Review – Katanagatari (Anime)

Katanagatari
Katanagatari

Existe uma pequena “armadilha”, por assim dizer, na qual eventualmente caímos quando falamos de um anime, ou mangá, ou qualquer obra de tipo mais seriado. É uma armadilha que ocorre sobretudo quando duas características se combinam. Primeiro, a obra precisa ser bastante acima da média, quanto mais perto de ser uma “obra-prima” melhor. E segundo, ela precisa ser uma obra que começa relativamente “normal”, mas após algum evento ao longo desta a sua qualidade escalona até atingir esse ponto de “masterpiece“. A armadilha aqui é que ao falar dessa obra para outra pessoa, você, como alguém que a viu por completo, sabe a enorme qualidade que ela atinge ao longo dela. Mas a pessoa para a qual você está falando dela, não. Como tal, se você exagera demais a excelência da obra sem levar em consideração que os primeiros episódios são um bild up para o que vem depois, é possível que a pessoa para a qual você recomendou essa obra acabe se decepcionando com o começo dela. E eu faço toda essa pequena reflexão porque Katanagatari, adaptação de uma série de  light novels de mesmo nome, escritas por Nisio Isin, poderia facilmente cair nessa armadilha. Uma produção do estúdio White Fox, com direção de Keitaro Motonaga, o anime tem um começo bastante “comum”, mas é o seu final que o coloca como excepcional.

A série possui 12 episódios, cada qual com cerca de 50 minutos, que foram lançados entre janeiro e dezembro de 2010, um episódio por mês. A história começa quando Togame, uma estrategista a serviço do xogunato, chega à ilha onde vive Yasuri Shichika, que fora banido para lá junto de seu pai e sua irmã há 20 anos. Originalmente, Togame busca pelo pai de Shichika, mas quando este lhe informa que ele já havia falecido, Togame decide então pedir ajuda ao próprio Shichika. Acontece que ela está em busca de 12 espadas lendárias, forjadas por Shikizaki Kiki, cada qual portando habilidades especiais que poderiam repelir a todo um exército. Contudo, nessa busca ela já fora traída duas vezes, uma pelo mais forte espadachim do Japão, Sabi Hakuei, e outra pelo grupo ninja Maniwa. Como a traição de ambos foi que ao acharem uma espada decidiram ficar com ela, Togame decidiu buscar a ajuda de alguém que lutasse sem espadas, e como aquele que herdou o estilo de combate a mãos Kyoutoryuu, Shichika é a escolha ideal. Assim, o anime acompanha a jornada destes dois pelo Japão do período Edo, conforme buscam pelas espadas e enfrentam toda sorte de adversidades. É um ótimo anime, que vai ficando progressivamente mais profundo em seus temas a cada episódio, e definitivamente vale a pena assistir. Isso dito, para falar mais a respeito eu vou precisar entrar em spoilers, então fica aqui o aviso do que vem pela frente. Se não quiser revelações do roteiro (incluindo o final do anime), é melhor parar a leitura por aqui.

Shichika e Togame
Shichika e Togame

Explicar o que torna Katanagatari excepcional dentre outros animes é explicar o seu final. Para explicá-lo, porém, é preciso antes explicar a sua história desde o começo. Bem do começo. Antes mesmo do primeiro episódio, falemos sobre seu título. Isso porque ele encapsula bem o tipo de história que temos aqui, e por mais de um motivo. Sendo um neologismo, a palavra Katanagatari combina duas outras da língua japonesa: Katana, que significa “espada”, e Monogatari, cuja tradução literal seria algo como “história” ou “conto”, mas que pode também ser interpretada como um gênero literário em prosa que muito se aproxima do poema épico ocidental. Esta é, portanto, uma história épica sobre espadas. Logo eu vou argumentar como esse título pode ser um pouco mais ambíguo do que uma primeira interpretação faz parecer, mas por agora essa exata primeira interpretação explica bem o que encontramos aqui, pelo menos no começo da série. Afinal, toda a trama inicial se resolve em torno da busca pelas 12 espadas forjadas por Shikizaki Kiki, e ao longo de seu primeiro terço o anime assume um caráter mais episódico que só começa a mudar lá pelo episódio 4, com a mudança efetiva de tom vindo no episódio 5. Mas avancemos com calma, e observemos esses primeiros episódios.

