

    Acho que não precisa ficar claro e escrito que tipo de trajetória um anime vai seguir, mas pistas de como a trama irá andar é importante até para não ficar acumulando uma expectativa ou a ideia de que algo vai acontecer só para depois ela ser frustrada, sendo que talvez a obra poderia se melhor aproveitada caso o seu "foco" fosse de alguma forma estabelecido ou pistas fossem deixadas.

    Já sobre Kiznaiver, eu acho que é o único momento que minha experiência mais se diferenciou da sua (fora o fato de que eu não assisti Charlotte para ter uma opinião sobre). Eu sei que Kiznaiver já terminou, mas estou começando a ver ele agora (por motivo de a vida não me deixou ver antes e as responsabilidades bateram e ainda batem na minha porta, triste realidade) e estou no episódio 3. Não vi grande comentários sobre o desenvolvimento da história, apenas um review que a pessoa disse ter adorado o relacionamento entre os personagens (algo que me fez ignorar os reviews negativos do my anime list e dar uma chance a ele), então a minha expectativa está baseada nisso. Só que, até o terceiro episódio a ideia que tenho dele mudou. Com algumas cenas, parece que não vai ser um (ou uma tentativa) de algo próximo do que Ano Hana fez em relação aos elos dos personagens, mas que tem também uma temática envolvendo a "ambição humana de encontrar a resposta para determinada questão ou problemática e com isso vou usar cobaias" de plano de fundo. Além disso, estabelecer tempo e missões para os personagens, mesmo que sem a gente entender completamente como tudo isso funciona, é uma boa tática para despertar o interesse e aumentar a expectativa "de o que e como alguma coisa vai acontecer (assim como você comentou). Por isso, como eu estou vendo uma linha sendo tecida conectando os acontecimentos, parece que há o intuito de criar uma previsibilidade, não significando que isso será realmente alcançado.

    Ainda assim, estou com um pé atrás e tentando não me alegrar muito com as possibilidades que surgiram até o episódio 3 aos meus olhos. Parece que estão abrindo várias janelas, mas devido ao número de episódios, não vai dar tempo de fechar todas. Ainda assim, resolvi continuar dando uma chance para ele, uma por causa dos personagens, que já me surpreenderam em alguns momentos com a típica reviravolta do "eu não sou só aquilo que você acha que está vendo", a complexidade que você citou, segundo, porque mesmo com furos, Ano Hana conseguiu se mostrar com uma outra ótima surpresa de 2011 e com um desenvolvimento dos personagens em 11 episódios que anime com mais de 100 episódios às vezes não conseguem ter (não que seja o objetivo desses animes, mas é um ponto importante para mim), logo, Kiznaiver tem a possibilidade de um desenvolvimento semelhante.

    Acho que comentei tudo o que queria dizer, desculpa pelo texto-comentário ahsuahsuahsuahsua. Dito isso, espero que as expectativas e bons conteúdos no mundo dos animes e mangás continuem nos trazendo ótimas surpresas, entretenimento e diversão o/ (Assim como seus textos!)

    Curtido por 1 pessoa

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