De modo geral, em sua grande maioria o anime segue uma mesma fórmula. Shichika e Togame tomam conhecimento da localização de uma das espadas, partem para localizá-la, encontram-na na posse de alguém, tentam uma abordagem pacífica, esta falha, eles se veem forçados a lutar contra o dono da espada, Shichika vence, a espada é tomada e enviada para o xogunato. As únicas exceções a essa fórmula básica são o primeiro episódio, por ser aquele que introduz toda a história, o quarto episódio, por ser focado na irmã do Shichika, e o último episódio, por motivos que eu vou deixar para tratar quando finalmente começar a falar do final. E pelo menos pela primeira metade do anime, essa fórmula dá ao mesmo um ar de quase episódico. Com exceção da busca das espadas, não muito parece estar acontecendo de fato. Isso muda com o episódio 4, cujo final é talvez o primeiro clif hanger efetivo do anime, indicando que eventualmente Shichika e sua irmã, Nanami, iriam se encontrar novamente. Mas do ponto de uma trama para além da busca das espadas, só começamos a ter alguma indicação de que tem algo mais nessa história a partir do episódio 5, com a introdução da princesa Hitei como essa figura que, por algum motivo ainda desconhecido, parece estar manipulando a busca da Togame.

Nanami, irmã de Shichika
Nanami, irmã de Shichika

Esse começo mais episódico, contudo, dá ao espectador uma boa ideia de qual é o tema dessa história, ao menos a princípio. Quando Togame encontra Shichika, este vivia há anos com apenas a irmã, com ambos tendo sido criados apenas pelo pai. É importante lembrarem, porém, que o estilo de combate Kyoutoryuu não é um estilo de arte marcial, exatamente. Ele é um estilo de luta de espada, e seu usuário é um espadachim… er, ou quase. Ele é um estilo que não usa espadas, sim, mas que em vez disso torna o próprio usuário em uma, tornando o seu corpo tão letal quanto uma espada. Shichika, tendo sido ensinado o Kyoutoryuu desde criança, e ainda por cima isolado em uma ilha, não foi criado para ser uma pessoa, um membro atuante da sociedade. Ao invés disso, ele foi criado para ser uma espada. E é aqui que eu retomo o título. Um título que fala de um épico sobre espadas pode ser entendido como a história da busca das 12 lâminas, ou pode ser entendido como a história de uma só espada: Shichika. E neste caso, a história é sobre a evolução do Shichika de espada a ser humano.

Enquanto esteve na ilha, todo o treinamento e ensinamento que Shichika recebeu foi para se tornar uma boa espada. Ele não recebeu qualquer forma de ensinamento sobre normas sociais e de convivência, ao ponto que agora na idade adulta ele é praticamente amoral. Mas reparem que eu digo amoral, não imoral. Shichika não é mal, inescrupuloso, cruel… Ele não vai contra a moral, porque ele não tem moral alguma para ir contra. Sim, se for atacado ele irá revidar, e nisso ele não possui qualquer hesitação em matar. Mas nunca é ele quem começa a luta. Mas para além de sua amoralidade, ele também não possui outras características e conhecimentos que seriam tipicamente humanos. Ele não consegue diferenciar as pessoas umas das outras, a princípio. Também desconhece o frio, tendo vivido em uma ilha relativamente quente por toda a vida. Ele também desconhece conceitos como ideologia ou propósito: quando Tsuruga Meisai, dona da terceira espada que Togame e Shichika adquirem, pergunta ao mesmo porque ele luta, ele responde que o faz apenas porque a Togame o diz para lutar, e ele a obedece porque, afinal, ele é uma espada e ela é sua espadachim.

A jornada de Shichika é aquela para se tornar humano. Isso fica bastante claro no 5º episódio, quando Shichika afirma que ainda que ele seja uma espada, ele agora percebe que é também um ser humano.
A jornada de Shichika é aquela para se tornar humano. Isso fica bastante evidente no 5º episódio, quando Shichika afirma que ainda que ele seja uma espada, ele agora percebe que é também um ser humano.

Shichika é um personagem que começa bastante “neutro”, por assim dizer. Ou talvez “passivo” seja uma palavra um pouco melhor. Durante o começo do anime, a única real decisão que ele toma é a de acompanhar Togame, e a partir desse ponto é normalmente ela quem toma as decisões. Inclusive, o anime até brinca com essa passividade do protagonista no episódio 2, conforme ele e a Togame conversam no deserto. Assim, parte do desenvolvimento de Shichika está nele desenvolver uma personalidade e uma individualidade conforme o anime avança. E pensando em retrospecto, toda essa situação já era praticamente um prenúncio do que viria no final. Se a única decisão de Shichika foi a de se submeter à Togame, ele só poderia alcançar a plena individualidade se separando dela em efetivo, afinal. Mas depois eu comento mais no final, por agora temos então que nosso protagonista é praticamente um papel em branco sobre o qual as circunstâncias e pessoas do momento irão escrever. Em contraste, Togame é bastante individual, e até suas roupas a fazem destoar na multidão. Ela é energética, determinada, e acima de tudo: ativa. Ela toma as decisões, decidindo o que devem fazer, como devem fazer e quando devem fazer. Ela tem um objetivo e faz tudo o que pode para atingi-lo, sem nunca se desviar de seu caminho.

Sim, Togame tem outras características interessantes. Ela é inteligente, manipuladora, e mesmo um pouco dúbia, sendo difícil de termos certeza de quais são as suas verdadeiras intenções. Mas eu trago o ponto dela ser ativa porque isso muito bem descreve também os outros dois núcleos de personagens fixos. O primeiro deles é o grupo ninja Maniwa, que também deseja conseguir as 12 espadas. Mas enquanto Togame quer entregá-las ao xogunato, os Maniwa querem vender as espadas, para com o dinheiro ajudarem a vila ninja de onde vieram. E para esse propósito eles estão dispostos a fazer tudo o que for necessário, incluindo ai matar, morrer, e mesmo propor uma trégua entre eles e os dois protagonistas. Sendo 12 ao todo, são personagens que variam do vilão sádico clichê até personagens que beiram ao anti-herói, e com os quais se torna bem fácil de se importar conforme o anime passa. Já o segundo núcleo de personagens frequentes são a princesa Hitei e seu ajudante Emonzaemon. Hitei também quer as 12 espadas, e pelo que parece ela planeja esperar Togame as reunir e então entregar ela as espadas para o xogunato, mas seus objetivos são um pouco diferentes de pura fama e glória.

Princesa Hitei
Princesa Hitei

Hitei é descendente de Shikizaki Kiki, e como tal ela sabe de um detalhe sobre a linhagem do famoso forjador: era uma linhagem de oráculos. As 12 espadas, que as lendas dizem poder mudar o curso da história, foram criadas exatamente para isso. Shikizaki teve a visão de um exército estrangeiro invadindo o Japão (o que pode ser uma referência ao episódio dos Navios Negros, que ocorreu em finais do período Edo), e para tentar impedir isso ele tentou mudar a história do Japão criando estas 12 espadas. Em parte, ele conseguiu, e o Japão que vemos no anime não é realmente aquele que historicamente ocorreu, com a família no poder e a capital instituída sendo diferentes daqueles do período em que o anime parece se passar. Mas para completar o plano de Shikizaki, o xogunato Yanari, aquele no qual os personagens estão, precisa chegar ao final, e esse é o plano da Hitei. E, de novo, é outra personagem que não mede esforços para conseguir o que deseja, abertamente manipulando sobretudo a Togame, para então mandar seu ajudante, Emonzaemon, matá-la. E aqui nós chegamos, finalmente, ao final do anime, que é a parte mais curiosa em toda essa história.

Apesar do tom bastante leve do anime, mesmo cômico em alguns momentos, as consequências que essa busca pelas espadas trouxeram não foram poucas. Para começar, cada um dos 12 portadores originais de espadas, que inclusive são ótimos personagens, bem construídos e bastante carismáticos, acabam perdendo suas espadas. Muitos dos quais inclusive perdem suas vidas. Em adição, pelo menos duas vilas inteiras acabam simplesmente dizimadas, uma delas sendo a vila de origem dos ninjas Maniwa. Aliás, dos próprios ninjas não sobra se quer um: todos morrem. E como eu disse, a própria Togame morre. Após esse evento, Shichika entre em “modo suicida”, por assim dizer, e parte para o castelo do xogum buscando vingança, por ter sido o xogum o motivo pelo qual Togame estava tentando conseguir as espadas em primeiro lugar. O xogunato, porém, estava de posse das espadas, e para subir até o último andar Shichika teve de enfrentar 12 indivíduos, um dos quais Emonzaemon, cada um portando uma das 12 lâminas. E nisso Shichika destrói todas as espadas de Shikizaki, chega ao topo e mata o xogum. Isso faz parecer que, afinal, a vencedora em tudo isso foi Hitei, que cumpriu o plano de Shikizaki. Mas eis que temos um epílogo que nos conta que não: simplesmente o filho do xogum subiu ao trono e nada mudou. A história ainda seguirá o seu curso e eventualmente a tal nação estrangeira irá invadir o Japão. Pergunta: o que qualquer um ganhou com toda essa história?

De alguns donos das espadas, passando por duas vilas inteiras, até o próprio xogum: a contagem de corpos de Katanagatari é bem alta. Mas de que serviu tudo isso?
De alguns donos das espadas, passando por duas vilas inteiras, até o próprio xogum: a contagem de corpos de Katanagatari é bem alta. Mas de que serviu tudo isso?

Katanagatari é uma tragédia. E eu não digo isso como uma ofensa ao anime, não. Eu quero dizer que ele é literalmente uma tragédia, nos moldes da tragédia clássica. Em essência, é uma obra sobre o fracasso. E isso o anime esfrega na sua cara em sua última cena, com um discurso que claramente atesta que foi tudo em vão. Ninguém atingiu seus objetivos. Nada mudou. Ao tentar desafiar o curso da história, Shikizaki Kiki falhou. Ao tentar obter glória, Togame falhou. Ao tentar proteger seus companheiros, os Maniwa falharam. Ninguém ganhou nada. Ninguém conquistou nada. Todos terminaram pior do que começaram. Muitos morreram. Muitos perderam tudo o que tinham de valor. Muitos terão de recomeçar do zero. O único que conquistou algo em tudo isso foi Shichika. Toda essa experiência lhe deu individualidade, capacidade para tomar suas próprias decisões, e com isso dele decide cumprir o antigo desejo da Togame de mapear o Japão. Mas ainda que isso dê um ar agridoce ao final de Katanagatari, este ainda certamente não é um final feliz. O que é relativamente raro, e não apenas nos animes. A tragédia é um gênero literário tipicamente ocidental. Tipicamente europeu greco-romano, aliás. O extremo oriente, Japão incluso, nunca desenvolveu a tragédia nos moldes que temos aqui, de um gênero literário próprio e bem definido. É por isso que é tão raro ver esse tipo de obra nos animes.

Aliás, mais do que raro: esse final é bastante perigoso. Um final trágico significa um final infeliz. Um final que passe a impressão de que era melhor que aquilo nunca tivesse acontecido, em primeiro lugar. Por esse motivo, é um final que poderia muito facilmente descontentar a audiência, fazendo o assistir desta história parecer uma enorme perda de tempo. Katanagatari não é assim. E bem sinceramente, eu nem consigo dizer realmente porquê. Acredito que a evolução do Shichika e a forma como ele se tornou mais humano ajuda a dar alguma noção de que aquilo tudo não foi para nada. Mas acho que também é simplesmente interessante ver um anime dar uma mensagem que é muito pouco dada, mas que ainda assim é bastante verdadeira: o fracasso faz parte da experiência humana. Não importa o quanto tentar, o quanto se esforçar ou o quão nobre forem os seus objetivos. Não importa pelo que você se esforça, o que acredita ou o quanto acredita que está fazendo o certo. Eventualmente, todos irão fracassar em algum momento. Derrota, perda e fracasso são a última lição que Shichika precisa aprender para efetivamente se tornar humano, e é a lição que fica para a própria audiência. E sobre essa faceta da nossa humanidade, tudo o que podemos fazer é como fez Shichika: buscar um novo objetivo e recomeçar, com o anime assim encerrando em uma nota existencialista.

Um final trágico, que traz consigo uma lição sobre o fracasso.
Um final trágico, que traz consigo uma lição sobre o fracasso.

Katanagatari é, sem sombra de dúvida, um anime único. Ele começa bem leve e simples em sua premissa, e o anime está recheado de momentos leves e divertidos. A interação entre Shichika e Togame é extremamente divertida de assistir, e é fácil de perceber o romance que vai se desenvolvendo entre os dois. E ao longo da obra ainda somos apresentados a um vasto cast de personagens interessantes, carismáticos e bem trabalhados, e a forma como o anime consegue fazer o espectador se importar até com seus personagens episódicos é outro forte ponto positivo. E para um anime bastante focado em diálogos, onde os personagens mais conversam do que outra coisa, estes diálogos são bastante interessantes. Mas para além dessa simplicidade inicial, Katanagatari é uma história sobre a própria noção de ser humano, explorando vários de seus aspectos através de um personagem que precisa aprender justamente isso, a ser humano.

Do ponto de vista técnico, é um anime bem bonito. Por serem episódios de 50 minutos com exibição de um ao mês é bem possível que a verba para o anime tenha sido maior do que o normal, mas em todo caso ele é muito bem animado, fluido, e com boas sequências de combate, ainda que curtas (como eu disse, é uma obra mais focada nos diálogos e interações entre os personagens, ao invés de lutas). Mas é interessante apontar que o anime eventualmente experimenta bastante com sua estética, sobretudo no episódio 7, que foi bastante estilizado em traço e animação para lembrar um vídeo-game. É algo que vai agradar a alguns e desagradar a outros, mas quanto à mim eu não vi nenhum problema com essas mudanças que ocorrem aqui e ali. Já a trilha sonora varia entre momentos que você mal nota que ela está ali até momentos em que ela ajuda a dar a atmosfera apropriada para a cena. No mais, eu não tenho realmente nenhum crítica à essa parte mais técnica. É um anime bonito, bem animado, com personagens carismáticos e bem desenvolvidos, bons diálogos e uma conclusão ímpar que traz consigo bastante impacto, mesmo que certamente não vá agradar a todos. Uma obra excelente, sem sombra de dúvida.

Imagens (na ordem em que aparecem):

1 – Katanagatari, episódio 3

2 – Katanagatari, episódio 3

3 – Katanagatari, episódio 4

4 – Katanagatari, episódio 5

5 – Katanagatari, episódio 8

6 – Katanagatari, episódio 12

7 – Katanagatari, episódio 12

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Um comentário sobre “Review – Katanagatari (Anime)

  1. Primeiramente quero parabeniza-lo pelo post.
    Por que você viu mais que uma obra de uma arte visual “estranha”, o que discordo plenamente.
    Viu a mensagem que passaram deste anime, que me deixou fascinada pela essa obra, de algo simples para interessante e bem desenvolvido.

    Curtido por 1 pessoa

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